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Carro com mudança engatada gasta mais que em “ponto morto”?

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Pedro says:

    Esquecendo a segurança …o que oferece mais resistência à deslocação? Engatado ou ponto morto?

  2. sapoide says:

    O problema não é gastar mais ou menos, com mudança engatada é mais seguro, isto não quer dizer que em “ponto morto” seja mais ep+rigosos para condutores experientes e sim gasta menos, mas desgasta mais a embraiagem, no entanto poupa o motor quando reduzimos as mudanças numa descida, motor e tubo de escape, pelo mnenos antigamente.

    Com estes carros novos que até se guiam sozinhos acho que é ela por ela. Perguntem à AI e ela faz o que melhor entende rpara poupar mais o que vocês quiserem…

    • Miguel says:

      Num carro minimamente moderno (últimos 30 anos) o ponto morto gasta sempre mais porque o motor tem que ser mantido a funcionar. Se estiver engatado, o movimento das rodas vai fazer rodar o motor sem ser preciso gastar uma gota de combustível. Para quem quiser confirmar, basta abrir o indicador de consumo instantâneo e fazer a experiência.

  3. /Pedro António says:

    Quando o carro está em movimento, numa determinada mudança e o pé levantado do acelerador, a injeção eletrónica interrompe totalmente o fornecimento de combustível. Muitos veículos têm até um mostrador de consumo instantâneo onde é possível confirmar que, nesta situação, o valor é de zero litros por 100 km.
    Isto é impossível !

    • luisa says:

      Se interrompe o fornecimento de combustível, o que mantem o motor a trabalhar?? O ar?! Vocês deveriam parar de dizer tantas asneiras seguidas…o carro parou no stop, tiras o pé do acelarador e o consumo instantâneo diz zero, na realidade nao é zero porque ouves o motor a trabalhar, a razao de ser zero é porque p carro parou e a unidade de medida é l/km, ora se o carro nao anda o valor tem de ser zero, no entanto se houvesse em todos os carros l/min irias ver que o carro continua a consumir combustível…

      • MasterMike says:

        Numa descida, se tirar o pé do acelerador o que mantem o motor a funcionar é a inércia. Assim que carrega na embraiagem a injeção é instantaneamente iniciada para que o motor não desligue.

      • Miguel says:

        O que mantém o motor a rodar é o movimento das rodas do carro através da transmissão do carro, já que este ficou engatado. Não aponte asneiras a pessoais que sabem mais que você.
        Faça a experiência se quiser. Abra o indicador de consumo instantâneo e desça uma estrada com ele engatado e sem acelerar. O indicador vai mostrar exactamente 0.
        O manual do meu VW Golf (2017) explica isto na secção de condução económica.

      • Just Saying says:

        O que mantém o motor a trabalhar é o rolamento do carro que por sua vez como as rodas estão acopladas à transmissão mantêm o motor a roda. Claro que não pode se estar com o pé na embraiagem.

      • 1 palmo na testa says:

        tanto físico na campa a dar voltas depois de ler isto.

        Oh senhor, se um carro estiver numa descida, existe uma coisa que se chama gravidade que vai acelerar o carro até encontrar resistência mecânica e do ar.

        Durante esse processo a velocidade irá fazer com que o motor continue a rodar sem combustão, bem como alguns acessórios como AC e, esperem, drum roll…. O alternado, ou seja o carro passa a gerar energia pelo movimento.

        Um carro não pega também de empurrão senhor?exato, pois a diferença aqui é que o carro é puxado.

        As aulas de física eram uma seca certo?

        Força nisso

      • Mirado says:

        Mantem o motor a trabalhar por inercia, basicamente as rodas do teu carro andam, o motor roda porque tens uma mudança engrenada.

        Se meteres em ponto morto, tem de haver injeção de combustível para que o motor possa rodar.

      • JC says:

        Sim, tem razão não há um desligamento do motor, pois isso danificaria o motor, no entanto se engatado o consumo será bem menor… se o caso for uma questão de velocidade, desengatado antará mais, pois não tem nada que o trave.

      • PTO says:

        O que mantém o motor a trabalhar é o rolamento por inércia, não entra uma pinga de combustível no motor.

        Pesquisa antes de seres TU a mostrares A TUA ignorância.

    • MasterMike says:

      Porquê?

