…ou de chamadas de voz/SMS em que existem restrições ou limites
A Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) aprovou, por deliberação de 19 de Junho de 2014, a decisão final relativa à designação como ‘ilimitadas’ das ofertas se serviços de comunicações electrónicas.
Assim, os operadores estão proibidos de usarem o termo “ilimitado” quando existem restrições ou limites às ofertas nos serviços de Internet ou chamadas de voz/SMS.
Novo firmware vai permitir “oferecer” Internet a quem não tem password de acesso
O tema deste artigo parece “estranho” mas a verdade é que partilhar a Internet com estranhos não é propriamente uma novidade. Serviços como o MEO ou NOS permitem ter a nossa rede privada e também uma rede genérica que oferece acesso o outros clientes do mesmo serviço.
Mas sabe-se agora que membros do “Open Wireless Movement”, que é apoiado pela Mozilla e pelo Electronic Frontier Foundation (EFF), estão a trabalhar num firmware que permitirá, de uma forma simples, partilhar livremente parte da nossa Internet de casa com estranhos.
Faltam poucos dias para o arranque da maior competição de futebol do mundo, que este ano se realiza no Brasil. O país vai acolher durante o próximo mês milhares de turistas que certamente andarão agarrados ao smartphone a partilhar todos os melhores momentos desta Copa do Mundo. Mas será que o Brasil tem capacidade para responder às necessidades destes turistas em termos de acesso à Internet?
O Brasil, de entre os 32 países que competem no Mundial de Futebol, é um dos que apresenta menores velocidades de Internet, sendo mesmo o nono pior país neste ranking, com uma velocidade média de 2.7 Mbps. Este valor é o resultado da falta de infraestruturas e da pouca oferta num país que é o quinto maior detentor de IPs do mundo.
As melhorias nos condições que nos são oferecidas nos aviões tem sido uma realidade ao longo dos anos. Mas há algo que muitos querem e que ainda não podem ter, por razões técnicas e por falta de oferta.
O acesso à Internet é uma dessas melhorias que todos querem e que tem demorado a chegar. Mas esse problema poderá estar resolvido dentro de 3 anos, quando a Inmarsat lançar e tiver operacionais uma nova rede de satélites.