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O preço do carro elétrico está praticamente igual ao de combustão

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. TugAzeiteiro says:

    Tesla Model 3 = A partir de 35mil Eur.
    BMW Série 3 = A partir de 50mil Eur.
    BMW Série 2 Grand Coupé = A partir de 39mil Eur.
    Mercedes Classe C = A partir de 54mil Eur.
    Mercedes CLA = A partir de 48mil Eur.

    Portanto o preço do carro elétrico está práticamente igual ao de combustão? Pelo menos neste segmento C e D o carro a combustão já é mais caro! E pouco a pouco será no segmento B…

  2. B@rão Vermelho says:

    Vejamos, R5 24.900€, Clio, 21.990€.
    Fiat Panda Gasolina, 21.000€, Hibrido, 29.000€, VE 35.000€.
    Nissan Micra a diferença de preço da versão com bateria de 40, Kwh, para a de 52 Kwh, é de 3500€, mas o mais barato começa nos 27 mil€.
    Já o Clio a versão base a gasolina começa nos 21.990€ e o hibrido 28.990€.
    Os carros estão caros como o camandro .

    • rui says:

      Os teus preços do Panda estão mal, Gasolina começa nos 16.850, hibrido 21.350 e eletrico 23.550, de referir que o hibrido nunca faz sentido, pois 2k não é nada vs a economia obtida…
      Mas mesmo os 6k entre gasolina e eletrico pode fazer sentido e não é preciso muitos KM…

      • TugAzeiteiro says:

        Exatamente… 6mil Eur. não é nada. Imaginemos que o Panda faz 6,2L de consumo por cada 100km’s, e que a gasolina está a 1,80€ (até está mais alto agora), ao fim de 54mil Kms gastámos os 6mil Eur. Se tiverem onde carregar o Pada eletrico, em casa à noite em bi-horária, vão ver que compensa… a não ser que só utilizem o carro para ir à missa.

        • says:

          Falta contabilizar a manutenção de uns e outros. Confesso que não tenho dados por aí além, mas temos uma Kangoo elétrica na empresa e são 276 paus + IVA para a “verificação” da bateria. Mas pronto, também não leva óleo. 522 euros a revisão dos 50 mil kms. Tendo em conta que foi revisão “oficial” não me escandaliza, mas acho puxado. Há 15 anos paguei 277 pela revisão dos 10.000kms de um smart. 75 euros cada litro de óleo… Foi da maneira que nunca mais lá pus os pés, foi só mesmo pela garantia.

        • ifm says:

          calmaa contunia a ser boa idea comprar um panda eletrico que um a combustão.

          Mas os 54mil Kms eletrico não são de borla…

          se me disseres que a partir dos 70mil estas a começar a poupar.. ainda acredito e é um bom investimento.

          Mas a malta dos eletricos faz as contas que lhe convem não faz as contas de uma amortização real.

          por isso é que deviam ensinar nas escolas matematica financeira e economia como disciplinas gerais e retirar algumas muito inuteis.

    • says:

      Eu aí olho para os números mas coloco uma reserva. De uma formar geral, um carro elétrico é melhor que um carro “equivalente” de combustão. Mas isto para carros de gama média/alta para cima. O grande problema é nos modelos mais baixos (que na verdade é o que interessa a 25% dos tugas pois não dá para mais, sendo que 50% vai ainda mais abaixo para usados) onde a relação qualidade/performance/preço é fraquinha para os elétricos.
      Mas também falta aqui a parte da manutenção. Temos uma Renault Kangoo elétrica na empresa e são 500 paus de cada vez. E temos de ir obrigatoriamente á Renault por causa da garantia da bateria (nem creio que hajam oficinas “independentes” que façam isso aqui na zona). Há 2 anos tive um problema durante as férias com o meu Dacia (combustão) e não foi fácil arranjar uma oficina com o software atualizado para fazer um diagnóstico… quanto mais para um carro elétrico que em alguns casos se calhar só mesmo nas oficiais. Mas eu uma vez também levei o meu Smart à Mercedes e lerpei 75 euros por cada litro de óleo… há 15 anos atrás! Alguém tem de pagar o fatinho do tipo que vem abrir a porta e o café que oferecem. Já o meu mecânico Zé (literalmente) levava-me 75 euros pela revisão toda, óleo e filtros e ainda me oferecia o almoço no tasco ao lado da oficina.
      Agora, um Tesla Model 3 por 35 mil… é um preço fantástico para o carro que é. Confortável, 300cvs, boa autonomia… Não é para mim, não gosto de marcas com sistemas “fechados” como é o caso da Tesla e diga-se de passagem, de todas agora. O meu Dacia ainda estará aqui para as curvas.
      Agora, voltando atrás, bates na tecla certa… Obviamente um Panda elétrico não é “igual” a um Panda a gasolina dos mais baratos, mas quem é que vai comprar um pada por 35 mil?.
      A julgar pelas viaturas elétricas que temos na empresa, são mais confortáveis que as equivalentes de combustão e a condução é melhor (OK, há gostos para tudo). Mas não é 8 mil euros “melhor”, que é essa a diferença de preço médio nas que temos aqui. Mas como são carregadas “na casa”, são perfeitas e vão compensar bem no dia a dia, espero. São viaturas para muitas “voltinhas”.
      Agora, nem todas estão nessa linha. Temos uma Peugeot e-Expert de 9 lugares e é uma pobreza tal. Nunca vi uma viatura com interiores tão rascas (se calhar as de combustão são iguais…). Mal entrei na viatura até pensei em voz alta literalmente “que é esta m****?”. Aliado a isso, tem 200 e picos kms de autonomia… fraquinho mesmo, tendo em conta que custa quase 40 mil. Mas veio a preço de saldo com apoio do estado e vai dar umas curvas.

      • Grunho says:

        Nos segmentos inferiores eléctrico é para esquecer, mas de combustão também, a não ser para quem gostar de correias de distribuição banhadas a óleo. No final é mesmo uma banhada. O único carro verdadeiramente económico é aquele que já está pago. É guardar os velhos até terem 30 anos ou mais.