    • Luisa12 says:

      Novamente o carro em ponto morto não tem as rodas ligadas ao motor porque o volante do motor não está conectado, como é que o motor trabalha????? Com ar???

  4. LA says:

    Conduzir com o carro desengatado, não só, não gasta menos, como ainda é perigoso.

    • B@rão Vermelho says:

      Eu tenho um curso de condução defensiva 5 dias no Kartódromo de Palmela , é nos explicado que em caso de perda de controlo do carro a primeira coisa é pisar a embreagem, para as quatro rodas rodarem todas a mesma velocidade o travão só posteriormente depois do carro controlado, por isso descer com o carro engatado ou não pode ser irrelevante.

      • Max says:

        Acho que estás a confundir. Isso é no caso de perda de controlo do carro por aquaplanagem.
        Descer com o carro engatado ou desengatado (em ponto morto, com o motor a trabalhar) não é irrelevante. Volta lá e pergunta-lhes se, nos carros com mudanças manuais, se deve descer com a mesma mudança com que se sobe. Usa-se o motor para controlar a velocidade, usando menos os travões, ou seja têm menor desgaste. No caso de falha nos travões vai-se muito mais seguro.

  5. Mapril says:

    Você vai numa descida +/- suave, se tirar o pé do acelerador a velocidade cai em excesso e tem que voltar a pisar o acelerador. Mas, se tirar o pé do acelerador e pisar a embraiagem (fica em ponto morto), a velocidade poderá manter-se (dependendo das circunstâncias). Em que caso gasta menos? No segundo.

    • J Monteiro says:

      Verdade! Mas tb é verdade que, no caso de uma descida mais ingreme, pode ser mais vantajoso em termos de economia de combustivel, descer engatado numa relação alta e desengatar na parte final da descida, de forma a aproveitar alguma energia cinética. Em termos de segurança, será sempre mais benéfico o carro engatado. Não há dúvida que descer engatado sem acelerar, não consome, mas tb provoca inércia. De uma forma geral, para poupar combustivel, o ideal, será combinar habilmente as duas alternativas.

    • Hugo says:

      Errado…o carro ao relanti gasta mais…

    • PTO says:

      Numa descida suave o carro continua a descer mesmo engatado se souberes escolher a velocidade em que o engatas.

  6. Yamahia says:

    Depende da descida.
    Se for uma descida com grande inclinação, convém engatar a mudança correspondente. Quanto maior for a inclinação, mais baixa deve ser a mudança a engatar, para melhor segurar o carro não só com recurso ao travão-motor, como também para poupar a temperatura do sistema de travagem, que pode ser necessária numa curva mais à frente. Enquanto não se pressionar o acelerador, o carro vai trabalhar apenas com a admissão do ar, gastando zero litros de combustível.

    Se a descida for ligeira, pode-se desengatar sem receios. Vai poupar imenso combustível e, enquanto for possível manter um andamento seguro apenas com a inércia, dependendo da velocidade, pode percorrer quilómetros e quilómetros gastando apenas cerca de 0,1 litros aos 100. Claro que, neste cenário, se engatar uma mudança, mesmo que seja a mais alta, isso vai comprometer quaisquer intenções de poupança, porque o carro vai abrandar rapidamente e obrigar a recorrer ao acelerador para retomar a velocidade.

    Se a ideia é poupar, o foco deve estar no pedal do travão. Quanto menos o usar, mais vai poupar.

    • Julio says:

      Quem quiser saber a verdade quando for numa descida desafogada olhe para o conta rotações veja a quantas rotações vai então desengate o carro e tire o pé do acelerador sem desligar a ignição e veja novamente o conta rotações por aí vai ver que carro passa a gastar zero faço isso todos os dias á muitos anos poupo compostivel e poupo o carro

    • J Monteiro says:

      Concordo de todo com o seu comentário. No entanto poupar o uso do travão, hipoteca seriamente o controlo do veiculo. Deverá sempre haver uma boa dose de previsibilidade e um bom exemplo disso é o que fazer qdo se está a 100m de um amarelo no semáforo: há quem tire o pé do acelerador e há quem acelere para travar a fundo depois no vermelho.

