Os denominados Party Games continuam na moda e, seja no calor do Verão ou no frio do Inverno, há sempre espaço para estes jogos divertidos que juntam amigos e/ou família em momentos de lazer e diversão.
Recentemente a Ravenscourt em sintonia com a Voxler revelaram Let’s Sing 2017… e já em 2016.
Os últimos tempos têm sido pródigos no que respeita a novidades do próximo grande hit da Square Enix, Deus Ex: Mankind Divided.
Tal como o Pplware aqui revelou, temos pela frente um jogo que promete muita acção e, acima de tudo, muita introspecção acerca de um assunto muito actual, Human Augmentation.
Recentemente foi divulgado o trailer televisivo de Deus Ex: Mankind Divided.
Numa geração tão prolifera em remasterizações, surge esta edição “definitiva” de Dead Island, um FPS (first person shooter) com mecânicas de RPG (role playing game), desenvolvido pela Techland e que ficou mais célebre pelo seu fantástico trailer de revelação do que propriamente por qualquer outra característica enquanto videojogo.
Mas quão definitiva é esta versão? É sem dúvida nenhuma, uma definitiva oportunidade perdida! Quaisquer possíveis melhoramentos a problemas técnicos e de jogabilidade dos originais foram completamente ignorados nesta versão, sendo a única novidade a utilização do motor de jogo de Dying Light, o sucessor espiritual de Dead Island.
Esta edição para além do original e da expansão, Dead Island: Riptide (ver análise do Pplware aqui), também traz um novo jogo em 2D, Dead Island: Retro Revenge, inspirado nos clássicos beat ‘em up do passado, como o Golden Axe ou Double Dragon, onde desancar em zombies é o prato do dia.