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Governo vai manter o desconto extraordinário do ISP, apesar da descida dos combustíveis

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. To Canelas says:

    “desconto extraordinário do ISP”, quem ler o título até parece que o governo nos está a dar um desconto ou a fazer um favor. O que eles simplesmente fizeram foi reduzir um imposto que é um exagero.

    • TiagoC says:

      Estou a pensar o mesmo. Onde está o desconto?! Se fizessem como Espanha é que tinham juízo.

      • Não sei says:

        Espanha não é um desconto.. é um incentivo fiscal de 9300 milhões de euros (pode chegar a 32000 milhões, colocando, a Espanha, em incumprimento, grave, das leis europeias).
        O maior problema, será Pedro justificar, perante a UE, que vai ter deficit de 2,7% e ainda vai sacrificar mais 3%, podendo colocar, a Espanha, com 8 procedimentos, por incumprimento, das regras europeias.

    • Yamahia says:

      Na verdade, a receita fiscal sobre os combustíveis rodoviários disparou à conta da guerra. Nesta matéria, o Governo, em vez de ajudar numa altura de crise como seria o seu dever, tem-se comportado como mais um especulador, igual ou até pior do que os outros abutres.

      • JL says:

        Mostre lá esses números SFF ?

        • Yamahia says:

          Outra vez?

          Só com a gasolina na 1ª semana foram 200 milhões extra. Isso foi amplamente noticiado. Devolução? ZERO!
          O que foi escondido no gasóleo e tbm logo na 1ª semana:
          https://pplware.sapo.pt/motores/governo-aprova-desconto-para-o-gasoleo-e-gasolina-saiba-quanto/comment-page-1/#comment-3898457
          Vc anda desatento

        • Mário says:

          É uma questão simples de matemática. Mesmo considerando o “desconto” no ISP, a receita pode continuar a aumentar se o consumo também aumentar — e é isso que, tendencialmente, acontece.

          A experiência mostra que subir impostos nem sempre resulta em mais receita. Durante o período da troika, por exemplo, houve aumentos significativos de vários impostos e, ainda assim, a receita em alguns casos acabou por ficar aquém do esperado, precisamente porque o consumo retraiu.

          No caso dos combustíveis, o raciocínio é direto:

          Se forem vendidos 10.000 litros com um imposto de 0,50€ por litro, a receita é 5.000€.
          Se forem vendidos 30.000 litros com um imposto de 0,30€ por litro, a receita é 9.000€.

          Ou seja, mesmo com uma taxa mais baixa, o aumento do volume pode compensar , ou até superar a diferença. O essencial é perceber a relação entre taxa aplicada e quantidade consumida.

        • Mário says:

          Os espanhóis gostam de perder dinheiro em imposto, vejam lá uma diferença de 50 cêntimos entre Portugal e Espanha.
          Será que estão a subsidiar?
          O único país com governantes de jeito.

          • TiagoC says:

            Por isso é os portugueses continuam a abastecer em Espanha e aproveitam para comprar o cabaz dos alimentos.

          • JL says:

            Os espanhóis têm um governo socialista, não está muito preocupado em manter as contas do estado estáveis, mas sim no populismo, já vimos isso tantas vezes.

          • Yamahia says:

            De facto desde há muito que a mesma cadeia de supermercados vende mais barato em ES q em PT. Deve ser coincidência.
            Não tarda estou a caminho de Badajoz, apesar dos 200 KMS, e não vai ser por causa dos caramelos.

          • Mário says:

            Erm…. não há governos socialistas….
            Engraçado que não falam em socialismo quando é para ir de mão estendida a pedir apoios ao estado para eletricos, paineis, e demais regalias.
            Pense nisso quando cair num hospital e lhe pedirem 40 ou 50 mil euros por um tratamento. Ah já sei… nunca adoece.

          • JL says:

            Claro que não olham, porque todos dão.

