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8 razões pelas quais deve apostar num computador fixo em vez de um portátil

                                    
                                

Autor: Rui Jorge


  1. Luis Henrique Silva says:

    O ponto 6 não concordo muito, os fixos fazem mais barulho se usarem ventoinhas, pois são maiores e tudo, agora se usar arrefecimento de água, ou for um pc dos minis, ai pode ser outra coisa, agora pc gaming e edição de videos, vai fazer um barulhão então no verão…..

    Agora, sempre mais gostei dos fixos, por serem mais potentes, por se poder trocar de componente.
    em contrapartida, gasta mais energia e bufa calor no verão até dizer não….

    Os portáteis são bons pela portabilidade, só mesmo, porque de resto….esquece…..

    • iMF says:

      Depende das ventoinhas que uses..
      A noctua tem boas ventoinhas silenciosas, claro que tens de ter mais ventoinhas.
      Tens de tocar o teu cooler do CPU por um aftermarket gigante mas sitencioso.

    • Bruno Galvão says:

      Discordo completamente de ti. Tenho um pc gaming e ruido não existe. Tudo depende do material. Tenho um dissipador Noctua, praticamente inaudível. Em alguns jogos nem sequer acelera mas quando acelera o ruído que emite incomoda menos que um portátil. Incomoda mais o barulho dos SSD.

  2. AlexS says:

    Portátil:
    – Podes levar para a varanda e qualquer divisão da casa.
    – Podes levar para férias
    – Podes levar para algum trabalho
    – Não há vantagens de performance dos fixos a não ser em trabalhos com tecnologias específicas como render 3D, encoding pesado.
    – Se faltar electricidade temporáriamente – agora é um risco cada vez mais presente – o portátil permite guardar o que está a fazer e mesmo utilizar durante algum tempo.

    • iMF says:

      Basicamente 50 coisas que disses te mas no fundo traduz se em 2.

      Portabilidade (daí o nome de portátil)

      Bateria – que consegues o mesmo com uma UPS para falhas momentâneas de energia, o que depende da região se for preciso nem um 1 vez ao ano acontece.
      E quando acontece provavelmente nem estas no PC

      • AlexS says:

        O valor da Portabilidade depende das 50 ou 100 coisas que podes fazer com ela. Não é um valor binário. É escalar.

        Uma UPS custa dinheiro tirando vantagems de custos do fixo.

        • iMF says:

          Uma UPS dura te uma vida, só tens de substituir as baterias, que são bem mais baratas que a de um portátil e mais duradouras.

          Um portátil é isso mesmo, um portátil….
          Tem a vantagem de ser portátil só isso.

          Dá para usar em todo o lado, se fores freelancer e podes trabalhar em qualquer lugar, perfeito.. não há que enganar na tua escolha.

          Agora se um um gamer, ou fazes teletrabalho e não saia de casa, faz um torre.
          Porque um portátil em 2 mão serve para tudo o resto.
          Ou vais de férias para jogar?
          Mas tu levas o teu portátil pessoal para o trabalho?? Algo está errado

          • JC says:

            Se trabalhares na Altice tens mesmo de levar o teu portátil 🙁

          • Horário Benfica says:

            Não sei que portatéis usam mas o meu, que já fez um ano, não dá problemas..
            i9-11950H
            64 GB RAM
            1x NVME 4
            2x NVME 3
            RTX A2000
            O resto não é importante, a bateria dura o que dura mas tenho garantia de 3 anos base.
            Portas? Hubs por USB C. Barulho? Nada fora do normal quando estou a fazer um decoding ocasional.
            Preço? Cada um sabe quanto quer gastar, seja portátil ou fixo.

          • Sabe-se lá says:

            64 gb RAM??? Em portátil? Facilmente passa os 2k, digo eu…
            Mas sem entrar mais na questão preço, portátil potente assim, só se for para trabalhar ” na empresa E em qualquer lugar”. Porque se for só na empresa ou só em casa, fixo

          • Horário Benfica says:

            Sabe-se lá – o portátil é configurável e de base não tem esta configuração, comprei separadamente 2 NVME mas as slots só dão para NVME 2, os 3 são de 1 TB, a memória RAM foi escolhida em 2x32GB para posteriormente fazer upgrade. O uso? Virtualização, entre outras coisas, embora no CPU existia na altura um AMD de PC fixo que encontrei uma marca que tinha no portátil mas estava sempre com a ventoinha no máximo, ao ponto que nem um video conseguias ouvir (mandei de volta).
            Specs do AMD:
            1 x AMD Ryzen 9 3950X (16 cores, 32 threads, 64 cache L3)

            No dia a dia consigo fazer tudo o que preciso sem ser de trabalho no telemóvel ou tablet (Chromebook).