  7. Max says:

    “Evite descer em ponto morto, pois isso aumenta a velocidade por inércia e desgasta os travões, além de consumir mais combustível do que com uma mudança engatada” (que deve ser a mesmo com que se subiria).
    Em todo o caso, não desligar o motor com intenção de poupar combustível, porque os travões hiráulicos quase deixam de funcionar e, com azar, pode bloquear a direção.

  8. MasterMike says:

    Esquecendo a segurança… depende do carro.
    Carros com injeção eletrónica (sejam diesel ou gasolina), sim é verdade que gastam 0 ou até 0.2 l/100Km.
    No entanto carros com mais antigos a carburador ou diesel com injeção totalmente mecânica, estão sempre a aspirar combustível (no caso dos carburadores) ou a injetar gasóleo, quanto mais alta as rotações mais combustível é aspirado/injetado, mesmo sem o pé no acelerador.

  9. narcesudo says:

    “Conduzir só com uma mão”
    Quem conduz só com uma mão… conduz do mesmo modo que um bêbado com as duas mãos pois conduz o carro aos “ésses”

    ““Frequentemente os condutores conduzem em ponto morto em descidas ou num engarrafamento, em teoria para poupar combustível. Mas cuidado!””
    Faltam aí outras hipóteses, conduzir em ponto-morto:
    – atrás de um enorme camião;
    – à frente de um enorme camião;
    – em estradas horizontais;
    – em subidas;
    – em marcha-atrás;
    – numa montanha russa;
    – numa estrada de mobius;
    entre outros (certamente muitos) exemplos mas que agora não me ocorrem.

  10. Pedro António says:

    Se o motor trabalha, há consumo de combustível! Não é só o rodar das rodas que mantém o motor a funcionar, que grande mentira! Pode gastar o mínimo, mas gasta, nunca é consumo zero! Façam esta experiência, numa decida longa, engate a 5ª, liguem o tubo de escape ao habitáculo, fechem as janelas e vejam o que acontece!

    • Max says:

      Não te ponhas a inventar a roda e a dizer disparates.
      – Com o carro parado, para manter o motor a trabalhar ao ralenti (em que o condutor não acelera) é preciso consumo de combustível.
      – Com o carro a andar numa descida – em ponbto morto (desengatado) para o motor trabalhar ao ralenti é preciso consumo de combustivel
      – Num carro com injeção eletrónica, quando o carro está em movimento – e está engatado – quando o condutor tira o pé do acelerador o sistema corta o consumo de combustível, resultando em consumo zero – mas o motor continua a trabalhar acima do ralenti.
      Tudo numa frase: numa descida em ponto morto (desengatado) consome-se combustível – para manter o carro a trabalhar ao ralenti, enquanto com o carro engatado não gasta combustível – e o motor mantém-se a trabalhar acima do ralenti.
      É dos livros, todos dizem o mesmo.

    • PTO says:

      Fdx! Três linhas de completa ignorância.

      No rolamento por inércia (uma descida com o carro engatado) não há admissão de combustível no motor por isso podes meter o tubo de escape no nariz que ficas na mesma.

      Uma simples pesquisa teria evitado que dissesses tanta asneira de uma vez só.

  11. PTO says:

    Com mudança engatada e sem acelerar, gasta zero, está em rolamento por inércia e a admissão de combustível ao motor está “fechada”.

    Com a mudança em, ponto morto continua a entrar combustível que é usado para manter o motor a trabalhar ao ralenti.

  12. LA says:

    Penso que ainda ninguém falou da seguinte situação. E se o carro desengatado e com o motor ao ralenti, se for abaixo e não voltar a pegar? Onde vão depois buscar os travões e a direção?

    • Max says:

      Se o motor se for abaixo tem que se fazer pisca e parar na berma. O travão de pé (hidráulico) não deixa de funcionar totalmente com o motor parado – perde 80% da funcionalidade. Fica mais duro e é preciso pisar com mais força. Se não ganhar embalagem, junto com o travão de estacionamento há de ser suficiente. No caso de o travão de estacionamento ser elétrico (um botão) desde que haja bateria continua a funcionar (o problema é se a bateria estiver descarregada). E deve-se engatar uma mudança. A direção pode bloquear mas é se se desligar intencionalmente o motor, dependendo da posição em que fique a chave.

