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CaixaDirecta 3.0 para iPhone/iPad e Android

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Pedro Pinto


  1. Américo Nunes says:

    Utilizo, mas continuo com algum receio, será que é seguro?

  2. Rui says:

    Xiiii. Mais de 600.000€ só em acções, já não precisas de trabalhar para mais ninguém 🙂

  3. Filipe says:

    Quando sai esta app para WP8?

  4. Bruno Ferreira says:

    Aplicação parece bastante competa com muitas funcionalidades, so tenho pena de nao a poder testar por nao se tratar do meu banco =(
    Deixo aqui uma sugestão para a criação de um artigo onde vossem mencionadas as aplicações que existem para as diversas instituições bancárias com uma analise por alto do que cada uma é capaz de fazer.
    Isso daria a conhecer melhor a oferta que existe a nivel de aplicações no setor bancário.

  5. Bruno says:

    Aplicação parece bastante competa com muitas funcionalidades, so tenho pena de nao a poder testar por nao se tratar do meu banco =(
    Deixo aqui uma sugestão para a criação de um artigo onde vossem mencionadas as aplicações que existem para as diversas instituições bancárias com uma analise por alto do que cada uma é capaz de fazer.
    Isso daria a conhecer melhor a oferta que existe a nivel de aplicações no setor bancário.

  6. António Ferreira says:

    sera q ja resolveram o problema de minimizar a app e qd se volta a chamar a app não pede qq tipo de código, deixando assim o caminho livre para “disparates” ?

    • Jorge Carvalho says:

      Isso acontece em que OS ? Acho isso inacreditável…

      Abc

      • Antonio Ferreira says:

        acontece tanto no ios como no Android 4.2 2. sou cliente millenium e a app se minimizada ao voltar a chamar pede sempre código ao contrário da app da cgd, dai a minha pergunta sobre esta nova versao

        • djx says:

          Que disparates?
          É um pouco limitado se não tens o cartão matriz

          • Antonio Ferreira says:

            Boa, gostei dessa, esse limitado podem significar ubs belos euros a voarem da conta. nao deve saber o q esta a dizer, pois ha operacoes q n é necessário o cartão matriz

          • Ronaldo says:

            Boas, como já foi dito as únicas transacções que não necessitam de matriz, são as transferências internas. Para operações externas até determinado valor, a CGD exige cartão matriz e para outros valores SMS Token. Se as pessoas seguissem os conselhos da CGD e dos seus colaboradores,não seriam tantas vezes vítimas de pishing…

          • diogo says:

            Como passar da conta a ordem para a a prazo (para quem tem as duas), isso não é muito benéfico para o ladrão, mas concordo que deveriam de mudar isso

          • António Ferreira says:

            ja efectuei pagamento de serviços e não foi necessário o cartao matriz para nada.

    • António Ferreira says:

      testei esta versao 3.0, e continua exactamente com o mesmo problema, se minimizada, ao voltar a abrir, nao pede qq tipo de codigo, alias, no S4, ao aceder à lista de apps em background, vês inclusivamente todos os dados q estavam no ecran aquando da minimizacao, incrivel acontecer esta situacao

  7. Igor Chagas says:

    já uso a aplicação faz algum tempo e funciona muito bem, mas o consumo de dados é exagerado…não percebo porquê

    • Jorge Carvalho says:

      Pode ser híbrida (não significa necessariamente que consuma mais que uma nativa) e como tal e dado a ter sido desenvolvida para correr em mais que um sistema , não está otimizada para nenhum deles , ou então erro de especificação 🙂

      Abc

  8. M.Manuelito says:

    Desde que tenho essa aplicação para tablet, nunca mais usei o homebanking da CGD, através do computador…é excelente!

  9. Carlos A. says:

    Só mesmo um maluco e ignorante, e que não sabe o que se passa no submundo da internet é que irá utilizar uma APP destas.
    Os bancos sabem que estão a ser atacados todos os dias, mas fazem questão de não dizer nada pois não querem que as pessoas deixem de utilizar os seus serviços. Na eventualidade de acontecer algum problema, temos que quase ir ao PAPA e a DEUS para provar que não tivemos culpa , para reavermos o dinheiro em falta….essa é a pura verdade

    • Pedro says:

      Disseste tanto e não disseste nada!