            Hospital ? pago um seguro para quê ?

          • Mário says:

            Tenha você uma doença grave ou um avc como já vi num hospital privado e encaminham logo para o público .

          • JL says:

            Depende do seguro, há uns e de outros.

            Também pago segurança social.

          • Mário says:

            Tem graça… o pessoal em portugal vota num governo de extrema direita e depois vai atestar a um país socialista… surreal.

          • JL says:

            Mesmo, não entendo porque.

      • Toni da Adega says:

        Ajudar porque? Estas guerras são um mau necessário para poderem encher o depósito. Querem ter petróleo é preciso passar por isto. Tudo que é bom custa ganhar.
        Daqui a uns anos vais ter outra guerra

    • Ifm says:

      Desconto???

      Sabendo que por cada 1 € de combustível 50 a 60%, são impostos.

      Se o preço do combustível subiu em média 50 cêntimos.

      O estado aumentou a sua receita em 25centimos.

      Como 3 ou 5 cêntimos de “”” desconto”””, é realmente ” desconto”, se no fecho das contas o estado está a arrecadar mais 15centimos por litro?

      Só eu é na que não consigo fazer descontos desses.
      Faço um desconto e recebo mais.

      É o mesmo que eu ter uma empresa e vender uma TV a 800euros normalmente, mas entretanto mudo o preço para 1000€ e ponho a venda com desconto a 900€.

      Grande desconto mesmo

      • JL says:

        Não é desconto é subsídio.

        • Ifm says:

          Mas que subsídio??

          Tu compras em litros a gasolina e o gasóleo.

          Logo as taxas devia ser ao litro não ao valor de venda.

          Aí sim seria um desconto.

          Mas qual subsídio?? Subsídio seria tu receberes alguma coisa, mas tu no fundo por litro de combustível estás a pagar mais.

          JL também te quero então oferecer um subsídio das me 20 euros e eu devolvo te 3 euros.

          Olha que grande subsídio

          • JL says:

            Se é um contributo para reduzir o custo, é um subsidio.

            E é ao litro, não lhe cobram ao kilo.

            Não, está a pagar menos, se não tivesse o subsidio pagava mais.

            Mas tem de me vender alguma coisa por 20 euros, e depois dá-me 3 euros.

          • Ifm says:

            Tu não percebes ou não queres perceber.

            Ex:
            1L de combustível 1€
            ISP = 50centimos
            Taxa ambiental= 20centimos

            IVA=(0.50+0.20+1)×23%

            Tu estás sempre a pagar um imposto sobre não o consumo, mas sim sobre as taxas.

            Conclusão, embora tenhas um “desconto” sobre um dos factores, como o outro aumentou muito, tu estás a pagar mais para os bolsos do estado.
            É win win para o estado.

            O real e o que deviam fazer para ajudar as pessoas era repensar na taxação do IVA.

            Ex como devia ser:

            Combustível 1€
            Taxas= 70centimos
            Preço com IVA =70+(1×23%)

            Agora pela na tua calculadora e faz a conta.

            Aí sim tinhas um preço ” desconto” e não andava a pagar tributação sobre uma tributação.
            Que faz toda a diferença, porque estás a pagar neste momento 23%de uma taxa que corresponde quase a 50%do preço dos combustíveis sem impostos e taxas.

          • Ifm says:

            Tu és lerdo…?

            Tu pagas impostos sobre taxas de carbono etc

            A tua pegada ecológica, não aumenta em função do preço real dos combustíveis.
            Mas sim pela quantidade de combustível que queimas para a atmosfera.

            Porque taxa sobre o consumo já te achama se IVA.

            Todas as outras taxas deveriam ser sobre a quantidade de produto que consomes.

            Ou melhor ainda tu até setembro estás a trabalhar para o estado.

            De janeiro a setembro é para o estado, de setembro a dezembro é para ti.

