Governo quer geradores, telefones Siresp e Starlink em todas as freguesias
O Governo quer que todas as freguesias do país passem a estar preparadas para responder a falhas graves de energia e comunicações. A proposta integra o novo programa PTRR – Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência.
A ideia do Executivo é simples: transformar cada junta de freguesia num ponto local de emergência.
Para isso, cada uma das 3.258 freguesias deverá receber:
- Um gerador elétrico, garantindo energia em caso de apagão;
- Um telefone do sistema SIRESP, usado pelas forças de segurança e proteção civil;
- Um telefone satélite, para comunicações fora das redes tradicionais;
- Ligação à internet via Starlink, o serviço de internet por satélite da empresa de Elon Musk.
O objetivo é assegurar que, mesmo em cenários extremos, como tempestades, incêndios ou falhas generalizadas de energia, exista sempre um ponto com energia e comunicações operacionais.
Com esta medida, as juntas de freguesia passam a funcionar como mini-centros de apoio tecnológico, permitindo contacto com autoridades, acesso a informação e até disponibilização de Wi-Fi à população.
O plano está incluído na primeira versão do PTRR – Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência, atualmente em consulta pública.




















Uma aposta em como se isto for para a frente, quando for preciso o starlink está a ser usado pela filha do presidente da junta, que foi fazer o rali Dakar, ou o caminho de Santiago a pé, ou coisa parecida…
Com um jeitinho, ainda leva o gerador, para poder carregar o telemóvel e usar o secador de cabelo de manhã.
Eu só espero que não instalem isto na freguesia do Zé Fonseca A.
Arrepia-me, pensar nele na junta de freguesia, a comentar no pplware.
Tenho starlink na casa da aldeia e lg chem, no limite consigo ter os mínimos indispensáveis para não me chatear durante uma semana
Não tem mais nada que fazer o Sr. Fonseca? Não deslarga esta caixa de comentários…
Já enjoa tanta diarreia mental.
🙁
O gerador, deve ser arrancado umas 2 vezes ao ano, por 5 minutos, algo assim.
O que eu acho é que os Geradores devem ser feitos em Portugal, para criar competências no País.
Nada de mandar vir da China.
Claro que teremos que ter peças, a AJP, tem motores para motos, secalhar até dava para adaptar, e criar os geradores cá na totalidade.
Embora eu ache que motores a Gasóleo era melhor, obviamente.
Ou então façam uma pasceria com tronstrutores de automóveis, e obtenham os motores, a preço de saldo.
Ou vá-se ao ferro velho buscar os motores, o que não falta são motores praí.
Mais uma vez os geradores,podem e devem, ser feitos no País.
Mesmo.
Sendo que vão ter antenas fixas fica difícil
Se for bem feito não.
Porque entre os terminais starlink e o resto está a caixa preta responsavel pela segurança da VPN gigante criada em cima da starlink.
E só é possivel sair da intranet, com autorização, e sais pela rede Portuguesa terrestre,ou por satélite outra vez,etc.
Mas isso pode ser escrutinado.
E deve haver regras, quem for panhado a tentar violar a infraestructura, vai para a prisão, algo assim.
Pelo menos demitido tem que ser.
Santa ignorância
Podes explicar Porquê ao menos?
É que se não o ignorante és tu.
Se escreves alguma coisa, ao menos escreve algo de jeito.
LOL.. se conseguiste ler o post do Hugo e não ficar chocado como eu fiquei, nem sei que te diga.. o melhor é mesmo não explicar e ficar eu com o rotulo de ignorante, eu aguento 😀
Não tinha mais lógica ser distribuído pela protecção civil e todos os quartéis de bombeiros?
Já se viu que o SIRESP nunca funciona quando se precisa dele.
Esses já têm há muitos anos, não precisam do siresp porque todos têm telefones satélite, até algumas as câmaras municipais
Fdx, és um artista completo ainda durante esta crise foi só bombeiros a dizer que não tinham como comunicar…
FALSO!!! Só o %&#$& do Ventura é que disse isso.
