PplWare Mobile

Se todos os carros fossem 100% elétricos consumo aumentaria 14%


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

Destaques PPLWARE

  1. Rui Freitas says:

    Sinceramente estava à espera de um aumento mais significativo. Será que o estudo desta APETRO é fidedigno?

  2. Pedro Pereira says:

    Alguém me sabe dizer qual é a definição de um carro poluente? “O país europeu onde circulam mais carros poluentes é a Alemanha (9,9 milhões). Segue-se a França (9,8 milhões) e o Reino Unido (8,5 milhões). Portugal ocupa a 10ª posição com 846 mil carros poluentes a gasóleo.”
    A fonte desta informação continua a ser a Associação de Comercio Automóvel? O início refere carros poluentes e depois fala em carros poluentes a gasóleo…
    Para terminar as dúvidas, um carro a gasóleo produzido hoje segundo as especificações mínimas europeias é considerado um carro poluente, um carro a gasóleo poluente ou não é um carro poluente? E um carro a gasolina, é ou não poluente? e um carro elétrico?

    Obrigado.

    • Antonio Lopes de Almeida Junior says:

      Carro poluente é aquele que se tiver escapameno e você colocar o nariz e inspirar e desmaiar em seguida. Ok patrício? Antonio Lopes do Brasil e neto de português.

      • NjsS says:

        Atualmente diria que todos os da moda são pouco poluentes, incluindo os phev que são o milagre dos construtores super empenhados em reduzir as emissões. Tens por exemplo o Porshe Cayenne turbo S hybrid que homologou 90 g/km de co2 segundo o wltp, tens o X5 45e que homologou 44 g/km de co2. Imagino que os 6 cilindros a queimar gasolina e a deixar um rasto de flores…

      • Neomir says:

        Simples e brilhante resposta

      • Costa says:

        Está a viver-se uma mentira com os carros elétricos na verdade são mais poluentes quando se somar a poluição que a produção das baterias acarreta com a produção elétrica, nada é gratuito

        • IonFan says:

          Porque toda a gente sabe que a gasolina e o gasóleo nascem nos tanques dos carros e os carros geram-se espontâneamente nos stands…
          Há estudos para tudo. Acredita quem quer. Talvez fume dois maços por dia porque, na altura em que o mundo tomava consciência, também haviam estudos que defendiam que o tabaco não fazia mal e alguns até chegaram à conclusão que fazia bem!

  3. roberto says:

    Vive-se ao sabor das modas, e agora a moda é o eléctrico, logo virá outra.

    • GG says:

      Na verdade a tendência é continuarem a aumentarem os veículos elétricos. É não haverá outra “moda” como o senhor chama senão essa…

      • Antoninho Pitágoras says:

        Fuel-cell, tem motor elétrico mas energia produzida a partir do hidrogénio

        • IonFan says:

          Mas para produzir hidrogénio é necessária energia eléctrica. Tem que se contar com as perdas acumuladas da produção, armazenamento, transporte, armazenamento de novo, abastecimento e, finalmente na fuel cell a converter novamente o hidrogeno em electricidade. É bem mais eficiente carregar baterias com essa energia.
          O hidrogénio pode ser um solução para viagens extremamente longas ou sítios remotos e sem rede eléctrica. Para 99% da população é um desperdício de energia.

          • Nuno says:

            Utilizar o hidrogénio como combustível é a continuação do actual sistema que consiste em alimentar a ganância das empresas que monopolizarem a produção e a distribuição com a conivência dos estados. A energia eléctrica tem a vantagem de qualquer pessoa a possa produzir facilmente, e as fontes são tantas que nenhum cartel a consegue monopolizar enquanto o sol brilhar e vento soprar, etc .

      • david says:

        Para já! haverá sempre evolução, se calhar não para os nossos tempos, mas haverá com certeza outras formas de energia…
        Mas sim, na verdade a tendência é o aumento de veículos elétricos! apenas “os grandes” estudam uma forma de criar riqueza com os veículos elétricos tal como é feito com os combustíveis fósseis!
        Contudo é urgente arranjarmos uma forma de criarmos baterias em que seja usado cada vez mais menor quantidade de Lithium… dado que é algo que tb tem um fim! e a sua extracção tb danifica e polui tb o meio ambiente!