  3. André says:

    O ponto 1 e 2 sou um bocado a mesma coisa.

    Podiam resumir em performance/preço

  4. Tiago Pino says:

    querem fazer uma gaming lan com os amigos, levam o portatil para casa deles e ja ta. Desktop? Não saem do mesmo sitio, nem da para ver um filme na cama ou sofa. Mau demais. Desktop so ocupa espaco

  5. SANDOKAN 1513 says:

    Eu gostava de ter um PC Portátil mas quem me tira o meu PC Desktop tira-me tudo.Não há igual. 🙂

  6. BitBit says:

    Aqui por casa têm bastante saída os PC “mochila” do monitor (mini-PCs aparafusados por trás do monitor).
    Pode-se dizer que não ocupam espaço nenhum.

  7. ERUS says:

    Tudo muito giro, mas estamos na era da mobilidade e compacto, logo desktop’s já não são o que eram há umas décadas atrás.

    Apostar em desktop’s hoje em dia só para coisas muito especificas de resto laptop all the way.

    • Vitolas says:

      Por essa ordem de ideias e, para a generalidade das pessoas o caminho a seguir seria o dos tablets e não dos laptops, até porque, hoje em dia a possibilidade de upgrade de um tablet ou laptop é quase igual.

      • FAR says:

        Essa lógica não me faz muito sentido. Num portátil é possível fazer tudo o que é possível de se fazer num PC com o mesmo grau de eficiência e plataforma. Num tablet não.

        • Bruno Galvão says:

          Não concordo. O portátil está sempre limitado pelo tamanho, logo milagres não existem quanto à capacidade dos componentes. Não consegues miniaturizar tudo. O meu pc é uma grande máquina no entanto super silencioso, mesmo em jogos com grandes resoluções por vezes as ventoinhas nem aceleram e as da gráfica nem sequer ligam. Ouço bem mais os SSD´s que o sistema de arrefecimento.

          São objetos para necessidades diferentes.

    • demo says:

      Mas tambem estamos na era do teletrabalho… importancia da mobilidade é menor…

  8. Samuel MGor says:

    Eu passei de um portátil barulhento e quente para um desktop silencioso (80% do tempo) e potente. Mais uma coisa o portátil aquecia mesmo com uma base refrigeradora a funcionar e quando navegava na internet ele permanecia quente (se ficasse mais quente entrava em chamas). Já perdi o numero de vezes em que quase me queimei.

  9. Profeta says:

    Argumentos muito fraquinhos para deitar abaixo o uso dos portateis. Toda a gente sabe que um portatil tem as suas vantagens, desvantagens que existam serao minimas. So o argumento dos “portateis sao geralmente mais caros” deixa a desejar. Tambem ha desktops caros. E isso acaba por ser irrelevante se a pessoa precisar de um portatil ou desktop vai sempre gastar dinheiro na mesma.

    • Vítor M. says:

      Enquadra isso do facto do novo paradigma do trabalho remoto. Tira grande parte da percentagem de mobilidade e percebe as vantagens e desvantagens. Não penses como antigamente.

      • FAR says:

        Ora nem mais. O novo paradigma é, maioritariamente, híbrido e é por essa mesma razão que um portátil é essencial – tnato dá para trabalhar em casa como levar para o escritório, sem a necessidade de se ter 2 equipamentos, um em cada sítio.

        • Vítor M. says:

          Não é, acredita que para muitas pessoas não é. Para mim não tenho dúvidas que um portátil é o melhor compromisso. Mas para muitas pessoas, a grande maioria, não é. Elas nunca vão usar mais do que a sua secretária e o computador ali colocado. E para muitos desses um portátil é o pior dos dois compromissos. Até porque grande parte da sua vida sempre tiverem desktops.

