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Tags: aborto

Acusada de desviar utilizadores, Google revê resultados de pesquisa por clínicas de aborto

Desde que o Supremo Tribunal anulou a decisão tomada em 1973 que legalizava a interrupção voluntária da gravidez, a Google tem trabalhado para proteger aquelas que pretendem avançar com o procedimento.

Agora, e depois de ter sido acusada de desviar utilizadores, a gigante está a rever os resultados de pesquisa do seu browser.

Google


Apps de monitorização de menstruação e gravidez serão seguras?

As aplicações de monitorização de menstruação e gravidez são cada vez mais populares entre as mulheres um pouco por todo o mundo desenvolvido. Estas apps recebem informação das utilizadoras e geram informação útil que as ajuda a controlar os seus ciclos menstruais, períodos férteis ou acompanhar a gravidez sem que se percam pelas semanas…

Contudo, em termos de segurança e privacidade parece haver uma grande lacuna.

Apps de monitorização de menstruação e gravidez serão seguras?


Aborto nos EUA: Democratas alargam escrutínio sobre recolha de dados das tecnológicas

Desde que o Supremo Tribunal dos Estados Unidos da América (EUA) proibiu o aborto no país, as tecnológicas têm estado debaixo de olho. A forma como recolhem e utilizam os dados é agora uma questão ainda mais importante.

Por essa razão, os democratas estão a apertar-lhes ainda mais o cerco, por forma a garantir que a privacidade dos utilizadores é assegurada.

Cartazes sobre o aborto nos EUA


Vídeos de como abortar com recurso a ervas crescem nas redes sociais

O mundo, cada vez mais moderno em termos tecnológicos, está a ficar atrasado no que respeita ao pensamento e evolução dos direitos humanos. Por exemplo, os Estados Unidos da América recuaram 50 anos naquilo que era um direito das mulheres, da sua proteção, dignidade, podendo mesmo colocar em causa as suas vidas, dando a possibilidade aos estados de determinar novamente a legalidade ou não da interrupção voluntária da gravidez.

Esta decisão irá levar a um aumento dos abortos em espaços ilegais, sem condições e sem especialização… mas na era das redes sociais, há um perigo ainda maior. Inúmeros vídeos com receitas à base de ervas medicinais estão a viralizar nas redes sociais.

Vídeos de como abortar com recurso a ervas crescem nas redes sociais


Google não vai guardar histórico de dados de visita a clínicas de aborto

Os juízes do Supremo Tribunal dos Estados Unidos decidiram no final do mês de junho anular a decisão tomada em 1973 que legalizava a interrupção voluntária da gravidez. Esta tomada de posição fez eco no mundo com muitas pessoas a tecer comentários contra, outras a favor e motivou em vários países, até em Portugal, uma espécie de guerrilha entre defensores do aborto e opositores. A Alphabet, empresa proprietária do Google comunicou que a gigante das pesquisas decidiu apagar das suas aplicações os dados sobre as deslocações das pessoas que forem a clínicas de aborto nos EUA.

Mas isso quer dizer o quê?