Ou você é um MENTIROSO ou segue, quem o é.
Bombeiros SEMPRE TIVERAM LIGAÇÃO AOS SISTEMAS DA PROTECÇÃO CIVIL!!!!
O que se passou é que os geradores, deles, funcionaram, a rede deles passou a usar ligações satélite mas, 99,99%, dos “clientes”, não lhes podiam ligar, porque pagam 500 euros, mensais, sendo que, as operadoras, desligaram, as torres, por falta de baterias… como aconteceu, no apagão, de 28 de Abril, de 2025. Essas sim, você devia condenar, em vez de pagar 2000 euros, por um telemóvel e 1200 euros, anuais, por serviços delas.
Todos os quartéis têm telefones satélite fornecidos pela proteção civil, nao têm para todos os bombeiros no terreno como é lógico, têm algumas unidades por quartel
Proteção civil só serve para mamar. Não. Faz e nada nem sabem fazer
Muito bom
SIRESP falhou… onde 8000 torres, de comunicações, que as operadoras, garantem que “possuem baterias para 100 horas, no mínimo dos mínimos, sem acesso, à rede eléctrica”, falharam 30 minutos, depois de perderem a electricidade.
Quase 60000 milhões, de lucros, que usam baterias, de 2004-2006 e dizem aguentar 50000000 horas, de utilização.
E, neste caso, o SIRESP FUNCIONOU!!! O que falhou é que 99,999%, de quem precisava de ajuda, não tinha ligação telefónica, não tinha ligação móvel.
Portanto a sua ideia é dar 6000 euros, por mês, a cada casa, que fique, a mais, de 3000 metros, de 10 antenas?
Faltaram uns zeros nesses algarismos todos…
Já estou a ver o filme, no dia da emergência o gerador não vai ter combustível, o telefone não vai ter bateria e a antena do starlink já terá sido furtada.
Nem vai ter manutenção. Um gerador também precisa de manutenção. Se o sistema fosse bem preparado, haveria por parte das juntas de freguesia um teste dos equipamentos periódico.
63 geradores, funcionaram, nos quartéis. Nenhum quartel ficou, sem ligação, à rede, de serviços, da protecção civil.
Ao contrário do que os 61 mamões, do parlamento juram que fizeram “500000 milhões de km pelas zonas afectadas” dizem, o que falhou não foram, as ligações, de emergência… foram 100%, das ligações, das pessoas, que precisavam de ajuda.
Ora se o quartel, de bombeiros, é na vila, a 25km de distância, você paga 120 euros, mensais, pelo seu telemóvel e rede fixa, ficou sem ligações, 30 minutos, depois do vento, como é que lhes vai pedir ajuda?
Segundo os 800000 milhões, de perfis, metia-se no carro e ia lá ou pagava 500000 euros, para lhe irem instalar, uma ligação de satélite ou tinha 500 milhões, de quartéis de bombeiros, espalhados pelo pais.
Quem teve esta ideia estava de certeza bêbado, não tem qualquer noção dos procedimentos de manutenção necessária para garantir que o gerador esta operacional quando for preciso nem dos custos associado a manter todos estes equipamentos.
Ora aí está. Não é só comprar um gerador e ficar ali na garagem tapado à espera do dia em que for preciso, a ganhar teias.
Mas então os presidentes da câmara foram eleitos para quê? Não é para gerir? E o dinheiro que gastam é para quê? É só para fazerem rotundas, festas e mais festinhas, em que gastam dezenas e dezenas de milhares de euros?
A rotunda ainda é um elemento de regulação de trânsito, em determinados pontos e quando necessário. Já as festas, nomeadamente animadas por “artistas”, é que poderão ser dispensáveis.
O problema não são as câmaras, essas todas têm geradores e um engenheiro responsável pela sua manutenção, problema é que esta medida é para juntas de freguesia
Os geradores FUNCIONARAM!!! Já existem, desde 2005!