  13. Hpereira says:

    Quando o carro está em movimento, numa determinada mudança e o pé levantado do acelerador, a injeção eletrónica interrompe totalmente o fornecimento de combustível… Meu Deus que barbaridade jornalística… E o motor continua a trabalhar por obra do Espírito Santo.. A verdade é que gasta menos e bem menos (sim inclusive passados 9 anos a descer o freixo posso afirmar que gasta muitoooo menos) já fiz a prova dos 9… E ao final do ano é MUITA a diferença tanto em gasolina como ainda mais em gasóleo .. Para quem percebe de mecânica automóvel, com o carro engrenado e levantando o pé a injeção de gasolina é mínima tal como ao ralenti, a diferença está nas rotação (voltas que da a combota) ora se ela da mais voltas vão ser mais vezes que essa injeção mínima de combustível vai entrar.. Por tanto ir à vela gasta menos… E bastante menos… Mas…. Sim é perigoso..

    • Max says:

      Se o carro a descer, engatado, com o motor a trabalhar e o pé fora do acelerador continua a andar – para que é que ia precisar de injeção de combustível se a força da gravidade já o mantém a andar? E, ao mesmo tempo, o motor continua a trabalhar acima do ralenti. O motor continua a trabalhar porque está ligado às rodas do carro – o que não acontece se estiver desengatado – em ponto morto o movimento do motor não está ligado ao movimento das rodas do carro .
      Não é um milagre do Espírito Santo – é um milagre da injeção eletrónica, que, com o carro em movimento, corta totalmente a admissão do combustível ao motor quando se tira o pé do acelerador e da mecânica automóvel.
      Pelo contrário, com o carro parado, para manter o motor a funcionar ao ralenti – consome-se combustível (e por isso se inventou o start-stop). A descer, desengatado (o que inclui pisar o pedal da embraiagem), o motor também vai ao ralenti, a gastar combustível.
      Qualquer mecânico que perceba de injeção eletrónica te diz o mesmo. Isto é dos livros – todos.
      Agora, se num percurso que é essencialmente de descida, há troços mais planos ou de subida em que é preciso acelerar, gasta-se combustível. Numa descida em pára-arranca, em que necessariamente se tem que passar frequentemente para ponto-morto também. Já agora, a descer em pára-arranca, evitar pisar a embraiagem apenas parcialmente, para não a desgastar – isso pode ter que se fazer temporariamente a subir (o ponto de embraiagem) para ganhar força para passar de parado a em andamento, mas a descer a força da gravidade já põe o carro em andamento.

      • Sergio says:

        @Max
        Estás a dizer asneiras!!! A descer e engatado, sem pisar o acelerador, gasta sempre qualquer coisa. Seja menos do que ao ralenti ou não, alguma coisa tem que gastar, se não o motor não estava a trabalhar.
        Se continuas a achar isso, tens bom remédio: já que dizes que a injecção não injecta pinga de combustível, então tens bom remédio – desliga a chave e vê o que acontece.
        Para o motor mostrar rotação de ralenti ou acima, tem sempre que consumir qualquer – o oxigénio não é auto inflamável, precisa sempre de algo para começar a combustão, isto é, combustível!!!
        Outra maneira de veres isso: desces em ponto morto uma descida e o que acontece??? O carro ganha velocidade;
        Agora desces a mesma descida com o carro engatado e o que acontece???
        O carro deixa de aumentar a velocidade e se a descida for pouco acentuada, até perde…
        Porque achas que isso acontece???
        Já ouviste falar na compreensão do motor???
        Vejo aqui muito “entendido” de CB, mas mecânica mesmo é que é pior…

        • Max says:

          Agora o primeiro resultado da Google Search já usa IA (“Vista Geral de IA”:). Vai lá e pergunta: “Num automóvel com injeção eletrónica quando se levanta o pé do acelerador é cortada a admissão de combustível ao motor?” Resposta:
          “Sim, em veículos com injeção eletrónica, quando o motorista levanta o pé do acelerador, a central eletrônica do motor (ECU) [centralina, ou outro nome] geralmente corta a injeção de combustível. Isso ocorre para melhorar a eficiência do veículo, reduzir o consumo de combustível e diminuir as emissões de poluentes.
          Como funciona:
          – O sistema de injeção eletrónica monitora constantemente vários sensores e componentes do motor, incluindo a posição do acelerador.
          – Quando o motorista tira o pé do acelerador, o sensor de posição do acelerador envia um sinal para a ECU.
          – A ECU interpreta esse sinal como uma situação de desaceleração e corta a injeção de combustível para os injetores.
          – O motor continua a funcionar devido à inércia e à rotação remanescente, mas sem o fornecimento de combustível fresco.
          – Quando o motorista volta a pressionar o acelerador, a ECU deteta a mudança e reativa a injeção de combustível”.
          Todos os sites qualificados dizem o mesmo. Queres mais o quê?

