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Pplware Classics…

Pedro Simões

Apaixonado por tecnologia, encontro no Pplware a forma ideal de mostrar aos outros os meus conhecimentos e de partilhar tudo o que me interessa neste intrincado universo

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2 Respostas

  1. George Orwell says:

    Concordo completamente com o conteúdo da transcrição da revista Rolling Stone.
    Há um Supertramp antes e depois da saída de Roger Hodgson, o soprano dos sopranos do rock-pop, dotado que é de uma voz inimitavelmente aguda, a sua voz natural, ao invés de Barry Gibb dos Bee Gees ( também por aqui passaram) que na era “disco” carregou a banda às costas com uma esforçada voz de falsete.

    Além de ser o soprano dos sopranos do rock-pop é um talentoso compositor a quem são creditados grandes êxitos dos Supertramp.

    Porém, não quis abandonar os Supertramp sem deixar todas as contas encerradas , e em “superavit”, brindando os fãs com esse precioso álbum que é “… famous last words …”, não podendo ser mais explícito para assinalar que a alma do grupo estava de saída. Na verdade, este álbum é um testamento de preciosidades, cada faixa um diamante lapidado como é o caso da que o Pplware tão bem escolheu, a mais conhecida de todas, “It’s Raining Again”, um legado anunciando que o sol iria ser substituído pela chuva.

    E as capas dos álbuns, senhores ? Cada uma delas merecia figurar para sempre numa galeria de arte tal como a Mona Lisa repousa no Louvre e sorri de contente.

    Quer a banda quer Roger Hodgson a solo, ambos passaram por Portugal, lamentando eu não ter tido oportunidade de os ver ao vivo. Roger Hodgson apresentava-se nos seus concertos a solo dizendo, salvo erro ” eu sou aquele tipo que cantava nos Supertramp com uma voz muito fina”.

    Agora, a única coisa que faz lembrar o nome Supertramp é o Super Trump, esse magnata da construção civil especializado em muros, reais ou de proteccionismo económico, que acaba de declarar a guerra do aço e do alumínio à Europa e à R. P. China fazendo recuar os USA desde um ultra liberalismo à Adam Smith para uns séculos mais atrás até ao proteccionismo de Colbert (mais uma tirada e ainda chegará à recolecção pré-histórica) .
    Caso para dizer, parafraseando os título dos álbuns dos Supertramp, que se trata de um “Crime of the Century” perpetrado por quem também despreza crise climática preferindo ignorá-la através de uma desprezível “Crisis! What Crisis ?”. Minudências “Even in the Quietest Moments”.
    Na verdade, “It’s Raining Again” sobre um “Breakfast in America” muito longe de uma “Logical Song”.

    Chuva que, quer para os Supertramp após Hodgson quer para o Super Trump continua a demitir-se diluviana e levianamente sem vislumbre de um raio de sol.
    É como Cleópatra sem Rá.

  2. Hefesto,o Grande says:

    Fantástica banda,com músicas intemporais.Obrigado pela recordação,Pedro Simões. 🙂

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