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Dacia prepara grande ofensiva para 2026 e deixa marcas chinesas em alerta

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. JL says:

    Então mas…. Os chineses não eram só uma ameaça com eléctricos ? Lol

  2. Max says:

    “A Dacia … a marca romena … a decisão da Dacia”
    Quase todo o capital (99,4%) pertence à Renault, SA, que se por sua vês tem como principais acionistas o estado francês (cerca de 15%), a Nissan (cerca de 15%), grandes gestoras (Vanguard, Black Rock, e Amundi) e muitos investidores institucionais.
    Ao contrário de outros construtres chineses, a Renault não tem investidores chineses, mas tem parcerias industriais e participações cruzadas. Quanto à Dacia:
    – O Dacia Spring é produzido na China (os outros modelos são fabricados maioritariamente na Roménia, Marrocos e países europeus).
    – O grupo Renault tem uma joint/venture com a Geely que fornecerá motores e modelos híbridos, bem como parcerias com fabricantes de chineses de baterias para a Renault e a Dacia.
    Mesmo que um carro não seja fabricado na China, pode não andar longe.

  3. Max says:

    Acima: que por sua vez

  4. José F says:

    Dacia é construido na china ?
    Os carros da Dacia são entre os mais baratos em portugal?

  5. José F says:

    Não podemos corrigir
    A Dacia, a proprietária da Renault desde 1999, penso que sáo montados na china como quase tudo.

    • Vítor M. says:

      Dacia não é proprietária da Renault.

      • José F says:

        @Vítor M.
        Muito obrigado.

        O agente local da Renault também vende Dacia e pensava que era da Renault.

        Um familiar tem BMW i3 com cerca de cinco anos, foi o primeiro carro elétrico, na nossa localidade.
        A oficina da marca informou que está tudo impecável.

        O percurso diário numa vila é de 5 km.
        O percurso semanal mais distante, de ida e volta, é inferior a 50 km em estrada plana.

        As baterias são carregadas na garagem.

        Não necessitamos de carros tipo IM Motors, IML6, com baterias em estado sólido, para percorrer 500 ou 1000 km com uma carga.

        Ontem verifiquei que os CTT substituíram três veículos de distribuição de carga a gásóleo por veículos elétricos a baterias.
        Toyota Proace City:
        Motor Elétrico 50 kWh
        Potência da bateria 50 kWh
        Autonomia elétrica pura*: 330 km
        Tempo de carga da bateria: 5 h (Home Charge), 31 horas (tomada doméstica).

        Penso continuar com motor Isuzu 1500 cc a gasóleo até os vulcões na Terra deixarem de estar ativos.

        Motores Renault V10 na F1 eram excelentes.

        Vamos continuar a ler para aprender

        • Vítor M. says:

          O BMW i3 quando saiu para o mercado tinha um preço altíssimo, mas o material que trazia fazia jus a esse preço. Não admira que ainda hoje muita gente o use sem qualquer problema.

          Outra coisa que referiste e bem, grande parte das pessoas não precisa de carros com baterias para 500 (muitos menos 1000) km de autonomia. Visto que a média diária de deslocação dos portugueses ronda os 35km.

          Se a pessoa ainda tiver como carregar em casa, um carro elétrico mesmo com uma bateria pequena é poupança real no bolso. Sem perder qualquer conforto.

          • Zé Fonseca A. says:

            só se forem tugas mortos..
            a realidade de uma familia em Lisboa:
            -sair de casa e deixar os miudos na escola (às vezes escolas diferentes)
            -ir para o trabalho
            -tirar o carro para ir almoçar porque se fez planos com fulano ou sicrano
            -sair para ir buscar os miudos à escola e deixá-los nas actividades extra-curriculares
            -ir até casa ou aproveitar para tratar de coisas na rua
            -voltar a apanhar os miudos e regressar a casa

            para quem tiver tudo, escola, trabalho, actividades, etc num raio de 20 kms (que são poucos) fizeram mais de 100 kms num dia e passaram mais de 2h no transito.
            bem-vindo à realidade de 1,5M de pessoas que trabalham na AML e 700k que trabalham na AMP, praticamente 50% da força de trabalho em Portugal

          • Vítor M. says:

            Passar o tempo no trânsito, ao contrário dos carros térmicos, o consumo dos elétricos é residual. Vá, não digam disparateas 😉

          • Yamahia says:

            O pára-arranca tb lixa o consumo dos elektros.

          • Nuno says:

            Quanto gasta um ICE parado 2h no trânsito?

          • Vítor M. says:

            Como diria o nefasto Guterres, é fazer as contas. Vamos a elas:

            Portanto, um automóvel com motor de combustão interna parado no trânsito durante 2 horas, ao ralenti, consome em média 1,5 a 3 litros de combustível.

            Mais concretamente…

            -> Um motor a gasolina consome, regra geral, entre 0,6 e 1,2 litros por hora ao ralenti.
            -> Num motor diesel, o valor tende a ser ligeiramente inferior, entre 0,5 e 1 litro por hora.