            E ainda estás a dizer que recebes subsídio…
            Se calhar recebes mesmo… Por isso é que está tudo bem

          • Mário says:

            tal como o contributo para comprar elétricos… é um subsidio. Não é incentivo. Os liberais é que gostam de pedir “incentivos” ao Estado para não lhes faltar o lucro.

          • JL says:

            Mas paga taxas de carbono sobre o litro e não sobre o kilo, não precisa de complicar só porque sim.

          • JL says:

            Se fosse um subsídio davam a todos, e não apenas a alguns tal como não acontece nos combustíveis.

          • JL says:

            Liberais ? Na sua bolha ainda vivem em comunismo ?

          • Mário says:

            Segundo o JL os agricultores não andam com tratores e ceifeiras elétricas porque não querem. Porque as ceifeiras elétricas até carregam no meio das marinas de arroz e de milho.

          • JL says:

            Como não consegue arranjar argumentos inventa, lá vem a mentira do costume.

            Então é por isso que tem um diesel ? porque há tratores a diesel ? já o colocou no campo para fresar o terreno ?

        • TiagoC says:

          Continua a pensar que estás imune…Por acaso o acaso o cabaz dos alimentos não está a subir?! Seja subsídio ou não, Espanha está a agir melhor que Portugal.

          • JL says:

            Onde alguém disse que estava imune ?

          • JL says:

            Sim está, como qualquer governo socialista gosta de fazer, o que importa é o populismo, as troikas da vida resolvem o resto.

          • TiagoC says:

            Claro… e se a economia parar porque os agricultores não têm financiamento para o gasóleo agrícola, as empresas de transporte não ganharem para pagar combustíveis e salários… quero ver se continuas a pensar no mesmo.

          • JL says:

            Portanto sou dos que mais fazem para que isso não aconteça, não consumo diretamente combustível que dá para essas atividades, e não venham com a história que são os camiões e tratores que consomem a maior parte do combustível, porque não são.

  2. Max says:

    As contas do “desconto real” de 9,4 cêntimos por litro no caso do gasóleo e de 5,1 cêntimos por litro no caso da gasolina. Em valores exatos, da Portaria n.º 123-A/2026/1 de 20 de março:
    – “os descontos resultantes da aplicação deste mecanismo extraordinário na taxa do ISP aplicável, no continente, ao gasóleo rodoviário e à gasolina sem chumbo são de 0,07623 € e de 0,04108 € por litro, respetivamente”.
    Com os 23% de IVA sobre o ISP dão os falados 9,4 cêntimos e 5,1 cêntimos de efeito na diminuição total dos impostos, face ao que podia ser cobrado se não houvesse esse mecanismo de redução na taxa de ISP para compensar a subida do valor do IVA.
    Não faz baixar o preço dos combustíveis, apenas atenua a subida. Para baixar os preço é preciso um “bazookada” no IVA sobre os combustíveis, como:
    – em Espanha, no dia 22/03, baixou o IVA de 21% para 10% (baixou também o equivalente no ISP)
    – Polónia, hoje, anunciou a baixa do IVA de 23% para 8%.

    • JAlves says:

      Para isso seria necessário “tê-los no sítio” e enfrentar Bruxelas. Não vejo ninguém no nosso governo com arcaboiço para tal.

      • Max says:

        O governo, ele próprio o diz, não quer tomar tomar mais medidas agora – ou seja, em vez de manter o valor dos impostos sobre os combustíveis (ISP+IVA), baixar significativamente o valor dos impostos, como em Espanha e na Polónia.
        Está à espera que o “aguaceiro” passe, ao contrário de Espanha que antecipou que vinha aí um temporal prolongado. Embora haja incertezas, ouvi há pouco a presidente do BCE ir no mesmo sentido.
        Se o temporal se prolongar, não vão ser apenas a Espanha e a Polónia a baixar significativamente (à “bazookada”) os impostos sobre os combustíveis.

