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NASA e ESA descobrem buraco negro assustador que devora 12 luas por dia


Imagem: NASA

Fonte: NASA

Autor: Vítor M.


  1. Regis says:

    A obesidade é um problema universal!!! 🙂

  2. Small tre says:

    Engraçado que foram observadas coisas a 250 milhões de anos-luz da Terra, que é o mesmo que dizer que se viram coisas que já aconteceram há 250 milhões de anos atrás. Sabe-se lá o que é hoje esse tal buraco negro.

    • gui says:

      250 milhões de anos luz convertidos em quilometros terrestres, resulta uma distância tão absurdamente grande, que eu duvido que haja instrumentos óticos capazes de observar qualquer coisa e ainda descrever do que se trata e o que essa coisa come e com qual frequência, ressalvado o fato de se isso fosse possível, estaria num passado mais próximo do suposto bigbang.

      • Wishmaster says:

        De facto, 250 milhões de anos à velocidade da luz é algo difícil de representar para a nossa mente. Mas ainda assim fica bem longe da idade do Universo 😉 que se estima será entre 12 e 15 biliões de anos, salvo erro.

        • gui says:

          Caro Wishmaster – Sobre a idade do Universo que se ESTIMA entre 12 e 15 biliões de anos, eu não posso chamar isso de ‘estimativa’, cujo significado nos leva a um ‘cálculo aproximado’. Como é que se pode ter um ‘cálculo aproximado’, baseado na Teoria do BigBang, que na realidade é mais uma hipótese polêmica e cheia de questionamentos não esclarecidos?

  3. gui says:

    Nasa e Esa, declarando um casamento ‘espacial’? Que bonitinhos não? Como a distância até o buraco é de apenas 250 milhões de anos luz, eles podem fazer um acordo. A Nasa fica com o buraco e a Esa fornece a comida.

  4. Raul says:

    Supostamente se a distância é de 250 milhões de anos luz, isto que os cientistas estão a ver já não aconteceu à milhões de anos?

  5. N1ldo says:

    Porquê eu não acredito nessas medidas astronômicas?

  6. Duarte says:

    O único comentário sensato e sapiente foi o do Small tre.
    Efetivamente, quando contemplamos o cosmos, estamos a olhar para o passado, visto que a luz ao chegar informa-nos dos acontecimentos ocorridos nesse passado remoto ( neste caso 250 milhões de anos ).
    Como exemplo, a luz do nosso Sol demora cerca de 8 minutos a chegar á Terra. Sendo assim, essa mesma luz que vemos diariamente é luz do passado ( 8 minutos ).
    Imagine-se o Sol Como uma lâmpada: Se essa lâmpada apagasse, ainda assim teríamos mais 8 minutos de luz e de vida.

  7. Exodvz says:

    A cada semana lá vem mais uma descoberta. Se não são duas galáxias a colidirem, é um cometa que passa rente a Terra ou que astrónomos detetam vapor de água num planeta potencialmente habitável. No próximo ano devem vir aliens provavelmente

  8. falcaobranco says:

    Bebem umas fresquinhas…metem-se a olhar para os telescópios … dá nisto… descobrem em dezembro de 2018 e só agora divulgam ao mundo… oh pah… deixem-se disso e seja realistas… e não abafem o mundo com estas noticias e dêem as verdadeiras ao mundo…

  9. Luís Martins says:

    Nós por cá não precisamos de 250 milhões de anos para observar e medir o nosso buraco negro super massivo criado pelos políticos e governantes do pós 25 de abril de 74. Mas como o povo Tuga adora buracos e mais buracos de todas as cores e feitos continua a votar nos criadores de buracos .

    • A. Matos says:

      Sim portugal antes de 74 era uma maravilha, moderno, ensino para todos, saúde Às mil maravilhas, etc,. De lá para cá é só regressão.

      • Alexandre says:

        O que tem a ver com a matéria?

      • Luís Martins says:

        Estamos a falar de buracos e não de ditaduras percebeste caro A.Martos? no meu caso estou a falar de buracos financeiros que arrazam tudo e mais alguma coisa. Estou a falar do presente e não do século passado ou do que se passou há 250 milhões de anos como neste buraco negro descrito neste artigo.

      • Wishmaster says:

        Atenção que a analogia do Luís Martins, apesar de off topic, não é tão descabida assim. Apenas comparou a quantidade massiva de matéria consumida pelo buraco negro (uma quantidade mesmo astronómica, mesmo para o que estavam habituados a observar no Espaço visível) com a gestão de dinheiros públicos em Portugal.
        Se é verdade que o saber não ocupa lugar, também é verdade que é com estes “buracos” que mais temos de nos preocupar e pedir que sejam apuradas responsabilidades.
        O comentário do Luís Martins é uma crítica à passividade dos portugueses, o tal povo de “brandos costumes”.
        E criticar os políticos pós-74 não significa que defenda o regime anterior, que diga que era melhor. É precisamente estes que merecem crítica porque há liberdade. O anterior, pela sua própria natureza, é já por si criticável, temos é que criticar os políticos da democracia que se favorecem interesses, próprios ou alheios.

  10. Martins says:

    Vários problemas resolvidos. Vamos para um local no espaço onde seja possível vermos os nossos antepassados, ou seja tudo o que se passou antes de nós. A velocidade do pensamento não tem limites.
    Já sabemos muito mas ainda muito pouco em termos do Universo e do nosso sistema solar.

  11. Wishmaster says:

    Não interessa se foi há 250 milhões de anos, o que interessa é entender como o Universo funciona.

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