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Humano contra robô humanoide: quem verificou mais pacotes em 10 horas? Veja o vídeo!

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. Analista says:

    Robôs são como os emigrantes, temos de respeitar. Tornam tudo melhor!

  2. B@rão Vermelho says:

    è impressionante ver estes robôs a moverem-se, até parece que estava alguém dentro do fato a aldrabar a coisa.

  3. FOSS says:

    Então mas… e os imigrantes que vêm salvar o nosso país a serem escravizados? O que as empresas vão fazer com eles quando descobrirem que fica ainda mais barato comprar destes robots?

    • B@rão Vermelho says:

      Não sabemos, mas que faz falta mão de obra, faz.
      Eu diria é não dar nacionalidade a ninguém e assim podes “expulsar” os estrangeiros.
      Não sou contra a imigração até acho estranho para ser simpático como há Portugueses contra a imigração, logo nos um país de imigrantes, mas sou contra bar nacionalidade a alguém, visto de residência, sim o caminho é esse agora nacionalidade não.
      Os imigrantes que tenham filhos em Portugal as crianças deviam ser registadas com a nacionalidade dos pais.
      Eu compreendo que podíamos estar a cometer algumas discrepâncias exemplo, um filho de imigrante nascido em Portugal e sempre ter vivido em Portugal e ser obrigado a ter a nacionalidade dos pais, em caso de expulsão teria de ir para um país que não tinha qualquer contacto ou afinidade e até nem falar a língua, é só cumprir as regras e não tinham problemas.

      E já pensas-te a quem é que vão vender os produtos quando acabarem com a mão de obra humana?

      • KidsGraça says:

        Diz-me um país no mundo que nunca tenha recebido imigrantes?

        Mas concordo contigo, precisamos de e imigrantes (e muito mais ainda) para lhes pagar-mos o salário mínimo para fazerem o trabalho duro que os portugueses não querem fazer.

      • FOSS says:

        Concordo. Não é necessário nacionalidade para trabalhar. Só para votar PS. Entendo que essa é a única razão porque se criou uma necessidade tão acentuada de debater a nacionalidade como se ela fosse indispensável para trabalhar. Só devem ser nacionalizados ao fim de 20 anos e os que entretanto nasceram cá e que só aprenderam a nossa língua (exato, não se deve deportar quem não teve contacto algum com o país dos progenitores). Quanto aos imigrantes, não haverá outra solução que não seja deportar em massa (neste momento já há tanta gente que entrou sem nunca ter trabalhado cá, quanto mais quando tiverem que ser demitidos)

        A quem os negócios vão vender os produtos quando acabar a mão de obra humana? O fim do trabalho não é necessariamente o fim do consumo. A ciclo continua enquanto houverem seres humanos com necessidades de consumo. A economia reinventa-se. As primeiras trocas comerciais há 10k anos foram entre pessoas que não trabalhavam com os padrões de hoje. Ainda assim, entenderam-se entre trocar uma vaca por cereais.

  4. freakonaleash says:

    Ides vender as merdit@s das temu e afins a outros robôs porque os humanos não terão dinheiro para as comprar.

  5. orelhas says:

    num teste isto até pode ser verdade, no entanto a verdadeira questão que fica no ar é a continuidade …essa pessoa fora do ambiente “teste”, conseguia todos os dias, durante todo o turno, a mesma performance? e sem erros? ai reside a vantagem dos equipamentos robóticos nas operações.

  6. Hugo Nabais says:

    Então mas se as empresas começarem em massa a adotar robots (destes e doutro tipo) e IA para os trabalhos de colarinho branco, como vai funcionar a empregabilidade?
    Como se vai manter uma taxa de empregabilidade alta?
    Como vão as pessoas sem dinheiro conseguir arranjar emprego?

    E para aqueles que dizem que vão surgir novos trabalhos, e não duvido que vão, não me parece de todo que aparecam novos trabalhos milagrosos para dar emprego a todos estes desempregados pela robótica e pela IA.

    E compreendo os empresários. Se tiver uma empresa e for muito mais barato contratar serviços de IA e robots, é óbvio que o farei!
    Neste caso concreto o humano foi ligeiramente mais rápido, mas só trabalha 5 dias por semana e 8 horas por dia, tem um mês de férias, quer subsídios de férias e natal,etc. Portanto o robot seria um investimento melhor.

    • FOSS says:

      O fim do trabalho é um sonho da humanidade. O facto de o ser humano ser dispensado do trabalho não significa que ele deixa de ser produtivo. Simplesmente atinge-se o ponto de caramelo do trabalho liberal (o pesadelo de qq comunista que ficará sem causa para defender), e um novo tipo de economia surgirá, em que cada humano produzirá valor ao lado de ferramentas de IA. As grandes corporações terão mercado em todos nós, que precisaremos dessas ferramentas para competirmos e criarmos valor entre nós, vendermos e comprarmos uns aos outros. Tudo continuará a vir da terra. Isso não muda. O que mudará é a cadeia de valor até tudo chegar à nossa casa. E sempre haverá um enorme fluxo económico complexo e sustentável como tem havido até agora. Eu diria até, que vai ser mais sustentável (sem comunistas a atrapalhar), mas claro. Iremos passar por um período turbulento de adaptação e confusão. E de políticos a atrasar a vida das pessoas (que é o que fazem melhor). Até que a roda se equilibrará e a prosperidade aumentará. Exponencialmente!

      • Hugo Nabais says:

        Eu percebo e seria uma boa ideia, que a robotização e a IA vão automaticamente conduzir a uma sociedade com mais tempo livre e melhor qualidade de vida parece, à primeira vista, bastante apelativa, mas na prática acho altamente otimista e, utópica!

        Acho que ignora-se frequentemente a forma como a riqueza e os ganhos de produtividade são distribuídos. Mesmo que a automação aumente drasticamente a eficiência económica, isso não implica que os benefícios sejam partilhados de forma equitativa. Historicamente, a tecnologia tende a concentrar riqueza e poder em quem detém os meios de produção, não vai “libertar” automaticamente a sociedade em geral.

        Há uma parte significativa da população que, por limitações de formação, idade, contexto social ou simplesmente aptidões, não consegue facilmente reinventar-se para funções mais complexas ou altamente técnicas. A ideia de uma reconversão generalizada e bem-sucedida é, na prática, muito difícil!
        Isto pode levar a uma sociedade mais desigual, onde poucos controlam sistemas altamente automatizados e muitos dependem deles.

        Também existe o impacto social e psicológico. O trabalho não é apenas uma fonte de rendimento, é também um fator de identidad, estrutura e propósito para muitas pessoas. Uma redução massiva de emprego não implica automaticamente bem-estar, podendo antes aumentar problemas como perda do sentido, ansiedade e instabilidade social.

        Tenho bastante receio, mas é esperar para ver, pode ser que se consiga uma transição menos problemática do que aquela que imagino.

      • Rui says:

        Fatores de produção: Terra, Trabalho e Capital
        Fim do trabalho = Fim do ser humano

  7. CatuSim says:

    Mas o robot faz mais 14 horas se for preciso.

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