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Boas notícias para os combustíveis! Gasóleo baixa bastante

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Guilherme says:

    Sempre é melhor que subir já estamos fartos destas guerras dos malucos/assassinos Bibi e Trump.

    Pplware para quando um artigo da nova polémica que afinal a encriptação ponto a ponto do WhatsApp era tudo treta e a Meta acedia a tudo?
    Elon Musk e Pavel do Telegram já comentaram dizem que é o maior embuste de todos os tempos…

  2. Sérgio V. says:

    No mínimo devia baixar 20 cents.

  3. Ricardo says:

    Baixa do preço dos combustíveis é uma boa notícia mas daí a consider 3 e 6 centimos bastante.

  4. Mário says:

    Um dia triste para o JL que vê o malvado petróleo a descer.

    • JL says:

      Já vem com as suas mentiras novamente ?

    • Mr. Y says:

      Qual foi o dia que viste a electricidade subir 20 cêntimos?

      • Yamahia says:

        É difícil q suba com tantos subsídios à custa o roubo descarado sobre os combustíveis q levam os bens de 1ª necessidade aos mercados.

      • Mário says:

        em 2022, passou de 120€ / MWh para mais de 400€ / MWh no mercado diário.
        E que para isso o governo subsidiou o kwh, ficando a TAR na altura a -0,09€ / KWh.

        • JL says:

          Subsídiou o kwh e a TAR é que baixou ? Loooll

          • Mario says:

            Não pode mexer no custo livre mas sim na componente regulada. Afinal não percebe tanto da coisa como diz.

          • JL says:

            Desde quando a TAR é regulada para todos ? só é no mercado regulado.

          • Mario says:

            A TAR é igual no regulado ou no livre. A sério que nem isso sabe? Vá á página da Erse… E quanto ao preço da energia:

            O tema do défice tarifário em Portugal não é uma opinião — está bem documentado e resulta de decisões concretas ao longo do tempo.

            O défice tarifário começou a formar-se no início dos anos 2000 e tornou-se mais significativo a partir de 2006–2007, durante o governo de José Sócrates. A sua origem é relativamente simples: o preço da eletricidade pago pelos consumidores foi mantido artificialmente abaixo do custo real do sistema elétrico.

            Essa diferença não desapareceu — foi acumulada como dívida a pagar no futuro.

            Vários fatores contribuíram para isso:

            * A decisão política de não aumentar as tarifas para evitar impacto imediato nas famílias
            * A existência de contratos com produtores (como os CAE e os CMEC), que garantiam remunerações independentemente do preço de mercado
            * O investimento em energias renováveis com tarifas garantidas, que na altura tinham custos mais elevados
            * O aumento dos custos de produção, nomeadamente com combustíveis

            O resultado foi a acumulação de um défice que chegou a vários milhares de milhões de euros, e que ainda hoje é parcialmente refletido na fatura da eletricidade.

            Isto não é uma questão de interpretação — é um facto reconhecido por entidades reguladoras, governos e análises económicas ao longo dos anos.

          • Mario says:

            Malvados da Erse:

            As TAR (Tarifas de Acesso às Redes) não são exclusivas do mercado regulado — aplicam-se a todos os consumidores, independentemente de estarem no mercado regulado ou no mercado liberalizado.

            O que é regulado apenas no mercado regulado é o preço final da energia (comercialização). Já as TAR são definidas pela ERSE e são iguais para todos, pois dizem respeito ao uso das infraestruturas elétricas (redes de transporte e distribuição), que são monopólios naturais.

            Ou seja, mesmo num contrato no mercado liberalizado, o preço inclui sempre uma componente regulada (as TAR), que é fixa e igual entre comercializadores. A diferença entre ofertas está apenas na componente de energia/comercialização.

            Portanto, não é correto dizer que as TAR são só para o mercado regulado — elas fazem parte da fatura de todos os consumidores.

          • JL says:

            Não, não é a mesma.

            Exato, aplicam-se a todos, mas não é regulada, tal como eu tinha dito.

            Portanto foram os eléctricos nos anos 2000. Enfim.