      • Realista says:

        Santa inocência. Até parece que somos um país auto-suficiente.
        Se os JAlves desta vida estivessem no governo, gostava depois de ver se os “tinham no sítio” para justificar aos portugueses o porquê da União Europeia nos reduzir as ajudas e o porquê da subida dos juros de novos empréstismos que o país está sempre a precisar.
        A Espanha está com déficit público face ao PIB há vários anos e paga juros superiores aos nossos por alguma razão. A “bazookada” que o MAX (aka Aves) anda por aqui a apregoar em vários comentários como se fosse uma coisa positiva vai ter um impacto direto negativo no rating espanhol e vai fazer aumentar os juros dos novos empréstimos. Esta “bazzokada” vai ser paga pelos espanhois a peso de ouro no futuro, mas há muita gente que por aqui comenta que ignoram sistematicamente esse facto e só conseguem pensar de forma ideologicamente cega.

        • Max says:

          Em concreto. Disse o governo de turno na Assembleia da República em 25 de março:
          “Face ao início de março — e considerando o desconto de ISP que então ainda estava em vigor e não tinha sido revertido –, temos hoje uma redução acumulada, com IVA, de 20,8 cêntimos por litro no gasóleo e de 19,3 cêntimos por litro na gasolina”, sublinhou, depois de notar que a resposta do executivo assenta em “mecanismos automáticos, transparentes e proporcionais à evolução dos preços”.
          Retirando o IVA sobre o ISP tem-se, desconto atual do ISP:
          – no gasóleo: 20,8 cêntimos / 1,23 = 16, 9 cêntimos. Como só 7,6 cêntimos são descontos de agora, de março – “o desconto de ISP que então ainda estava em vigor e não tinha sido revertido”, ou seja o resta do desconto no ISP da crise de 2022 é de 9,3 cêntimos.
          – na gasolina: 19,3 cêntimos / 1,23 = 15,6 cêntimos. Como só 4,1 cêntimos são descontos de agora, de março – “o desconto de ISP que então ainda estava em vigor e não tinha sido revertido”, ou seja o resta do desconto no ISP da crise de 2022 é de 11,5 cêntimos.
          Ou seja, o que sobra dos descontos no ISP feitos em 2022 são maiores (na gasolina quase o triplo) do que foi feito agora, que foi pífio.
          Até agora o governo evitou que o preço dos combustíveis subisse ainda mais, mas nada fez para que baixe. Para baixar tem que ir pelo mesmo caminho de Espanha. E não vale a pena pores-te com politiquices e bréu-bréu – se a situação se prolongar, é o caminho que vai ter que seguir.

          • Realista says:

            Não é politiquice. São os mercados. E ainda bem que Portugal não fez. E se o tiver de fazer, que seja o mais tarde possível e que não seja geral mas apenas para alguns sectores específicos. A Espanha vai ter de compensar o plano de 5 mil milhões de euros que está a implementar. A receita diminui, mas a despesa continua a ter de ser paga. Para um pais com o déficit que tem e a pagar os juros que paga… é como dizia o Guterres: “É so fazer as contas”

          • Max says:

            Tu não és um dos “vendedores” de eléktricos?
            A questão é que o preço dos combustíveis afeta significativamente o cabaz de compras. As medidas tomam-se para prevenir, neste caso, a subida de preços. Quando as medidas são para remediar, quando o mal está feito (neste caso, a inflação instalada) costumam ficar mais caras.

          • JL says:

            Então mas afinal estão preocupados com o capaz de compras e reclamam é dos combustíveis caros ? Então façam algo simples, não os consomam para chegarem mais baratos a quem precisa de produzir o cabaz de compras.

        • Yamahia says:

          O que está a ser pago a peso de ouro sãos os subsídios a elektros e à electricidade rodoviária. E conseguem-no à conta do roubo descarado sobre os combustíveis rodoviários que transportam os bens de primeira necessidade até aos mercados.

