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China já possui armas quânticas e está a testá-las em missões reais

                                    
                                

Autor: Rui Neto


  1. Tug@Tek says:

    Chineses a dar cartas, embora eu seja da opinião de que muito que é publicado não corresponde exatamente à realidade até porque o segredo é a alma do negócio, seja ele qual for…
    A ser verdade, estes ou outros sistemas avançados, desde que as usem para se defender nada contra, problema é quando se acham no direito de ser imperialistas, e não estou a falar concretamente da China, mas de uma forma geral.

    • Artilheiro says:

      Nunca se ouviu falar tanto em guerra, como desde que a Rússia invadiu a Ucrânia. O ser humano devia de aproveitar a sua inteligência, para coisas importantes para a humanidade e para o planeta. Mas não, a guerra, a ganância e a maldade, estão sempre em primeiro lugar.
      Ainda não entendi o porquê, de nos chamarmos humanos, visto que humanos já pouco, ou nada, temos.

      • Gringo Bandido says:

        O pessoal vive no capitalismo e depois chora, a guerra é uma industria e é compulsivo já.

      • SouHumanoNaoOcidental says:

        Eu compreendo a sua frustração e sou solidário na mesma.
        Mas há algo que deve rever. Primeiro já com a invasão do Iraque pelo Ocidente no início do séc. 21 com provas falsas já se falava em guerra.
        Acontece é que apenas vemos as notícias ocidentais.
        Há muito mais mundo lá fora que merece ser respeitado.
        Se o Ocidente tivesse respeitado países como a Rússia, China e Índia hoje não teríamos este foco no armamento.
        A Rússia foi invadida duas vezes por potências europeias ocidentais. E quando libertou a Europa dando em troca 24 milhões de pessoas eis que se tornou o inimigo do Ocidente.
        China e Índia foram humilhados como povos pela Europa Ocidental.
        Se formos a ver todos os povos fora da Europa foram humilhados na sua dignidade pela Europa e atualmente isso está acontecer com uma colônia europeia no continente americano.
        E daí esta situação de corrida as armas.
        Como parar?
        Basta trazer a Rússia para próximo da Europa Ocidental.
        Como? Mudem a NATO tirando os EUA da NATO e metam a Rússia.
        Basta isso. E vai ver que os EUA mudam de tom e vão ficar mansos.
        Ainda espero que isso aconteça..

        • Zé Fonseca A. says:

          Lol.. então vamos ignorar milénios de história da humanidade e resumir tudo ao séc XXI, e pior, vamos ignorar a Rússia e a China do séc XX que foi ontem..
          Falta de noção é o teu comentário

        • Pichiciego nurcesado says:

          ” Acontece é que apenas vemos as notícias ocidentais.” —- Para todas as regras há excepções e uma delas é o Humano que sente essa imperiosa necessidade de se dizer Não Ocidental. Aliás, até fico na dúvida se o Não Ocidental sequer vê notícias de canais Ocidentais ou se vendo apenas lhe servem para tirar apontamentos para depois dizer mal.

        • duarte m says:

          Eu compreendo o seu comentário,
          A minha opinião não é muito diferente da sua.

          A EU nunca devia ter dado suporte militar á Ucrânia.
          Os Acordos de Minsk foram criados precisamente para resolver o problema, ou foi isso que disseram aos Russos.
          Mas na prática o genocidio continuou de 2014 até 2022, e mesmo depois de 2022, quando a Ucrânia invadiu Kursk, já vi gente a falar em 350K civis mortos nas caves das casas e prédios.

          A serem 350K, então, considero que o Governador que se suicidou, é correcto.
          Se ele deixou 350K civis morrer, sendo ele o Governador, então há algo de errado com ele.

          Do lado da ucrânia, o genocidio só aumentou.
          E embora muitos desses elementos fossem polacos, alemães,lituanos,georgianos,suecos, sendo que trabalhavam para a Ucrânia, a mesma é responsável pelos seus actos.

          Como achas que se vai resolver agora o conflito??
          pah, eu nem quero acreditar nos 350K, mas posso acreditar, apesar do choque em ~40K civis.
          Eu vi alguns videos, com os corpos de familias inteiras a apodrecer nas caves.