      • Daniel says:

        Trabalho remoto, para mim, é igual a:
        – trabalhar na minha secretária de trabalho
        – trabalhar na varanda
        – trabalhar no sofá
        – trabalhar no móvel da sala onde consigo estar de pé
        Portabilidade não quer dizer apenas meter na mochila e levar para o escritório. Mas na verdade trabalho remote é também poderes estar num café, co-working space, casa dos pais, no algarve, no escritório..
        A percentagem de mobilidade em trabalho remoto é provavelmente muito superior à de trabalho em escritório.

  10. Joao Ptt says:

    Dificilmente alguém com PCs fixos tem uma UPS que realmente vá manter o PC a funcionar durante tanto tempo como a bateria de um portátil.
    Pelo menos nunca vi ninguém com UPS que realmente pudesse durar mais que uns minutos… e isto se a bateria estiver boa… o que também é duvidoso! Em especial porque nos modelos que tenho visto ao longo dos anos não têm ventoinha e o transformador cria um calor infernal no interior do compartimento o que obviamente afecta o tempo de vida útil da bateria que tende a ser de 3 a 5 anos dependendo da bateria… mas isto é em condições ideais de funcionamento. Depois duvido que muita gente mude a bateria, e se mudar provavelmente não vai ser por uma própria para a finalidade de UPS, que permite descargas profundas sem afectar o seu desempenho durante o período de garantia, lá para o número de ciclos previstos.
    Quem trabalha em grandes empresas tem uma maior probabilidade de ter sistemas de UPS que realmente duram mais que uns minutos… fora disso só se for pessoas que vivem em zonas com cortes constantes e prolongados que talvez tenham UPS melhorzinha.

  11. D says:

    Ao meu ver é ridiculo estarmos ainda a discutir desktop e laptops, quando levamos no bolso “poderosas maquinas”, que as vezes custam muito mais que ambos. Fazendo uso dos lapdocks ou mesmo dos monitores, fazer um upgrade seria mais pratico. Quanto à portabilidade, no comments.

  12. says:

    E mais importante de todos.. as torres não avariam, duram e duram !!!

  13. marco says:

    Tenho um desktop e um portátil.
    Utilizo o portátil só mesmo quando necessário fora de casa (por isso mesmo é um velhinho i3 da primeira geração, 4gb ram, ssd 256. Gpu 1gb).
    O desktop é o meu de eleição não troco por nada.
    Têm 11 meses de vida e uma máquina de guerra ci7 11700k, 32gb ram, 512 nvme, RTX 3060 TI, HD 1T, monitor 27″.
    Tudo depende do intuito da sua utilização.

  14. ThornC says:

    Necessidades diferentes requerem soluções diferentes… de certeza que se podem arranjar 8 razões para apostar num portátil….

  15. JR says:

    Sou a favor de um portátil mediano (i5/r5) com um GPU dedicado. Rato/Teclado e monitor vêm incluídos (há sempre a possibilidade de usar outros como no fixo), gastos energéticos 5 a 10x mais baixos, bateria incluída. Actualizável é um ponto muito discutível, quem tem i7/9 ou amd equivalente normalmente actualiza tudo ou se o problema for o GPU, existem soluções externas ou uma consola ‍♂️

  16. Sergio says:

    Com a adesão em massa do teletrabalho é um assunto interessante de se trazer.

  17. gambuzino says:

    +1 Bem visto

  18. Joao Silva says:

    Ryzen 7 5800x, 64 RAM, RTX 3080TI, 2 discos 1 T nvme entre outros specs… Nunca na vida trocaria por um portatil!
    Para trabalho, uso o PC da empresa! Serve para tudo…
    Televisão? Tem Netflix e amazon prime, facilmente ligas a tua conta lá e siga! “Ah mas eu nao tenho subscrição nessas plataformas” Cabo HDMI 15 metros resolve o problema de ligar o Desktop à televisão 😀
    Ver “coisitas” como videos, foruns etc já se vem muito bem no telemóvel. Acho que um portátil neste momento é só e exclusivamente para trabalho, nada mais.

  19. IKAROS says:

    Na minha opinião compromisso é que está o ganho. Um portátil ligado a um monitor + teclado + rato externos.
    Fixo quando se trabalha de casa, portátil quando se sai de casa.
    Usei um MacBook Pro i7 nesta configuração 9 anos e foi muito bom. A única parte má: Era um portátil muito bulhento.