    • Realista says:

      Em 2026 O preço do Clio é de €21.990 corresponde a 23 vezes o SMN…
      Em 2006 O preço do Clio era de €13.000 o que correspondia a 32vezes o SMN…

      Podes ver o wayback machine, o site da Renault.pt em 2006:

      https://web.archive.org/web/20040913184843/http://www.renault.pt/RenaultSITe/cars/clio_cl2/configurator/index.html?lang=PT&model=CL2&group=VP&action=selectversion&select=061

      • says:

        O SMN não é tudo, mas não deixa de ser interessante. Temos de ver também que o salário mediano (não é o médio, é aquele salário de quem ganhava benzinho mas que cada vez existe menos) tem perdido terreno para o SMN e até tem perdido poder de compra, mesmo sem incluirmos habitação. Se incluirmos habitação, bem pior… Também é verdade que em 2006 quase ninguém tinha internet, TV por cabo, telemóvel XPTO, netflix…

        • Realista says:

          O SNM é a forma mais exata de comparares entre duas datas uma vez que é um valor absoluto e que não varia com outros fatores, como por exemplo, oscilações provocadas pelas variações populacionais (emigração/imigração) que possuem impacto direto no valor do salário mediano…

          Relativamente às outras necessidades/prioridades é mesmo isso, são escolhas e as pessoas escolhem gastar dinheiro onde bem entendem.

          No entanto não podemos dizer que os veículos estão mais caros que antigamente, porque isso é falso.

        • says:

          Olha que eu discordo. O SMN tem crescido bem acima da inflação, mas também tem puxado a inflação para cima (está mais que estudado este fenómeno), fazendo com que os salários acima do SMN sejam prejudicados. E com o tempo vão sendo comidos e ficam no “chão” do mínimo. E temos visto isso. Trabalho numa empresa há 25 anos. Já ganhei benzinho, eu e muita gente. Aliás, ninguém estava sequer perto do SMN. Agora, 80% das pessoas estão com o SMN e não vejo assim tanto “ganho” de poder de compra entre o SMN de 2000 e o SMN de agora. Há coisas em que estamos melhor, é verdade. Mas outras nem por isso.
          Em 1997 era eu um puto e ganhava mais 80 contos (líquidos) por mês numa fábrica, muito acima do SMN de 56 ou 57 contos (ilíquidos, logo tira ainda os impostos daí). 80 contos era um bom salário na altura. Agora quem lá entra na mesma fábrica leva com o SMN e já nem pagar uma renda pode.
          Uma coisa é a inflação “oficial”, outra é a real. E isso vê-se pelo aumento brutal na habitação e pelo aumento bem acima da inflação do “cabaz” de bens essenciais. Aqueles dos quais não podemos fugir… o arroz, as batatas, a carne (qualquer dia já nem para frango chega e já nem falo do preço do peixe).
          E sim, os carros têm ficado mais caros. Talvez tenham encarecido mais devagar, mas têm ficado mais caros. E aí tem obviamente a ver com o salário mínimo que aumentou muito (e bem) mas foi “comendo” tudo aquilo que estava acima. Em 2006 ganhar o dobro do salário mínimo era bem bom. Só com as atualizações anuais da inflação hoje em dia já foram apanhados por baixo. É esse o ponto que quero frisar.
          Mas também a manutenção está brutalmente mais cara. Em parte percebe-se, há sistemas cada vez melhores e mais especializados. O meu pai fazia quase tudo nos carros com meia dúzia de ferramentas básicas. Por isso teve uma carrinha toyota durante 30 anos. Fazia ele tudo. Chegaram os carros mais modernos e já pouco se consegue mexer. É preciso ferramentas especializadas, softwares, licenças, algoritmos, códigos… E em boa parte porque as marcas quiseram “fechar” os seus ecossistemas para obrigar os clientes a ir lá. E claro, as peças inventadas que morrem sempre com os mesmos kms… Aliás, nas oficinas de marca já quase não arranjam nada. É só trocar peças que em muitos casos ainda estão para romper sola durante muito tempo, mas “está na tabela”. Ou as tabelas de “tempos” de serviço, como daquela vez que queriam que pagasse 2 horas e meia de mão de obra quando lá estive 1. Reclamei claro.

          • Toni da Adega says:

            Se está na mesma empresa e em 25 anos pouco foi aumentado, o problema está na entidade patronal e nos funcionários. O problema nao está na economia ou no preco dos carros.
            Tenho colegas que em 10 anos levaram com 50€ de Aumento, outros 0€ e outros bastante.

            Eu em pouco mais de 10 anos estando na mesma empresa dupliquei o ordenado. Se nao tivesse aumento já tinha ido fazer a vida para outro lado.

          • Realista says:

            Não é uma questão de concordares ou não, é a relidade porque o SNM é um valor absoluto mínimo e indica-te o poder de compra mínimo.

            Para além disso estas a contradizer, porque o valor do SNM mais dobrou e no entanto o valor de um renault clio desceu em termos comparativos.

            Aliás o mesmo fenómeno tem ocorrido noutras coisas quotidianas como TVs, telemóveis, veículos ou roupa. Antigamente uma TV era percentualmente um custo elevado num ordenado mas hoje consegues comprar uma TV pela fração do preço do que se comprava em 2006 e de maior tamanho.

      • says:

        Esqueci-me. Com o SMN ninguém comprava um clio novo em 2006. Nem em 2026. Vão para o mercado de usados.

        • Realista says:

          Isso não invalida o ponto de que proporcionalmente os veículos estão mais baratos…

          • says:

            Não, não estão. Neste caso do clio, o preço até subiu +/- ao ritmo da inflação. O salário mínimo é que subiu mais. Eu percebo o que queres dizer, mas não é a mesma coisa. E sabemos bem que em Portugal grande parte do parque automóvel assenta na compra de carro usado, pois nem com o salário mínimo atual se chega a um clio.