    • dzx says:

      Eu já ficava contente se parassem de cobrar imposto sobre imposto como é o caso do IVA sobre o ISP…

      • Max says:

        Isso é conversa que não leva a lado nenhum. O que interessa é a soma ISP+IVA cobrados.

      • JL says:

        Apesar do ISP se chamar imposto, ele não é um imposto, é um conjunto de taxas, daí levarem IVA.

        • Max says:

          Não é nada disso. Quando se compra um carro também se paga-se o ISV e IVA sobre o ISV.
          Em Portugal é que valor do o imposto ISP se pode individualizar em três parcelas:
          Valor do imposto ISP = (a) ISP base + (b) consignação do serviço rodoviário + (c) taxa de carbono
          No caso dos combustíveis rodoviários é distinta a legislação que fixa (a)+(b) da que fixa (c). O valor de (a)+(b) pela Portaria n.º 123-A/2026/1 de 20 de março, que continua em vigor na próxima semana:
          “1 – A taxa do ISP aplicável, no continente, à gasolina é fixada no valor de 0,45644 € por litros.
          2 – A taxa unitária prevista no número anterior integra a consignação de serviço rodoviário, no valor de 0,087 € por litro.
          3 – A taxa do ISP aplicável, no continente, ao gasóleo, é fixada no valor de 0,28537 € por litro.
          4 – A taxa unitária prevista no número anterior integra a consignação de serviço rodoviário, no valor de 0,111 € por litro”.
          Quanto à taxa de carbono está na Portaria 427-A/2025.
          Para que se perceba, os valores atuais do imposto ISP = ISP base + consignação do serviço rodoviário + taxa de carbono são:
          – Gasóleo: 0,174 € + 0,111 € + 0,173 € = 0,458 €/L
          – Gasolina: 0,336€ + 0,087 € + 0,153 € = 0,576 €

          Em Espanha, em que as três parcelas não se podem separar, na bazooka de 22 de março – que reduziu o IVA de 21% para 10% – o IEH (o correspondente ao ISP) também foi reduzido para o valor mínimo permitido pela UE:
          – Gasóleo: de 0,379 €/L para 0,330 €/L, baixou 4,9 cêntimos/L
          – Gasolina: de 0,472 €/L para 0,359 €/L, baixou 11,3 cêntimos/L

          • JL says:

            Porque é uma taxa, e não um imposto, a razão é a mesma.

          • Grunho says:

            Números são números. E um valor de ISP da gasolina de 0,45644 € por litro, versus 0,28537 € para o gasóleo, dá uma diferença de valor de 21 cêntimos, já com IVA que incide sobre o ISP. Isso é imposto fixo, apesar de os governos crapulosamente esconderem o IVA sobre o ISP, para anestesiar os consumidores de gasolina e eles não se sentirem tão apalpados. Mas esses 21 cêntimos são na realidade o valor da subsidiação fiscal do gasóleo pelos consumidores de gasolina. E já não falo dos “carros de empresa” deduzirem IVA. É lógico: a burguesia exploradora tem grandes carros de alta cilindrada a gasóleo, e o “carro de empresa” tem uma função patriótica e transcendental: transportar o capitalista ao iate, ao casino ou ao campo de golfe.

          • Max says:

            Correção do ISP da gasolina incluindo a taxa de carbono:
            – Gasolina: 0,3694 € + 0,087 € + 0,153 € = 0,60965 €

          • To Canelas says:

            Este cromo ainda não sabe a diferença entre imposto e taxa…

          • Yamahia says:

            “…– Gasolina: 0,3694 € + 0,087 € + 0,153 € = 0,60965 €…”
            @Max ainda falta um imposto que se falei há dias e que incide mais uns vez sobre os combustíveis q transportam os bens de 1ª necessidade aos mercados e já está a dar que falar:
            Contribuição de Serviço Rodoviário (CSR):
            https ://www.google.com/amp/s/cnnportugal.iol.pt/amp/combustiveis/preco/contribuintes-travam-batalha-contra-o-fisco-para-recuperar-300-milhoes-por-imposto-ilegal-nos-combustiveis/20260324/69c1660ed34e28842c821443

            Ah péra, Elektro não paga. Apesar de estragarem o dobro, não servem para o transporte de bens de 1ª necessidade por isso estão isentos.

