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Mais de 23 mil infrações em apenas 6 dias! O que se passa nas estradas portuguesas?

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. B@rão Vermelho says:

    Foram os chamuças, os Tugas são condutores excepcionais já mais se ouviu falar de um Tuga não respeitar o código da estrada.

  2. Zé Fonseca A. says:

    Está mau, então agora que começou a chover pior ainda, já não se vê excesso de velocidade mas há muita manobra perigosa e muitas vezes em plena AE

  3. ICE says:

    Basta andar de carro durante umas horas para ver dezenas de infrações. Portanto, não é novidade nenhuma para mim

  4. outro_chegano says:

    O que se passa nas estradas portuguesas? Questão fácil de responder para quem como eu conduz, em média, 40 mil quilómetros por ano: condutores essstúpiiidos (ou seja, gente que normalmente é essstúpiiida em todas as situações da vida) sem a mínima noção de civismo nem sequer das regras do tránsito. Aproveito para fazer uma pergunta: que raio de moda é essa de se conduzir com auriculares nos ouvidos?

    • Blackbit says:

      É pessoal que faz chamadas e reuniões enquanto conduz…

      • Carlos Sousa says:

        0,4% de infrações , parece-me um número excelente. Ainda por cima, a maior parte foi velocidade, o que não significa que o todos a 200, a maior parte serão por mais 20 ou 30 km/h, o que é irrelevante na maior parte dos casos. Claro que uma vida, é sempre uma vida, mas a negligência do condutor. É algo que nunca se vai conseguir combater. 0,4 ? É muito bom ainda assim

    • B@rão Vermelho says:

      Conduzir na estrada traz ao cimo o animal encartado que habita dentro de nos

    • zezinho says:

      a parte dos fones a mim também impressiona e estão com os 2, por muito que os fones de hoje em dia tem a opção de ouvir o ruido exterior, para mim é inadmissível e quando tem o telemovel a dar filmes ou series enquanto estão a conduzir.

    • AVé says:

      “auriculares nos ouvidos?”

      Com um é permitido, com dois dá multa.

      Já vi um ciclista ser multado pela PSP por usar auriculares enquanto circulava na via pública.

      Não uso mesmo que que quisesse devido a uma deficiência auditiva adquirida na infância (Papeira).

      • B@rão Vermelho says:

        ” Não uso mesmo que que quisesse devido a uma deficiência auditiva adquirida na infância (Papeira).” não sabia que a Papaeira, podia provocar surdes, eu tive em criança.

  5. Toni da Adega says:

    “14 829, esteve relacionada com excesso de velocidade”. Se Existissem mais Elektros ess numero era reduzido ou mesmo Nulo.

  6. Chico Esperto says:

    Tem um nome: Chico-Espertismo.
    Vale tudo!

    Querem obrigar-nos a fazer o teste de condução com apenas 32 horas de prática, sob a pressão dos avaliadores (curruptos) do ACP . Mas se for uma nota pousada no tablier , lá passam tudo…

    Seria muito mais sensato criar um teste de condução inicial mais simples após as tais 32 horas e, após 1 ano com carta provisória, aplicar um exame realmente exigente. Isso obrigaria à prática e garantiria mais experiência.

    Não podemos esquecer que há pessoas que tiram a carta, não conduzem durante anos e, de repente, ao fim de uma década, decidem pegar no carro como se nada fosse.

  7. xico says:

    Passa-se o que se passa em todas as áreas, a esquerda deixou isto num pardieiro, sei lei nem ordem. Cada um faz o que quer e marimba-se na justiça.

  8. Romão says:

    Sei de inúmeros sítios onde 99.99% dos condutores não respeita o limite de velocidade. Eu diria é o que se passa com a fiscalização que não existe em regra geral.

  9. RTT says:

    Radares em todas as auto estradas sem excepção, aumento da fiscalização em estradas nacionais com radar em alguns troços. Isto não é caça à multa é conter os assassinos do volante!!