          • Realista says:

            Em 2006 precisavas de 32 salários para comprares um Clio base.
            Em 2026 precisas de 24 salários para comprares um Clio base.

            O que isto te diz é que o esforço para comprar um Clio desceu, independentemente da variação do salário ou do preço do carro.

            Embora ambos tenham subido em termos nominais em 2026 necessitas de fazer menos esforço para adquirir e portanto podes concluir que o preço do bem é inferior em 2026 do que em 2006.

            É o mesmo que pensares nos telemóveis:

            Um Nokia 3310 custava em 2002 cerca de €150 e hoje compras um Nokia 3310 melhorado e com muito mais capacidade em todos os níveis, por €50.

          • Realista says:

            Isto sem esquecer que em 2006 estavas a comprar um clio com 60cv na versão base e em 2026 estas a comprar um clio na versão base são 115cv e com mais equipamento, daí a diferença nominal de preço.

            Se em 2006 quisesses ter um Clio semelhante com 100cv e mais equipamento (Luxe Initiale 16v 100cv 5p) o preço também seria de €20.000, mas o salário mínimo era bastante inferior.

            Ou seja o esforço em 2006 para teres algo semelhante aos dias de hoje era MUITAS vezes superior ao esforço que tens de fazer em 2026 para teres a mesma coisa…

            Assim, podes comparar diretamente o preço e constatas que em 20 anos, para modelos semelhantes, o preço só subiu nominalmente apenas €1900 ou 10% no entanto o salário mínimo no mesmo espaço de tempo subiu mais de 200%

          • says:

            Volto a dizer, o clio não “desceu” em relação a nada, até porque quem ganhava salário mínimo na altura não comprava um clio novo, como quem ganha agora também não compra um clio novo. Agora também tivemos avanços tecnológicos que fazem melhorar a relação performance/preço, mas também houve forte automatização da indústria automóvel (dizem sempre que é para aumentar a competitividade) e sinceramente não vi “baixas” de preço por isso. Mais vendas de carros pois a população aumenta e o desenvolvimento global aumenta (o que faz reduzir os custos de RD por cada venda). Se calhar ficava mais caro em 2006 um motor de combustão com 60cvs do que um motor com 100cvs feito hoje.
            Agora, pega num clio de 2006 e pega num clio de agora e vê se duram o mesmo.. Eu teve um clio de 1997 (se bem me lembro) e aquilo não tinha fim. Era óleo e filtros e pouco mais e não devia gastar muito mais do que gasta um clio agora. Adiciona os custos com a manutenção e se calhar o preço já não é assim tão “menor”. É que também temos esse fenómeno transversal a todas as marcas e não só nos carros. O preço até pode não subir tanto, mas os custos de manutenção aumentam e a durabilidade já não é o que era. Não ganham so showroom, ganham na oficina. A hora de mão de obra numa oficina oficial anda nos 60 euros por hora. São as marcas a meterem mais a unha ou o tipo que muda o óleo ganha assim tanto mais?

  3. Yamahia says:

    Não são os elektros que baixam, são os combustas que sobem. O desgraçado do consumidor paga e é se quer. Lol

  4. Realista says:

    Estamos em 2026 e cada vez só faz menos sentido ter carro a combustão…

    Só para os velhos do Restelo é que possuir um carro inferior é que continua a ser considerado superior, mas é uma questão de tempo.

    • Realista says:

      Leiria e Marinha Grande discordam.

      • says:

        Estamos a falar de situações de exceção. Além disso, as bombas de gasolina também ficaram dias sem combustível. Olha, quem tinha painéis solares e baterias em casa e não foi afetado pelas intempéries safou-se bem. Mas de ses mes e ques está o mundo cheio.

      • Realista says:

        Leiria e Marinha Grande concordam, porque também não conseguiam abastecer…

        Aliás tive problemas com fornecedores que não podiam entregar encomendas – vindas diretamente da Marinha Grande – porque não tinham combustível para as carrinhas e não tinham local para abastecer.

        Em situações de emergência não te adianta teres carro a combustão ou carro elétrico porque os dois precisam de eletricidade para funcionar.

        • B@rão Vermelho says:

          Mas se tiveres o deposito de um cheio e a bateria do outro carregada a 100%, qual deles vai parar primeiro?

          • says:

            Mas e se tiveres painéis solares em casa para carregar o carro? Mas e se tiveres um depósito de 5 mil litros de gasolina em casa? Mas e se a minha avó tivesse rodas?
            Já quanto à tua questão mais em concreto… tive um smart diesel que fazia +/- 400 kms (500kms se eu andasse à cota). Os de gasolina faziam um pouco menos. Um tesla model 3 tem 700 kms de autonomia, acho (depende das variantes). Qual para primeiro?
            Mas e se tiveres uma bicicleta a pedal alimentada a sandes de presunto? Quantos kms fazes por sande? Será mais fácil proteger um presunto e uma carcaças em situação de emergência.

          • B@rão Vermelho says:

            Sem luz os paneis também não funcionam, salgo alguma exceções, eu tenho paneis e quando foi o apagam não funcionaram, tenho um inversor hibrido mas ainda não tenho bateria, mas sabes que há bombas manuais que podes retirar os combustíveis de dentro dos depósitos, em caso de emergência certo.
            Mesmo assim o meu carro 1.5 DCI, aqui as voltinhas faço entre os 850 a 950 Km, em viajem consigo fazer 1100 Km, sei que não sou grande exemplo conduzo sempre dentro dos limites e raramente tenho pressa de chegar onde quer que vá.
            Não sou contra nada nem a combustão nem VE, ambos têm vantagens e desvantagens como tudo na vida.
            Em condições excepcionais que o que se estava a falar da zona de Leiria e arredores depois das tempestades, acho que os a combustão têm uma ligeira vantagem, quer na “facilidade” quer na rapidez de o por a andar, em condições normais eu dentro das cidades prefiro ficar parado na mota a traz de um autocarro VE do que um a combustão., mas isto sou eu.

