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Relatório confirma envolvimento da Rússia nas eleições dos EUA

FBI, NSA e CIA assinaram um relatório público, datado de dia 6 de Janeiro de 2017, que revela, com alguns detalhes, envolvimentos da Rússia nas eleições presidenciais dos Estados Unidos, que tiveram como desfecho a vitória de Donald Trump.

As suspeitas de que a Rússia teria “hackeado” as eleições, sob o comando de Vladimir Putin, para descredibilizar Hillary Clinton durante a campanha, passam assim a certezas.

Relatório confirma envolvimento da Rússia nas eleições dos EUA


Administração Obama afirma que Putin terá ordenado ciberataque

As eleições norte-americanas, mesmo depois de decididas nas urnas, estão a ser palco de guerras e de acusações por parte dos vencedores e dos vencidos.

A Administração Obama afirma agora ter provas de que foi Vladimir Putin a orquestrar os ataques que vieram a ser fundamentais para a vitória de Donald Trump.

Putin


CIA conclui que Trump ganhou as eleições com ajuda da Rússia

As eleições nos Estados Unidos foram tudo menos consensuais. Aliás, ainda hoje vemos notícias sobre algumas hipotéticas irregularidades, o processo não foi nem está a ser pacífico.

Como chegámos a referir, há uma corrente de investigadores que acredita que a vitória de Trump se deveu a um trabalho de manipulação de consciência através das redes sociais. Outros sempre referiram que houve mão dos russos nos resultados que fizeram Donald Trump o próximo presidente dos Estados Unidos. A CIA, agora, vem confirmar todas essas suspeitas.

CIA conclui que Trump ganhou as eleições com ajuda da Rússia

 


O Facebook pode ter ajudado Trump a ganhar as eleições

O mundo ainda está a recuperar de um cenário que a comunicação social nos vendeu como desastroso, isto é, o cenário em que Donald Trump seria eleito o 45º Presidente dos Estados Unidos.

Na realidade, quem perdeu, de forma transversal, foram os canais de comunicação social especializados em política, isto porque “venderam” a ideia que o mau era Donald Trump e a menos má seria Hillary Clinton. Isto é, os órgãos de comunicação acreditam ter o poder de fazer pender a votação para o lado do seu “protegido”. Mas desta vez correu mal. O Facebook parece que ganhou.

O Facebook pode ter ajudado Trump a ganhar as eleições