Os bombeiros, fazem treinos, para os testar, anualmente. Nessa parte, não existiu qualquer problema. Bombeiros, protecção civil e assistência médica estavam disponíveis.
O problema (que 800000 milhões de perfis e 500000 comentadores) é que não eram chamados, para nada. Os afectados ficaram sem telefones, e telemóveis, em 30 minutos.
É disto que, nem os palradores, do parlamento, falam, nem os comentadeiros, televisivos, explicam.
O sistema, de recurso funcionou, em pleno. O que não funcionou, voltou a ser as operadoras móveis… as mesmas que garantiram ter mudado 537000 baterias, das antenas de telemóvel, entre Maio e Dezembro, de 2025… algo que, as regiões afectadas viram que é falso.
Mas as baterias não resolvem o problema.
O que cada torre tem que ter, é um Gerador local, esqueçam as baterias.
Porque as comunicações por radiofrequências consomem muita energia.
Uma bateria , a funcionar, fica drenada rápidamente.
Tem que ser um Gerador local, e depois anda um camião a diesel, a abastecer os geradores por cada torre.
Num processo que não para até que seja possivel recuperar.
As empresas designadas para abastecimento, teem que saber a quantidade de combustivel, e a duração de cada gerador em funcionamento.
Ter sempre registro da quantidade de combustivel inserido, que é para fazerem estimativas reais, e saber quais os postos a precisar de combustivel, e quais os mais prioritários.
A ideia nem é má de toda.
Mas o Estado central vai pagar as mensalidades do telefone satélite e da Internet via Starlink?
As mensalidades incluem comunicações ilimitadas no telefone e Internet com o máximo de largura de banda disponível em cada momento e tráfego ilimitado com prioridade?
Vão existir pontos de acesso Wi-Fi ligado ao sistema via satélite, ou têm o modem via satélite mas depois não há como aceder via o mesmo de forma mais generalizada?
O gerador vai ser testado todas as semanas, mantido, e o combustível mantido no local e sempre em boas condições? Vão existir detectores de CO (monóxido de carbono) para garantir que ninguém morre por causa dos gases?
Vai sequer existir combustível de reserva em permanência? Quem vai garantir tal? Quem vai fiscalizar que está mesmo tudo a funcionar?
E se o gerador falhar, que é algo muito frequente de acontecer, não haverá outro de reserva?
Toda a gente da junta de freguesia saberá utilizá-lo(s)? Quando os executivos mudarem, as novas pessoas também saberão utilizar?
Como vão prevenir que alguém vá lá à junta de freguesia e leve tudo num domingo à tarde?
Telefone do sistema SIRESP é mais para rir, já que é perfeitamente conhecido que o SIRESP falha pontualmente sempre que acontece alguma emergência de maior relevo/ catástrofe mais a sério. O sistema foi desenvolvido para camionistas e nem eles quiseram essa porcaria, mas o Estado Português recusa-se a ir falar com empresas a sério (como a: L3Harris,General Dynamics, Raytheon (RTX), Northrop Grumman, BAE Systems, Thales Group, entre outras) para meter comunicações para as emergências do dia a dia e para também funcionar quando acontecem catástrofes a sério, e tudo desenhado para funcionar mesmo nas piores condições.
Porque não também sistemas de painéis solares, mini eólicas, e baterias de reserva para sei lá 15 dias para manter tudo a funcionar e conseguir ainda que seja usado para carregar aparelhos eléctricos/ electrónicos da população. Idealmente a carga das baterias estendido via painéis solares e mini eólicas, além do(s) gerador(es).
Os equipamentos starlink, esses teem que ser adquiridos, e destados, um a um.
Mas pode haver uma pool de numeros, e são activados nas regiões afectadas, quando necessários.
Não é preciso obviamente para todas as freguesias ao mesmo tempo.
O SIRESP pode funcionar, mas é necessário haver escala.
Sim as baterias podem e normalmente são um problema, mas esse problema vais ter sempre, independentemente se é do SIRESP,do João ou da Joana.