          • Max says:

            A Contribuição do Serviço Rodoviário (CSR), para a Infraestruturas de Portugal, era um imposto separado. Pela Lei do OE/2023 (Lei 82/2023, de 29 de dezembro, mudou de nome – passou a chamar-se Consignação do Serviço Rodoviário (CSR) – e foi fundida no ISP, mas o valor é discriminado.
            Desde 2023, o valor do ISP inclui as três parcelas, ou seja
            ISP = ISP base + consignação do serviço rodoviário + taxa de carbono.
            Atualmente, com os descontos no ISP base:
            – Gasóleo: 0,174 € + 0,111 € + 0,173 € = 0,458 €/L
            – Gasolina: 0,3694 € + 0,087 € + 0,153 € = 0,60965 €/L
            Em Espanha (em que não se distinguem as parcelas), o governo baixou o IEH (= nosso ISP) para o valor mínimo permitido pela UE:
            – Gasóleo: 0,330 €/L
            – Gasolina: 0,359 €/L
            Ou seja, sem mexer no IVA, em Portugal o governo tem margem para baixar o ISP.
            Os elektros ao menos podiam pagar a consignação do serviço rodoviário, para a Infraestruturas de Portugal, fazendo-se uma equiparação a um valor por km – mas nem isso. E, além disso, nesse imposto por km, ter em consideração que o imposto sobre a energia elétrica (o IEC) é apenas de 0,001 €/kWh

          • JL says:

            Eu sei a diferença, daí ter explicado porquê da diferença

          • To Canelas says:

            Tu apenas fizeste afirmações mas explicaste 0. Mas tens aqui explicado. Como podes ver, o ISP é um imposto e não uma taxa. De bónus tens tb explicado como o Estado consegue aplicar o IVA sobre o ISP. Se não te acreditas na IA, pergunta a um advogado qq.
            https://g.co/gemini/share/9313881a5094

          • JL says:

            Hummm, juridicamente, está quase lá, só lhe falta agora verificar o que compõe o ISP…

          • To Canelas says:

            O que compõe o ISP, podiam ser 1000 taxas como tu gostas de lhe chamar.
            Mas isso aí não interessa para nada porque o ISP não deixa de juridicamente ser um imposto. Existe uma directiva europeia em que obrigam todos os estados a incidir o IVA sobre o custo final do produto + ISP. Mesmo que Portugal quisesse cobrar o IVA com o ISP à parte, não podia.
            Mas pronto, imagino que mesmo assim não chegues lá.

          • JL says:

            Como eu e eles chamam, são taxas.

            Depende da interpretação, um imposto que é constituído por taxas…

            Eu já tinha chegado, é mesmo por levar iva em cima que é uma taxa, tal como acontece com outras.

          • To Canelas says:

            Nenhuma das componentes do ISP é realmente uma taxa porque tu não recebes nenhuma contrapartida por nada disso. Existe quem chame taxas mas estão errados, pode ser que um dia entendas a difer

          • JL says:

            Tanto é uma taxa que assim o chamam, taxa de carbono.

            Recebe sim, transportes comparticipados, ciclovias, modernização para casas mais eficientes, painéis solares e até incentivos a carros eléctricos.

        • dzx says:

          Definição no portal GOV
          “O IVA é pago pelo consumidor no momento em que paga pelo bem ou serviço prestado. ”
          Taxas na minha perspetiva nem são bens nem serviços, para mim também são impostos, não deviam ter iva…

          • JL says:

            Ter ou não ter, é indiferente, se não tiver IVA paga mais por essa taxa ou imposto, ainda não entenderam que não são os espanhóis que nos pagam as despesas públicas ?

