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“Multibanco Social” vai chegar às freguesias mais isoladas de Portugal

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. pixel says:

    Aconselho a ter algum dinheiro líquido em casa pois pode haver um apagão e os cartões não funcionam.

    • Joli says:

      Se houver apagão não vai poder comprar em lado nenhum. De pouco lhe serve o dinheiro. Só para limpar o rabo.

      • says:

        Olha, no dia do apagão fui comprar um fogão de campismo a gás e umas botijas. Paguei a dinheiro na loja que estava aberta (como estavam muitas lojas abertas). Ao almoço ainda me safei com grão de bico e atum em lata mas ao jantar apetecia alguma coisa quente.

  2. Joao Ptt says:

    Mas as coisas não estavam a ir no caminho desejado por alguns de não existir dinheiro físico? Não me digam que apagões de energia eléctrica, cortes prolongados das telecomunicações em algumas zonas do país, estão a fazer alguns reconsiderarem a utilidade do dinheiro físico?

    Espero que o “Multibanco Social”, seja um multibanco normal, com tudo o que eles fazem em qualquer lado, mas o “social” seja apenas de estar onde as entidades bancárias normalmente não os colocariam.

    Espero também que os apagões eléctricos e de telecomunicações levem a considerar melhores alternativas energéticas e tecnológicas para manter os equipamentos a funcionar e a comunicar.

  3. says:

    Curiosamente, há poucas juntas de freguesia com caixas multibanco instaladas nas suas instalações. Que tal começarem por aí? Esses sim deveriam ser os primeiros a fazer algum serviço público. No entanto, quantas e quantas lojas e cafés de bairro e da terrinha são os verdadeiros “serviços públicos” que safam as pessoas.

    • Alfie says:

      Se leres bem é essa a solução que a SIBS quer aplicar.

      • says:

        Sim, mas a questão é… e as freguesias porque não se mexem mais? Já era coisa para terem há anos. Claro que agora vão é arranjar maneira de pagar à SIBS. Quando podiam bem até ter acordos com os bancos (ou a CGD que afinal é pública) para ter uma “mini” agência nas juntas.
        Até os correios preferem trabalhar com lojas privadas porque muitas juntas de freguesia não os querem (e sinceramente até acho que ficamos mais bem serviços com alguns privados do que com algumas juntas).

  4. Fernando Almeida says:

    Eis como se passa um encargo que deveria pertencer á Banca, para o erário público.
    Os custos associados serão pagos pelo Estado (todos nós) e os lucros pertencerão á Banca/SIBS (que na realidade são a mesma coisa).
    Um “negócio da China” á Tuga!

    • B@rão Vermelho says:

      Provavelmente o pessoal de Bragança só para dar um exemplo também pensa como tu, anda a pagar uma linha de metro que o mais provável é nunca lá sentar o rabo, viver em sociedade é isto mesmo, é uns ajudar os outros, não queres comprar o custo deste serviço ao custo do metro ou Aeroporto.
      A banca é um negócio vai estar onde der lucro, num mundo ideal seria como estás a dizer, o problema é que não vivemos num mundo assim, a alternativa é estas pessoas não terem “nada”.

  5. Tug@Tek says:

    Medida útil, mas não chega! É preciso que as abasteçam com notas periodicamente para que não estejam semanas consecutivas sem notas, como já hoje é o caso em muitos MB do interior….

  6. M says:

    Cash in shop é que é a solução. Até beneficia os comerciantes!

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