Convinha era que houvesse uma empresa Portuguesa a fabricar estes consumiveis, e temos capacidade dentro de portas para o fazer.
O Presidente da Junta, é responsavel pela parte dele…não é ele o presidente da Junta??
Os Bombeiros igual, a protecção civil igual, o Presidente de Camara igual, cada um tem a sua responsabilidade.
Os geradores teem que ser testados, pelo menos umas 2 vezes por ano.
E claro vai haver problemas a testar o gerador, se for muito grande não vai ser possivel arrancar a mão.
Mas o mesmo deve ter um sistema manual, obviamente.
Porque as baterias são altamente faliveis, não ha maquina no mundo nem perto do ser humano, arranque manual como opção deve constar.
Os geradores era bom que fossem feitos cá, porque é preciso manutenção, troca de peças com o tempo, e tudo mais.
Tem que ser feito cá, e usem os motores que quiserem, mas metam até várias empresas no consórcio dos geradores, até universidades se for preciso.
Acabas com um producto de qualidade que depois podes exportar até para os PALOPS,etc.
E o dinheiro fica dentro de portas.
> “Mas o Estado central vai pagar as mensalidades do telefone satélite e da Internet via Starlink?”
Ora essa é a pergunta que me fez confusão quando soube desta medida. Quem devia ter tido a iniciativa para fazer isto deviam ter sido as autarquias. E já há uns bons meses. Os presidentes de câmara estão lá para quê? Há dinheiro para fazerem rotundas, festas e mais festinhas, em que gastam dezenas e dezenas de milhares de euros, mas depois tem de ser o estado central a mexer-se para instalar umas antenas Starlink e uns geradores? Quanto à gestão dos equipamentos e respetiva manutenção, uso o mesmo argumento acima. O pessoal das câmaras e freguesias foram eleitos para quê?
O governo fez um contrato, com a Starlink para 64 terminais, em 2021. Estão montados, em vários pontos do país (16 deles foram usados, na Kristin e nas seguintes).
Os geradores, dos bombeiros, e protecção civil, funcionaram, como previsto. São testados 1, a 2, vezes, por ano.
Também há um contrato, para 27 telefones, por satélite, com uma operadora europeia, espalhados por 27 quartéis, de bombeiros, em áreas de risco.
Isto já existe, desde 2019-2021. O governo deve ir pagar 34000 milhões, de euros, a algum consultor, para ver o que são… adicionando ao que estão a fazer, como se fosse 500000% novos.
Os geradores são para situações, de emergência!!! No caso corrente, o problema foram 500000 habitações, ficarem sem electricidade. Nem com 3000000% de todos os geradores, existentes, em Portugal (e Espanha), dava para ter 1, em cada habitação. Os grandes (para 2000 habitações), são demasiado caros e exigem camiões de 300 toneladas, para os transportar.
Os sistemas de baterias, são MUITO MUITO CAROS. Referiu 15 dias, algo na cada dos 25000 milhões de euros, para cada freguesia, sem contar com manutenção (mais de 4 milhões, de euros, por ano). Alguns quartéis, de bombeiros, já os possuem, só para uso próprio. Não podem estar, a pagar para 5000 habitantes em 70km2.
Às parabólicas da Starlink são à prova de kristines?
São portáteis. Não vão estar na rua o tempo todo, só quando for necessário.
São fixas em mastro, portáteis são as mini, têm limitações de largura de banda já para não falar das condições atmosféricas
São fixas em mastro se quiseres, podem ficar guardadas e fixadas aquando seja necessário. Há suportes portáteis que se colocam no chão, com pé, e a antena fixa lá. Em poucos minutos está pronto.
lol.. uma seja, uma inutilidade, ias precisar de pessoal para fazer a montagem e malta de redes para configurar tudo cada vez que fosse preciso usar.. que investimento bem feito
Qualquer pessoa pode montar aquilo é meter aquilo no chão e ligar 2 cabos. Mas também não sei qual é a discussão é prender aquilo como deve ser e acabou
Sobreviveram todas (64) e 16 foram usadas, pelos serviços de emergência.
