Quantcast
PplWare Mobile

Tags: raios X

Cientistas captaram o som de um buraco negro a devorar uma estrela

Nos últimos anos, a tecnologia tem permitido conhecer determinados sons produzidos em Marte, no Sol e até durante as viagens espaciais. Sabemos mais sobre determinados ambientes através dos ruídos produzidos, do silvar dos ventos noutros mundos e conseguimos agora “ouvir” o som de um buraco negro a devorar uma estrela. As técnicas para a captação, por vezes, estão debaixo do nosso nariz, ou melhor, penduradas de nariz para baixo.

O som emitido por um buraco negro foi divulgado pelos cientistas do MIT, como parte de uma investigação sobre binários de raios X de baixa massa (e candidatos) para assinaturas de reverberação.

Ilustração de um buraco negro a devorar uma estrela e o som que produz


Cientistas dizem ter encontrado o primeiro planeta fora da nossa galáxia

A cada passo são descobertos novos exoplanetas na nossa galáxia e outros elementos que até ali eram desconhecidos. Aliás, o primeiro exoplaneta foi detetado em 1992 e, desde aí, milhares de outros foram já analisados pelos cientistas. Assim, estes estimam que a Via Láctea conte com cerca de 40 mil milhões de mundos.

Apesar de se encontrar a uma distância absurda da Terra, uma equipa de cientistas diz ter encontrado o primeiro planeta fora da nossa galáxia.


NASA e ESA descobrem buraco negro assustador que devora 12 luas por dia

Foi descoberto um monstruoso buraco negro supermassivo no centro de uma galáxia. Segundo uma equipa de astrónomos da NASA e da ESA, os dados agora revelado indicam que o buraco negro consome grandes quantidades de material aquecido a cada nove horas. Um buraco negro é uma região do espaço da qual nada, nem mesmo partículas que se movem à velocidade da luz, podem escapar.

Nesse sentido, este é um novo comportamento de um buraco negro supermassivo que nunca tinha sido detetado antes pelos cientistas.


NASA detetou um misterioso clarão verde no espaço mas desconhece a origem

A NASA captou explosões de luz de cor azul e verde brilhante no espaço. Conforme refere no seu comunicado estes pontos de luz, que desapareceram poucos dias após serem detetados, são como fonte de raios-X ultraluminosos (ULX).

Este fenómeno ocorreu durante a observação da galáxia NGC 6946, conhecida também como galáxia dos fogos de artifício.

Imagem da NASA que mostra luz visível da galáxia Fireworks (NGC 6946)


Da lâmpada que nos dá luz, à estrela que não conseguimos ver!

Por Daniel Filipe Bento para o Pplware!

Na vida quotidiana estão continuamente a acontecer fenómenos, alguns dos quais reparamos, outros que não sabemos que existem, e que estão caracterizados das mais diversas formas.

Neste artigo, gostaria de referir um conjunto de fenómenos em especial:  os ópticos.

Estes fenómenos estão presentes em todo o lado, mesmo quando não há luz. As suas consequências são inúmeras, sendo fulcrais para o desenvolvimento das ciências e da Física, em particular.

the8.2_verylargetelescopemainmirrors