        • Max says:

          Já estou cansado disto , faltou-me – em movimento:
          P: “Um automóvel com injeção eletrónica – em movimento – quando quando se levanta o pé do acelerador é cortada a admissão de combustível ao motor?” Resposta:
          “Sim, em veículos com injeção eletrónica, quando o condutor levanta o pé do acelerador, a central eletrónica (ECU) corta a injeção de combustível para otimizar o consumo e aproveitar a inércia do veículo, especialmente em situações de descida ou travagem. Essa função, conhecida como “corte de combustível”, permite poupar combustível e reduzir o desgaste do motor, uma vez que o veículo continua a mover-se aproveitando a energia cinética.
          Como funciona o corte de combustível:
          – Detecção: A ECU monitora a posição do acelerador. Quando o acelerador é liberado, a ECU identifica que não há necessidade de fornecer combustível.
          – Corte da injeção: A ECU interrompe a injeção de combustível para os cilindros, evitando o consumo desnecessário.
          – Recuperação: Quando o veículo começa a perder velocidade ou o condutor volta a acelerar, a ECU religa a injeção de combustível para manter o funcionamento normal do motor.”

  14. Carlos Filipe says:

    É muito relativo e depende da inclinação da descida.
    Muito acentuada, engatado consome menos e pode poupar travão.
    Inclinação media, desengatado poderá consumir menos já que poderá não haver necessidade de travar o carro

    • Max says:

      O esquema todo:
      1) Desengatado a descer – o motor vai ao ralenti, consome o mesmo que se estivesse parado.
      2) Mas se o carro fosse a descer engatado – e com o pé fora do acelerador – não consumia nada.
      3) Uma situação diferente era se se dissesse: vou a descer, mas a inclinação é pouca, levo-o engatado, mas, de vez em quando tenho, que dar alguma aceleração – gasto combustível pela aceleração. Em vez disso, como a inclinação é pouca, levo-o desengatado, ganha mais embalagem, que controlo com o travão, e isso é suficiente – gasto o combustível do motor ao ralenti.
      Em 3) ninguém vai ser capaz de dizer, com certeza, o que gasta menos (claro que se fizer a descida toda com o pé no acelerador gasta mais do que em ponto morto).
      Entre 1) e 2) é fácil. O que complica a discussão é, em 2), o pessoal que acha que o motor precisa de gastar combustível, senão o motor para (porque não trabalha por “obra e graça do Espírito Santo”).

  15. rolhas says:

    Sou condutor de pesados e sempre me debati com essa questao (qual das duas estrategias é a melhor para poupar combustivel). entao fiz tês questoes à I.A. :

    questao 1:
    « analisa o tema deste artigo incluindo seus comentarios, bem como toda a documentacao que possas precisar de consultar para me dares uma resposta. »