          • Yamahia says:

            Despesas publicas ou despesas com favores ao lobby elektro?
            Os espanhóis não andam de rabo tão levantado como o Governo português perante o lobby elektro. Também alinham, mas não abusam de forma tão cega. Basta comparar o preço da eletricidade para mobilidade elektra em Espanha com Portugal.

            Os carregadores da Tesla são um bom barómetro.

          • Max says:

            As taxas distinguem-se dos impostos por, em princípio, a entidade recebedora fornecer uma contraprestação. Exemplos: taxa de conservação de esgotos/saneamento, propinas e portagens. (As taxas são mais que as mães, muitas são quase impostos em que não existe, praticamente, qualquer contraprestação).
            Os impostos não têm contraprestação (são impostos) e estão devidamente identificados e com os valores previstos discriminados no Orçamento do Estado. São, por exemplo o IRC, o IRS, o IVA, o ISP, o ISV, e o IMI.
            Que sobre o ISP incida IVA ou no ISV incida IVA, não faz de uns impostos e dos outros taxas, como alguns preguiçosos alegam.

          • JL says:

            Mas que despesas são essas ? Então na Espanha não existe lobby eléctrico ?

            E nós Açores ?

            Continuo a aguardar a razão de usar tanta mentira e tanto disparate sobre o assunto.

        • To Canelas says:

          ISP = Imposto sobre Produtos Petrolíferos e Energéticos. Está no nome.

        • Chatham House says:

          Taxa, imposto.
          Homem, senhor.

          Semântico à la político aka parasitas.

        • Yamahia says:

          Porque o IVA em si não é uma taxa lol, mas que grande alucinado, dass

        • To Canelas says:

          Lá está “assim o chamam” o povo é que lhe chama isso mas juridicamente é um adicionamento/imposto.

          “Recebe sim, transportes comparticipados, ciclovias, modernização para casas mais eficientes, painéis solares e até incentivos a carros eléctricos.”
          Não existe nenhuma prova que o ISP vá direto para isso, está comprovado que esse valor vai directamente para o orçamento de estado, e o estado depois faz o quiser com isso.

          • JL says:

            Existe sim, fundo ambiental, é comparticipada pela taxa de carbono.

            Não faz o que quiser, tem de fazer aquilo que estão nas normas europeias, de quem a criou.

          • To Canelas says:

            “O valor específico da “taxa de carbono” entra QUASE integralmente no Fundo Ambiental, mas ela representa apenas uma fração (geralmente entre 15% a 25%) do total de impostos que pagas por cada litro de combustível. O resto é ISP e IVA, que alimentam o Orçamento Geral do Estado.”

            Portugal tem metas ambientais da UE a cumprir obviamente, mas o dinheiro para isso sai do Orçamento de Estado, não é de nenhum imposto ou taxa directamente.

          • JL says:

            A taxa de carbono é uma componente do ISP.

            É sim diretamente, ela apareceu exatamente para isso.

          • To Canelas says:

            *adicionamento de CO2
            ISP vai tudo para o orçamento de estado.

  3. Mário says:

    Para o comentador que sabe tudo…
    Fonte: https ://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/custos-energia-carbono-e-concorrencia-racham-industria-ceramica/

    (…)
    Numa empresa de média dimensão, o gás natural pode custar até dois milhões de euros e a taxa de carbono 500 mil. A concorrência da Índia nos pavimentos e da China na louça é outro problema. Se nada for feito, ou as empresas deslocalizam a produção ou fecham.