          • Toni da Adega says:

            “Sem luz os paneis também não funcionam” As coisas que o pessoal inventa. Tudo depende da instalacão. Se escolhem a instalacao mais basica e barata é verdade.
            Mas ter sistema “autonomo” é algo bastante simples e comum nos dias de hoje. Actualmente nem faz sentido instalar de outra forma.

          • says:

            Concorde que poderia ser mais fácil abastecer combustível que carregar elétrico, mas é uma mera questão de tempo até termos mais e melhores sistemas de carregamento.
            Agora, podemos vir a mudar agulhas para o hidrogénio. Podemos ter mais e melhores sistemas de carregamento e armazenamento de eletricidade. A única coisa que me parece certa neste momento é o fim dos carros de combustão (obviamente a médio/longo prazo). Mas não podemos negar que o phase out já está em andamento.
            Mas também pela incerteza temos os híbridos a ganhar algum terreno. Se bem que em parte muita gente os usa mal e simplesmente não os carregam. Eu pessoalmente aposto também a médio/longo prazo em estradas eletrificadas e fornecimento de energia/carregamento sem fios enquanto os carros circulam nessas estradas (seria fantástico nas AEs, por exemplo).

          • B@rão Vermelho says:

            @Toni da Adega, Quantas pessoas conheces que têm sistema solar sem necessidade do inversor ser alimentado por rede elétrica?
            Eu pessoalmente não conheço ninguém, vejo muitos a falar e vídeos no Youtube, mas pessoal amigo nada, eu ainda esta semana estava a ver um vídeo do Roberto Jorge e ele apresenta um sem fim de soluções para casos como o meu, que até tenho a possibilidade do meu inversor trabalhar fora da rede, mas ainda é caro, tenho 6 paneis e paguei 2500€ por tudo, é das próximas compras uma bateria, vou rever o vídeo da solução que mais me agradou para pedir a opinião / ajuda do @JL.

      • rui says:

        Com 500€ tens geradores inverter a propano que funciona sempre, tanto para a casa como o carro, sai bem mais barato que comprar a combustivel.

      • Realista says:

        Para tua informação:

        https ://sicnoticias.pt/meteorologia/2026-01-30-video-habitantes-da-regiao-de-leiria-chegam-a-esperar-ate-oito-horas-na-fila-para-conseguir-combustivel–70c27cb8

      • Paulada na xarecax says:

        as bombas de combustível são elétricas grunho

      • JL says:

        Sim, em Leiria e Marinha grande ficaram sem combustível durante semanas, e andaram para lá ao soco e chapada devido a isso.

    • Eu says:

      A realidade é esta: em 20 minutos consigo acabar com as pilhas do teu brinquedo.
      Tu em 20 minutos não acabas com o meu depósito de combustível.
      Nem o velho do Restelo quer andar na estrada tão devagarinho.

  5. Max says:

    Um post inteiro sem falar de impostos. Falemos de impostos, em carros com preço de venda ao público de 35.000 €:
    1) BEV
    – ISV: 0 € (isenção total)
    – IVA sobre ISV : 0 €
    – Total de impostos: 0 € (paga IVA sobre o preço, sem ISV)
    2) PHEV
    – ISV entre os 300 e 600 €, seja 450 € (paga 25% do imposto)
    – IVA sobre ISV : 103,5 €
    – Total de impostos: 553,5 (e paga IVA sobre o preço sem ISV)
    3) Com motor de combustão (gasolina)
    – ISV: seja 3.200 € (depende da cilindrada e das emissões de CO2)
    – IVA sobre ISV: 736 €
    – Total de impostos: 3.936 € (e paga IVA sobre o preço, sem ISV)
    Se estão a baixar de preço e a eletricidade é barata, está na altura de começar a pagar impostos como os demais (e também IUC e um imposto com base no percurso em km, adaptado dos impostos que incidem sobre os combustíveis).

    • JL says:

      Os impostos fazem parte do custo dos veículos….

    • A. Machado says:

      Certíssimo. Nunca entendi porque é que os carros elétricos não pagam ISV. Não são carros, não desgastam as estradas?

    • Realista says:

      Não pagar imposto e estar isento são coisas distintas.

      Para além disso o ISV é um custo pela externalidade que utilizar o veículo causa…

      • Max says:

        Explica então a diferença prática entre entre pagar 0 e estar isento ;-). Mas para que conste, os elétricos estão isentos dos impostos que referi.
        Eu não digo que pague o mesmo que o veículo a combustão, nem no ISV, nem no IUC, nem nos kms – que está mais que penalizado pelas “externalidades de utilizar o veículo em causa”, para usar a tua expressão.
        Mas não pagar nada é um abuso sem qualquer justificação – é mama descarada. Podia-se justificar para incentivar a compra de elétricos, mas já não se justifica.

        • JL says:

          Abuso ? abuso é termos veiculos que pagam o mesmo que outros e poluem muito mais, tais como diesels sem fap, ou seja, teoricamente têm…

          A justificação é simples, não poluem onde apenas consideram que os outros poluem e pagam por isso.

          Não estão isentos, o calculo do imposto é que dá menos de 10 euros.

          • Max says:

            Mania de contrariar os outros …
            Código do ISV, artigo 2º, nº 2:
            “Estão excluídos da incidência do imposto os seguintes veículos:
            a) veículos não motorizados, bem como os veículos exclusivamente elétricos ou movidos a energias renováveis não combustíveis;”
            Isso de não pagar nada de impostos por causa da poluição é uma valente treta. Como já mostrou a Dinamarca que começou a cobrar impostos aos elétricos, incluindo na compra do veículo, embora muito menos do que pagam os com motor de combustão. Na Dinamarca começaram a pagar porque não poluíam e passaram a poluir? Só tretas.

          • JL says:

            Está a falar de si ?