    Aqui está a análise do tema abordado no artigo da Pplware — “Carro com mudança engatada gasta mais que em ‘ponto morto’?” de 10 de agosto de 2025 — e uma síntese dos comentários e de fontes complementares:
    1. Tese do artigo (Pplware, 10 ago 2025) • O artigo questiona um mito comum: muitos condutores pensam que engatar o carro em ponto morto poupa combustível, especialmente em descidas ou engarrafamentos. • A explicação técnica baseia-se na injeção eletrónica moderna: quando o veículo está em marcha e levantamos o pé do acelerador, a centralina corta totalmente o fornecimento de combustível (situação conhecida como fuel cut-off), resultando em consumo zero litros por 100 km. Pplware+1 • Por outro lado, se o carro estiver em ponto morto, o motor tem de permanecer em funcionamento ao ralenti, consumindo combustível continuamente para se manter ligado. Assim, descer uma ladeira em ponto morto gasta mais combustível do que descer com uma marcha engatada. Pplware+1
    2. Comentários dos leitores no artigo Vários leitores reforçam esses pontos com base em experiência própria e observação prática: • Miguel (11 agosto 2025, 09:06) afirma: “Num carro minimamente moderno (últimos 30 anos) o ponto morto gasta sempre mais porque o motor tem que ser mantido a funcionar. Se estiver engatado, o movimento das rodas vai fazer rodar o motor sem ser preciso gastar uma gota de combustível.” Pplware • Sérgio resume claramente: “Quando o carro está em movimento – e está engatado – quando o condutor tira o pé do acelerador o sistema corta o consumo de combustível, resultando em consumo zero –… Numa descida em ponto morto… consome-se combustível – para manter o carro a trabalhar ao ralenti, enquanto com o carro engatado não gasta combustível…” Pplware
    3. Suporte adicional de fontes independentes Diversas fontes técnicas e especializadas confirmam esta explicação: • StackExchange / Engineering.SE explica que a maioria dos carros modernos (desde os anos 1990) possui o sistema DFCO (Deceleration Fuel Cut-Off). Quando estamos em marcha, com o pé fora do acelerador, o combustível é cortado completamente. Engineering Stack Exchange • Carscoops, referindo o canal Engineering Explained, afirma que se for possível, é mais eficiente coasting em marcha do que em ponto morto, porque o motor “não injeta combustível” ao descer em marcha, enquanto isso não acontece em ponto morto. Carscoops • Mechanics.Stackexchange corrobora : em carros com injeção moderna, ficar em marcha sem acelerar pode resultar em “consumo zero”, enquanto o ralenti (neutro) exige combustível para manter o motor ligado. Motor Vehicle Maintenance Stack Exchange • Outros blogs e análises (CarsBibles, Kroftools, Practical Motoring, RanWhenParked) enfatizam que coasting em marcha é não só mais econômico mas também mais seguro — pois se mantém o controle do veículo e evita desgaste desnecessário de freios ou componentes da transmissão. Kroftools BlogCar BiblesRan When ParkedPractical Motoring
    4. Resumo comparativo Situação Consumo de combustível Controle / Segurança Em marcha, sem acelerar Zero (fuel cut-off) Máximo controle Em ponto morto (ralenti) Consumo contínuo Controle reduzido Consideração prática Descer em marcha é mais eficiente e seguro do que em ponto morto

    questao 2:
    « considera a seguinta situacao com um carro “normal/1300kg”: desco 1000m com uma inclinacao de 8% para em seguida fazer mais 10 000m em plano e sem curvas. qual das duas situacoes coasting ou neutro me permitira poupar mais de combustivel? »

    Curto e direto: em carros modernos, “coasting” em marcha (pé fora do acelerador, DFCO ativo) vai gastar menos combustível do que rolar em ponto-morto (neutro) no teu cenário. Porquê, com números simples (1300 kg, 1 km a 8% + 10 km planos) • Descida (1 km a 8%) o Em marcha (DFCO): consumo = 0,00 L (a ECU corta a injeção). o Em neutro (ralenti): o motor tem de ficar ligado. Típico ralenti ≈ 0,6–1,0 L/h. Se demoras ~40 s a descer, gastas ~0,009–0,011 L só aqui. • Energia potencial da descida 80 m de desnível ≈ 1,02 MJ. Mesmo que a transformasses em “energia útil nas rodas” com eficiência perfeita de 25% (o que não acontece), isso equivale a ~0,12 L de combustível “poupável”. Na prática, quase toda essa energia vai para o ar (arrasto ∝ v²) quando chegas mais rápido ao fim da descida; i.e., perdes-a em forma de resistência aerodinâmica adicional no início dos 10 km planos. • Trecho plano (10 km) o O grosso do consumo vem de arrasto + rolamento, independentemente de chegares um pouco mais rápido ao início. Tipicamente, um carro compacto gasta ~0,5–0,7 L em 10 km a velocidade de cruzeiro. o Ir em neutro não te dá “energia grátis”: continuas a gastar ao ralenti enquanto perdes velocidade; o ganho de chegar um pouco mais rápido raramente compensa o consumo ao ralenti da descida + o arrasto extra por ires mais depressa durante um bocado. Conclusão prática • Coasting em marcha (DFCO): 0 L na descida + consumo normal nos 10 km planos. • Neutro: >0 L na descida (ralenti) + praticamente o mesmo consumo nos 10 km planos (ou ligeiramente pior se aproveitaste a descida para ir mais rápido e apanhaste mais arrasto). Só há dois casos em que o neutro poderia “ganhar”: 1. Carros antigos sem DFCO (carburador): aí em marcha não há corte total, e o neutro pode igualar/ganhar por pouco. 2. Hiper-miling avançado com motor desligado (“engine-off coasting”, não é o teu caso e tem questões de segurança/legais).

