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Precisa de uma e-bike? Veja estas opções de bicicletas

                                    
                                

Autor: Maria Inês Coelho


  1. ZarkBit says:

    Nunca tinha tido interesse por e-bikes, até que eventualmente lá andei numa, agora anda praki o bichinho hehehe, praticamente todos os tópicos aqui no Pplware acerca de e-bikes garantidamente dou clique.

    Em relação à Gogobest, não há problemas a nível de alfandegas?

  2. Grunho says:

    Deixem-se cá de tretas do “são mais fáceis e ecológicas”. As bikes interessam aos tugas porque andam praticamente (ou mesmo absolutamente) grátis e fazem o 3 em 1 absoluto: poupas em transporte, em ginásio e em tempo. Se não houver quedas, nem roubos, nem furos, nem corrente a sair, só tens uma coisa a perder: barriga! Uma e-bike em modo de assistência são 0,75 kwh/100 kms, uns 20 cêntimos ou menos. À volta de meio mês de passe social por ano. Normais, é zero. E os tugas precisam 1000X mais delas que os holandeses e dinamarqueses pela simples razão de que são miseravelmente pagos em relação a eles: em igualdade de trabalho e horas levam para casa menos de 1/3 do que eles levam! Portanto, encostas o carro e vais de bike para o trabalho e ao fim do ano metes ao bolso 1 a 2 ordenados. E se prescindires completamente dele e deixares de pagar prestação, combustível, seguro, IUC, revisão, inspecção, estacionamento e demais dízimas e côngruas, metes logo ao bolso meio ano de ordenado. É como se ganhasses num ano aquilo que ganhas em dois! Pensa nisso, ou estás à espera de quê?

    • GentlemanJB says:

      Falaste tudo !

    • Tónio Piroco says:

      Os portugueses precisam tanto quanto os holandeses ou outro qualquer. A questão é pura e simplesmente o relevo do país. Uma coisa é usar bicicleta como hobbie, outra é usar como meio de transporte habitual. Anda para aqui para a zona de Santo Tirso, que é bastante montanhosa e diz lá se gostavas de esgaçar as pernas para depois fazeres 10 ou 12 horas de trabalho duro e ainda teres que voltar a casa… E não adianta usar cidades como pretexto para dizer que há muita gente que não vai porque não quer, não há qualquer tipo de comparação.

      • Grunho says:

        Qual relevo? Com a assistência eléctrica fica tudo plano ou a descer. E depois de fazer uma jornada de trabalho a bike tem sempre lugar sentado, o metro e o autocarro quase nunca. O único obstáculo ao uso massivo da bike são os sem vergonhas do lobby automóvel que não querem perder receitas.

  3. Julio César says:

    Pra legislação brasileira, caracteriza ciclomotor e necessita homologação na SENATRAN e emplacamento, caso o veiculo tenha mais de 350 W, ou atinja velocidade maior que 25km/h

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