            Não é uma treta, é uma realidade.

            Então afinal começou a contar mas pagam menos, e não é uma treta ?

            E quanto aumentou nos a combustão ?

            Mostre lá que na Dinamarca pagam impostos por poluição ? Os EVS ?

  6. Think says:

    Eu diria que já estão equiparados e com as novas tecnologias de bateria que estão na calha, vai permitir descer bem abaixo dos de combustão, acresce que, se esta crise petrolífera durar, este ano vai haver um salto na compra de elétricos.

  7. Rui Pedro says:

    Claro que está. Também há carros a combustão a 40k€ e 50k€ ou até mais.
    Mas não vejo nenhum elétrico novo a custar 20k€ novo.
    Usado e com baterias que ninguém sabe como estão e o tempo que durarão.

    • JL says:

      É igual nos a combustão, em segunda mão ninguém sabe como está e quanto tempo duram, aliás, no eléctrico é bem mais fácil saber.

    • says:

      https://www.dacia.pt/gama-hibrida-eletrica/spring-citadino.html
      Mas não deixo de concordar contigo. Faltam carros elétricos nas gamas mais baixas.
      O Dacia spring parece-me bem interessante para quem fizer uso essencialmente em cidade. Eu se precisasse de trocar de carro era bem capaz. Passo a vida às voltinhas.. Casa, trabalho, escola, atividades, cafézinho na esplanada, supermercado… Apenas tem o ónus de ter pouca autonomia, mas de algum lado tinha de vir o preço baixo. Para o dia a dia até 100kms chega e sobra. A potência não é muita, mas chega bem. Tive um smart com 41 cv e o bicho andava que chegasse. E já fiquei 1 mês em carta por excesso de velocidade num carro com 61cv a GPL (daquelas que diziam não andar nada)… LOL

    • BMW Hibrido says:

      Qualquer pessoa com um soc de 20 paus sabe como esta a bateria de um carro, ao contrario de um térmico que é impossível de saber o estado do motor, ai é que é mesmo rezar à mesinha, da carteira.

  8. Artilheiro says:

    Quem compra carros a combustão, anda a pagar impostos brutais, para quem compra elétricos, não pagar nada.
    E assim se fomenta, a desigualdade. Infelizmente a maior parte das pessoas, não tem condições, para ter carros elétricos.

    • Realista says:

      Quem anda de carro a combustão também polui de forma brutal…
      Assim o imposto que paga na sua maior parte é para pagar o custo ambiental.

      É equivalente.

      • Artilheiro says:

        Como assim? Vai-me dizer que carros novos a gasolina, que tem emissões de CO², na ordem dos 100g de CO²/km, poluem muito.
        É justo um carro ter um motor de 1.8 L, com emissões na ordem dos 91g de CO²/km, pagar 3838€ de ISV, só porque tem um motor de 1.8 L, quando há motores de 1 L, que emitem bem mais.
        Os elétricos também não circulam na estrada, para não pagarem IUC (querem ver que voam).
        Algo de errado, não está certo.

        • JL says:

          Se emitem 100 gramas de CO2 por km, poluem muito, e agora imagine nas filas, que nem KMS fazem.

          Não, não há motores de 1 litro a poluir mais que os 1.8.

          A aplicação da receita do imposto não tem nada a ver com a sua cobrança, não se confunda.

          Está certo, alguns de vocês é que não entendem como o mundo funciona.

      • GM says:

        E ao pagar, a poluição desaparece por artes mágicas. Ah, espera, o custo é simplesmente para limpar a poluição causada.
        Há cada ideia.

    • JL says:

      E quem comprava diesel de 2 lugares em vez de gasolina ? isto há uns anos ?

      Se não têm para eléctricos muito menos têm para outros.

  9. Tiago says:

    E quem não pode carregar em casa ou na empresa?

    • JL says:

      Que arranje solução, ou aguarde até ter essas condições.

    • onurb82 says:

      Fica pelo veículo a combustão…

    • John Coleman 300 says:

      Pede ao JL para carregar no quintal dele. Tem de dar uso aos 5 milhões de painéis solares que tem no quintal.

      Agora mais a sério. Acha mesmo que quem decide está preocupado com quem não pode? Desde que metam o X no boletim de 4 em 4 anos, o resto que se f.
      É preciso é manter a chama da esperança acesa. Está aí o salvador pronto a resolver os problemas todos, com um toque de magia.

      You will own nothing and be happy.

      Quem define as regras está longe, bem longe. Os que temos por cá não passam de cães amestrados. Os donos assobiam e eles dão logo à cauda. “Ninguém fica para trás”, fartou-se de dizer o nosso PM. Este chavão está bem escarrapachado na Agenda.

      • JL says:

        Ena tantos, então mas há mudou de nick novamente para vir com toda essa conversa invejosa novamente ?

        E acha que quem decide está preocupado com a sua conversa da treta ?

        Ah quer ser feliz e não ter nada ? Simples, é continuar como está, escreva muito essa conversa invejosa por todo o lado em vez de trabalhar, vai ver que vai ser feliz, pelo menos à sua maneira e não ter nada….

        Exato, esse é o resultado de quem pensa assim, estou de acordo.

        • John Coleman 300 says:

          Mas ainda está para aí a falar, avençado?
          A Agenda que os seus donos estão a instituir, vai acabar por engoli-los no caminho. É grande demais para ser suportado por humanos. É uma utopia semelhante ao comunismo. Não tem em conta que a mente humana não tolera controlo absoluto.
          Volto a dizer-lhe, gentinha que está bem com o que está a ser instituído, mete-me nojo.

          Percebeu ou precisa de um desenho?

          A ditadura de Salazar foi má, mas a que está a ser implementada é boa! Até a maioria abrir a pestana. Que seja antes de o policiamento ser feito por máquinas.

          • JL says:

            Mas ainda está para aí a falar, avençado?