          Olhando para isto tudo, eu sou da Opinião que a Russia é muito lenta a tomar decisões, é muito burucratica.
          Eles tinham a obrigação de proteger melhor o País deles, talvez eles tenham pensado que a Ucrânia, não ia fazer mal aos civis Russos na Russia.
          Se o fizeram tendo em conta o historial dos seguidores de Bandera, e outros monstros, então a Russia também é muito culpada.
          Embora a culpa da Russia não desculpe a Ucrânia, a Russia devia ter tomado medidas, em 2014.

          Se o tivesse feito Milhões estariam vivos hoje, e a estrema direita, não tinha assumido o controlo total do País.
          Agora é um problema do caraças.

          Quem falhou mais?
          Os Culpados falharam mais obviamente.
          EUA,EU,Ucrânia,etc
          Mas a Russia também falhou, porque não tomou medidas a tempo e horas.

          Agora como se vai dizer ao povo que andaram a financiar genocidio de europeus??
          Pois…

        • Jose says:

          Outro que chora baba e ranho.

    • Ivo says:

      Concordo que o segredo é inevitável no jogo geopolítico atual, mas há um ponto que muitas vezes passa ao lado neste tipo de notícias: nos últimos 40 anos, a China não invadiu um único país, ao contrário de outras potências que assumem um papel de “polícia do mundo”.
      Basta comparar com o histórico das últimas décadas: os EUA e os seus aliados da NATO intervieram ou invadiram sucessivamente países como o Iraque, Afeganistão, Líbia, Síria, Jugoslávia, Somália e envolveram-se em conflitos indiretos no Iémen e na Ucrânia, sempre com enormes custos humanos e destruição em nome de “missões de paz” ou “democracia”.
      Além disso, existe uma densa rede de bases e instalações militares norte‑americanas no Indo‑Pacífico — do Japão e Coreia do Sul a Guam, Filipinas, Singapura e Austrália — especificamente orientadas para conter a China. Nesta geografia, a presença dos EUA conta-se em dezenas de bases militares posicionadas ao longo da primeira cadeia de ilhas em torno da China, pelo que é natural que Pequim procure garantir a sua sobrevivência estratégica através de tecnologias de ponta, mais do que perseguir qualquer fantasia imperial.
      O paradoxo é que, enquanto a China é acusada de expansionismo, quem vemos a tentar “democraticamente” dominar recursos ou regiões estratégicas são os próprios EUA: da tentativa de “comprar” a Gronelândia, às ameaças de raptar líderes estrangeiros como Maduro, passando pela interceção de cargueiros ao largo da Venezuela e pelas constantes ameaças económicas a aliados europeus quando estes não seguem a linha de Washington.
      Em resumo, a retórica de “imperialismo” talvez devesse ser aplicada com mais equilíbrio — os factos mostram quem realmente tem invadido e intimidado o mundo nas últimas décadas. Infelizmente, os média do mundo ocidental também estão largamente alinhados (controlados) com os interesses americanos e britânicos; por isso, antes de cada nova intervenção bélica, surgem sempre “histórias” cuidadosamente construídas para moldar a opinião pública e criar o pretexto necessário para atacar o próximo alvo.

      • Jose says:

        A “China não invadiu um único país” deve andar muito alheado do mundo onde vive! Já vou Um mapa com os conflitos chineses? Aposto que não! Pergunte por onvade território das Filipinas a 3.000 km da suas costas? Já agora, o Tibete? Voltou a ser um país livre?

        • Ivo says:

          Jose, antes de falar em “mapa dos conflitos chineses”, convém fazer primeiro os trabalhos de casa: a última guerra convencional da China contra outro país foi em 1979, há mais de 40 anos.

          Desde então, quem tem inaugurado temporadas de bombardeamentos se chama sobretudo EUA e NATO: Jugoslávia, Afeganistão, Iraque, Líbia e por aí fora, sempre embalados em rótulos simpáticos como “missões de paz” e “exportação de democracia”, deixando atrás de si Estados falhados e centenas de milhares de mortos.

          Portanto, faz assim: traz os links das “invasões chinesas” desde 1980 — com datas, países, nome das operações e número aproximado de vítimas — e depois conversamos seriamente. Até lá, repetir chavões sobre Tibete e “3.000 km das costas” sem distinguir disputa territorial de guerra é exatamente o tipo de exercício acrítico que se espera de um papagaio automático bem treinado, não de alguém que se gaba das suas “duas células cinzentas”.