      • Marco Aurélio Lopes Moralles says:

        Gostaria que essa “moda” chegasse rápido aqui no Brasil, o mercado do petróleo oscila muito, a gasolina está muito cara, o governo lucra muito com os altos impostos sobre os combustíveis, por isso não há interesse em subsidiar a tecnologia dos elétricos, mesmo que a poluição chegue a níveis mortais o governo nada fará para redução dos poluentes por causa da ganância dos nossos políticos.

    • Rodrigo Da Silva says:

      tu chamas a isso modas enquanto que eu chamo de evolucao.

  4. Canuco says:

    Na impossibilidade de se fazer distinção de consumo na carga de um veiculo automóvel na garagem de cada um, isso irá certamente, num futuro muito próximo (2021) a um aumento significativo do valor da energia eléctrica. A aposta nos parque renováveis por parte das instituições financeira é desde 2012 uma constante, e será cada vez mais tendenciosa. Portugal, atualmente não pode ter mais cota de energia renovável, segundo o conselho da UE, pelo que, ou compra mais energia lá fora, ou aumenta significativamente o preço por KW para desincentivar os carregamentos. No final, até quem tem carros a gasolina/gasoleo terá de pagar a fatura de energia muito mais cara.

    • IonFan says:

      Isso não funciona assim. A energia eléctrica tem tendência para baixar, independentemente do consumo. Só para lembrar que no ultimo leilão para a instalação de produção fotovoltaica, houve lotes a sair a 1/5 da média actual.
      Mas há uma razão que impede o aumento do preço da energia, o autoconsumo. Se fizer as contas, neste momento uma instalação PV com baterias suficiente para um autoconsumo a 100%, compensa o investimento inicial em cerca de 10 anos (média do perfil de consumo português). 10 anos são muitos anos a afastam muita gente desse investimento. Mas imagine que a electricidade aumentava. De repente os 10 anos passavam a 7 ou 5 e muito mais gente investia, significando uma perda de receitas para os operadores. Ou seja, neste momento, aumentar o preço da energia seria um suicídio para os revendedores e produtores.

      • Canuco says:

        Aqui não referi nada do auto-consumo. Indo por aí, não esquecer que quem instala auto-consumo, tem de pagar a taxa ao regulador para compensar o facto de não dar dinheiro às empresas de energia. Mais tem de enviar todos os meses a contagem da energia produzida e da energia consumida.

        • IonFan says:

          Mas essa é uma taxa fixa. Não vai aumentar por haver mais consumo na rede.
          A contagem da energia é para quem fornece á rede, não para quem consome a energia que produz.
          Nada do que escreveu inválida o que eu apontei em termos do custo da energia não poder aumentar…

        • Hugo Nabais says:

          Caro Canuno,

          Os kits de autoconsumo com potências que até 1500W que não vendam energia para a rede, não necessitam efectuar qualquer registo nem pagar taxas. Só em potências maiores ou com venda à rede é que é obrigatório efetuar registo e a pagar a respetiva taxa.

          Mas como o autoconsumo fotovoltaico pode ter ou não recurso a baterias, é possível ter um destes kits de 1500W com baterias e não ter que pagar nada!

          • Miguel Ferreira Pinto says:

            Agora já não é só para 1500w.

            Aumentou recentemente para 30Kw, pelo que o paradigma está a mudar. A UE quer incentivar e esta foi a forma usada.

          • IonFan says:

            Folgo em ver que, afinal, há comentários construtivos e informados neste forum. Nem tudo está perdido. Obrigado

  5. albino negro says:

    Quando o lobby do hidrogénio começar a apresentar “estudos” a moda ja muda…

    • Redin says:

      E porque razão isso tenderá a se parecer com um lobby?
      Existem estudos de que será possível a médio prazo qualquer habitação obter um kit de criação de hidrogénio em casa para as próprias necessidades. Eu ainda espero no meu tempo útil de vida poder assistir a essa revolução.
      Sinto-me confiante.