    questao 3:
    « a partir que que peso compensa mais ir em coasting ou neutro? »

    ótima pergunta — não há um “peso mágico” universal, porque o ponto de viragem depende do perfil da descida, da velocidade, das perdas da transmissão e do ralenti do motor. Mas dá para dar uma regra prática sólida com base no que os fabricantes e a engenharia reportam: Regra prática (com o que sabemos hoje) Até ~3,5 t (carros e LCVs típicos): quase sempre coasting em marcha (DFCO) poupa mais do que neutro. O corte de combustível na desaceleração é real e o ralenti em neutro (≈0,15–0,25 gal/h ≈ 0,6–1,0 L/h nos ligeiros) é desperdício puro. The Department of Energy’s Energy.gov ~7,5 t a 18 t (camiões médios/autocarros ligeiros): é caso a caso. Em descidas muito suaves e longas, neutral-coast pode empatar ou ganhar se a transmissão engatada gerar arrasto notável; caso contrário, DFCO tende a vencer. ≥18–40 t (camiões pesados de longo curso): os OEMs ativam modos tipo EcoRoll (desengatar para neutro de forma controlada) porque costuma poupar ~1–2% no ciclo real em terreno ondulante. A enorme inércia de 30–40 t compensa facilmente o ralenti (tipicamente ~0,6–1,0 gal/h ≈ 2–4 L/h nos pesados), e evita as perdas por arrasto da transmissão quando se vai “amarrado” ao motor. OEM Off-Highway encoreprotection.com Porque é que o “ponto de viragem” sobe com o peso? Em neutro, pagas ralenti (fluxo fixo de combustível por hora). Em DFCO, pagas perdas de transmissão/engine-brake (energia cinética que se perde a “arrastar” o motor). Quanto mais massa, maior o “banco” de energia cinética/potencial numa descida suave — e mais caro é desperdiçá-la a rodar o motor engatado. A partir de massas altas, a energia que deixas de perder ao “soltar” o conjunto ultrapassa facilmente o custo do ralenti. É por isso que Mercedes, Scania, Volvo, etc., implementam EcoRoll de origem: desengatam sob critérios estritos para aproveitar a inércia e só reengatam/ativam travão-motor para controlar a velocidade. connect.forcemotors.com YouTube OEM Off-Highway Scribd Em números rápidos (ordem de grandeza) Ligeiro (1,3 t): ralenti ~0,7 L/h. Descida de 40–60 s “custa” ~0,008–0,012 L em neutro; difícil recuperar isso em menor arrasto vs DFCO — logo DFCO ganha. (E tens mais controlo/segurança.) The Department of Energy’s Energy.gov Pesado (40 t): ralenti ~2–3 L/h ⇒ 40–60 s “custam” ~0,02–0,05 L. Mas evitas perdas da transmissão/engine-brake significativas ao “soltar” 40 t → em terreno ondulante, o saldo costuma ser positivo (≈1–2% no percurso). encoreprotection.com OEM Off-Highway Conclusão direta Carros e ligeiros (≤3,5 t): coasting em marcha (DFCO). Pesados (≥18 t, longo curso): neutro controlado (EcoRoll) quando a ECU julga que compensa. Zona cinzenta (3,5–18 t): depende do mapa da caixa/engine-brake, do c_rr, do CdA, da inclinação e do tempo de descida; sem EcoRoll calibrado, DFCO ainda costuma ganhar. Se quiseres, monto um modelo simples com os teus parâmetros (peso, velocidade, inclinação, ralenti, c_rr/CdA) para te mostrar exatamente onde a curva cruza — i.e., a massa/condição a partir da qual neutro começa a bater DFCO no teu cenário específico.

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