    • Carlos Sousa says:

      E depois vais a 100…mudas de faixa na AE, não olhaste para os espelhos e mais um acidente grave …a velocidade tem as costas muito largas …

    • Poupa-nos says:

      Isso nunca resolveu nada nem preveniu nada.
      Ponham carros a circular a 90/100 nas AE e a 60/70 nas EN.
      Ponham carros patrulha, bem visíveis, em locais de maior risco.
      Bastam estas duas coisas para o pessoal andar dentro dos limites.
      Os radares não fazem prevenção. Quem normalmente anda a velocidades maiores que as permitidas também sabe onde estão os radares. E depois é o que se vê: reduzem ou fazem travagens bruscas para passar dentro do limite em frente ao radar e depois é sempre a abrir outra vez.
      Se existir presença policial, por norma, o pessoal anda dentro dos limites. Assisti inúmeras vezes, quer em AE quer em EN, a ‘filas’ com tudo dentro dos limites apenas porque uma viatura de forças policiais ia um pouco mais à frente…

      • RodrigoP says:

        Discordo. Nos Países Baixos, a esmagadora maioria anda nas AE (grátis) respeitando as velocidades máximas. Estive lá 1 mês e poucas vezes vi carros da polícia. O que existe? Radares com fartura que funcionam. Quem ultrapassa os limites, paga. Simples. Ninguém gosta de pagar. Fica a faltar referir o tema do civismo, mas isso é outra história.

        • Poupa-nos says:

          E cada um tem direito à sua opinião.
          Nunca estive lá… Contudo, se num mês viu pouca policia… viu mais que eu aqui em portugal. Aos meses que não vejo policia a não ser em operações stops.
          E nalguns meses faço mais de 2000kms de ‘viagens’: faço bastante autoestrada e estradas nacionais. E é raro, muito raro, cruzar-me com algum veiculo de uma das forças policiais que não sejam os veículos que eles usam nas suas deslocações ‘de trabalho’ (normalmente sozinhos) ou como mencionei em ‘operações stop’.
          E sem querer entrar no tema do civismo (mas entrando) entre os radares como se portam eles? fazem como aqui? abrandam, passam e voltam à velocidade que tinham antes? É que aqui em Portugal é o mais frequente!
          Para mim a solução é o patrulhamento e a presença na estrada.
          O resto é para encher bolsos e cumprir ‘metas’.

          • RodrigoP says:

            Acho que não percebeu o meu ponto de vista: não há polícia na estrada (muito pouca) e ninguém ou quase ninguém (na Bélgica Flamenga devem contar-se pelos dedos) ultrapassa os limites. Não há intervalos de radares. Os radares e câmaras são massivos. Não há escapatória. Se és um acelera, pagas. E não é caça à multa porque ninguém é multado.

      • jaquim says:

        A GNR não pode, tem de fazer a segurança do pingo amargo, nalgumas localidades transferiram para lá o posto da GNR, pelo menos é onde se vê mais gente fardada, mais que nos postos…

  10. David Guerreiro says:

    E isso é uma pequena percentagem, se mais fiscalização houvesse, mais seriam detetadas. As estradas portuguesas estão numa guerra civil há anos. O civismo já era, atropelam-se pessoas nas passadeiras diariamente, fugindo do local e abandonando.

  11. eunaovinada says:

    Talvez nao devam aceitar as cartas de condução de estrangeiros com normas e regras completamente diferentes… Digo eu

  12. ºOº says:

    A culpa é das trotinetes assassinas.