          Se ainda assim estiver difícil acompanhar, posso recomendar um manual básico de geopolítica: é leitura leve, com figuras, e pode ser que ajude essas duas células a finalmente perceber quem anda a invadir e bombardear o mundo nas últimas décadas — e quem, apesar de todos os defeitos, não o tem feito.

        • Ivo says:

          José, já que está tão seguro das suas afirmações sobre “invasões”, “conflitos” e “histeria armamentista” da China, seria útil que as sustentasse com algo mais do que a repetição automática de slogans, digna de um verdadeiro papagaio automático.

          Fale em concreto:
          – Que guerras de invasão pela China nas últimas décadas tem em mente?

          – Que tratados, relatórios oficiais, resoluções da ONU ou mapas de operações militares confirmam essas “invasões” das Filipinas a 3.000 km da costa chinesa?

          – Que fontes credíveis (relatórios académicos, organismos internacionais, think tanks reconhecidos) explicam essa suposta “ameaça” chinesa que justifica o termo “histeria armamentista”?

          Em vez de sugerir aos outros que usem “duas células cinzentas”, talvez fosse mais produtivo começar por apresentar links das suas fontes, para percebermos se está a partilhar informação fundamentada ou apenas a repetir o que ouviu, em modo papagaio automático.

          Já agora, já que está tão preocupado com “imperialismos”, não quer também partilhar a sua opinião sobre a tentativa de apropriação da Gronelândia pelos EUA, ou aí já não convém comentar? Hoje é a Gronelândia, amanhã bem podia ser os Açores, a Madeira ou qualquer outro sítio “estratégico” que dê jeito entrar no mapa das ambições alheias.

      • Jose says:

        Já agora, se a China não tem inimigos nem ameaça alguém como justifica esta histeria armentista que assumiu de forma tão violenta? Quer armas de topo para apenas puxar lustro? Deveria usar duas células cinzentas, experimente, não dói.

        • Pedro says:

          Porque ha uns lunáticos que querem destruir a China.
          Não é novidade nenhuma, a sua questão não tem razão de ser.

        • Ivo says:

          Jose, antes de falar em “mapa dos conflitos chineses”, convém fazer primeiro os trabalhos de casa: a última guerra convencional da China contra outro país foi em 1979, há mais de 40 anos.

          Desde então, quem tem inaugurado temporadas de bombardeamentos se chama sobretudo EUA e NATO: Jugoslávia, Afeganistão, Iraque, Líbia e por aí fora, sempre embalados em rótulos simpáticos como “missões de paz” e “exportação de democracia”, deixando atrás de si Estados falhados e centenas de milhares de mortos.

          Portanto, faz assim: traz os links das “invasões chinesas” desde 1980 — com datas, países, nome das operações e número aproximado de vítimas — e depois conversamos seriamente. Até lá, repetir chavões sobre Tibete e “3.000 km das costas” sem distinguir disputa territorial de guerra é exatamente o tipo de exercício acrítico que se espera de um papagaio automático bem treinado, não de alguém que se gaba das suas “duas células cinzentas”.

          Se ainda assim estiver difícil acompanhar, posso recomendar um manual básico de geopolítica: é leitura leve, com figuras, e pode ser que ajude essas duas células a finalmente perceber quem anda a invadir e bombardear o mundo nas últimas décadas — e quem, apesar de todos os defeitos, não o tem feito.

    • Inculto says:

      Exato… Por isso nunca acreditar nos vídeos de como fazer dinheiro nem em livros… Porque a única pessoa que o faz é quem está a escrever… Sobre quântica… Todos nós ao dormir damos o salto quântico para realidades paralelas, uns lembram-se outros não…

  2. Feliz100Ti says:

    Os defensores dos EUA andam muito caladinhos neste blog, o que passou-se?

  3. rrrr says:

    Por isso é que qualquer dia um avião americano é mais um computador com asas do que um avião de combate

  4. RodrigoP says:

    A estupidez e a humanidade são indissociáveis. A ciência inova e os políticos só pensam em guerras. Que cocó de espécie.

  5. Inculto says:

    Eu penso que ninguém sabe em que lugar na pirâmide estamos nem os políticos… A ordem é “desumanizar”… Criar abeculas assexuadas e mandar o maior numero de Machos morrer nas guerras para a invasão de povos sem cultura e que se reproduzem como ratos para mamar subsídios se concretizar… Porque controlar um país com resistência eles estão tramados…

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