    • Vítor M. says:

      POV: Concordo contigo, mas, na verdade, 90% das pessoas que passaram a trabalhar em casa, grande parte delas trabalharam dezenas de anos no mesmo gabinete/escritório, nem sentem falta o computador forra da hora de trabalho.

      • IKAROS says:

        Não acredito nesses 90%. Não têm computador mas têm tablets e telemóveis. Aqui por casa o velhinho iPad Air 2 anda sempre de mão em mão: O pai lê as notícias ao pequeno almoço, o miúdo vê desenhos animados e joga, a mãe vê Facebooks e afins.

  20. LUISSM says:

    Não me imagino sem a Workstation PC, o meu Desktop!!!

    Montado por mim, onde vou fazendo upgrade sempre que necessito, por uma fração do que necessitaria para um portátil, que normalmente teria de substituir a máquina completa.

    Este CPU, apenas mantém a caixa do primeiro por ser muito boa, o resto já foi tudo substituído. Quanto ao ruido é como o Vitor diz, a minha gráfica é fanless e a fonte é Zalman de baixo dB.

    Há uns meses avariou o cooler original do processador Intel. Retirei-o e apliquei um NOX Hummer H-212. Resolvi o problema e até ficou mais silencioso.

    Está ligado a dois monitores, um de 32” e outro de 24”. Um bom rato e teclado, que há de ser mecânico retro iluminado quando encontrar o que quero.

    Monitores de estúdio, placa de som externa… e ligado ao router via cabo Ethernet para usufruir da velocidade máxima disponibilizada.

    Quanto ao meu portátil, está guardado. Qualquer dia vai para os classificados. Raramente o ligo e está a desvalorizar. Antes, ainda o utilizava para ler no quarto, mas depois que comprei um tablet ficou mesmo encostado.

    Sem dúvida, no escritório nada como um desktop.

    • Bruno Galvão says:

      Completamente de acordo.

      Usas os monitores como colunas normais? E a equalização?

      Tenho 2 bestas yamaha hs8, para a guitarra. Estava a pensar em utiliza-las também como colunas do dia a dia mas tenho dúvidas quanto à equialização.

      • LUISSM says:

        Tenho duas KRK Rokit 5 ligadas a uma placa de som Focusrite Saffire PRO 14.
        A equalização fazes no DAW ou do Player que estejas a utilizar. Para ouvir música utilizo o MusicBee e lá defines a equalização que pretendes.

        Essas HS8 devem ser maravilhosas 🙂 mas como dizes, umas “bestas” para ter em cima da secretária, e a minha tem 200 x 90 Cm.

        Ao utilizares essas HS8 para o dia a dia, tens de ter atenção de que são monitores de estúdio, Nearfield, muito precisas e sem grandes brilhos, graves ou agudos, são “flat & accurate”. Embora essas são as mais expressivas da gama, tem Woofer de 8″ (75 W) e um Tweeter de 1″ (45 W).

        Tb tem de estar devidamente posicionadas, não podem ser colocadas de costas para uma parede. Atras de ti tem de haver alguma espuma de absorção acústica, para não haver retorno :). Mas isto tudo para trabalhar em produção e masterização 😉 Para ouvir música só não é necessário tanto cuidado.

        O maior problema de utilizar estes equipamentos para o dia a dia é o consumo de energia. Tenta medir o consumo que vais ter uma surpresa. Eu para o dia a dia, tenho umas pequeninas do tipo satélite só para os sons do windows e pouco mais. Os monitores ligo quando quero ouvir música, utilizar VST’S no piano ou criar algo com o Ableton.

        Só uma dica, para ligares esses monitores ao PC tens de utilizar um DAC. Não funcionam ligadas às placas de som internas do PC, gera muito ruido.

        Se for só para ligar ao PC e ouvir música, sem ser necessário ligar instrumentos ou microfones, qualquer DAC barato funciona. Eu tenho um que mandei vir da china 192KHz que está ligado à saída SPDIF (ótica) do PC e acredita que não noto diferença nenhuma entre o som via Focusrite Saffire e este DAC que me custou 7,28€ no Ali.

