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Preparados para abandonar a rede 2G? O Android 12 já tem esta funcionalidade

                                    
                                

Fonte: The Electronic Frontier Foundation

Autor: Pedro Simões


  1. Nuno G says:

    Em Portugal, há MTS sítios, interior, principalmente, que o 2G ainda nem sequer chegou, quanto mais abandonar…lol

  2. Elkldo says:

    O 2g é fundamental para servicos sos! Nao desativem

  3. ZE says:

    Eu so alterno o 4 g quando ligo os dados moveis. De resto so uso 2 g. Para chamadas e sms é igual, e a bateria agradece.

  4. JR says:

    Como eu digo querem avançar para a frente com as modernices das redes 2, 3, 4, 5 e fala-se em 6G e nem sequer testam nem retificam os problemas das antecessoras, querem passar a ideia de que o modernismo é o melhor. Com telemóveis recentes e nem rede em algumas zonas do pais se apanha. Realmente isto é para acabar com o suporte, antes reparava-se e saia em conta, agora é prejudicial só pode. Chama-se a lei do consumismo e veio para ficar e ponto.

    • Tiago Ferreira says:

      Abre uma empresa de telecomunicações, investe o teu dinheiro em zonas onde só tens 5 ou 10 clientes e depois diz-me se compensa investir milhares de euros em zonas com tão pouca população.

      • IKAROS says:

        O problema não é esse.
        Quanto maior o G (2G, 3G, etc) menos alcance tem.
        O 5G tem um alcance patético, em que tudo interfere, incluindo até o clima !, o 6G deve de ter um alcance de apenas uns 100m.

        • Joao Ptt says:

          O 5G pode chegar a todo o lado, pois pode utilizar frequências como os 700 e os 900 MHz que permitem uma boa (grande) cobertura SE o operador quiser investir um pouco.
          A velocidade será menor em relação a outras frequências mais altas, por falta de largura de espectro rádio, mas funciona.

          A questão é que os IDIOTAS (ir)responsáveis pelos concursos de atribuição de licença de operação não obrigam os operadores a assegurar 100% de cobertura terrestre com qualidade e então os operadores não o fazem.

          • IKAROS says:

            E têm de usar muito mais antenas também.
            O 2G tem uma alcance de ~80 KM (segundo li) e o 700 MHz 6G “apenas” 10 KM.
            Não é bem a mesma coisa.

  5. Pe@ce says:

    Se o telefone muda para a rede 2G é porque esta é a melhor o a única naquele lugar. Então para quê desativar?

    • Joao Ptt says:

      Porque teoricamente é mais fácil de interceptar as comunicações e interferir com os aparelhos que usam tal tecnologia.

      Também deveriam permitir desactivar o 3G, 4G e o 5G, para a pessoa só ter activo a tecnologia de comunicação que considerasse mais apropriada à sua situação particular (em muitos casos pode ser melhor usar o 3G em vez do 4G ou mesmo 5G por uma questão de fiabilidade na área onde a pessoa trabalha ou vive por exemplo).

      Na realidade nenhuma das tecnologias de comunicação actuais das redes telefónicas móveis públicas é realmente segura a ponto de apenas o operador conseguir interceptar o que a pessoa faz… todas têm múltiplas vulnerabilidades de segurança cuja facilidade de abuso varia… mas que claramente foram criadas e são mantidas propositadamente por quem cria os protocolos para garantir que conseguem escutar nações inimigas, ou mesmo pessoas inimigas dentro do próprio país de forma fácil (para quem tem o dinheiro para pagar pelos equipamentos).

  6. Tiago Ferreira says:

    Eu leio aqui com cada comentário que vê-se mesmo que não têm uma pequena noção do que é preciso fazer e os custos inerentes a esse investimento da colocação de antenas para reforçar ou colocar rede em zonas onde o número de clientes é apenas de 0.1% onde nenhuma empresa lhe interessa investir dinheiro em algo que não ver retorno e nenhuma empresa de telecomunicações lhe interessa que os seus clientes que estão de passagem por determinadas zonas do interior do país tenham 2G, 3G, 4G ou 5G, porque são zonas mortas ou zonas com um número muito pouco elevado de habitantes. O investimento em antenas são é só chegar ali e dizer (olha vamos colocar aqui uma antena), é preciso passar por várias burocracias que levam meses a serem autorizadas e tem imensos custos. Eu se fosse CEO duma empresa deste setor ou tomasse decisões, também não iria investir dinheiro em mais tecnologia em zonas onde nem tenho clientes, porque essas zonas se têm habitantes, esses poucos habitantes já são clientes ou da MEO, ou da Vodafone ou da NOS, e não há população suficiente para haver concorrência, logo dificilmente haverá investimento em melhor serviço, é um facto, mas também temos que olhar ao lado das operadoras. Nunca nenhuma operadora em nenhuma parte do mundo tem rede em todo o lado, e nós temos zonas do interior que são um autêntico deserto ou são zonas mortas de habitação em longos períodos, pois são casas de emigrantes que são vêm ao nosso país no Verão e muitas das vezes nessas zonas nem serviços têm subscritos, então uma operadora vai só por capricho colocar uma antena 2G, 3G, 4G ou 5G só para dizer que aquela zona tem cobertura para depois ter ZERO clientes a usarem? Se já lá existe uma antena de uma das operadoras chega e sobra, pois numa outra zona qualquer essa operadora que tem rede na zona X não tem na zona Y, e isso acontece que todas as operadoras. Mas claro os clientes querem andar pelo país todo com 2G, 3G, 4G ou 5G em todo o lado, mas isso nunca vai acontecer!