    • R says:

      O problema do hidrogénio é perda existente em conversões – muito ineficaz. Ex: de electricidade para hidrogénio e para electricidade novamente.

      • david says:

        e a necessidade de Baterias para armazenamento dessa mesma energia… dado que o H2 não faz o veículo circular… o H2 cria energia que carrega baterias… que fazem com que os veículos “funcionem”…
        Quando tempo seria necessário para que um motor a hidrogênio funcione para poder carregar as baterias de um carro! sem que este precise de ser conectado à corrente elétrica!?

        • R says:

          Pelo que percebi do seu texto haverá aí uns equívocos…
          https://youtu.be/f7MzFfuNOtY

        • Bruno Fernandes says:

          Alguma vez ouviste falar em células de combustível? É por aí. Esquece as baterias.

          • IonFan says:

            As células de combustível são os fuel cell… Usam hidrogénio na célula de combustível que, usando uma membrana e um catalisador (que, já agora, usa platina), oxida o hidrogénio e produz electricidade.
            O problema é que estas células, apesar de poderem produzir continuamente, não têm output suficiente para mover um automóvel com os padrões actuais. Por isso sim, usam uma bateria. A bateria é usada para armazenar electricidade excedente das alturas em que o veiculo não está a usar para depois libertar quando necessário. Sem esta bateria, os veículos fuel cell estariam limitados a menos de 100cv. Além disso tenho a ideia de que a célula não pode ser controlada em tempo real, ou seja, depois de inundar a membrana, demora algum tempo até começar a produzir energia e, mesmo que se corte o hidrogénio, vai continuar a produzir energia, até que deixe de ter H2 e O2 na membrana. Como deve calcular, seria um pesadelo conduzir um automóvel assim…

    • Antoninho Pitágoras says:

      Existirá é um lobby contra o hidrogénio, “qualquer” um pode se tornar produtor de hidrogénio.
      Mais fácil haver concorrência desde que a legislação permita.
      A malta dos fósseis prefere elétricos carregados desde a rede, maioria dos países está longe de ser auto suficiente, tendo de produzir energia desde combustíveis fósseis.

      • IonFan says:

        Qualquer um pode produzir hidrogénio, é um facto. Infelizmente o hidrogénio de que estamos a falar está a pressões altíssimas pelo que, comprimi-lo e armazena-lo não tarefa fácil e muito menos segura para toda a gente na vizinhança o fazer…
        Mesmo que fosse simples e seguro, não é eficiente. Para produzir, comprimir e armazenar hidrogénio precisa de H2O e energia eléctrica. Até aqui tudo bem, o problema é que para produzir, comprimir e armazenar 4 kg de hidrogénio são necessários 150kWh de energia. Depois agarra nesses 4kg e consegue fazer 500km no seu carro Fuel Cell. Lindo e maravilhoso, tirando a parte em que, com os mesmos 150kWh carregados numa bateria, teria feito 1000km num EV…

        • Miguel says:

          para nem falar que produzir H₂ com os 99,999% (sim, estes noves todos) de pureza que a fuel cell precisa não é em qualquer ‘instalação’ doméstica…

          ( que é pena, que o conceito é giro )

  6. Redin says:

    E essa poupança estimada de 1723 milhões de euros não daria para reforçar/investir no reforço da rede?

  7. Redin says:

    Utopicamente falando, isso seria impossível porque existe uma coisa chamada de transição.
    Até lá haverá tempo de compensar essa necessidade.

  8. Sergio J says:

    Substituição de todos os carros novos ou substituição de toda a frota?

  9. José says:

    Aumenta o consumo de eletricidade, diminui o consumo de gasolina/gasóleo. Eletricidade conseguimos produzir a que quisermos, basta haver vontade, gasolina/gasóleo não temos, logo importamos. Cabecinhas pensadoras… A velha lógica do “quem vier a seguir que pague a conta”.