Só que, para que precisa de 10 quartéis, com 500 bombeiros, se só quem for, ao quartel, os pode chamar?
É que o problema não foi no sistema de emergência… foi das pessoas, que precisavam de ajuda, não tinham telefone, nem internet, nem telemóvel, porque as antenas desligaram-se, 30 minutos depois, do vento.
É esta, a diferença, para o que, vários, vendedores, de banha de cobra, andam aí a reclamar.
A região estava pronta para ajudar. Só que, quem foi afectado, podia estar a 50km, de distância, não podia avisar que 2 árvores deram cabo, da única estrada nem que lhes tinha voado, o telhado. Como aconteceu, no apagão, as antenas móveis, voltaram a provar, que as operadoras, não tem baterias, capazes, de suportar 1%, o que garantem. Pior ainda, que o governo, não percebe isso… indo pagar 20000 milhões, para as ajudar, a ficar, tudo na mesma.
Sim as operadoras falharam, e portaram-se muito mal.
Deveriam ser responsabilizadas, porque elas teem que prestar serviços minimos.
E não aconteceu!
Não teem um gerador por torre.
Não teem contratos de abastecimento diesel, com camiões sisterna, para garantir o funcionamento dos geradores de forma ininterrupta, enfim..
Pois os utilizadores starlink e satélite são partilhados, so onde é necessário é que são usados, e assim poupa-se dinheiro, e temos a mesma qualidade de serviço.
Agora os telefones por satélite, esses são a primeira linha, de contacto entre centros de comando locais, e são os primeiros ou segundos(SIRESP primeiros?), a ser activados.
Servem para iniciar processos e gerir, quando necessário, com comunicações que requerem banda larga, a ter que usar starlink.
Bom, depois de pensar um bocado,
E de ver alguns videos.
Houve ventos a mais de 200Km/h, era dificil garantir que havia suporte, porque as torres normalmente estão colocadas, em locais bem visiveis, para maior cobertura, e são muito afectadas por isso.
As torres mais perto de grandes localizações podiam ter geradores, era uma melhoria.
Falhava a Electricidade, entrava a bateria, o gerador arrancava até ao ponto certo, e depois desligava a bateria.
Um sistema automatizado, com intervalos de arranque para testes a cada 6 meses, e depois desliga, automaticamente.
O problema é que depois roubam os geradores.
E as torres acabam sem eles na mesma 😀
oh Hugo, estás a matar-me, os teus posts já parecem a Anabela de Malhadas
PTRR é um PRR “made in PT” desenhado para colmatar 3 pontos:
1. Negligenciar as perdas e vítimas que provocaram nos incêndios, apagão e tempestades.
2. Aumentar de forma dissimulada a carga fiscal dos contribuintes a médio e longo prazo.
3. Delegar a responsabilidade para os futuros eventuais “fundos europeus”.
Não descordo, do teu comentário, especialmente do que doi mais, que é o ponto 1. 🙁
Mas isto deveria de ter sido feito ha uma década ou mais, e não foi.
Já houve no entanto muito elefante branco contruido, e podiam ter usado o dinheiro em prol da sociedade.
E depois se fizerem a coisa bem feita com geradores feitos cá, e sistemas de segurança, nossos, cria competências no País.
consumiveis, devem ser produzidos cá, as baterias, os geradores,etc.
Porque quando for preciso peças, não podemos a ultima da hotra estar a espera que cheguem da china, e mesmo assim é necessário mecanicos para reparar, portanto se é necessário na mesma, faz-se cá!!
Façam um consórcio por várias empresas e até universidades, até chegarem a soluções concretas, e depois disso temos um standard, que pode ser contruído pela empresa A ou B, ou todas.
Com placas de circuito implresso para a electrónica feitas cá,etc.
Quanto mais sofisticado for o gerador, mais probabilidade tem de falhar.
Qual é a marca??
