Fim de uma era no Android: Google Assistant vai desaparecer e já tem data marcada
O ecossistema Android prepara-se para uma das maiores transformações dos últimos anos. A Google definiu a data limite para o encerramento do clássico Google Assistant nos smartphones, confirmando a transição definitiva para a inteligência artificial do Gemini. A mudança começa já no próximo mês de setembro e marca o fim de um ciclo histórico no ecossistema mobile.
Adeus definitivo ao Google Assistant
Lançado há cerca de uma década, o Google Assistant tornou-se a ferramenta padrão para controlar telemóveis, gerir alarmes e interagir com dispositivos de casa inteligente. No entanto, o avanço rápido da inteligência artificial generativa tornou o sistema tradicional obsoleto face às exigências atuais dos utilizadores.
A tecnológica norte-americana decidiu simplificar a oferta de software, concentrando todos os recursos numa única plataforma. Com esta estratégia, a empresa pretende eliminar a duplicação de ferramentas no Android e padronizar a experiência de utilização em todo o mundo.
Gemini assume o controlo do smartphone
A partir de setembro, o Gemini passa a ser a inteligência artificial predefinida nos dispositivos móveis com o sistema operativo da Google. A transição será feita de forma progressiva, substituindo as funções do assistente antigo por modelos de linguagem capazes de processar pedidos mais complexos.
O novo assistente vai além dos comandos de voz básicos. A integração do Gemini permite analisar texto, imagens e áudio em tempo real, executando tarefas avançadas diretamente no telemóvel. Além disso, as aplicações do universo Google passam a comunicar entre si de forma muito mais direta.
O que muda para os utilizadores Android
A alteração exige uma adaptação na forma de interagir com o equipamento. Embora o Gemini consiga realizar os comandos habituais, como criar lembretes ou fazer chamadas, a forma de processamento passa a ser focada no contexto e na interpretação de intenções.
Mesmo os dispositivos com menor capacidade técnica vão receber a novidade, recorrendo ao processamento na nuvem para garantir as funcionalidades essenciais. Com este passo, a Google consolida a presença da inteligência artificial no quotidiano dos utilizadores, deixando para trás os assistentes virtuais da geração anterior.























