PplWare Mobile

Presidente da República promulga diploma que restringe smartphones nas escolas

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. John Travolta says:

    Era ao o que faltava, os meus filhos levam para a escola o que quiserem, ja no Brasil nunca foi problema e não sera um velho caduco que me vai fazer mudar de ideias! Viemos para Portugal para viver como queremos valeu

  2. Max says:

    Convém notar que se está a falar de smartphones com internet. Logo, os telemóveis sem internet não estão proibidos. Não estou e a ver as escolas a terem uma polícia escolar para ver se o telemóvel tem internet ou não tem.
    Mais uma despesa para os pais – comprar um telemóvel sem internet para os filhos levarem para a escola. Antes, herdavam um smartphone do pai ou da mãe e não havia mais despesas.

    • Zé Fonseca A. says:

      Porque precisam os miúdos de algum telefone?

      • Max says:

        O 1º ciclo são 4 anos, têm entre 6 e 10 anos. O 2º ciclo são 2 anos, têm entre os 10 e os 12. São 6 anos a levá-los e trazê-los todos os dias de aulas, uma vezes o pai outras a mãe. Muitos dias em que muita coisa pode acontecer e é preciso combinar: “Hoje vou-te buscar mais tarde”. O normal é que a partir dos 7 anos tenham um telemóvel para levar para a escola.
        Se é um smartphone ou um dumbphone, só com músicas gravadas, como os antigos Nokias, pode-se discutir. Creio que o governo andou bem em não proibir os dumphones.

        • B@rão Vermelho says:

          Modernices, eu só tive o meu primeiro tele móvel aos 18 anos e raramente andava desencontrado quer dos meus país quer dos meus amigos.
          Na minha altura quando passávamos para o primeiro ano, era assim que se chamava, recebíamos motas para ir para a escola foi o meu caso na altura uma Yamaha RZ 50CC, 2ª mota destas em Portugal 🙂 🙂 agora dão-se tlf, a verdade é que na minha altura não havia nem metade do transito que há hoje em dia, podem não acreditar mas sempre morei no distrito de Lisboa e em criança morava junto a uma estrada nacional e jugávamos à bola no meio da estrada com os portões de garagem a servirem de baliza e muito raramente agarrávamos a bola para passar um carro, hoje no mesmo local nem consegues chutar a bola sem acertares num.

          • Max says:

            O que contei, há mais de 20 anos que é o quotidiano de muitos pais e filhos. Só no 3º ciclo, a partir dos 13 anos, é que vão sozinhos para casa.
            Haverá muitos casos diferentes. Com o que sei, limitei-me a responder à pergunta – por que é que os alunos do 1º e do 2º ciclo precisam de levar um telemóvel para a escola.

        • MLopes says:

          não, o normal não é partir dos 7 anos tenham um telemóvel.
          o que é recomendado, quase por unanimidade na comunidade científica, é muito diferente do que referes.
          vai estudar um pouco o assunto antes de fazeres afirmações desse tipo que só induzem as pessoas em erro

          • Max says:

            Sei, exatamente, o que digo sobre levar e trazer os filhos da escola no 1º e 2º ciclo, durante 6 anos, e a importância que têm os telemóveis, a partir dos 7 anos de idade, para os contactar.
            Isso que referes, do que diz a comunidade científica, é sobre o uso na escola de dispositivos móveis com internet, com acesso às redes sociais – nada tem a ver com o uso de um telefone para comunicação entre pais e filhos.
            Por isso, o meu primeiro comentário foi para ninguém ser induzido em erro – o que foi proibido nas escolas foi os smartphones com internet.
            Há é quem não perceba a diferença nem tenha levado e trazido filhos à escola. E sempre pensou que, quando se falava de telemóveis nas escolas era o mesmo que smartphones. Agora ficou a nadar em seco porque foram proibidos os smartphones mas não os “dumb phones”.

      • MLopes says:

        excelente pergunta

  3. says:

    De uma forma geral, a medida parece-me equilibrada. Não é muito diferente do que se praticava na escola do meu puto quando ele lá andou. No 1º ciclo acho que a questão nem se coloca, sinceramente. Sempre tive na ideia dar um tlm ao puto quando fosse para o 2º ciclo. Acabou por ser antes, mais por causa do covid e levou telemóvel para a escola nas últimas semanas do 1º ciclo, estando a escola informada que já tinha. E claro, explicámos que ter um tlm é também uma responsabilidade e tem regras. E que na escola não era para usar, só mesmo para emergências e/ou com autorização da professora. E cumpriu.
    No segundo ciclo, a escola não permitia o uso de smartphone nas aulas (a não ser com indicação dos professores) e durante os intervalos apenas era permitido o uso dos telemóveis no intervalo grande da manhã ou da tarde. Era logo das primeiras coisas que comunicavam aos putos e aos pais. E de uma forma geral, cumpriam. Claro que haviam aqui e ali abusos, e sempre que isso ocorria, passavam a ter de entregar o tlm à entrada da escola e a levantar ao fim do dia. Simples e quase toda a gente cumpria. Haviam bom senso por parte da escola e da maioria dos pais. Acho que agora irão haver mais ferramentas para “proteger” as escolas para que estas possam implementar as medidas. Ainda não li o diploma, mas espero que também estejam previstas medidas “corretivas” junto dos putos e dos pais, nomeadamente multas!
    Agora, esta medida de nada serve sem “ajuda” dos pais.