            Os meus donos não fizeram agenda nenhuma, eu é que tenho uma agenda, daí ter o que quero sem reclamações.

            Vou ? Agora virou a Maya a fazer previsões. Loollll

            Então qual comunismo viveu ?

            Então é sair desse mundo onde tem de impingir aos outros os seus ideais.

            Percebe ou precisa de desenho ?

            Foi ? Então que ditadura você viveu ?

            Então qual é o seu eléctrico, já que está a ser obrigado a ter algo.

            Sim, quando a maioria abrir a pestana logo vêem que andar a viver como escravos não é bom.

            Ena, no seu mundo existe assim tantos ladrões ? Deve ser para ter combustivel de graça ?

  10. João says:

    Bem, após uma vida com carros a combustão comprei agora o meu primeiro carro eléctrico – fiz contas ao custo de deslocação e manutenções nos próximos 10 anos e se tudo bater certo, e para 15.000 Km anuais, carregando em casa ou nos Superchargers da Tesla no período mais barato (sim, tenho essa possibilidade pelos meus horários) poupo mais ou menos € 25.000,00 face a um carro a combustão.
    Mesmo considerando a desvalorização dos carros eléctricos compensa porque, e mais uma vez se tudo correr bem, prevejo ficar com este mais de 10 anos.
    Infelizmente o meu carro com 25 anos precisa de uma grande reparação e não compensa…coitado…tudo tem um início, meio e fim…

    • há cada gajo says:

      Boa sorte …

    • Max says:

      Com tanta poupança, também podes começar a pagar algum valor de imposto. Ou só há estradas onde circulam carros a combustível?

    • Eduardo says:

      Não percebo as tuas contas. E as de certo pessoal que mora aqui pelo site.
      Isto não é um ataque a nenhum tipo de carros mas essas contas parecem muito mal feitas. Se considerar que gastavas 6l aos 100 antes (o que já é um exagero), então para fazer 15.000 km num ano, e considerando o preço do combustível a 2€ (que não esteve nunca durante o último ano), tens no máximo uma despesa de 1.800€. Isto a puxar todos os valores para cima.
      Um elétrico a carregar para 15000 km, tendo em conta que em casa consegues um preço baixo e fora mais alto, apontando para 14 centimos por kWh e que o teu carro apenas consome 15kw aos 100 (tudo valores extremamente optimistas), o preço que vais pagar ao todo é de 315€. Isto a puxar todos os valores para baixo.
      Em manutenções pagas mais num carro a combustão sem dúvida, mas não é uma diferença assim tão enorme. Seguro é mais caro no elétrico. Para poupares 2.500 todos os anos o teu carro antigo tinha que gastar mais 1000 euros de despesas extra que o elétrico. Atenção que pelas minhas contas não estou a dizer que gastavas 1000€ a mais com o carro antigo anualmente, mas muito mais que isso, se tiver em conta as tuas estimativas. Mesmo com as diferenças de novo vs velho e combustão vs elétrico, os números parecem claramente exagerados.
      Pelas contas que eu fiz com vários modelos ao longo dos últimos ~3 anos, um carro elétrico deve andar por volta de 450-600€ de poupança anual comparado com o meu velhinho, pelo menos considerando que posso carregar todos os dias em casa, se considerar as despesas extra o custo sobe, se considerar que o preço da energia sobe, o custo diminui.
      Sendo realista, o preço de um elétrico que custa 30k só fica pago em 15-20 anos, considerando que nunca vai dar problemas. Ou seja, sendo mesmo realista tenho que considerar quantos anos devo ter o novo carro até que se torne uma ameaça de despesa, e quando vender antes que a desgraça aconteça ou ele desvalorize em demasia, porque mesmo com todos os anjos a ajudar, acreditar que se vai ter um carro 15 anos sem despesas para acrescentar ao custo anteriormente desembolsado, sem que se torne obsoleto como tudo o resto e o preço se mantenha perto do ponto de partida é irrealista.
      Existe muita conta a fazer, mas quando venho aqui é só pessoal a inventar números ou a tirá-los de um certo sítio. Como este senhor que parece querer dizer que com o carro antigo conduzia sempre prego a fundo a gastar imenso e depois fez as contas e calculou que vai andar sempre a paço de caracol ou que as despesas antigas andavam muito acima dos milhare anuais e agora vão desaparecer. Contando com os do costume isto às vezes é realmente uma comédia.

      • JL says:

        Bom, pelo menos dá para pagar carros com a poupança, coisa impossível com qualquer outro. Lol

      • Toni da Adega says:

        “Sendo realista, o preço de um elétrico que custa 30k só fica pago em 15-20 anos” Não é assim que se fazem as contas. Um carro a combustão também custa dinheiro, as contas tem que ser feitas pela diferenca de preco.
        E não se sabe se ele tem paineis solares em casa, se tiver paga 0€ para carregar o carro.

      • João says:

        Obrigado pelo comentário porque é uma chamada de atenção para todos fazerem muito bem as suas contas.
        No meu caso foi uma decisão entre a paixão e a razão, e a razão ganhou.
        O carro a gasolina que iria comprar consome no mínimo 10 L aos 100Km, tem um IUC caro, tem um seguro caro e uma manutenção cara.
        Por isso a poupança que referi, e que se aplica só à minha situação.
        Quem estiver a ler este comentário tenha em atenção o que o Eduardo diz porque para o vosso cenário pode não compensar o carro eléctrico.

      • rui says:

        Dependendo do carro 6 litros é pouco, se for por exemplo um BMW 318i de 2005 facilmente tem consumos de 10 litros para não dizer mais nas voltinhas. Eu tinha um citadino de 100cv de 2008 a gasolina e baixar dos 8 era complicado a menos que não andasse a mais de 70km/h…
        O seguro isso é errado, os elétricos são iguais a combustão equivalente, digo até, cá em casa o elétricos tem o dobro da potencia e triplo do valor e o seguro foi menos 200€ que um diesel, isto para danos próprios claro.