Olhem é a marca Electrão.
Não conhecem??
A melhor marca do mundo!É nossa. 🙂
Mais contratos públicos com adjudicações duvidosas.
Asneira! Devia haver 3 centros de armazenamento de geradores (Norte; Centro e Sul, para o caso de algum ser destruído em caso de catástrofe) e não um em cada canto (isso é muito dispendioso). Além disso, há a possibilidade da Comunidade Europeia fornecer geradores.
Os Geradores podem ser geridos como acontece com os militares.
Há um atrelado que leva as peças de artilharia agarradas, aos camiões e jipes.
Pode até haver uns 20 ou 30 por conselho, dependendo do conselho claro, ou seja por cada x greguesias..
E quando os bombeiros,protecção civil saem, levam os atrelados, por exemplo.
Pode-se poupar ai, claro, e muito.
O que temos que garantir é que os Geradores são feitos cá!
Se não o custo é colossal.
A mesma coisa com as licenças de utilização de satélite.
podem ser activadas para as regiões afectadas.
E nesse caso tens um numero de utilizadores muito mais reduzido que sempre activas a nivel nacional.
a mesma coisa para a Internet.
Os custos podem ser reduzidos, o importante é existir os equyipamentos necessários quando é preciso.
um bom conselho era aprender português
Um bom conselho para ti, era voltares para o teu País,
Assim estas mais perto do teu fuhrer.
Era uma boa ideia!!
Vou já preparar uma comissão de inquérito para estudar este assunto.
Tugas a prevenir futuras catástrofes é como Tugas a reagir a catástrofes presentes, só sai asneira e incompetência.
Acho que deviam gastar mais umas centenas de milhões no siresp.
Aquilo vai ter que funcionar nem que seja à cacetada e nem que leve o país à bancarrota.
Já é uma questão de orgulho nacional, se ainda há algum….
Siresp, mais um negócio do Punjabi… Muita gente tem ficado rica à conta desta porcaria.
Pobre país este, enfim, até mete pena.
Não pretendo falar de política, mas custa-me ler estas notícias quando todos os dias os noticiários abrem a informar que ainda existem milhares de pessoas sem eletricidade.
Será que não existem geradores disponíveis no país?! São precisos para agora Sr. primeiro-ministro!!!!!
Esqueçam lá as starlinks. Eletricidade, é o que as pessoas precisam, HOJE, para o básico, e já vão com 1 mês de atraso.
Geradores para alimentar PT inteiros?
Tens alguns que estão a funcionar, facultados pelo exercício, para teres mais tinhas de fazer uma requisição civil a grandes empresas, boa sorte
O SIRESP é um flop, e um sorvedouro de dinheiro. Nacionalizaram o mesmo com a desculpa que com os privados não funcionava. Na esfera pública é igualmente mau ou pior. Eu se fosse ao governo desmantelava o SIRESP e aposta tudo em Starlink e telefone satélite. E assim que a Amazon LEO tiver a funcionar aqui, era aderir também para redundância. Os munícipios gastam milhões em festarolas e coisas que não servem para nada. Uma mensalidade de Starlink para uma autarquia não é nada.
Telefones satélite sempre tiveste, aqui a questão do SIRESP não é teres um sistema de chamadas, isso ja conseguem fazer com telefones satélite, o que precisas é de um sistema de emergência que te permita comunicação entre equipas de terreno, é aí que entra o siresp e não para fazer chamadas, o problema do siresp é que so estava assente em antenas móveis, supostamente depois dos fogos de 2017 começaram a implementar redundância por satélite, fontes oficiais dizem que já está em 80% das estações, eu tenho dúvidas.