    • R says:

      Solução: nuclear. E há novidades: pesquisem sobre o último reactor patrocinado pela fundação Bill Gates. Combustível? os resíduos actualmente armazenados das centrais nucleares.

      • Antonio Lopes de Almeida Junior says:

        Os dois reatores russos montados em cima de um navio, isso sim resolve o problema sem emitir poluentes jogados na natureza.

        • Joao Resende says:

          Nenhum reactor tem emissões. O problema é “só” o fim de ciclo do material radioactivo e aí não faz diferença se está em cima de um navio ou em terra. É radioactivo de igual forma.

  10. Joao says:

    Os electricos actuais estão a começar e por isso teem uma proporção anormalmente alta de tipos de gama. Logo não se pode extrapolar para a frente quando forem mass market usando o mix actual de consumos…

  11. Joao says:

    Os electricos actuais estão a começar e por isso teem uma proporção anormalmente alta de topos de gama. Logo não se pode extrapolar para a frente quando forem mass market usando o mix actual de consumos…

  12. R says:

    Os eléctricos deverão ser mesmo o futuro porque deverá também haver uma grande evolução nas baterias (e do lítio). Mas os lobbies e o papel que poderão ter, isso já não sei…

  13. Antonio Lopes de Almeida Junior says:

    14% é uma diferença que se possa alcançar energias renováveis ou nuclear e ou a combinação das duas.

  14. CARLOS E NASCIMENTO says:

    O artigo e o debate nos comentários está interessante permita me acrescentar comentários ao debate , desde as crises de petróleo de 1973 e 1979 o mundo percebeu que estava muito dependente do petróleo e principalmente do petróleo do mundo islâmico e suas instabilidade por ironia o mesmo motivo que nossos antepassados foram em busca da volta do cabo da boa esperança e a epopéia da circunavegacao do globo e infelizmente alguns ignorantes por aqui ( modismo estranho) insistem em dizer a terra é plana, desde a revolução industrial inglesa , que energia é o motor dos negócios , a era do hidrogênio só está começando , como diria o escritos francês Júlio Verne – se faltar carvão queimaremos água , a nova indústria global da mobilidade , está á desenvolver uma tecnologia em patamares tecnológicos , carros híbridos , carros elétricos , carros a hidrogênio , enquanto isso , novas tecnologias e inovações , novos motores e transmissões acopladas , novas fábricas , novos projetos , novos conjuntos de controle que a eletrônica de potência e eletrônica dos microprocessadores sistema vvvf permite , até alcançarmos a era do hidrogênio , enquanto isso como disse um líder árabe da opep , a era da pedra não acabou por falta de pedra mas por mudança no paradigma tecnológico , li algum tempo atrás num artigo num periódico aí em Portugal , o frase interessante , não acabou a era do petróleo , o que acabou foi a era do petróleo barato ,
    o grande motor da industrialização norte americana ou estado Unidense , o Japão e a Europa , sabendo disso como sempre está se capacitando para essa grande mudança como foi a mudança da era das máquina a vapor movida a carvão para essa nova fase do desenvolvimento tecnológico , esse dado no artigo de aumento do uso da energia , alerta nos , para um fato , que já dizia o grande químico francês Lavoisier nada se cria , nada se perde , tudo se transforma ; a energia já está disponível na natureza , a questão é o custo da utilização , carros elétricos mais baratos , resultarão em mais utilização e gastos pelos usuários , e um aumento constante no consumo mundial de energia , que só será resolvido quando a humanidade desenvolver geradores elétricos a partir de usinas a fusão nuclear eficientes , a energia a fissão é altamente poluente e perigosa , haja visto Tchernobil na URSS ; enquanto isso é a aplicação de normas de gerenciamento de energia como a ISO 50.000 a gestão eficiente da energia …

    • Wishmaster says:

