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Inteligência Artifical: breve história que começou em 1950

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Frankenskies documentary says:

    Muito bom, Pedro. Há quem pense que a IA nasceu no século XXI.
    Bom artigo. Aqui não há muito espaço para grandes desenvolvimentos, porque a maioria não lê mais do que 2 minutos de texto.

    • Max says:

      Nasceu quando, ó entendido?
      Duas clarificações, porque senão começa-se a dizer que os computadores há muito tempo usam IA:
      1) “Em 1997: Deep Blue vence Garry Kasparov: O supercomputador da IBM, Deep Blue, derrotou o campeão mundial de xadrez Garry Kasparov, um marco simbólico na capacidade de resolução de problemas da IA.”
      O Deep Blue não usava IA, baseada no aprendizado de máquina (machine learning). Usava algoritmos altamente otimizados para busca e avaliação no xadrez, aliado a um poder computacional que lhe permitia analisar cerca de 200 milhões de posições por segundo.
      2) “A IA tornou-se ubíqua em assistentes de voz (Siri, Alexa, Google Assistant)” – entenda-se que a IA começou a ser usada por eles em 2024-2025. Quando apareceram, a partir de 2011, usavam comandos de voz e técnicas de linguagem mas não se baseavam no aprendizado de máquina e modelos LLM.
      3) Em 2012, o AlexNet, através de IA, aprendeu a catalogar imagens e foi o que mais acertou a catalogar as da base de dados ImageNet.
      A IA tem raízes no século XX, mas é um produto do século XXI – e que ganhou destaque há pouquíssimos anos.

  2. Técnico Meo says:

    excelente artigo

  3. Max says:

    O post induz num erro conceptual frequente. “Em 1950: Alan Turing propôs o “Teste de Turing” no seu artigo “Computing Machinery and Intelligence”. Este teste sugeria uma forma de avaliar a inteligência de uma máquina: se ela pudesse conversar de modo que um humano não conseguisse distinguir se estava a falar com outro humano ou com uma máquina, então ela poderia ser considerada inteligente.”
    Invocar o teste de Turing dá a ideia que IA são os chatbots e a interação linguística – que é um erro frequente, associado à explosão da IA, “ontem”, com o lançamento da versão web do ChatGPT, em 30/11/2022 (e, em 2023, como app).
    Deixa de fora outras formas de IA, não conversacionais que têm que ser avaliadas de outra forma.
    À maior parte das pessoas vai dizer que a IA são os chatbots. E em que nível de IA estão os chatbots? No nível 1 da ANI, ou seja, são pouco inteligentes relativamente ao que se espera que possa ser o desenvolvimento da IA (que, a partir de dada altura, será capaz de se desenvolver a si própria).

    • Técnico Meo says:

      Podia-se ter falado também do Bert da google em 2018 ou 2019 acho eu, nas o artigo ficaria muito grande. As respostas que usas com o chatgpt também podias meter palavras tuas pra não parecer tão mal, digo eu amigo max

      • Max says:

        Achas que preciso do ChatGPT para escrever o que está acima?
        Precisei do ChatGPT foi para escrever isto:
        Max 21 de Novembro de 2025 às 22:20
        Não há nada a fazer, está-se na ANI. por vários anos. não se sabe quantos. Então como se mede o progresso? A OpenAI criou 5 níveis, internamente … que foram divulgados pela imprensa.
        1 – Conversacional (“Chatbots”) – IAs que interagem por texto (ou voz), respondem a perguntas, geram texto – como o ChatGPT, Gemini, Perplexity e outros. A OpenAI considera que está próxima do nível 2.
        2 – Raciocinadores (“Reasoners”) – IA que consegue resolver problemas com nível semelhante a alguém com doutoramento, mesmo sem usar ferramentas externas sofisticadas
        3 – Agentes (“Agents”) – Sistemas que podem agir de forma autónomapara os utilzadores por períodos de tempo, por exemplo, fazer o trabalho de alguém enquanto está de férias
        4 – Inovadores (“Innovators”)-IA capaz de criar novas ideias, soluções e inovações por si própria, não apenas executar tarefas, mas inventar/ melhorar processos
        5 – Organizações (“Organizers/ organizations”) – IAs tão poderosas/ sofisticadas que poderiam gerir organizações inteiras, realizar funções complexas organzacionais de form autónoma.

  4. Gringo Bandido says:

    Já nos 50s a USA nos ameaçava com inteligência artificial!
    https://www.youtube.com/watch?v=ASsNtti1XZs

    • Max says:

      Não era os USA que ameaçava. Era a civilização galática que ameaçava a Terra, agora que possuía rudimentos da energia nuclear. A ameaça foi clara: “A sua escolha é simples: junte-se a nós e viva em paz, ou siga o seu curso atual e enfrente a obliteração.” (Wikipédia)
      Também pode acontecer que uma super-IA diga isso aos humanos, sobreviventes.

      • Gringo Bandido says:

        Basicamente é um filme americano com mensagem para o mundo dos Humanos, o alien e o robô ali é meramente cosmética sci-fi. Ou fazem da maneira que os americanos querem ou estão em apuros, é só isso! O robô com inteligencia artificial já funciona de maneira autónoma, já ninguem o para… não me aprece inteligente mas é mesmo á americana!

  5. SouHumanoNaoOcidental says:

    É tão absurdo este fascínio pela IA que ninguém vê o óbvio. Inteligência significa apenas a capacidade de resolver problemas.
    A criação de IA demonstra que a inteligência biológica pode ser representada,ou emulada, por uma máquina artificial, criada pela inteligência biológica, mas a um nível básico.
    Quem fala da IA substituir a Inteligência biológica, pelo menos nós os humanos, tem de ser mais claro, porque a inteligência biológica, quando se depara com um problema, que necessita de solução, tem muitos fatores que influencia a sua resolução, como por exemplo fatores internos, tais como biológicos, emocionais, químicos que uma IA nunca conseguirá representar ou emular.
    Neste momento, onde a IA está a substituir humanos, só demonstra que muitos problemas, que antes eram resolvidos pelos humanos, eram de fácil solução, básicos e sem necessidade da influência dos tais fatores internos como a biologia.
    Ganhar um jogo de xadrez demonstra apenas que a IA conseguia ter mais previsoes de futuras jogadas que o seu oponente humano. Apenas isso.
    No entanto se fossemos a pedir a IA e ao Kasparov para fazer uma omelete é provável que a IA não saberia fazê-lo ao contrário do Kasparov.
    E por fim a IA irá substituir-nos até que ponto?
    O medo irracional, algo que a IA não consegue emular, levá-los a ter comportamentos do mesmo tipo, no entanto o medo é também uma característica da inteligência biológica que a faz evoluir, obrigando-a a procurar soluções como por exemplo a cura do cancro.
    Onde a IA pudera substituir-nos?
    Na criação precisamente de modelos teóricos para questões como a cura do cancro porque consegue criar mais rápido vários cenários possíveis de possíveis curas.
    Portanto vejam a IA como a criação do sistema implementado por Ford para criar a fábrica-modelo da criação de automóveis que ainda hoje utilizamos, ou seja, a IA é essa nova fábrica-modelo que vai ser a nova forma de criar coisas.

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