Depois disso resolvido o problema não é o siresp mas sim como as populações podem pedir socorro, essas nunca vão ter acesso a siresp nem telefones satélite, é aí que esta medida pode ajudar, se todas as juntas de freguesia tiverem comunicações os pedidos de socorro podem ser feitos nesses locais
Se as equipas no terreno tiverem todas telefones satélite ou Starlink, podem comunicar sem o SIRESP.
santa ignorância destes comentadeiros..
vai lá ver o que é TETRA para te capacitares porque precisas sempre do SIRESP ou outra alternativa qualquer
As equipas no terreno teoricamente deveriam ter rádios simplex com as frequências atribuídas para as suas instituições ou para aquele tipo de organizações. Alguns burros abandonaram as comunicações porque pensavam que o SIRESP e o telemóvel substituía… e para o dia a dia até substitui, mas quando algo mais grave acontece, geralmente só os rádios de comunicação directa de um aparelho para o outro, ou via retransmissor, é que funcionam.
O SIRESP deveria ser apenas para coordenação entre entidades/ chefias.
Aparentemente a população vai conseguir ter acesso à comunicação via satélite porque o Android e o iPhone estão lentamente a preparar-se para suportar comunicações via satélite, e algumas pessoas já conseguem usufruir de algum tipo de ligação via satélite, para outros só nos próximos anos tal estará plenamente disponível “pronto a usar”… mas claramente é algo que está a caminho ou já está presente (em pequena escala).
E descobri, recentemente, que aparentemente desde o 2G que estava previsto a funcionalidade de permitir a comunicação via satélite de órbita baixa, só que aparentemente ninguém, ou quase ninguém (talvez alguns militares tivessem a utilizar?), estava a utilizar tal… porque claramente tinham de ser as operadoras móveis a disponibilizar tal, e as mesmas aparentemente não tinham qualquer incentivo para o fazer.
cuidado com a ideia que andam a passar do Direct To Cell, não vai ser independente das antenas 5G, apenas complementar.
independente só para pedidos de emergência em zona exterior descoberta como já existe hoje
Eu sei que as ligações via satélite de forma generalizada para a população irão ser complementar às antenas terrestres.
Pedidos de emergência é a situação actual, mas aparentemente já estão a permitir ligação de dados de baixa velocidade em alguns casos e até enviar mensagens, e a ideia no futuro não muito longínquo será funcionar de forma transparente para o utilizador, ficando ao critério do smartphone avaliar as características técnicas e mudar entre antena terrestre e antena no satélite, para que o cliente tenha a melhor qualidade possível em cada momento.
São os planos, se os vão meter em prática ou não é outra questão, mas a SpaceX parece querer tal, é certamente mais um negócio que lhes interessa.
Não fico contente nem satisfeito com a desgraça alheia mas há males que vem por bem foramos incêndios, o apagão as cheias e “Deus” nos livre de um terramoto a sério ! Estes poderes de decisão e de estrutura civis parece que não aprendem nada quanto mais tempo precisamos para tomar medidas ! Basta olhar para Espanha e ver como a proteção civil funciona e bem, atribuída às forças armadas na sua vertente proteção civil, prontidão e na hora ! Por cá temos meia dúzia de “canarinhos” (apesar do profissionalismo e compromisso) & Ca. para a tv ver !
Mentiroso sou eu e não minto tanto. É ver, por exemplo, a dana em Valência (outubro de 2024) e o apagão (abril de 2025). Mania de desvalorizar tudo em Portugal …
DN, 20/02/2026, sobre comunicações de emergência (para roaming nacional):
“ As operadoras de telecomunicações vão distribuir mais de cinco mil cartões e-SIM de roaming de emergência às populações afetadas pelas tempestades desde 28 de janeiro, e esperam ter a rede móvel restabelecida, mesmo com soluções provisórias, em 15 dias.
Os cartões e-SIM de roaming de emergência permitem que os utilizadores continuem a comunicar, utilizando temporariamente a rede de outros operadores, garantindo acesso a chamadas, mensagens e dados essenciais enquanto a rede principal não estiver totalmente operacional.”
A ANACOM tinha recomendado às empresas de telecomunicações para permitirem o roaming de dados na região afetada pela Kristin (Nota: o 112 tem sempre roaming nacional).