    • Jorge Carvalho says:

      E tu sabes alguma coisa do que afirmaste ou foi apenas falar por “ouvir dizer” ou “li algures” que os bancos estão a ser atacados. Por acaso desde há uns anos deixaram de ser os bancos , mas sim os seus clientes , mas enfim , como não te posso dizer mais, fico por aqui.
      Pode ser que percebas a mensagem 🙂

      Abc

      • Tavares says:

        Jorge Carvalho…gostei dessa!! E,talvez os “INTELIGENTES” que,de vez em quando,aqui postam o que ouviram o “amigo do amigo do irmão do cunhado” dizer, como se fossem “verdades absolutas” entendam a mensagem subentendida no teu comentário.A não ser que além de malucos e ignorantes…também sejam estúpidos!!

    • Filipe YaBa Polido says:

      Como foi comentado acima, a SIBS é das redes mais seguras.
      Se sofreste com algum problema, quase que aposto que foi azelhice.
      1ª regra, nunca usar cartões de crédito reais online, quando temos um serviço excelente e seguro: MBNet
      2ª regra ler em condições a primeira.
      À parte do phishing, que também se enquadra na azelhice, dificilmente me encontras provas que a SIBS foi comprometida.
      😉

  10. Pedro says:

    Também queria ter esse saldo na minha conta bancária. 😀

  11. Rui says:

    Costumo usar no ipad, mas prefiro de longe o site da internet, tem mais opções. Por exemplo a app apenas permite comprar e vender acções directamente no site, mas quem quizer pagar menos comissões ou comprar e vender no mesmo dia sem esperar 4 dias úteis pela liquidação física, tem o caixadirecta invest, mas só pode aceder através do portal via internet.

    Por este motivo uso pouco a app, prefiro ir ao portal!

    • Ronaldo says:

      Boas. Não baralhemos serviços.O serviço Caixadirecta Invest é um serviço para clientes Caixa BI (Banco de Investimento) que por acaso permite o acesso pelo site, não pela app, por ser outro banco do mesmo grupo. ATT,

      Ronaldo Fonseca(colaborador CGD)

  12. Carlos A. says:

    “… a caravana passa”

    http://nakedsecurity.sophos.com/2013/07/30/uk-report-banks-let-e-criminals-pinch-gobs-of-money-underneath-the-laws-nose/

    “UK report: Banks let e-criminals pinch gobs of money underneath the law’s nose.

    by Lisa Vaas on July 30, 2013 | 4 Comments

    Filed Under: Featured, Law & order, Security threats

    Steal money. Image courtesy of ShutterstockA new report on e-crime put out by the UK’s Home Affairs Committee on Tuesday blames a “black hole” that’s letting thieves waltz off with big bucks filched from banks – all done often without law enforcement having been notified or having investigated.

    Instead of getting off the couch to tell police to chase down the thieves, banks just reimburse customers, the report claims.

    Individually, the frauds might well represent chump change, but high volume means they add up to tidy profits.”

    o link para O relatorio:
    http://www.publications.parliament.uk/pa/cm201314/cmselect/cmhaff/70/70.pdf

  13. Carlos A. says:

    Para quem quiser ler mais um pouco, leitura não falta.

    http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/maior-rede-de-hackers-financeiros-dos-eua-e-desmontada?page=1

    Maior rede de “hackers” financeiros dos EUA é desmontada.
    Nova York – Cinco “hackers” russos e um ucraniano foram acusados nesta quinta-feira de piratear informações de grandes corporações americanas, como a Bolsa de Valores Nasdaq e o banco Citibank, e roubar centenas de milhões de dólares, no maior crime cibernético dos Estados Unidos da história.
    Segundo informaram as procuradorias de Nova Jersey e Nova York, que dividem a acusação contra a rede, os acusados atuaram em corporações dedicadas às transações financeiras, no varejo que recebem e transmitem dados financeiros e outras instituições de informação.

    As corporações afetadas pelo plano de pirataria foram a Bolsa de Valores Nasdaq, o índice Dow Jones e as empresas 7 Eleven, Carrefour, JCP, Hannaford, Heartland, Wet Seal, Commidea, Dexia, JetBlue, Euronet, Visa Jordan, Global Payment, Diners Club Singapore e Ingenicard, nas acusações de Nova Jersey, assim como os bancos Citibank e PNC, em Nova York.

