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Incrível: Atleta corre e respira ar do tubo de escape do Hyundai NEXO


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

Destaques PPLWARE

  1. joão pereira says:

    Não só é incrível como incrivelmente estúpido!

    • Fulano says:

      Quando a inteligência é pouca dá nisto… Não sabem o que dizem, e os argumentos são nulos ou inexistentes.

    • Ruy Acquaviva says:

      E seria incrivelmente estúpido por qual motivo mesmo?

    • Torn says:

      Com esse comentário só me ocorre comentar:
      A ignorância é uma bênção !
      Podem-se dizer as maiores barbaridades sem tirar dai consequências, o que revela falta de conhecimento sobre a matéria.
      Mas nos tempos que correm isso já é normal, todos têm que ter opinião, sem saber daquilo que estão a falar…

    • Luz says:

      O ser humano não respira hidrogenio.

      • Ivo Jesus says:

        Exacto, daí que a experiência é válida uma vez que o carro emite oxigénio, não hidrogénio.

        • Ruy Acquaviva says:

          Ivo, o carro emite água (H2O).
          O combustível é o gás hidrogênio (H2) que se combina com o oxigênio do ar (O2) para formar água e produzindo energia no processo:
          2 moléculas de H2 + 1 molécula de O2 = 2 moléculas de H2O + energia
          a energia é usada no veículo e a água é emitida no ar na forma de vapor
          Um experimento desses impressiona porque a emissão de um carro convencional contém monóxido de carbono CO, além de outros produtos. O monóxido de carbono tem muito mais afinidade pela hemoglobina do sangue do que o oxigênio. Por isso gases de escpamento de automóveis são tão perigosos em ambiente fechados, já tendo produzido mortes em garagens sem ventilação adequada, quando o motor do carro fica ligado muito tempo dentro delas. O monóxido de carbono ocupa o lugar do oxigênio no sangue, matando o cidadão por falta de oxigênio.
          Na experiência o individuo respirou o oxigênio do ar, misturado com o vapor d’água emitido no escapamento do veículo. Um aranjo desse tipo teria matado o indivíduo não porque houvesse falta de oxigênio no ar, mas por envenenamento pelo monóxido de carbono.

  2. Vivas says:

    Revolucionário era oito carros lado a lado cada um com uma passadeira e uma atleta e pô-las a competir entre elas

  3. Tiago Brito says:

    Já existem maneiras eficientes de criar hidrogénio para estes carros usarem ou isto ainda é só um conceito para o futuro?

  4. O verdadeiro eu says:

    É isso aí, revolucionar no marketing também é preciso, só faltou dizer o preço do carro xD

  5. Dani Silva says:

    Nada de especial, apenas marketing. Pode-se fazer exactamente o mesmo com qualquer carro eléctrico, que não tem qualquer tubo de escape…

    • ahramis says:

      Pois pode, o problema é a pegada do lítio…

      • Hugo Nabais says:

        A produção, armazenamento, transporte e distribuição de hidrogénio tem pegada igual ou superior à do lítio.

        • Luis says:

          Como assim Hugo Nabais? Podes ser mais explícito?

          • Hugo Nabais says:

            Sim claro, vou explicar, pois é um assunto complexo:
            -1º É necessário muita energia para produzir hidrogénio nas fábricas, normalmente pelo método de electrolise da água..
            – 2º Hoje em dia mais de 90% da energia usada para produção de hidrogénio advém de fontes fosseis (petróleo, carvão, etc)
            – 3º Armazenamento: O hidrogénio é um gás que em condições ambientes tem uma densidade de energia muito baixa em relação ao volume. Para ser usado como combustível armazenado a bordo do veículo, o gás hidrogénio puro tem que ser armazenado de uma forma muito densa para que a autonomia de condução seja suficiente. Ou seja é necessário pressurizar muito o hidrogénio. Este aumento de pressão gasta energia.
            -4º Ao contrário da energia eléctrica que pode viajar a velocidades quase instantâneas por cabos de alta tensão o hidrogénio requer que seja transportado em veículos com tanque mais uma vez pressurizado até aos postos de distribuição. Este transporte requer também muita energia.

            Podia aqui alongar-me mais pois existe outros detalhes, mas penso que não merece a pena para este tópico e que já expliquei o suficiente.

          • Tx2 says:

            Acho que o Hugo foi bastaste explícito

          • Cortano says:

            Hoje hidrogénio ainda não é a solução pelos motivos apontados pelo Hugo, mas quanto ao futuro as coisas poderão mudar de figura.