      Falou e bem sobre o aumento da utilização…claro, depois com eléctricos, fica mais barato mensalmente na carteira e as pessoas deslocam-se mais…percorrem mais distâncias, logo, não será o aumento que dizem, será mais.
      A adesão ao eléctrico só não é maior porque não há interesse nisso, mas é uma tecnologia que apresenta problemas por depender de baterias que utilizam metais raros. Será necessário desenvolver baterias mais sustentáveis e que tornem possível substituir o parque automóvel mundial, senão chapéu…nada.. o paradigma do petróleo está para ficar pelo menos durante mais uns 30 anos. Não é por o petróleo acabar (há muito mas muito petróleo ainda), mas sim pela evolução tecnológica que é necessária. Por isso, só lá a partir de 2050 é que teremos quase todos os carros eléctricos.
      Outro aspecto importante é que o eléctrico (tirando o problema das baterias) já poderia ser o tipo de veículo mais utilizado se não fosse o mercado de produção de energia…Tesla pensou em energia gratuita para todos e sim, isso é possível. O problema é quando entra em jogo a ganância dos homens…incluindo claro está o próprio Estado (ou seja, os homens gananciosos que fazem os seus joguinhos com outros homens gananciosos).

  15. Rui says:

    Seria engraçado que para conseguir mudar a frota para veículos eléctricos, estendêssemos a vida útil das 2 centrais a carvão para lá de 2030!!!!!! 🙂

  16. informado says:

    A gasolina e o gasóleo são profundamente cancerígenos e matam pessoas todos os dias

    • Rui says:

      Informação inútil. Baseia-se em quê?

      E o que tem a dizer sobre as centrais a carvão que ainda agora funcionam por todo o mundo? E as centrais nucleares? São verdes!?

      E os aviões, são verdes?

      E os navios também são ecológicos? (Se for ler o programa eleitoral do PAN, partido do qual discordo em absoluto, vai ler lá no ponto trinta e tal, a afirmar que os navios cruzeiro que passam nas águas portugueses poluem mais de 80 vezes do que toda a frota automóvel do país!!!!!!)

      Só dizem barbaridades reproduzidas por esta comunicação social podre!!!!!

      Quer ver o discurso da Greta feito à anos por desenhos animados?
      https://youtu.be/PoXkBVqytI4

      • Miguel says:

        essa dos navios de cruzeiro refere-se apenas e só a uma só molécula. SO₂.

        os petroleiros que transportam o combustível para os automóveis poluem mais do que os cruzeiro todos.
        ( ‘esqueceram-se’ de somar essa poluição aos automóveis…)

      • Toni da Adega says:

        Exatamente. Todos sabemos que o smog das cidades é altamente benéfico para a saúde. Nem quero imaginarmos o que acontecerá um dia se acabarem com os carros a combustão no centro das cidades e houver uma redução dos fumos e SMOG, é ver o pessoal a cair que nem tordos.
        Eu por prevenção vou regularmente a Londres para receber a minha dose de Smog .

  17. Wishmaster says:

    É preciso ver o que é necessário fazer para aumentar essa produção (sem recorrer à nuclear).

    Depois, mesmo assim, é preciso ver por quanto é que venderíamos a energia eléctrica (os tais mais de 6 mil Ghw). Ainda assim, seria bom em termos ambientais, mas lá está, continua o problema das baterias. Mais de 3 milhões de veículos, é muita bateria….

  18. Marco says:

    O Centeno não ia gostar muito disso, ia criar logo outros impostos…já que não podia usar a desculpa do preço do barril de petróleo!

  19. Bianca says:

    Imagino que a “Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas” não gostem muito de carros elétricos.
    Logo os dados apresentados não são de certeza para desfavorecer as empresas petrolíferas, seria estranho se fossem.

    De qualquer forma não vejo grande problema em 14%. Se começarem a investir cada vez mais na modernização em ideias novas para produzir energia, como materiais de construção para fachadas que sirvam como barreiras de protecção da dos raios solares, das tempestades e ao mesmo tempo sejam painéis solares.

