Volkswagen recua! Botões físicos estão a voltar e isso é “inegociável”
A Volkswagen está definitivamente a reverter a sua decisão sobre os controlos sensíveis ao toque. Considerados pouco práticos pelos utilizadores, serão sistematicamente substituídos por botões físicos nos modelos futuros. E muito em breve vão chegar novidades.
Volkswagen quer botões físicos e isso é "inegociável"
Nos automóveis modernos, até mesmo ações aparentemente inofensivas, como ajustar a temperatura interior, podem rapidamente tornar-se irritantes. Um único toque acidental no ícone errado do ecrã táctil é suficiente para o fazer recomeçar do zero. Depois de um feedback praticamente unânime dos clientes sobre o assunto, a Volkswagen parece ter reconhecido o problema.
Thomas Schäfer, CEO do grupo, afirmou que a disponibilidade de controlos físicos é essencial e "inegociável ". É preciso reconhecer que o grupo foi longe demais na digitalização até das funções mais básicas, como subir e descer vidros. Havia dois botões no painel da porta do condutor. Para controlar os vidros traseiros, era necessário premir o botão táctil "Traseiro" e, em seguida, utilizar os mesmos interruptores.
Esta aberração ergonómica chegará ao fim em breve, com a banda sensível ao toque que controla a ventilação. Em entrevista ao Top Gear, Schäfer admitiu não compreender "porque é que todos querem ecrãs tácteis". Os futuros modelos do grupo regressarão a um design ergonómico mais prático. Os condutores poderão ainda controlar os quatro vidros elétricos via quatro botões físicos. O sistema de ventilação também será controlado por interruptores separados e fáceis de utilizar.
Controlos do carro abandonam o táctil muito em breve
Os comandos táteis com feedback no volante também desapareceram e volta-se aos botões físicos, mais fáceis de usar e menos propensos a marcas de dedos. Esta mudança vai concretizar-se no Cupra Raval, que será apresentado a 9 de abril. O Volkswagen ID.Polo e o Skoda Epiq seguirão o mesmo caminho. Os modelos reestilizados também beneficiarão destas melhorias. É o caso do novo Cupra Born e do futuro Volkswagen ID.3 Neo.
O efeito dominó: até a Tesla está a recuar.
Recorde-se que a Tesla lançou a tendência do minimalismo automóvel extremo com o seu Model 3. Perante o sucesso meteórico da berlina californiana, todas as outras fabricantes automóveis correram para a disputa.
O problema foi não terem oferecido uma interface de software tão intuitiva como a da Tesla, comprometendo assim a facilidade de utilização. Até a Tesla, que ousara incluir indicadores de mudança de direção no volante, está agora a voltar atrás com manetes mais tradicionais.




















Finalmente, parece que a indústria começa a ganhar algum “bom senso”.
Só falta deixarem de diabolizar os motores a combustão, com foco nos motores para o povo, entenda-se, económicos.
Finalmente alguém percebeu! Foi preciso bater muito com a cabeça na parede!
+1
Foi preciso pessoas morrerem.
Ótimo.
Falta agora apenas voltarem a utilizar termostatos de metal invés de de plástico.
Lâmpadas substituíveis invés de módulos LED irreparáveis.
Correias dentadas secas ou de corrente metálica invés de correntes banhadas no próprio óleo contaminado do motor.
Curiosamente os leds são mais reparáveis do que lâmpadas substituíveis, mas obviamente o preço é outro.
Led exige peça completa, no caso dos farolins, pode exigir remover 15 peças, para desligar um, ligar o novo, montar 15 peças, e lá vão 950 euros.
Não, led exige reparação, depende de cada caso, mas em muitas situações são reparações viáveis.
Depende, farois de médios e máximos raramente se queimam, os que dão mais problemas são os DRL, esses são baratos de reparar.
Dou um exemplo que é fácil encontrar na estrada, tive um nissan leaf que tinha um dos drl com pouca luz, e veem-se muitos nas estradas com esse problema.
Não é o led que falha, é uma falha de desenvolvimento, o plástico que conduz a luz em redor do farol, com a trepidação do movimento do carro, mexe-se um pouco, e fica a tocar nos leds que produzem a luz para ele, com o tempo o plástico aquece por estar a bater nos leds e comeca a absorver ainda mais a luz, criando mais calor, até que esse mesmo plástico derrete e arranca os leds.
Eu desmontei o meu, substitui os leds, a parte pior foi cortar o tal plástico que conduz a luz, que tem de ficar polido, mas ficou a funcionar. Isto claro num DIY.
Há empresas a reparar estes faróis, na altura pediram-me cerca de 200 euros por cada farol.
Talvez. Mas já reparou na quantidade de Zé martelos que ao fim de pouco tempo têm o problema de novo?
Os LEDs funcionam em função de corrente e não tensão, podes ser um bom artista a soldar smd mas o especificado correto do avariado só vais achar num um outro igualzinho isto se for o diodo.
ICs anónimos em massa de polímeros? Boa sorte!
Raramente o problema está nos LED’s em si ou no circuito, se reparar está lá o circuito que controla corrente.
Anónimos ?
Anónimos digo quando não tens o esquema eletrônico nem o layout com a lista para o identificar. Nem tudo é obvio tipo BC5XX.
Quanto a corrente, se numa malha tiver dois ou mais componentes eletrônicos com coeficiente de temperatura negativo diferentes como controla potência dissipada de cada um?
Pode não acreditar mas eu poupo dinheiro em pilhas trocado as todas de uma vez invés de ir misturando.
Assim de repente ainda pensei q havia LED’s a 50cents.
Tanto ? os chips depende, há a parte de 1 centimo.
Sim pois há (há mesmo). Boa sorte com a reparação de qualidade e duradoura!
Acabaram de descobrir a pólvora.
Há dois anos, quando andava a procura de comprar carro, queria novo. De vários modelos e marcas que vi, tendo em conta o meu orçamento, quase todos tinham algo em comum. Poucos botões físicos e muito controlo no painel táctil . Andei as voltas até encontrar o Yaris, onde posso muito bem controlar funções que por incrível que pareça, faltava sempre algo nos outros. Ex: No Yaris posso ligar, desligar e controlar o ar condicionado via botões físicos, mas havia outras marcas que já não tinham isso. Ou seja, todos os outros que vi eram muito “tecnológicos”. O Yaris tem um aspeto mais clássico, simples e direto.
Pode controlar o ar condicionado por botões, naqueles botões minusculos.
1Finalmente. Entretanto, no mercado de usados vamos levar com esta porcaria, durante anos.
Sobre a Tesla então, é tão bom que até para escolher a marcha do carro se usa o ecrã. Pura e simplesmente ridículo.
Concordo que a marcha atrás nunca devia ter sido no display, se bem que aquilo até é automático nas manobras.
Eu não entendo. Já não trocaria o meu tesla por um automóvel cheio de butoes