        O preço da energia, Tesla a noite é 15/16 centimos, em casa fica pelos 11 centimos, logo os 14 é realista, o consumo de 15kwh se for um Model 3 é mais que fácil de obter.

        A nivel de manutenção, depende, mais uma vez um carro velho facilmente gastas 500€ ano, um Tesla se gastares 50€ já está abusado…

        Mas sem sabermos o carro anterior fica dificil fazer contas…

    • says:

      O meu diesel já leva 15 anos e o plano é passar dos 20. Mas tem apenas 140 mil kms. Ainda assim, já morreram os 4 injetores e o FAP e mais umas coisitas que comparativamente com o resto, foram “piners”. Falam muito dos elétricos mas esquecem-se destas peças que não são nada baratas nos ICE. Na próxima revisão tenho de ver uns casquilhos da suspensão que ouço um pequeno tok de vez em quando mas penso não ser nada de mais que ainda está bem para as curvas. Só tenho o senão de ter uns hobbies que me “obrigam” (leia-se dá jeito) a ter carro grandinho para caber a tralha. De resto, é só voltinhas, a autonomia é algo que pouco me preocupa. E como poderei carregar em casa em horas “mortas”…

      • rui says:

        Diesel com menos de 10 mil km ano, claramente foi uma má decisão, mas meio que forçada muita vez pois nessa altura as opções gasolina eram poucas… Mas não admira teres tido problemas de FAP e injetores…

        • says:

          Não foi má decisão, mas as circunstâncias alteraram. Mas pronto. Se durar mais 15 anos está bom. O FAP já não chateia mais 😉

          • John Doe says:

            Mais um que eliminou o FAP e agora a cagar a atmosfera com fumo negro. Depois queixam-se de que os filhos têm asma e outros problemas………

          • Yamahia says:

            @John vai ver o que se passa em redor das minas para baterias e tenta novamente.

          • JL says:

            Então sem minas de baterias como metem os a combustão a trabalhar ?

            Onde posso encontrar essas minas de baterias ? Não sabia qu baterias é um elemento.

  11. Yamahia says:

    Venho só informar que agora sem pão pa malukes na China, a VW voltou a ser a marca mais vendida na China. A Toyota com os seus híbridos tradicionais sobe ao 3⁰ lugar.
    BYD cai para 4⁰.

    Está giro isto eheh

  12. EC says:

    A meu ver VE compensa imenso se comprado em nome de empresa
    Um VE de 35.000 tem IVA recuperado de 6.550 e ainda se poupa em IRC 5.970 (amortização contabilista).
    Assim o custo real final estimado é de 22.500€
    Outras vantagens para empresa é a isenção o IUC, sem tributação autonoma, eletricidade de carregamente dedutivel como despesa.
    Não sei se alguem aqui comentou, mas os VE em algumas cidade tem o benefícios de estacionamento, como por exemplo o Dístico Verde da EMEL em Lisboa – custa 12€ anuais e permite estacionar nos espaços limitados sem pagar parqueamento

  13. Maçã podre says:

    Comparações inválidas, não se pode pode comparar um carro a combustão com uma autonomia de 650km que custe 17/18k com um carrito a pilhas que ao fim de 300km ou menos já fica encostado.

    ainda há muito caminho para andar.

    deu-me riso ver comparar a charutada alemã do costume com engenhocas com rodas aka Teslas.

    ganhem juízo ou emprestem-me disso que andam a fumar porque é do bom

    Mas como sempre, palas nos olhos a quem as quer ter e força nisso

    • Vítor M. says:

      Esse teu discurso já está velho, seco. Se não vejamos. Primeiro, a comparação entre autonomia de 650 km e 300 km ignora completamente o contexto de utilização real. A esmagadora maioria dos condutores faz menos de 50 km por dia. Nesse cenário, um elétrico com 300 km de autonomia cobre vários dias de uso sem qualquer necessidade de carregamento. Além disso, ao contrário do que é sugerido, o carro elétrico não “fica encostado”: pode ser carregado em casa diariamente, algo impossível num carro a combustão. Logo, vantagem elétrico.

      Segundo, comparar apenas o preço de compra é redutor. Um carro elétrico tem custos de utilização e manutenção significativamente mais baixos. Ao longo de alguns anos, essa diferença pode compensar grande parte do valor inicial mais elevado, algo que o teu comentário fraco ignora por completo. Vantagem elétrico.

      Terceiro, a ideia de que os elétricos são “engenhocas” não resiste à realidade tecnológica atual. Marcas como a Tesla, mas também praticamente todos os grandes fabricantes europeus, estão a investir fortemente nesta transição, não por ideologia, mas porque é inevitável do ponto de vista regulatório e industrial.

      Quarto, a questão da autonomia está a evoluir rapidamente. Já existem modelos acessíveis com mais de 400 km WLTP, e a infraestrutura de carregamento continua a crescer em toda a Europa, incluindo Portugal.

      Por fim, o teu argumento emocional, onde se nota traumas, e sempre aquele tom provocatório substituem uma análise objetiva. O debate não é sobre “ter razão” ou “rir-se dos outros”, mas sim sobre uma mudança tecnológica em curso, que tem limitações, sim, mas também vantagens claras e cada vez mais relevantes.

      • John Doe says:

        A tua filosofia falha pela base. Se as deslocações diárias são inferiores a 50 km por dia, já o mesmo não sucede quando visitam a terrinha. O que fazem então? Compram outro carro quando um único poderia servir o mesmo propósito? Porque fazer um viagem a Bragança num EV é semelhante a planear uma expedição ao ártico.
        No fundo o preço de venda é o que conta, as manutenções são orçamentadas à medida que vão aparecendo, poucos possuem fundo de maneio para enterrar num carro num momento inicial contando com menores custos de manutenção no futuro. Sem dúvida que EVs serão o futuro, mas nunca com os preços e autonomias actuais, portanto não tentem dourar a pílula. Neste momento EVs são estúpidamente caros para aquilo que proporcionam, e portanto constituem apenas símbolo de estatuto”

        • Vítor M. says:

          O teu comentário mistura um problema real com várias generalizações que não resistem a uma análise prática. E honesta.