    Usar as autoestradas com divisórias centrais (e laterais em alguns pontos) com painéis solares, as próprias linha férreas pode ter algo parecido. Espaços que tenham uma só utilização passam a ter mais.
    Com varias ideias e implementações chegaremos aos 14% e até podemos ultrapassar sem problema.

    Quanto aos carros eléctricos é necessário reduzir o numero de veículos grandes nas cidades quando a maior partes destes anda só com o condutor e incentivar a aquisição de veículos de dois lugares ou até de um só lugar, até para o bem próprio do proprietário pois gasta menos no final do dia em energia pela eficiência que ganha com menos peso.

    Quanto a baterias, espero que o lítio seja uma solução de curto prazo, os carros continuaram a ser eléctricos as baterias é que têm de ser outras, mais eficientes em que a não se tenha de escavar para extrair.

    Para já acredito que seja a melhor alternativa.

  20. Yamahia says:

    “De acordo com a Associação, se todos os carros trocassem os seus motores a gasolina e gasóleo por 100% elétricos, Portugal pouparia 1723 milhões de euros. Este valor é referente às importações de combustíveis fósseis.”
    Infelizmente apenas uma pequena parte do combustível fóssil importado se destina aos automóveis.

  21. IonFan says:

    Essa notícia é de 2013! Neste momento, segundo a EDP, a energia produzida por eles é 52.40% a partir de fontes renováveis. Parece que a mudança está a acontecer mais depressa do que muitos imaginavam…

  22. Antonio Hertz says:

    o carro elétrico no Brasil nunca vai ser popular, fica claro que o carro elétrico tem um papel importante em promover uma energia limpa, mas energia renováveis são para ricos, não e viável se tratarmos de custos para o consumidor tendo em vista o alto custo das baterias e os painéis fotovoltaicos e a pouca durabilidade das baterias implica muito no seu valor em longo prazo, um exemplo , se pegássemos o valor total do produto e fizéssemos qualquer outra aplicação pagaríamos o combustível ou a energia elétrica e ainda sobrava dinheiro.

    • Joao Resende says:

      As energias renováveis já são muitas vezes mais baratas que as energias fosseis. Em Portugal no último leilão conseguimos 0,014 €/kWh. O grande problema é a intermitência mas isso não será um problema grave na mobilidade. O retorno de investimento depende do custo de energia de cada país. No caso do Brasil, a energia é relativamente barata mas podes facilmente ter uma rentabilidade mínima de 12% bem melhor que muitas aplicações.
      O avanço do carro eléctrico muito dependente da perspectiva que o governo brasileiro tenha da mobilidade e se vai promover o mercado mas tem tudo para funcionar.

  23. Biba says:

    Assumindo 3 milhões de carros. Isso daria 4 mil euros por cada carro. Isso daria muito facilmente para o estado avalizar o empréstimo a custo zero na compra de carros elétricos. Isso é que seria o futuro hoje. Termos uma frota 90% eléctrica. Termos um governo que consiga fazer acordos com os fabricantes para esta transição imediata seria de campeão

  24. miguel sabe fazer contas says:

    1,500,000,000 euros a dividir por 3,000,000 automóveis = 500 €/auto.
    Não sei onde arranjaste 4000 euros. Isso nem a fazer 40 mil km num carro a gasóleo ….

  25. Laécio Medeiros says:

    Bom queria saber, qual a duração de uma bateria dessas no carro, e qual seu preço para reposição. Pois uma bateria de carro comum, só pra da partidas no motor acho cara. Qto mais uma pra movimentação do carro.

    • IonFan says:

      Segundo a Tesla $5k por modulo. Uma bateria tem 4 módulos. A boa noticia é que, neste momento, o kWh no pack custa 1/3 do que custava há 10 anos. Se continuar nesta trajectória de descida, daqui a 8 anos, quando um carro comprado agora chegar ao fim da garantia da bateria, será muito mais barato.
      Além disso, se uma bateria aguentar 1500 ciclos até perder 20% da capacidade original (facilmente aguenta), isso significam 600.000kms num carro com autonomia de 400km por ciclo.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.