            Voltou a dizer que é fixa ? não é fixa, depende do comercializador.

          • Mário says:

            irra. as TAR são reguladas. para baixa tensão normal por exemplo e tarifa simples, a TAR no kwh é de 0.063 (+-) quer esteja na Endesa, na Iberdrola, ou outra qualquer. Depois o comercializador aplica o seu preço e margem sobre isto. Mas os 0.063 são definidos pela erse e aplicados a todos.

          • JL says:

            Irra o valor base é definido pela erse, mas tem componentes que variam.

  5. Mamba says:

    Revendedor Tuga quando o petróleo sobe:’ Temos de aumentar imenso os preços assim que aumenta o petróleo! Os custos aumentaram tanto, que não temos hipótese..’

    Revendedor Tuga quando o petróleo desce:’ Calma, não podemos descer logo tanto. Temos de escoar o stock que temos e isso não permite um descer dos preços’

  6. Max says:

    Não posso mostrar (porque não há dados disponíveis) por que é que o gasóleo desce mais na próxima semana do que a gasolina – mas posso mostrar por que é que o gasóleo subiu muito mais desde os início da guerra, incluindo na presente semana.
    No gráfico da EPCOL, vejam: Estatísticas > Cotações > “Valores semanais do CIF NWE gasolina 95, gasóleo e Brent (€/ton)”. A série termina na semana de 30 de março a 3 de abril (a semana passada), em que se baseou a subida de preços dos combustíveis em Portugal na presente semana. O valor dos impostos por L manteve-se igual ao da semana de 2 a 6 de março).
    https://www.epcol.pt/estatisticas/cotacoes/14

  7. Luis Henrique Silva says:

    Devvia ser bem mais, já quebquando foi para subir foi logo bastante porque não fazem o mesmo para descer?
    Isto vesse mesmo que é uma cambada.

  8. Miguel says:

    a UE conseguiu mais vendas de eléctricos e hibridos? era bom ver uma estatística para saber se resultou.

  9. Jota says:

    nem sequer deveríamos estar a falar em descer, o produto que ainda estamos a consumir nem foi comprado durante a guerra ganha pelo irão.
    so pragmatismo, mas regulação cá em pt é zero

    • Max says:

      Para qualquer empresa que vende bens (incluindo as refinarias) o lucro é a diferença entre o preço de venda o preço de de custo das mercadorias ou das matérias primas consumidas, (somados os demais custos além dos de comercialização/transformação).
      A única refinaria existente em Portugal, a Galp, abastece-se de crude principalmente do Brasil, Angola, EUA, Nigéria, Cazaquistão, Líbia, Argélia, Iraque, Guiana e Noruega.
      Como a compra é feita com entrega daí a semanas (até 3 meses), se fosse este o único contrato, o custo do petróleo que a Galp está a receber, que está a refinar e de que derivam os combustíveis que estamos a consumir era o de há várias semanas/meses, antes da guerra.
      Mas depois – e até receber efetivamente o crude que comprou – a Galp usa contratos de futuros para se proteger de riscos de flutuação de preços (comprando posições de compra e posições de venda para manter o preço do barril dentro do intervalo pretendido pela empresa). São estes contratos de futuros que estão indexados ao Brent. E é a execução dos contratos na data final, quando crude é entregue no porto de Sines que é conhecido o seu custo efetivo, não é quando foi comprado, há semanas/meses.
      A história é mais comprida quando se quer abranger as relações entre a refinaria e as gasolineiras e os produtos refinados, mas creio que já deu para perceber que a lógica do custo do crude – não a lógica do armazém em que tenho matérias primas compradas ao preço de há várias semanas/meses.

  10. Joel says:

    Sobe 50 cêntimos e baixa 6… Que descida incrível. Mas vou aproveitar, antes que venha o ISP e diga que só baixa 1 cêntimo

  11. Hugo Nabais says:

    Desde o inicio do conflito subiu em média 50 cêntimos, baixa 6 e é bastante?!

  12. Yamahia says:

    No Luxemburgo, o gasóleo baixou mais de 30 cents.
    Compreende-se pq é o país onde a população tem o salário mínimo mais baixo da Europa.

