PplWare Mobile

Pode colocar o seu guarda-sol na praia perto das concessões sem pagar? Saiba o que diz a lei

                                    
                                

Imagem: CM Cascais

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Max says:

    Bem, não há lei, mas há as placas, autorizadas pelas câmaras municipais a apontar para a floresta das zonas de chapéus dos lados.
    Venha de lá então a circular a esclarecer – embora o “direito-circular” não seja uma coisa por aí além (nem sei se vale mais que as ditas placas) e as coisas devam ser definidas por lei, mesmo.
    Uma coisa me parece certa – em praias minúsculas onde mal se encontra espaço para estender a toalha – e se precisa do chapéu de sol para não torrar, os chapéus têm que se chegar mais às zonas concessionadas (como já acontece).

  2. Guilherme says:

    Se não existe lei, o concessionário só pode mandar no que alugou e não no resto da praia, logo esses sinais são ilegais…

    • Max says:

      Há alguma lei a proibir os sinais? Não têm a autorização das câmaras municipais? A Polícia Marítima mandou-os retirar?
      Nem tudo tem que estar autorizado ou proibido pela lei.
      Como as praias são muito diferentes umas das outras, até me parece preferível que não exista lei e que sejam as autoridades locais a estabelecer as regras e, sobretudo, evitar exageros.

      • Asiim says:

        as concessões das praias não são atribuídas pelas câmaras já que o domínio marítimo pertence ao estado central.
        É a Agência Portuguesa do Ambiente ou a Autoridade Marítima que emitem as concessões. E é a Agência Portuguesa do Ambiente que define os regulamentos de usufruto.

        • Max says:

          Isso já foi. Tens que ler o decreto-lei 97/2028, que “transferiu para os municípios a competência para a gestão das praias integradas no domínio público do Estado, quer sejam marítimas, fluviais ou lacustres. A concessão pode ser feita pela ser a câmara municipal ou pode ser a APA. E há uma terceira entidade importante – a Capitania, que tem que dar um parecer prévio e de fiscalizar através da Polícia Marítima.

      • Marcos Correia says:

        está escrito lá em cima, lê….os concessionários não podem ocupar mais do que 1/3 da praia.

  3. OraBolas says:

    É quase como uma praia privada pois e como se sabe não há praias privadas.
    Eu até respeito isso porque está instituido, por lei ou não, e porque não quero chatices/confusões não forço a coisa e quero é paz e sossego nas minhas férias e quando se estiver mal mudo de sítio, de praia ou de país.

    • Max says:

      São os concessionários que pagam aos nadadores salva vidas.
      Se alguém se estiver a afogar o nadador não pergunta se vem da área concessionada ou da não concessionada. Não há praias privadas, mas há praias com áreas concessiondas, com regras que têm que estar definidas no contrato de concessão com a câmara municipal/capitania e fiscalização da Polícia Marítima.

      • Muito mais que isso. says:

        Falso, as praias são apenas concessionadas em um terço, os restantes dois terços são livres e os nadadores salvadores recebem parte do vencimento /remuneração da concessão e a outra parte dos município.

        • QI acima dos 115 says:

          ja vi que nao sabes ler. em vez de dizeres mer*a aprende a ler primeiro. jumento is in the house.

        • Max says:

          “Nas prais concessionadas não. Quem paga o slário dos nadadores ~salvadores é o próprio privado (concessionário)”. Se a CM municipal quiser pagar mais alguma coisa para atrair nadores-salvadores é bónus. Na áreas não concessionadas é outra coisa.

      • Asiim says:

        Creio que andas a confudir os pressupostos duma concessão.
        Os concessionários têm obrigações, doutra forma não lhes seria dada a concessão…
        Eles pagarem aos nadadores-salvadores é uma obrigação, não é um favor que estão a prestar às pessoas nas praias. E os concessionários não têm autoridade para definir o que os nadadores-salvadores podem ou não fazer em termos de socorro.

        • Max says:

          Eu só quis esclarecer que não se trata de uma “praia privada”, tipo, o concessionário põe uma placas, chapésus só ao lado e não tem mais encargos nenhuns nem presta serviço nenhum.

  4. azurela says:

    Dava jeito se identificassem a lei em questão. Se não passa a ser mais um diz que disse.

  5. Zé Fonseca A. says:

    Fica um aviso para os concessionários, se permitirem isto vão perder muitos clientes, eu alugo espreguiçadeiras com chapéu para usufruir das regalias de ter um serviço de bar/restaurante entregue na espreguiçadeira mas também para estar sossegado, não ter barulho ao lado e ter a vista desimpedida, para mim isto seria um deal breaker e deixaria de ser cliente, provavelmente deixaria de frequentar praias portuguesas

    • Vais embora says:

      Penso que os concessionários não vão ler isto, nem tão pouco se vão importar que não alugues o espaço deles. Fica também o aviso para não teres grandes ilusões que alguém se importa com o que disseste. Podes ir para praias da NK. Talvez aí tenhas mais seguranças e conforto.

    • Eu says:

      Olá Zé.
      Eu, que sou uma pessoa que adora dar umas boas charutadas na bola, principalmente quando percebo que posso acertar com ela na cabeça de um toné qualquer que está nessas espreguiçadeiras, fico extremamente desanimado por saber que deixarei de te ver por lá.

    • Muito mais que isso. says:

      Se fores para a ultima fila ou para o meio e mesmo nas laterais da área concessionada deves ter um sossego que é uma coisa estupida, eu quando vou é porque tenho atendimento personalizado com toalhas e atendimento personalizado do bar, quero lá saber se a malta que lá está na frente tem sombrinhas ou paga ou deixa de pagar.

    • Realista says:

      “se permitirem isto vão perder muitos clientes”
      A partir do momento em que a lei seja clarificada, a “permissão” por parte dos concessionários torna-se irrelevante.

      • Zé Fonseca A. says:

        As concessões renegoceiam-se, é só as concessionárias lutarem pelo status quo que sempre impuseram, se mudam as regras do jogo é lógico que os clientes não ficam satisfeitos já que isso era um dos motivos que os fazia serem clientes em primeiro lugar.

        • Zé Fonseca A. says:

          E além disso tem outra vantagem, é suposto para se ter este status quo, afastar a ralé para outras paragens e só ficarem pessoas com o meu nível.

          • Realista says:

            Vou assumir que este segundo comentário é de um troll e não do verdadeiro Zé Fonseca A. Há um desfazamento no tipo de linguagem habitual. Se queres ser troll, ao menos faz as coisas como deve ser.

    • To Canelas says:

      Isso é para pobres, eu arrendo praias privadas, contrato serviços de catering e faço altas festarolas.

    • Marcos Correia says:

      Força!

  6. Em Tróia então says:

    É instalar os chapéus e toalhas fora do espaço delimitado pela concessão. E quando aparecer ou o concessionário ou os salva-vidas a dizer “tem de sair daqui”, responder “Chamem a polícia se quiserem, e o concecionário que tenha o alvará da concessão à mão e já agora uma fita métrica, pois a mim parece que a concessão “engordou” de ontem para hoje”…

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.