          • TugAzeiteiro says:

            Hugo Nabais, para aqueles que não gostam de ler (aprender), deixo aqui uma imagem para suportar o teu texto: https://cdn.motor1.com/images/mgl/OrLRA/s1/efficiency-compared-battery-electric-73-hydrogen-22-ice-13.jpg

          • Cortano says:

            @int3
            Tal como referi, a tecnologia ainda está em fase de desenvolvimento mas é toda como uma boa hipótese para o futuro.
            Existem vários países a investir neste desenvolvimento.

            Atualmente, tal como referes, ainda é pouco eficiente no aproveitamento da energia para a produção de h2, mas vamos ver daqui a 10 anos, principalmente quando a produção de energia através de renováveis for muito mais abundante.

          • int3 says:

            @Cortano
            Eu dei a situação mais eficiente possível. Não há tecnologia que quebre as leis da física. Não há almoços gratuitos.
            Para quebrares a ligação da molécula da água precisas daquela energia no mínimo dos mínimos. Ainda esqueci-me de outro detalhe que á a compressão. O gás tem que ser comprimido e isto requer energia também.

            Não há como fugir.
            Mesmo a energia renovável ser abundante em nada ajuda porque nem sequer toquei na questão do preço. Só mesmo em eficiência.

          • Cortano says:

            @int3,
            Claro que mais energia renovável ajuda!!
            Vai haver excedente de energia e armazenamento em baterias não é viável.

            Essa energia excedente pode ser usada para produzir outro tipo de energia – power to gas

          • Hugo Nabais says:

            @Cortano
            “…armazenamento em baterias não é viável.”
            Estarás a referir-te às redes de larga escala de produção e transporte de energia, aí há métodos tanto ou mais eficientes para armazenar a energia de outras forma que não em baterias.
            Mas na escala pequena o armazenamento em baterias vai e está a ser uma realidade. O armazenamento das energias renováveis em pequena escala seja eólica ou solar é mais prático de ser feito em sistemas de baterias, o que poderá ser usado para facilmente carregar um carro eléctrico.

        • Claudio says:

          Com hidrogénio enche-se o deposito não precisa de estar 10 horas a carregar, já para não falar da quantidade de km de autonomia e não é preciso minas ou reciclar baterias

          • int3 says:

            E o hidrogênio aparece assim do nada magicamente? Ou não será preciso extrair de algum lado?
            Quanto sei, o custo energético a extrair hidrogênio é bem superior ao que apenas usar a energia do carro. Mesmo em termos de impacto ambiental consegue ser pior.

          • me and me says:

            @int3
            o hidrogenio é apenas o elemento da tabela periódica mais abundante em todo o universo…

            dito isto o problema do hidrogénio é claramente a sua “produçao”, armazenamento e tranferencia…. mas por isso é que existem avanços tecnilogicos. ja se usa hidorgenio nos EUA ha muitos anos…

          • Cortano says:

            Extrair hidrogénio?!?
            Fazes electrolíse de H2O que é alimentada por energia proveniente de fontes renováveis.

            Aliás, existe uma tecnologia ainda desenvolvimento que se chama Power-to-gas.
            Além de se poder produzir hidrogénio, também é possível produzir gás natural.
            Ou seja, tanto o gás natural como o hidrogénio é muito mais fácil de armazenar que a electicidade.

            Ainda está no início, mas é uma boa solução para aproveitar o excendente de energia proveniente das renováveis.

          • Redin says:

            A extração do hidrogênio ė feita a partir de fontes renováveis já que a partir de fontes de carbono além de ser inviável economicamente é noviço para o ambiente.

          • int3 says:

            @me and me
            @Cortano
            @Redin
            É sim senhor o mais abundante. Porém a obtenção deste é até um processo caro. A eletrólise, por exemplo, precisa de 167.5 MJ para produzir 1 kilo de hidrogénio ou seja 47.2 kWh/kg nas perfeitas condições.

            O carro tem um consumo médio de 0.76kg/100km ou seja 35.872 kWh/100km o que torna entre 2 a 4 vezes mais ineficiente do que se fosse elétrico (12kWh/100Km a 25 kWh/100km depende imenso do carro).

            Como eu disse, é bem pior extrair o hidrogénio e meter num carro do que pegar nessa mesma energia e alimentar um elétrico..