    • Toni da Adega says:

      Não baixa mais porque o lobby Elektro não deixa

      • Max says:

        Eu diria mais – o terrível lobby Elektro, que não deixa sair os petroleiros do Golfo

        • Yamahia says:

          Eu ainda acrescentaria que estou para perceber o porquê do gasóleo estar a 1,21€ em Malta. Deve ser porque eles apostam muito em espelhos e ventoinhas, tenho que averiguar.

          • Max says:

            Não, é porque Malta mantém um preço fixo, através da empresa estatal Enemed, ao contrário dos demais países europeu, em que os preços flutuam conforme os preços de mercado. Em Malta mantêm um preço fixo há meses, em Espanha varia diariamente e em Portugal tem uma variação semanal.
            Tens habilidade para encontrar as diferenças, também encontras o motivo. Mas aproveitas para atirar mais umas pedras aos moinhos e às ventoinhas 😉

          • Yamahia says:

            Então deve ser dos salários ao nível do Burkina Fasso.

      • Miguel says:

        Yep. é uma boa forma de convencer. é a melhor que conhecem, fazem o mesmo com açucar, álcool, sacos de plástico, etc etc. Aumento de preço para desencentivar.

    • JL says:

      O que tem a ver o salário com o preço do combustível?

  13. há cada gajo says:

    Quando o barril de brent subiu 20 dólares (inicio do conflito)o gasóleo subiu 23 cêntimos. Agora o barril de brent está ao nivel da primeira subida aquando do inicio do conflito e o que é que acontece : o gasóleo baixa 5,5 cêntimos.

  14. JS says:

    Boas notícias para os combustíveis! Gasóleo baixa bastante
    6 cêntimos?
    Essa é para rir
    Ao ler as grandes até pensei que fossem 20 ou 30 centimos agora seta descida é para rir so pode
    Noticias sim, mas não mentirosas
    Obrigado

  15. Max says:

    Primeiro as semelhanças:
    – Irlanda: “Apesar das medidas de mitigação do governo, nas últimas semanas o preço do diesel subiu de cerca de 1,70 €/L para 2,17 €/L e a gasolina saltou de cerca de 1,74 €/L para 1,97 €/L.”
    – Portugal: gasóleo de 1,60 €/L (28/02) para 2,14 €/L (9/04); gasolina de 1,88 €/L para 1,94 €/L (valores da DGEG).
    Diferença:
    “Protestos sobre os preços dos combustíveis causaram o caos na Irlanda e espalharam-se para a Noruega em um efeito de inflação do conflito no Oriente Médio.
    Transportadores, agricultores e outros grupos bloquearam rodovias e paralisaram partes de Dublin na sexta-feira, no quarto dia consecutivo de ação.
    Na Irlanda, os protestos provocaram escassez de combustível e interrupções nas viagens. O governo irlandês colocou o exército em espera para ajudar a remover bloqueios e a polícia alertou alguns manifestantes a dispersarem-se ou enfrentarem prisão, levando ao desafio e ameaças de continuar a interrupção por semanas, se necessário.” (The Guardian, 10/04/2026).

  16. Max says:

    E quanto aos descontos no ISP? Ficam iguais aos desta semana.
    “Existindo a perspetiva de que na próxima semana se irá registar uma descida do preço do gasóleo rodoviário e da gasolina, o Governo decidiu não reduzir o valor do desconto extraordinário e temporário no ISP em vigor, resultando assim o desconto em vigor num montante superior ao que corresponde à receita adicional do IVA”, anunciou, em comunicado, o Ministério das Finanças.
    Assim, vai continuar a aplicar-se uma redução das taxas de ISP de 8,3 cêntimos por litro no gasóleo rodoviário e de 4,6 cêntimos por litro na gasolina sem chumbo.
    Visto que o valor do ISP fica igual ao desta semana e o valor do IVA desce, a soma ISP+IVA por litro de combustível baixa em relação ao valor da semana de 2 a 6 de março, que tem servido de referência.

  17. jorjão says:

    Baixa bastante . . . 6 cêntimos é bastante?? Eu diria bastante pouco!!!

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