    • Antonio says:

      Concordo de forma abstracta com o comentário, mas infelizmente de forma concreta tem um erro enorme, chamado descriminação.
      Segundo essa ideia, fará todo o sentido apenas meter antenas o de o ROI seja muito alto, mas infelizmente levaria a que fora umas 10 cidades em Portugal, tudo o resto não tinha comunicações móveis.
      Qual é a solução então face aos custos?
      Obviamente que seram antenas partilhadas.
      Tanto poderia ser no esquema vantajoso para o estado de ser o próprio estado a assegurar a infraestrutura e cobrar por aluguer das operadoras, e isto seria possível e excelente se não houvessem demasiados lobbies.
      A outra solução, muito mais complicada e muito mais propensa a jogadas de “entendimentos” entre operadoras, seria investimento conjunto entre todas, com alguma entidade responsável pela gestão da infraestrutura e regulação dos contratos.
      Obviamente que nunca será possível ter nem uma opção nem outra, porque a primeira era realmente vantajosa para o cidadão, para o estado mas deixava as operadoras com a tarefa de serem realmente competitivas, e num serviço tão simples de se perceber, que se resume a dados, é praticamente impossível fugir á negociação por preços de serviços, não dá para embrulhar a negociação com características difíceis de medir e comparar com a concorrência.
      A segunda opção, obviamente que num país corrupto como o nosso, basicamente é criar monopólio e concertação de preços e serviços.
      E é isto em Portugal, país de muita corrupção.

    • lopes says:

      Ninguém te tira razão no que dizes, no entanto, ao existir desinvestimento por parte das comunicações no interior, hoje principalmente que depende tudo das mesmas, só contribui ainda mais para a desertificação pois, muitas empresas não se estabelecem no interior, pois os meios de comunicação são o que são, e acabam por se ir inserir em zonas onde não existe esse problema, e o interior cada vez mais desertificado, e ninguém lá investe, pois as estruturas não se expandem para lá.

    • mp says:

      Ainda sou do tempo em que se quisesse uma ligação tinha de pagar o poste e instalação, e a toda a PT e a sua rede era sustentada pelos contribuintes, pois ainda servia o interesse publico. Agora só serve o interesse do camisa aberta com cruz ao pescoço.

  7. Milka says:

    2G sempre …. ficas com mais bateria
    3G ou 4G só para dados

  8. NELITO says:

    No lugar de três redes dispersas e de sinal desigual mesmo entre elas, devíamos ter uma única rede potente com cobertura total do território, à semelhança do que acontece noutros países. Seria depois concessionada às operadoras que se distinguiram pelos serviços oferecidos.

    • Joao Ptt says:

      Alternativamente uma empresa independente (pública ou privada) criava e geria a rede única, com cobertura integral redundante, e OUTRAS empresas chamadas de “operadores virtuais” criavam as suas ofertas em cima da infra-estrutura existente.

      Tem várias vantagens, como a utilização completa de todo o espectro rádio teoricamente possível, com evidente melhoria na qualidade geral, em especial nas zonas com menos utilização já que os utilizadores têm melhor acesso a largura de banda que actualmente está distribuída por vários operadores alguns dos quais nem disponibilizam o serviço de todo, e outros não estão presentes em certas áreas.

  9. rjSampaio says:

    Eventualmente têm que acontecer, por muito que ainda nao se tenha sinal (caso dos meus pais nem gsm tenho dentro de casa).
    A malta se soube-se o quão fácil é identificar uma pessoa/telemóvel por gprs ou fazer aceder a mensagens ate se assustava.

  10. António says:

    Tenho Samsung com android 12 e não vejo essa opção.

  11. mp says:

    Afinal o problema maior de segurança do Android sempre foi o 2G e não a cusquice que o Google faz as nossas contas para depois lucrar com isso. Estou fascinado.

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