Se a rede fosse unificada, sob a gestão de uma única empresa/ entidade, e depois explorada pelos privados (operadores móveis virtuais), isto seria desnecessário, pois a coisa simplesmente funcionaria (desde que captassem o sinal de alguma torre plenamente funcional).
Fica a ideia para o futuro.
O que está a propor é uma E-Redes (ex-EDP Distribuição) para as comunicações móveis.
Mas não é a mesma coisa, assim nenhuma empresa de comunicações investia na melhoria da sua rede., ficava à espera dos investimentos da “E-Redes de Comunicações Móveis”. O modelo que foi implementado toutras raz desperdício como antenas ao lado umas da outras e áreas sem cobertura? Sim, mas a concorrência é indispensável.
Mas, em rigor, as empresas, se quiserem, podem-se entender quanto à partilha da infraestutura das rsuas ede de antenas (roaming nacional) – é possível em termos técnicos, com os telemóveis modernos. E por isso a ANACOM recomenda o roaming nacional – em situações de emergência. Pelos vistos, a solução a que agora chegaram foi dos 5.000 cartões eSIM, reconhecidos e aceites pelas diferentes operadoras.
Certamente não irão faltar empresas para querer implementar isso, é um modelo de negócio com rentabilidade garantida, basicamente. O problema seria escolher a empresa, e depois quem escolher a empresa não ir para a prisão por causa de ter recebido suborno ou por ter sido chantageado de alguma maneira para escolher aquela empresa.
E se por algum milagre nenhuma empresa quisesse investir, o Estado Português (em Portugal) poderia fazer o investimento.
O melhorar a infra-estrutura, claro que tal empresa teria de o fazer, bastava que estivesse no contrato que a empresa o poderia fazer por si mesma, ou poderia ser obrigada pelo Estado Português a fazê-lo.
diz-me um país (não comuna) onde isso aconteça
Até onde sei nenhum país não comuna não o faz.
Seja como for uma infra-estrutura que serve todos de facto, e é explorada comercialmente pelos privados (e quem constrói, actualiza, repara e mantêm a infra-estrutura também pode ser um privado), não me parece comunista, ou socialista tendente ao comunismo para ser mais preciso, parece-me ser uma forma inteligente e sensata de aproveitar os recursos da melhor forma evitando duplicar/ triplicar/ quadruplicar os recursos gastos que poderiam ser feitos apenas com uma estrutura, que dessa forma até pode tornar-se mais redundante e segura na prática (se a lei for implacável, e a fiscalização der espaço para erros).
Além disso permitiria um serviço melhor porque todo o espectro rádio poderia estar disponível em cada local na totalidade. Depois ficava para as empresas privadas como comercializavam, podendo jogar com a: largura de banda, quantidade de tráfego, tempo de utilização, nível de prioridade do tráfego na rede, etc.
Isto já se faz na prática com a electricidade e com o gás, podem perfeitamente fazê-lo com a rede de telecomunicações móveis e até com a rede de telecomunicações fixas.
A questão é que a legislação tem de ser apertada para obrigar à prestação de um bom serviço e para obrigar à inovação, do contrário daqui a 20 anos poderemos estar com largura de banda de 1/ 1 Gbps quando o resto do mundo está nos 1000/ 1000 Gbps por exemplo.
Isto, partindo do princípio de que não tinha havido uma ou mais guerras generalizadas que tivessem dado cabo de quase tudo.
Correcções:
*Até onde sei nenhum país o faz, a menos que seja socialista tendente ao comunismo.
*(se a lei for implacável, e a fiscalização NÃO der espaço para erros).
Infelizmente o pplware não tem uma função de pré-visualização, que talvez tivesse ajudado a descobrir os erros antes de enviar a mensagem.
Sim, mesmo mudar a forma como o texto é exibido (“pré-visualização”) parece ajudar o cérebro a detectar erros. É a minha experiência em outros web sites.
Correção: A ANACOM tinha recomendado às empresas de telecomunicações para permitirem, se fosse tecnicamente possível, o roaming nacional de emergência na região afetada pela Kristin