    • B@rão Vermelho says:

      A esposa de um colega de trabalho, trabalha numa escola primária, e uma das aluna que lá andava tinha diabetes, e tinham de medir os níveis de açúcar no sangue várias vezes ao dia, os país da aluna comprara um tlf para a esposa do meu colega para poder comunicar alguma urgência, não era a criança que tinha o tlf.

      • says:

        Cada caso é um caso e há situações de exceção. Por exemplo, se a criança tiver pais separados e for um levar e outro buscar ou se vão alternadamente, se calhar dá jeito ter um telemóvel. Também em situações de saúde (como esse da medição dos níveis de açúcar no sangue) até acho que a partir de uma determinada idade (depende muito da “maturidade” de cada criança e do contexto) até acho bem que se entregue o equipamento à criança (sempre com supervisão parental e eventualmente da escola, claro) para que seja a própria criança a ter o hábito de controlar os seus parâmetros. A medição pode ser feita diretamente no telemóvel, ficando com um registo temporal e, em certos casos, esse registo também está sempre disponível online para o médico.
        A questão de comprarem um telefone para a professora não faz muito sentido. As escolas têm telefone e em qualquer altura fazem uma chamada. Mas mais uma vez, cada caso, é um caso. Na escola do meu puto era assim no 1º ciclo e no 2º ciclo, mesmo os putos podendo levar tlm para a escola, se precisassem de ligar aos pais tinham de ir pedir aos funcionários.
        Agora, todas estas medidas valem o que valem. Se os putos depois em casa não tiverem supervisão e limites, não vai mudar grande coisa. A haver medidas deviam ser direcionadas aos pais e não às crianças.

  4. Profeta says:

    Tem de arranjar cacifos para todos esses alunos.

  5. B@tm@n says:

    Os 3310 já eram um distração. Imagino os Smartphones nas escolas…

  6. LA says:

    É lamentável, mas os miúdos agora, quase que já nem falam, uns com outros, sem utilizarem o telemóvel.
    Mas os mais velhos também não são muito diferentes, dos miúdos.

  7. carai says:

    Peca apenas por ser tardia, vamos ter muitos alunos a ressacar agora no regresso às aulas, já que passaram as férias todas frente ao ecrã. Menos de 16 anos devia ser proibido ter telemóvel.

    • B@rão Vermelho says:

      Ou então vão os pais ajudar no “contrabando” dos mesmo ajudando os filhos a esconder o tlf para não serem apanhados, infelizmente é o tipo de pais que temos hoje em dia, felizmente ainda há exceções.

      • says:

        Lembro-me de um programa alimentar que foi lançado em algumas escolas do reino unido. Introduzir comida mais saudável e hábitos melhores e por aí… Certa vez apanharam um bando de mães a atirar hamburgers por cima do muro para os putos que não queria comer vegetais.

  8. sapoide says:

    Nem sabia que na 4ª classe podiam usar telemoveis. Ao que isto chegou LOLOL

  9. Rui says:

    Muito bem. Como nem os pais nem as escolas têm coragem de dizer não, exigem ao estado que seja ele a mandar nas crianças.

    • PAULO PEDROSO says:

      exato… o problema e a educação deveria ser corrigido em casa, uma criaça de 6 ou 7 anos não trabalha, logo os telemoveis são dados pelos proprios pais.

  10. MLopes says:

    o problema base nem é os telemóveis nas escolas, é as crianças terem telemóveis!
    dentro ou fora das escolas. mas as pessoas não entendem, não estudam, não lêem, não se informam e depois vemos crianças com telemóveis por todo o lado com os pais a darem o exemplo utilizando-os à mesas, quando estão a falar com os filhos, em vez de estarem a falar e a brincar com os filhos, etc

    • Max says:

      Tens que começar a distinguir entre telemóvel sem acesso à internet e smartphone com acesso à internet. São estes -e só estes – que foram proibidos nas escolas.

  11. RC says:

    Que medida idiota, não é os telemóveis que se têm de proibir mas sim o MAU USO dos mesmos. Vamos agora banir os carros porque existem acidentes e pessoas que estacionam mal? O problema não é a ferramenta mas sim como se usa. Quando um aluno se porta mal não se bane o aluno de ter aulas e sim pune-se de alguma forma.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.