            Em 2 horas de paragem quase contínua, o consumo situa-se, assim, neste intervalo:

            -> Gasolina: 1,2 a 2,4 litros
            -> Diesel: 1 a 2 litros

            Custo estimado…

            Com preços médios atuais em Portugal:

            -> Gasolina a cerca de 1,80 €/litro → 2,20 a 4,30 euros
            -> Diesel a cerca de 1,65 €/litro → 1,65 a 3,30 euros

            Em resumo, com 3 euros, um carro elétrico percorre aproximadamente:

            -> 100 km em utilização normal
            -> Pode ultrapassar 120 km em cidade
            -> Desce para cerca de 80 km em autoestrada

          • JL says:

            “O pára-arranca tb lixa o consumo dos elektros.”

            Só pode estar a brincar, um eléctrico consome cerca de 700 wh com ar-condicionado ligado, ou seja, 700 wh durante 1 hora, isto é o equivalente a 0.07 litros de gasóleo, e você diz que lixam os consumos ?

          • Nuno says:

            Penso que estás a confundir para-arranca com estar parado…
            O meu ICE quando estou no trânsito para o motor e não gasta nada. A não ser que esteja parado muito tempo. O elétrico quando arranca no trânsito acusa consumos de 99+kWh e o ICE acusa 29.9L/100km…
            São obviamente números teóricos mas parados gastam ambos o mesmo que é zero com a exceção dos EV que usam a bateria para manter o AC e outros acessórios e doa ICE que ligam o motor se o AC o exigir também…

          • Nuno says:

            @Jorge, como é que convertes 700Wh em 0,07 litros de gasóleo?

          • JL says:

            Jorge ? está-me a confundir com alguém.

            Simples, 1 litro de gasóleo contem 10 kwh de energia:

            700 /10000 = 0.07 litros.

          • Nuno says:

            Portanto, quando falas de EVs falas sempre do melhor caso teórico possível, é isso?
            Decides ignorar wue há EVs a gastar 2, 3 ou 4 vezes mais…

          • Yamahia says:

            Venho só esclarecer q para percorrer 100kms num combustão são precisos 4,2 KGS de gasóleo e a diminuir em função da distância percorrida enquanto que num elektro são precisos 175 KGS de baterias para os mesmos 100kms permanentes independente da distância percorrida.
            É só ridículo.

          • Vítor M. says:

            O comentário está tecnicamente errado e conceptualmente enganador. Mais do mesmo!!!

            Primeiro, confundes consumo com massa instalada: num carro a gasóleo, os 4,2 kg referem-se ao combustível efetivamente queimado para percorrer 100 km. Num elétrico, os 175 kg de baterias não são consumidos a cada 100 km. A bateria é um componente permanente, tal como o motor num carro a combustão.

            Segundo, a comparação correta seria:
            – Gasóleo: combustível é queimado e desaparece.
            – Elétrico: energia é usada, mas a bateria mantém exatamente o mesmo peso antes e depois da viagem.

            Terceiro, o argumento “independente da distância percorrida” é irrelevante.
            Um depósito de combustível também mantém o mesmo peso estrutural do carro, esteja cheio ou vazio. O que varia é apenas o conteúdo energético, tal como na bateria.

            Quarto, em termos energéticos:
            – 4,2 kg de gasóleo correspondem a cerca de 50 kWh de energia química.
            – Um elétrico percorre 100 km com 15 a 20 kWh, ou seja, menos de metade da energia, com muito maior eficiência.

            Portanto…

            Comparar quilos de combustível queimado com quilos de bateria instalada é um erro técnico. O paralelo correto é energia consumida, não massa do sistema. Quando feita corretamente, a comparação favorece claramente o veículo elétrico.

      • ZC says:

        Vítor M. – “Dacia não é proprietária da Renault.” Estas enganado! Renault Group é dona Renault, Alpine, Dacia, Mobilize e Renault-Samsung Motors é isso significa que a Dacia é da proprietária da Renault., o José F estava certo, antes responder, 1º pesquisa sobre Dacia e depois responde-lhe o que esta certo.

        • Vítor M. says:

          Confusão. Lê o que escreveste que não percebi o teu point.

          Mas vamos por partes, o José F disse o seguinte: “A Dacia, a proprietária da Renault desde 1999, penso que sáo montados na china como quase tudo.”

          E eu disse “Dacia não é proprietária da Renault.” E de facto não é. Quem comprou a Dacia foi a Renault em 1999 (primeiro 51% e em 2004 a Renault passou a deter 99,43% do capital, tornando a Dacia uma subsidiária praticamente integral). Esta ficou também debaixo do chapéu Renault Group.

          Ainda debaixo deste chapéu estão, está a própria Renault (que é a marca principal), Dacia, Alpine e Mobilize (que é a unidade/marca criada para serviços de mobilidade, leasing/subscrição e soluções de veículos adaptados.)

