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O que significam os pequenos triângulos dentro dos aviões, por cima das janelas?

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. JS says:

    Parabens
    Cheio de sorte de tanto viajar

    • Zé Fonseca A. says:

      Para quem o faz sabe bem que viajar a trabalho é das piores coisas.
      Como alguém que passou mais de metade da sua vida profissional a viajar todas as semanas e tentar fazer de quartos de hotel a sua casa e vídeo chamadas para manter a família perto, não é algo que deseje a ninguém. Foi um dos principais motivos de ter mudado para Portugal, aqui as minhas viagens são essencialmente Lisboa – Porto, Lisboa – Madrid, pontualmente Berlim e uma vez por ano EUA, isso permite-me estar muito próximo da família e para mim o mais importante, passar todos os fins-de-semana com os meus filhos em vez de ter de apanhar voos a domingos e regressar sextas à noite ou sábados como é costume para aproveitar a semana.
      A vida é dura e viajar a trabalho não é o mesmo que viajar a lazer, embora possa parecer algo romântico viver em hotéis e aeroportos, é precisamente o oposto

      • mail says:

        precisas mesmo de ajuda pois tens um problema por tratar

        • Zé Fonseca A. says:

          Faço psicoterapia há 20 anos, diria que estou mais são que 90% das pessoas que postam aqui

          • mail says:

            já não está a resultar

          • JS says:

            Compreendo a situação, mas também é frustrante ter que trabalhar 45 anos numa empresa na produção e a fazer concursos pra subir dentro da mesma entrando as 7.30h e saindo a maior parte das vezes pelas 20Horas 6dias da semana e quando era para entregar autos para irem para Inglaterra eram semanas inteiras a trabalhar so dava para dormir 7 horas e descanso ns horas das refeições,apesar de ter uma lincenciatura ganhava pouco mais de 1.000€ dai ter ficado ca para estar junto da familia agora cada caso é um caso que muitas das vezes querem ganhar o mundo e chagam ao fim é no que dá.
            Mas o tempo que dava acima do horário era compensado com pagamento de horas o que dava um salário superior agora chegou o meu tempo de descanso

          • PeterJust says:

            Claramente não está a resultar, muda de terapeuta mas não desistas, já vi casos piores e não acaba bem

          • Zé Fonseca A. says:

            JS, quando uma empresa não reconhece o nosso valor o erro é continuar na mesma empresa, basta 1-2 anos para aferir se somos valorizados ou não.

        • Tim says:

          Já ti não tens cura…

  2. Inculto says:

    Uma coisa que reparei desde a primeira vez que andei de avião em 1985 foi que teem coletes salva vidas em vez de paraquedas… Sempre que me sento num avião penso nisso!

    • Alphie says:

      É preferível o colete do que o para quedas.

    • Zé Fonseca A. says:

      Paraquedas não serve para nada, seria impossível evacuar um avião comercial em queda, além que 99% não saberia colocar o paraquedas, o colete salva vidas em caso da amaragem. Se procurares bem encontras alguns vídeos reais de amaragem com saídas ordeiras com coletes, algo assustador mas possível de correr bem

      • PeterJust says:

        Amaragem só na água e falha 99% das vezes, em terra, o avião basicamente é uma bola de fogo mal toca no chão. Eu preferia um para-quedas e dava-te o colete

        • Zé Fonseca A. says:

          Nunca sairias da porta, o colete não tem valor num voo comercial.
          Essa estatística das amaragens é falsa.

          Statistics & Survival
          Overall Survival: Around 90% for controlled ditchings in general aviation.
          Egress Rate: About 92% of occupants get out of the aircraft after a ditching.
          High-Risk Scenarios: Blue water ditching survival rates are lower (around 82%), and accidents that aren’t controlled water landings (crashes, stall/spins) are far more dangerous.

          Fica com 1000 para quedas que eu fico com um único colete

          • PeterJust says:

            Fontes? Vozes na tua cabeça. Uma procura de 2 segundos “Controlled vs. Uncontrolled: The 90% survival rate applies to controlled ditchings, where the pilot maintains control of the aircraft and can manage the impact speed and orientation (like the “Miracle on the Hudson”). An uncontrolled crash into the water at high speed is almost always unsurvivable.”

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