    (..)
    Malvados que gostam de referir a taxa de carbono. Na China não há.
    E com isto fecham-se e deslocalizam-se empresas.
    Já sei… têm que usar fornos elétricos? Metam 3500 paineis? Com a hipocrisia e a cegueira ideologica dos elétricos vamos enterrar a Europa.
    O gás natural é melhor ser queimado do que largado na atmosfera.

    • Grunho says:

      Ora exactamente. Percebem agora porque é que o fecho do estreito de Ormuz é uma arma nas mãos da Rússia, da Índia e da China, e que não lhes interessa nada largá-la para os imperialistas e seus lacaios, UE à cabeça, com Portugal num cantinho muito pequenino e insignificante. Isto agora não é só com o Irão, e os imperialistas deviam ter pensado melhor antes.

    • Não sei says:

      A Europa queria 6000000 milhões, de euros, investidos, para acabar, com carros “fósseis”, até 2035.
      Entretanto, já descobriram que “só faltam 88, a 150, reactores nucleares 200 anos, para modernizar as grelhas energéticas, para isso”. Pelo meio, França, Alemanha, Espanha, Itália e Inglaterra, avançaram, já, com estudos para 55 a 80 novos reactores nucleares, para colocar operacionais, até 2050. Pelo meio, sabem que terão de encerrar 42 e precisam de os renovar.
      Daí que, mal se tem falado disso… a reunião aconteceu e deu 800000 milhões, necessários, até 2035 e 5200000 milhões, para os 15 anos seguintes, para que se possa suportar, o consumo energético, em 2050.
      E, vemos, a Alemanha, a “desencerrar” 17 reactores nucleares, 11 centrais, a carvão e 3, a gás/gasóleo. A França, e Espanha, a reactivar 8 centrais, a carvão e 4 a gás. A Itália com 8, a carvão e 2, a gás (já não foram, a tempo, de outra, que foi iniciada, a desmontagem, há 1 ano, atrás).
      Por cá, eliminaram-se, as 2, a carvão e tivemos, uma belíssima ajuda, da chuva, que nos dará 470%, da energia hídrica, de 2025. A solar cobre e vamos ver, os ambientalistas e o governo, a festejar “100%, da energia consumida, foi produzida, por meios renováveis”. Só que, se o que vier, a seguir, for idêntico a 2002, 2003, vamos ter 2 anos, com 1%, das chuvas, ficando com albufeiras vazias, sem capacidade produtiva… a solar, não consegue cobrir 30%, do consumo, já sem contar, com o crescimento de consumo. E há o problema da grelha energética, que precisa de investimentos, brutais, para cobrir 100% veículos eléctricos, carregamentos de 200kwh e 100% de equipamentos energéticos. E , as redes sociais, anunciam “Comprem 50 painéis solares e 20 baterias, não gastam mais electricidade, da rede!!!”, com o mini problema de meio milhão, na vertente mais barata, para pagar isso, além dos custos de manutenção e o disparo de 5000%, no valor dos seguros habitação.

    • Chatham House says:

      Na China já foram além da agenda 2030 e já estão na agenda que, também, se seguirá para nós no pós 2030.
      Por lá, se se atreverem a protestar, são atropelados por tanques. Ainda estão disponíveis na internet imagens e vídeos do que fizeram à população na “pandemia”.
      Por cá, têm de andar aos ziguezagues porque não é assim tão fácil implementar uma ditadura tecnocrática digital. Há que fazer as massas acreditarem que é tudo para o bem delas. Isto implica uma delonga bastante superior.

      Invasões silenciosas, acordos verdes, carros a pilhas empurrados pela boca dentro, muitas avenças aos influenciadores na internet, muitos políticos com a mão aberta atrás das costas, filmes e séries… Por cá, o desmantelamento tem de ser com pinças.

  4. Max says:

    O título diz “apesar da descida dos combustíveis”. Conhecidos os valores de 5ª e 6ª Fª, as previsões para a próxima 2ª Fª passaram a ser – gasóleo sobe 1 cêntimo, gasolina desce 1 cêntimo.

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