        • Fulano says:

          A produção de baterias e electricidade é pelo menos 50% mais poluente que a produção de hidrogênio.
          O futuro é sem dúvida o hidrogênio!

          • nao digo.... says:

            Hugo Nabais
            -1º É necessário muita energia para produzir hidrogénio nas fábricas, normalmente pelo método de electrolise da água..

            ERRADO!!
            O Hidrogénio produzido nas fábricas é separado de outros gazes, não vem da electrolise da água, simplesmente a electrolise não é viavel.

          • Hugo Nabais says:

            Por favor não falem do que não sabem!
            https://cdn.motor1.com/images/mgl/OrLRA/s1/efficiency-compared-battery-electric-73-hydrogen-22-ice-13.jpg
            Um bom exemplo onde resume muito bem a “ine”ficacia do uso de hidrogênio.

          • Edu says:

            Hugo, realmente aqui é um desfile de egos. Todos precisam falar, independente de conhecer o mínimo de ciência e tecnologia. Você foi o único aqui que comentou com embasamento científico.

          • Fulano says:

            Meter uma qualquer foto não mostra nada… A não ser desinformação.

          • int3 says:

            E o hidrogénio é “produzido” pelas bruxas?…
            Precisas de fazer electrólise da água. É neste momento a forma mais rápida e eficiente de obter hidrogénio.
            Copiando a minha explicação acima:
            “A eletrólise, por exemplo, precisa de 167.5 MJ para produzir 1 kilo de hidrogénio ou seja 47.2 kWh/kg nas perfeitas condições.

            O carro tem um consumo médio de 0.76kg/100km ou seja 35.872 kWh/100km o que torna entre 2 a 4 vezes mais ineficiente do que se fosse elétrico (12kWh/100Km a 25 kWh/100km depende imenso do carro).”

          • int3 says:

            @nao digo….
            É separado de outros gazes? Que gazes? Qual processo químico que te referes? Gostava imenso de saber.
            Se me dizeres faço-te a constas o quanto ineficiente é em relação à eletrólise.

        • Pois é says:

          Para os entendidos na matéria sim porque falam sem saber convido a ver a página da Shell.uk
          In 2017 Shell became the first branded fuel retailer to sell hydrogen at one of its retail sites in the UK. The hydrogen refuelling stations in Cobham and Beaconsfield, in partnership with ITM, use hydrogen produced on site using electricity from renewable sources.

        • Torn says:

          Pois, o problema é que os últimos estudos existentes dizem que o Lítio vai acabar por volta do ano 2030, derivado à procura cada vez maiores de carros a baterias.
          Quanto aos problemas do Hidrogénio, principalmente o armazenamento entre outros, requer mais investigação e a seu tempo serão resolvidos.
          Agora que o Hidrogénio será o combustível do futuro, não tenhamos a mínima duvida.
          Carros a bateria são apenas uma transição.

        • C.F. says:

          Isso se estiveres a pensar pequeno, porque qualquer um pode fazer a electrolise em casa com agua da torneira e energia solar, armazenar e enfiar no carro sem ter que ir na bomba abastecer, com a vantagem que quanto mais gastas mais leve fica o carro ao contrario das baterias que andas a transportar kg desnecessarios.

          • 007 says:

            comentário de quem não sabe como funciona o hidrogénio nos carros, ou em células de combustível, deixa me adivinhar, também viste no facebook o cientista brasileiro que consegui alterar o carro a gasolina para um a hidrogénio hahahaha 😀

          • Redin says:

            Também vi esse vídeo e a entrevista dele na TV. Quando eu vi que após a electrólise o HHO ia todo para ser aproveitado, perdeu logo ali toda a credibilidade. Era como misturar água diretamente no motor.

    • Pedro R. says:

      Se não tem tubo de escape, como faz a bolha?

      • Jorjão says:

        Hahahahahahahahahahahaha (que anedota!!!)

        • Pedro R. says:

          O Jordão, com certeza, não reparou devido a tantos comentários feitos entretanto mas o meu foi resposta ao do Dani Silva que disse: “Pode-se fazer exactamente o mesmo com qualquer carro eléctrico, que não tem qualquer tubo de escape…”

          • Dani Silva says:

            E quem lhe diz que a bolha é insuflável? A pressão do “tubo de escape” de um carro a hidrogénio não provavelmente alta para manter aquela bolha cheia. Aparentemente, parece ser de fibra.

      • Ruy Acquaviva says:

        A questão é que os carros elétricos não emitem gases venenosos tanto quanto esse veículo a célula de hidrogênio. A questão de ter bolha ou não é irrelevante.