  13. Carlos Sousa says:

    A malta que ia na autoestrada a 120, e portanto não foi multada… estava dia de sol ? Ou era de noite, estava a chover e havia nevoeiro cerrado? É para um amigo…

  14. PoPeY says:

    Os relatórios não estão transparentes… Estão manipulados severamente. A velocidade parece que é a principal contra ordenação, porque efetivamente é a contra ordenação mais fiscalizada. Tenho notado nos últimos anos, uma total ausência de OS e quando existem estão quase sempre associadas ao radar que estava antes em que so mandam parar quem foi “flashado”. Ora, as outras contra ordenações provavelmente são somatórios a excesso de velocidade.

    Se a GNR tivesse mais efetivos nas estradas a fiscalizar o transito em si e não só o excesso de velocidade iria facilmente ter muita materia com que se entreter, infelizmente isso dar-lhes-ia imenso trabalho e um custo mais elevado. algo que parecem não estar dispostos.

    • Person says:

      +10000
      As forças de segurança estão a ser usadas para gerar receita para o estado, e não para proteger a população.
      Uma reportagem um dia destes mostrava como os jornalistas utilizando um drone facilmente filmaram carteiristas a tentar roupar as pessoas em plena luz do dia em Lisboa, e que poderiam ser usadas para provar um flagrante delito.
      É apenas uma das muitas situações (carros roubados, casas assaltadas, etc etc) em que as autoridades nada fazem, por não terem meios e porque são prientados a focarem-se nas multas, porque isso é o que realmente importa.

      Tentam voltar-nos uns contra os outros de forma a que isto não seja tão claramente perceptível.

    • Poupa-nos says:

      Comentei algo parecido e ainda não tinha lido este comentário…
      Plenamente de acordo.
      Infelizmente parecer ser mesmo isso.
      Radar é receita fácil e pouco ou nada previne/resolve… Mas ainda há quem ache que deveriam haver mais!
      Fiscalizar dá muito trabalho e o retorno (monetário) é pequeno… Depois não tinham tempo livre e as metas de facturação iam ser mais complicadas de atingir.
      Com radar, em 2 ou 3 horas estão as metas alcançadas, não tiveram sequer de sair do lugar nem observar rigorosamente nada a não ser o que o radar apanhou e podem voltar para os respectivos postos/esquadras… Simples e Rápido! (e triste)

  15. Gustavo says:

    Todos os anos têm reduzido os limites de velocidade em trechos das autoestradas, não é dificil depois encontrarem mais excessos de velocidade, A28 na subida da malafaia ->Limitaram em agosto para 100km/h dos dois lados, A44 valadares ->Radares de velocidade média no ano passado, nó 19 da A1 ->Radar 60km/h colocado ou no ano passado ou a dois anos.

    Quando colocam limites rediculos é natural conseguirem maior faturação *cough* ocorrerem mais infrações

  16. Rafael Domingos says:

    O Natal aproxima-se… 😉

  17. PN says:

    O problema chama-se conduzir com telemóvel na mão. Tenho dito

    • PeFerreira says:

      Esse não é “fiscalizavel” pelos radares, se não, a policia (e toda a gente com a mania de “a velocidade mata) teria uma bela surpresa em termos de números.

  18. Condutor says:

    E depois vêm os garotos do costume todos aborrecidos a dizer que é caça à multa. Tirem a carta a essa gente toda! Aprendiam logo.

  19. Manuel da Rocha says:

    Todos os dias, faço a 25 de Abril, 2 vezes.
    Quando há polícia, quer seja nos acessos, de Almada ou do Fogueteiro, mal se notam infracções (passar traços, velocidades loucas ou fazer marcha atrás, porque falhou a saída).
    Ao final, do dia, a ir, para sul, vou a 80kmh, é ver passar 500 carros, até Almada, bem acima dos 150kmh, alguns com manobras, ofensivas, como é irem na faixa esquerda, cruzam 3 faixas, porque querem sair, para a direita. Na sexta passada, junto ás obras, a seguir à saída do Jumbo (Almada), um rapaz, num BMW azul escuro, vinha a abrir, não podia entrar, na fila, pois as 2 faixas estavam ocupadas, o que fez? inversão de marcha, na saída, entrou em contramão e subiu a rua, sempre em contramão, com buzinadelas e carros a desviar dele. Não percebi que foi para o Leroy se foi para o Jumbo, virou para um dos parques.