        Para ligar instrumentos, microfones, ou produzir com um DAW, tem de ser uma placa de som dedicada.

        • Bruno Galvão says:

          Já me estas a ajudar bastante…

          Sim são mesmo umas bestas, não me cabem na mesa, estão onde der mais jeito ou a necessidade do momento.

          Tenho um Focusrite Scarlett 2i2 (2nd Gen) que foi onde já experimentei ligar os monitores ao pc mas fazem imenso ruído. Penso que seja o ruido dos SSD.
          Já fiz pesquisas e mais pesquisas e ainda não encontrei solução. Acabei por colocar os monitores só mesmo para a guitarra. Gostava de as ligar ao guitar rig e softwares do gênero mas para o fazer tenho de esquecer o ruído o que não é nada fácil.
          Se tivesse a certeza que um dac com entrada ótica resolvia o assunto comprava um mas como não tenho a certeza…

          Também dou uns toques no piano mas nunca me lembrei de as testar nele.

          Muito obrigado pelo teu comentário.

          • LUISSM says:

            É muito estranho isso. Essa placa é na sua essência um DAC com pré-amp. E a Focusrite é famosa pelos excelente pré-amplificadores de entrada.

            Muitas vezes o problema de ruido que acontece com placas externas ou DAC’s tem a ver com a fonte de alimentação, quando alimentadas pela fonte do PC. Este meu DAC de 196KHz que comprei no Ali, é alimentado via entrada micro usb, E se o alimentar com um cabo USB-A/Micro-USB ligado a uma saída USB-A do PC, tenho montes de ruido.

            Optei por alimenta-lo com um carregador de telemóvel tradicional de 5V/800mA que chega e sobra. Desta forma, sem sinal, o som é apenas o tradicional “sopro” dos amplificadores dos monitores.

            O problema das Scarlett 2i2 é que apenas são alimentadas pela entrada USB, por onde entra o sinal, não tem outra forma de serem alimentadas. A minha Saffire Pro 14 tem a opção de ser alimentada via fonte de alimentação externa. Embora no meu caso não estou a utilizar. Como a comunicação com o PC é feita via FireWire e eu tive de instalar uma placa FireWire dedicada na máquina, a alimentação também vem dai. Possivelmente a placa já tenha alguma filtragem.

            Se entendes algo de eletrónica, sugiro que construas um cabo usb que separe o sinal de dados da energia. Afinal o cabo USB dessa placa é um cabo USB-A/USB-B, tradicionais cabos de impressora e fácil de trabalhar. Fica um cabo com uma ficha USB-B que liga à placa e na outra ponta duas fichas USB-A uma apenas com as ligações do meio (dados) e a outra com apenas as ligações das pontas (energia). Assim, ligas a ficha dos dados ao pc e a de energia a um carregador qualquer de smartphone de 5V. 🙂

            Nem sei se existem cabos destes à venda.

  21. super says:

    Mto provavelmente nem desktop, nem portátil!
    As capacidades dos smartphones é tal que esses sim serão (são?) a alternativa aos outros dois. Gaming em smartphone já não é novidade, com a ajuda dos serviços (gaming) cloud até um smartphone mediano serve. Office em smartphone tb não é novidade. A tendência nos smartphones tem sido aumentar em tamanho (ecrã – foldable), aumentar em capacidade de processamento, memória, baterias, e até na interligação a periféricos full size de desktop (ecrã, teclado, impressora, etc.). Se essa tendência continuar, não vão ser os desktops ou portáteis a opção… mas talvez os smartphones.

    • Sabe-se lá says:

      E depois cais da cama e acordas, não é?
      O desempenho de um portátil não é igual a um fixo, e um telemóvel ainda menos!
      Quando tiveres um telemóvel ao nível de um fixo topo de hoje, nessa altura vais ter um “PC da NASA” em casa… E terás um “raspberry pi” ao nivel de um pc médio de hoje…

  22. Bruno Galvão says:

    Estão a comparar o incomparável. Produtos completamente diferentes para necessidades diferentes.
    Um não substitui o outro mas pessoalmente sou mais da velha guarda. Desktop forever. Nada como olhar para uma bela caixa, com um cooler gigantesco e uma gráfica que pesa uma tonelada.

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