    • Pedro R. says:

      De facto, não é insuflável. A senhora está ali a respirar o ar que sai pelo escape. Com um elétrico a bateria, a demonstração seria irrealizável.

  6. Woot! says:

    Typo: “Maketing”

  7. Eu says:

    Cambada de refudidos do crl.
    Até podia ser uma célula de bactérias luminescentes nos piscas que certas pessoas refudidas tinham que criticar porque as bactérias também têm sentimentos.

  8. Fulano says:

    Carros a baterias não têm futuro.
    Agora é tudo muito bonito (em teoria) mas a única verdade que existe é que a procura de lítio e a produção de baterias estão a destruir o Planeta a uma velocidade vertiginosa. Informem-se!!!

    • Hugo Nabais says:

      A extracção do lítio está a destruir o planeta?! Onde é que obtiveste essa brilhante informação?
      Há muitas outras coisas que fazemos e mineramos, que prejudicam muito mais o Planeta!
      E existem já técnicas que foram testadas para baixar o custo de extracção de lítio a partir da água do mar com impacto ambiental muito reduzido!

      Não sei o que fará andar os carros no futuro mas sei que nas próximas décadas o lítio será sempre algo que vamos necessitar e muito. De tudo o que conhecemos é o meio mais fácil e eficiente para criar dispositivos de armazenamento energia, para os nossos “devices” electrónicos como smartphones, wearables, bicicletas eléctricas, etc etc e até para as energias renováveis que dependem das baterias para o armazenamento.
      O Lítio é um elemento abundante e as baterias de iões de lítio têm alta densidade energética. Carreguem rápido e não descarreguem.

      Em relação à poluição que falam dos carros eléctricos, os componentes que poluem mais não são o lítio, mas sim o cobre, alumínio, cobalto e níquel!
      Mas parece que virou moda “dizer mal do lítio”!

      • Torn says:

        O problema é que o Lítio, segundo projecção dos entendidos vai acabar por volta de 2030, devido ao aumento da procura actual.
        De acordo com o Manual do Lítio e Cálcio na Natureza, ” O lítio é um elemento relativamente raro, embora ele seja encontrado em muitas rochas e algumas salmouras, porém sempre em escassas concentrações, do qual somente alguns têm potencial valor comercial. Muitos escasseiam em quantidade, e outros em qualidade.”
        http://www.meridian-int-res.com/Projects/Lithium_Microscope.pdf

    • Pedro R. says:

      Não só o lítio, como outros produtos importantes estão a acabar. O fósforo, por exemplo.

    • Hugo Nabais says:

      Nem de propósito, mas o Prémio Nobel da Química foi entregue a 3 investigadores que participaram no desenvolvimento de baterias de iões de lítio!!

      “Lithium-ion batteries have revolutionized our lives and are used in everything from mobile phones to laptops and electric vehicles,” the Nobel Committee said. “Through their work, this year’s Chemistry Laureates have laid the foundation of a wireless, fossil fuel-free society,”

      O comité Nobel não deve perceber nada da poda, porque o lítio destrói o planeta e é completamente desnecessário…

      • Pois é says:

        Grande resposta és um génio! Parabéns.
        Então não é que um português também recebeu o prémio Nobel da medicina pela lobotomia e já ninguém a usa.
        Isto agora só porque se dá um prémio é a lei, porque é o melhor para todo o mundo?
        E já agora é muito fácil falar quando ninguém vai abrir um buraco ao lado da tua casa, para contaminar os lençóis de água que tu bebes, contaminar com o pó as culturas já para não falar nas chuvas ácidas que podem surgir.
        Não olhes só para um lado e vê tudo a tua volta como um todo, tudo que seja para melhor o ar que respiramos melhor.
        Agora dizer que só uma tecnologia é que tem de vingar quando essa mesma não é tão limpa como se diz é errado.

        • Hugo Nabais says:

          É tão grande como a tua resposta.
          Nunca disse que o litio será necessário para sempre. Se leres os meus comentários que coloquei aqui percebes que afirmei que o litio será necessario nas próximas décadas e não para sempre.
          Acho muita piada aqueles que estão contra o litio mas depois usam telemóveis tablets portáteis power banks etc etc.
          Nem nunca afirmei que concordo com explorações de lítio sem controlo ambiental. Como em tudo há métodos e métodos para extrair lítio. Não tem qualquer comparação com lobotomias.
          Aliás está conversa está a fazer lembrar muito o ambientalista simplório:
          https://youtu.be/Z3s831-hVnM
          Bem haja.