  20. VAOpoK says:

    Têm de juntar dinheiro para o jantar de Natal.

  21. Cricri says:

    Ainda ontem no IC2 fui ultrapassado numa zona de duplo contínuo por um veículo longo. Provavelmente ia devagar demais, eu e os outros dois veículos ligeiros que ultrapassou em situações semelhantes em locais diferentes. Parece-me que a caça à multa às vezes devia ser ainda maior. Em Portugal todos se acham os melhores condutores do mundo.

  22. daniel says:

    o que se passa é o obvio o estado esta a apertar maios para o ppl esbarrar e sacar dinheiros!! e o povo aponta o dedo ao vizinho!!!

  23. helder says:

    O que falta é fiscalizaçao em tudo, até no vendedor de tremoços.

  24. Yur-pt says:

    O problema está no valor da multa. Multipliquem-na por 10 ou 20 e verão se não funciona.

  25. Profeta says:

    Isto e muito facil de resolver, qualquer contra ordenacao com coimas acima de 1000€ e a ver se nao piavam fininho. E claro mais e mais fiscalizacao nas estradas. Agora se tem vontade de fazer isso sao outros quinnhentos. E a tendencia e sempre para aumentar. Enquanto isso alguns malucos levam outros com eles sem terem culpa nenhuma.

  26. mariola says:

    O que se passa foi que as autoridades vieram para a rua e libertaram as secretárias.

  27. Mus says:

    Ah e tal, é perfeitamente seguro ir a 100km/h na nacional.
    Ah e tal, eu vejo bem a estrada e não preciso parar no Stop.
    Ah e tal, ir na faixa do meio é mais seguro.
    Ah e tal, ainda se vê muito bem, não é precisos ligar as luzes.
    Ah e tal, não é preciso estar sempre a fazer piscas sempre que mudo de direção.
    Ah e tal, vou bem a 120km/h na faixa da esquerda na auto-estrada, pois é a velocidade máxima.
    Ah e tal, só vou em cima da traseira do que vai à frente para que ele veja que quero passar.
    Ah e tal, a culpa é do que ia à frente, pois travou de repente e eu bati sem culpa nenhuma.
    Ah e tal, aquele traço contínuo não faz sentido nenhum.
    Ah e tal, quando passei o semáforo não estava vermelho, a sério que não estava.
    Ah e tal, não é preciso colocar o cinto, é só para ir ao café.
    Ah e tal, a estrada está um perigo, as pessoas não sabem conduzir.

  28. Pedro Ferreira says:

    O problema é essencialmente falta de fiscalização na minha opinião. Sou de Évora e é frequente ver veiculos a entrar em ruas no sentido contrário. os distribuidores de comida então para esses não ha regras . Trotineta todo o terreno, passeio, estrada, ruas em sentido contrário enfim. Mesmo à frente da polícia e nada é feito. Na minha rua ate em curva estacionam. Enfim. Começem a multar coimas altas a ver se o pessoal se acalma.

    • PoPeY says:

      O importante é passar devagar no radar em direção a Arraiolos ou em direção a viana. De resto está tudo bem. Quem era bastante chata nesse sentido era a “Justiceira”. A mulher era/é bastante rude, contudo, ela tinha razão e a verdade é que era respeitada. Digo era, porque faz imenso tempo que não a vejo ou oiço falar dela.

  29. Lulu says:

    Sim, realmente não é normal! Anda tudo a pastar, são muito poucas infracções…
    Ainda para mais tendo em conta limites cada vez mais baixos e zonas de retas com radar a 40 ou 60 km/h…

  30. PJA says:

    Talvez valores das multas elevadas e dependendo dos rendimentos do condutor seja a solução.

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