          Começas logo mal, a “viagem à terrinha” que falas é usar um caso pontual para definir a utilidade de um carro no dia a dia, o que é enviesado. A maioria das pessoas faz sobretudo trajetos curtos e, nesses casos, um elétrico é claramente mais conveniente e barato de usar. Para viagens longas ocasionais, existem hoje soluções simples, nem que seja o planeamento com carregamento rápido. Mas são isso mesmo, pontuais!!!

          Sobre o preço, é verdade que o custo inicial ainda pesa, mas reduzir toda a análise a esse ponto é incompleto. O custo total de utilização conta, e aí os elétricos têm vantagem clara em energia, manutenção e até fiabilidade mecânica. O argumento de que “ninguém pensa no futuro” não invalida o facto de, economicamente, o cenário completo ser diferente do que é sugerido.

          Quanto às autonomias, também há exagero. Já existem elétricos acessíveis com mais de 300 a 400 km reais, perfeitamente adequados para quase todos os cenários, incluindo viagens mais longas com uma ou duas paragens. Não é perfeito, mas está longe de ser impraticável.

          Por fim, classificar os elétricos como “símbolo de estatuto” ignora o movimento global da indústria automóvel (e, desculpa lá, é estúpido). Não se trata de moda, mas de uma transição tecnológica e regulatória inevitável. Quereres imputar um status a um movimento, para, sobretudo, intimidar e frustrar, é só estúpido.

          Há limitações? Sim. Mas dizer que “não servem” ou que são apenas um luxo é uma leitura desfasada do mercado atual. E hoje, as pessoas que usam os meios digitais dizerem coisas destas… é apenas vontade de desinformação e clubismo.

    • JL says:

      Carros a pilhas nem se vendem por cá, portanto aí nem sequer existem comparações, e o mais barato que existe, se fosse vendido custa 72 mil euros.

    • Toni da Adega says:

      E esses 650km duram quanto tempo 1/2 dia, 1 dias, 2 dias?

    • says:

      Deves achar que os carros novos de 17k fazem 1 milhão de kms. Ao fim de 100k alguns já estão todos derretidos.

  14. John Doe says:

    Mas porque mentem descaradamente? É MENTIRA, e basta olhar para o preços de um qualquer fabricante.
    A versão eléctrica do mesmo modelo custa em média mais 50 a 70% da versão a combustão. E estamos a falar de modelos com autonomias miseráveis de 200/300 km, muito longe dos 700 km de qualquer modelo a combustão.
    Existe uma tentativa de doutrinação pela eliminação dos segmentos B e C ficando apenas modelos muito caros ou “baratos”, porque o conceito de “barato” também está a ser manipulado. Se há 6 / 7 anos era um desafio comprar um utilitário por 14 000 €, agora considera-se “barato” uma viatura de 20-25 000 €. Será que ficámos todos mais ricos e ninguém percebeu ? De que serve um utilitário eléctrico fora da cidade com autonomias ridículas de 200/300 km ? PARA NADA. e os custo de carregamentos, apenas 37% das habitações possuem condições para carregamento em casa, sendo que apenas 8% tem tarifa bi horária. Ora os preços em carregadores públicos já igualam o preço do combustível por 100km.
    A paridade não existe, comparem veículos comparáveis, ou seja, autonomia equivalente, nível de equipamento, segmento. Tudo o resto são fantasias.

    • Vítor M. says:

      Quem mente és tu. Porque não dizes logo que estás doutrinado. E fazes comentários e afirmações absolutas que não correspondem à realidade atual do mercado.

      Começando pela acusação de “mentira”: basta olhar para exemplos concretos para perceber que a diferença de preço não é, hoje, de 50% a 70% de forma generalizada. Há casos onde essa diferença já desceu para valores muito mais baixos, sobretudo nos segmentos mais acessíveis. O próprio mercado europeu tem mostrado uma redução consistente no preço dos elétricos, algo documentado e verificável.

      Sobre a autonomia, falar em “200/300 km” como regra é desatualizado (e é argumento de quem está a ser incorreto). Muitos modelos atuais já oferecem 350 a 450 km WLTP, mais do que suficientes para a esmagadora maioria dos usos. E comparar diretamente com “700 km” de combustão ignora um ponto essencial: ninguém conduz 700 km seguidos sem parar, enquanto um elétrico pode recuperar centenas de quilómetros em pausas curtas.

      O aumento de preços nos utilitários não é exclusivo dos elétricos. Os carros a combustão também ficaram significativamente mais caros nos últimos anos, devido a regulamentação, segurança e inflação. Não se trata de manipulação, mas de uma transformação global do setor automóvel. Mas não vos vejo a dizer isso!!!

      Quanto ao argumento de que “não serve para nada fora da cidade”, é simplesmente falso. Um elétrico serve perfeitamente para uso misto e até viagens longas, com planeamento básico. Aliás, muitos utilizadores fazem diariamente autoestrada com estes veículos sem qualquer limitação relevante.

      Relativamente aos carregamentos, é verdade que nem todos têm acesso fácil a carregamento doméstico, mas isso não invalida o modelo. A rede pública tem crescido rapidamente e, embora alguns postos sejam mais caros, o custo médio por km continua, em muitos casos, competitivo com combustíveis fósseis, especialmente com carregamento doméstico ou em horários económicos.

      Por fim, a “paridade” não é um mito, mas um processo em curso. Já existe em alguns segmentos e está a aproximar-se nos restantes. Negar isso com base em exemplos extremos ou desatualizados não invalida a tendência real do mercado. Mas diz muito do que sabes sobre o assunto.

  15. VAOpoK says:

    Nunca na vida!

    A bateria perde 2% de autonomia todos os anos! E a garantia é de apenas 8 anos.

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