          Segundo podes ver nos sites da marca gaulesa, o grupo tem também outras subsidiárias e unidades (ex.: financeiras como a RCI Bank and Services) e estruturas de serviços, incluindo atividades de transformação de veículos ou serviços financeiros vinculados.

          E como foste à internet viste que o Renault Group faz parte da Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi, uma parceria estratégica com estas outras marcas japonesas, embora elas não sejam propriedade direta da Renault.

          E mais, historicamente, nalguns mercados ou fontes aparecem também referências a outras marcas associadas (como Renault Samsung Motors ou até Lada em contextos específicos), mas o foco atual comunicado oficialmente pelo Grupo Renault é nas quatro marcas acima referidas.

          Portanto, acho que não percebeste o que José escreveu.

    • czarito says:

      A DACIA é uma subsidiária da Renault

  6. Joana Solnado says:

    UMA “Ofensiva” a sério, para competir com marcas chinesas, era baixarem preços!

    • TugAzeiteiro says:

      Mas isso eles não fazem… um Dacia Sandero em em 2019 era 9mil Eur. e agora em 2025 é 14mil Eur.

      • Vítor M. says:

        Bom, é verdade. Mas tens de contar tudo. Estás a falar num aumento de 9 mil para 14 mil em 6 anos, com uma pandemia global, uma guerra na Europa e um ataque de tarifas que mudou o mundo comercial como o conhecíamos há mais de duas décadas. Além disso, num período complicado de transição energética no segmento automóvel.

        Também é verdade que entre 2019 e 2025 o salário mínimo aumentou 270€ por mês, ou seja, passou de 600€ para 870€, um crescimento de 45% neste período. Já o custo de vida teve pico históricos, por exemplo, durante 2021 e 2022 a inflação em Portugal chegou a níveis elevados (cerca de 8,1% em 2022), acima do que era habitual nas décadas anteriores, o que intensificou o aumento do custo de vida.

        Já as tarifas forçaram as empresas a aumentar consideravelmente os preços nó último ano, desde a tomada de posse de Trump. Eles de facto não precisam falar disso, quem está atento à vida, sabe o que se passou nestes 6 anos 😉

        • João says:

          Podem ver todos os dados da evolução da RMMG – Remuneração Mínima Mensal Garantida, vulgo Salário Mínimo Nacional, na página da Internet da DGERT – para quem não sabe.
          Em 2026 a RMMG será de €920,00.
          Aumento de €320,00 face a 2019 ao que corresponderá um aumento percentual de 53,335%.

  7. TugAzeiteiro says:

    Ofensiva da Dacia é o lançamento de um novo Topo de Gama? Se o Bigster a maioria já diz que está demasiadamente caro, para a qualidade dos acabamentos, que na sua grande maioria são rijos, então esse Topo de Gama vai ter de oferecer muito por um preço não muito superior ao Bigster… sendo que os Chineses em termos de interiores, se nos sentarmos em BYD SEAL ou em um BMW a diferença ao olho é nula…

    • Vítor M. says:

      Sim, se noutros segmentos já domina, no segmento em destaque, onde marcas chinesas têm preponderância, seguramente uma máquina a bom preço será mais um reforço da estratégia da marca em estar no topo. E se olhares para as vendas, percebes que há segmentos onde a posição de liderança não está longe.

      No caso do Bigster, estamos a falar de um SUV do segmento C que pode ser encontrado já abaixo dos 25 mil euros. E tirando o próprio Duster, o mercado não tem assim tanta oferta. Contudo, não teve o impacto que a marca previa (digo eu) e poderá ser que o novo topo de gama já ofereça mais com o mesmo preço. Sobretudo para fazer frente à ofensiva de alguns modelos chineses.

  8. Mike says:

    Quem quiser ver o design mais provavel do Dacia C-Neo, pode vê-lo aqui: https://www.youtube.com/watch?v=AVpk5R5CZUU
    Mas pelo seu tamanho, nao deixa de ser mais um trambolho na estrada e parques de estacionamento ao estilo dos americanos.
    Pessoalmente continuo a preferir carrinhas ao estilo do VW ID.7 Tourer, BMW i5 eDrive40 Touring ou Mercedes CLA Shooting Brake… Infelizmente é um segmento que está a perder oferta por parte dos fabricantes em favor de SUVs…

    • Nuno says:

      Falas de trambolhos e dás o id7 tourer como alternativa?
      É mais largo 5cm e mais comprido 40cm que o bigster… É por ser mais alto que é um trambolho?
      Uma girafa também é um trambolho a comparar com um elefante?

      • Mike says:

        Eu estava a referir-me ao segmento de carro e não a comparar modelos de 1:1. Na grande maioria dos casos, um SUV (e D-SUV) tem medidas superiores a uma station wagon. E se este C-Neo é, como refere no artigo, “O maior e mais caro Dacia de sempre”, é porque será maior (SUV ou D-SUV) que o Dacia Bigster (C-SUV)…

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