  9. Redin says:

    Quanto a mim penso que o processo de locomoção por baterias eléctricas será apenas uma fase de transição porque não haverá tempo para esperar que o hidrogênio venha a vingar. O mundo precisa desesperadamente de de livrar dos combustíveis fósseis.
    O problema do acesso ao litium e da futura reciclagem das baterias ė uma preocupação a médio prazo.
    Já parece faltar pouco para se resolver os problemas da extração do hidrogênio, armazenamento e distribuição.
    Mas quando chegar lá, esse vai ser o futuro em conjunto com a energia de fusão que está a ser trabalhada em França em conjunto com mais de 33 países.

    • darksantacruz says:

      Finalmente um comentario decente! Parabens. Ha por aqui muitos cepticos em relacao ao hidrogeneo e cegos em relacao as baterias.

    • C.F. says:

      O hidrogenio tem tudo para vingar, falta os kits faça vc mesmo para metermos em casa ligado aos paineis solares e a injectar dp no carro, desta forma nao era preciso postos de abastecimento a granel nem ter que o poduzir em fabricas e transportar. Uma forma limpa de armazenar energia eletrica sem quimicos poluentes como os das baterias e sem gerar lixo com necessidade de ser reciclado como as baterias gastas, alem de que a humidade tem efeitos positivos no ambiente muito mais em alturas de aquecimento global.

  10. Redin says:

    A não ser que sejam fakenews este artigo poderá explicar como se consegue obter hidrogênio sem gastar energia.
    https://www.portal-energia.com/descoberta-forma-de-produzir-hidrogenio-sem-gasto-de-energia/

    • C.F. says:

      Produzir hidrogenio sem gastar energia so pode ser fakenews, caso contrario tb obteriamos agua dessalinizada sem gastar energia, era tudo uma festa!

      • Redin says:

        Dito dessa maneira também só pode soar a fakenews.
        A minha dúvida é mais sobre a capacidade de uso dos materiais que eles chamam de aglomerados de alumínio (seja lá o que isso for).

  11. Redin says:

    http://www.hydrogen.energy.gov/annual_progress08_production.html
    U.S. DOE 2008-Progressos tecnológicos na produção de hidrogênio

  12. Edu says:

    Hugo, realmente aqui é um desfile de egos. Todos precisam falar, independente de conhecer o mínimo de ciência e tecnologia. Você foi o único aqui que comentou com embasamento científico.

    • Torn says:

      O problema é que devido à demanda, o Lítio vai acabar.
      Automóveis a combustível fóssil, baterias ou células de combustível (Hidrogénio), serão sempre transitórias, pois a procura por algo mais eficiente e eficaz nunca vai parar.
      O impossível, é algo que apenas demora mais tempo a alcançar.

  13. sakura says:

    Lítio e Platina, + o Hyundai NEXO usa muito lítio para a bateria. ou seja é um “eléctrico” que se carrega em 5min. “Uma célula de combustível H2 ” SÓ “carrega” a bat. para ser 100% a H2 tinha que ter célula de combustível muito $$$$$.
    “Tesla: Electric Cars, Solar Panels & Clean Energy Storage”
    mudou o mundo!

    https://www.hyundai.com/eu/models/nexo/features.html

    “By using the electric motor to slow the vehicle, the all-new Nexo recuperates energy to charge its battery and maintain a healthy state of charge.”

  14. Pedro R. says:

    20 empresas são responsáveis pela produção de 35% de todo o dióxido de carbono e metano emitidos no mundo. Estudo publicado ontem no The Guardian (“Revealed: the 20 firms behind a third of all carbon emissions”). São todas petrolíferas. Há que continuar! O planeta q.s.f.!
    Não vale a pena procurar alternativas?

  15. Joaquim Valério says:

    Gostava de ter algumas respostas para as seguintes questões:
    Será que o hidrogénio vai mesmo ser a solução para a mobilidade individual?
    Que métodos existem e que eficiência têm na produção de hidrogénio?
    O armazenamento de hidrogénio não é fácil a sua distribuição parece-me complicada.
    Qual o estádio actual do funcionamento das células de hidrogénio em especial no que toca á eficiência e á segurança?
    Será que já se pode usar esta tecnologia em grande escala para armazenar energia gerada pelas eólicas e fotovoltaicas?

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