    “Os acusados são supostamente responsáveis de liderar uma conspiração mundial de “hackers” que atacou uma grande variedade de consumidores e entidades, causando centenas de milhões de dólares em perdas”, explicou em comunicado o fiscal federal de Nova Jersey, Paul Fishman.

    “Os criminosos cibernéticos põem todo seu empenho em atacar não apenas as contas de banco privadas, mas ao sistema financeiro em si mesmo”, assegurou, por sua vez, o fiscal federal do distrito sul de Nova York, Preet Bahrara.

    • Filipe YaBa Polido says:

      Srº Carlos, com tantas notícias que já pesquisou, pergunto… Encontrou alguma sobre a SIBS? Pois 😉
      À excepção dos ataques de phishing que só cai quem tem poucos conhecimentos ou quem quer, pode correr o Google inteiro e o Yahoo, mais o Sapo. Não vai encontrar falhas na SIBS 🙂
      Note-se que não estou de forma alguma afiliado com a SIBS ou qualquer empresa relacionada, simplesmente sei reconhecer um bom trabalho quando o vejo.

  14. Carlos A. says:

    “Malware nas Apps Android aumenta 40% nos últimos tempos”

    https://pplware.sapo.pt/informacao/malware-nas-apps-android-aumenta-40-nos-ultimos-tempos/

    Nem de propósito!!! Hoje publicado, este é um artigo interessante.

    O Malware móvel em forte ascensão. Nada de novo, pelo menos para mim que tento estar actualizado o mais possível, já que faz parte do meu trabalho.
    Remover vírus não me preocupa. O que me assusta de verdade são aqueles que eu não consigo ver de imediato.
    Detecta-los e remove-los é um desafio, depois denuncia-los às empresas de antivírus é o fim feliz e gratificante.
    Os Ataques a todos os sistemas móveis tem sido uma constante. A crescente descoberta de várias vulnerabilidades nas plataformas móveis tem sido imensas.
    O chamado phishing não é de todo o único modo de ataque…, qualquer um pode ser atacado das mais variadas formas. Abrir documentos em vários formatos (PDF, Doc, xls, Jpg etc) é uma forma, outra será o simples acesso a um site comprometido, sei de alguns e já os denunciei ao CERT.
    Os bootkit e rootkits, etc estão aí aos milhares para as diversas plataformas, ninguém escapa.
    Todo este MALWARE está cada vez mais refinado nas suas intenções e astuta é também a forma como são construídos e como se escondem posteriormente. São cada vez mais complexos.
    Conseguem elevar os seus privilégios para sistema, injectar-se em outros processos, mudar de nome, autodestruir-se, renascer depois de ser eliminados de forma incompleta, enfim muitas formas. Já assisti a várias.
    Para quem está atento às notícias, foi descoberto um Malware/vírus que foi dado o nome de RED OCTOBER pela Kaspersky. Acredita-se que este vírus criou uma das maiores redes de espionagem do mundo e que está no activo +/- desde de 2007, tendo sido descoberto apenas em finais de 2012.
    Os maiores especialistas de segurança do mundo dizem o seguinte: (…) “existem dois tipos de empresas hoje em dia: As que foram penetradas e estão atentas e tomam medidas para remediar e defender e aquelas que ainda não sabem que o foram ou que não o admitem publicamente. Estas últimas são as piores, pois não tomam as medidas correctas para sua prevenção”.
    Do meu ponto de vista, todos os serviços que qualquer empresa disponibiliza na INTERNET e que, de alguma forma, são penetradas directa ou indirectamente pelo consumidor final, são efectivamente ataques à empresa em si, pois a vulnerabilidade foi encontrada e é aproveitada para o ataque.
    Hoje, deixou de ser tão usual o ataque frontal às empresas. O que passou a ser frequente é o ataque de dentro para fora, ou seja atacam-se de várias formas os utilizadores das redes das empresas, obtendo o acesso interno.
    Outra informação preocupante para todos que têm plataformas móveis (mais Andoid), é que, segundo os especialistas de segurança de todo o mundo, os antivírus existentes no mercado não correspondem a uma protecção de confiança.

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