PplWare Mobile

Windows ou Linux?


Vítor M.

Responsável pelo Pplware, fundou o projeto em 2005 depois de ter criado em 1993 um rascunho em papel de jornal, o que mais tarde se tornou num portal de tecnologia mundial. Da área de gestão, foi na informática que sempre fez carreira.

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118 Respostas

  1. t@ndre says:

    A meu ver não é a falta de informação, mas sim problemas com compatibilidades de hardware e software..

  2. Tundra says:

    “censo”? De censo da população? Ou senso, de noção?!

  3. Tundra says:

    O problema maior do linux é a utilização de outros softwares que não venham no pacote. No windows basta duplo clique, e a instalação segue logo de seguida…

  4. Bruno says:

    o unico problema do linux e mesmo as drivers…
    tipo o linux e muito bom mesmo porque e muito mais rapido e nao necessita de tantos recursos como o windows…
    mas para os gamers, não ha nada como o windows…
    o linux e muito confuso, visto que estamus todos abituados ao windows…
    o ambiente grafico do linux ainda não é grande coisa, não se compara com o windows vista…

    continua a preferir o windows xp… jogo tudo, se me falta alguma coisa, o google ainda é nosso amigo, e para o linux ainda é pressizo muita paciencia…

    e o problema e mesmo as varias diferenças de tipos de linux…
    eu nunca trabalhei muito com o linux, porque alguns problemas nao trabalhavam no linux que usava (Caixa Magica 10 desktop)…

  5. Fernando says:

    Eu torço para que um dia o Linux realmente alcance um nível que lhe permita rivalizar com o Windows.
    Infelizmente atualmente essa não é a realidade e acredito que a médio prazo isso não aconteça.
    Na realidade o que faria muito bem ao mercado seria a Apple liberar o Mac OSX para rodar em PC!
    Aí sim o Windows teria um concorrente de porte e situação seria totalmente diferente.

  6. gil says:

    bem, para já em relação a vantagens/desvantagens do Linux para o Windows encontro duas, à partida:
    1 – instalação de software;
    2 – jogos;

    para instalar software faz falta o “duplo clique” como fala o/a Tundra aqui em cima, na questão de jogos a compatibilidade só é corrigida com uma emulação do windows (devido ao directX, penso eu!!!!);

    há já uns dias anunciei no meu site que iria fazer uma experiência e mudar a minha máquina para software livre (linux e etc…), infelizmente esse projecto está atrasado porque fiquei sem um disco e ando à procura de substituto para ele!!! 🙂

    assim que der início à experiência será interessante fazer a comparação e também o relato da facilidade/dificuldade de adaptação ao Linux, depois de quase 20 anos habituado ao Windows (LOLOLOL)

  7. Pouic says:

    Boas,
    Alguem sabe qual o site que mostra a compatibilidade dos programas para win mas para linux?

  8. Alexx says:

    O link é muito elucidativo e “vende” bem a mercadoria. Utilizador do Windows desde o 3.1 estou tentado a fazer a experiência. Obrigado Vitor … isto é Serviço Público !

  9. Uso diariamente varias versões dos 2 sistemas operativos, não dispenso linux em servidores sejam eles web, mail, e às e vezes quando os softwares assim o permitem como servidor aplicacional, o que mais leva a adoptar linux em servidores além da fiabilidade é o preço o dos SO’s da concorrencia (MicroSoft)…. embora o linux possa parecer mais dificil de usar existem imensas ferramentes gratuitas que facilitam a vida a quem o quer usar, quando falo em linux quase sempre me refiro a Sistemas sem interface gráfica…. quanto à compatibilidade de hardware, nos primordios da minha convivencia com linux tambem pensei que não havia compatibilidade com o tempo fui me apercebendo que tal não não é verdade…. a “vantagem” do windows é que instala drivers genericos mas com isso não está a tirar partido das ptotencialidades do hardware, mas para o comum utilizador doméstico se a placa gráfica que custou 400 € está a utilizador os mesmo recursos que se tivesse comprado uma de 30 € não lhe importa, o que interessa é dizer aos amigos que tem uma grafica XPTO… a mesma coisa será comprar um carro topo de gama e não utilizar os extras…. para isso compravam a versão base….

  10. Uso diariamente varias versões dos 2 sistemas operativos, não dispenso linux em servidores sejam eles web, mail, e às e vezes quando os softwares assim o permitem como servidor aplicacional, o que mais leva a adoptar linux em servidores além da fiabilidade é o preço o dos SO’s da concorrencia (MicroSoft)…. embora o linux possa parecer mais dificil de usar existem imensas ferramentes gratuitas que facilitam a vida a quem o quer usar, quando falo em linux quase sempre me refiro a Sistemas sem interface gráfica…. quanto à compatibilidade de hardware, nos primordios da minha convivencia com linux tambem pensei que não havia compatibilidade com o tempo fui me apercebendo que tal não não é verdade…. a “vantagem” do windows é que instala drivers genericos mas com isso não está a tirar partido das ptotencialidades do hardware, mas para o comum utilizador doméstico se a placa gráfica que custou 400 € está a utilizador os mesmo recursos que se tivesse comprado uma de 30 € não lhe importa, o que interessa é dizer aos amigos que tem uma grafica XPTO… a mesma coisa será comprar um carro topo de gama e não utilizar os extras…. para isso compravam a versão base….
    Nas versões linux com interface grafico tem tudo o que tem em windows e quase sempre mais…. isto é só a minha modesta opinião… e todos aqueles que na sua opinião dão a de outros ou coisas que ouviram dizer e sem qualquer fundamento CALEM-SE…. assim não enganam outros…

    😉

  11. Pedro Simões says:

    @Tundra,

    Desculpa mas esse argumento começa a ter cada vez menos peso!

    Já é possivel instalar software através de duplo click em linux (modo grafico).
    E mesmo que não seja possivel, tens sempre a alternativa RPM e (para quem já deu mais um passo ou dois) o ./configure; make; make test; make install

  12. gil says:

    @pedro simões

    obrigado pela dica, já está no meu notepad (eheheheh)

  13. rui says:

    Depois de ler parte do site, tenciono instalar ubuntu numa partiçao do disco que reservei ja ha uns meses para o efeito! Digam-me por favor se cerca de 7Gb, ou menos darão para um bom funcionamento se existe algum entrave em termos de compatibilidade pelo mfacto de ter 2 s.o. instalados!
    Obrigado

  14. Pedro Simões says:

    @gil,

    Existe sempre uma regra de ouro que eu uso quando me vêm “chatear” com perguntas do género. “JÀ LESTE O MANUAL??”. RTFM (Read The Fucking Manual) funciona quase todas as vezes.
    E com isto quero apenas dizer uma coisa, existe em 99% das vezes um ficheirinho de texto com o nome INSTALL (o nome pode variar ligeiramente, como é natural) que explica passo a passo o que fazer para instalar cada aplicação.

  15. Rui says:

    Alguem me diz como instalar o primavera ou o phc em linux? Não… e alternativas de jeito para linux?

  16. Evandro says:

    @Pedro Simões, boa explicação.
    @rui, nunca instalei o Ubuntu, mas creio que 7gb dá e sobra. Utilizo Slackware, quando fiz a instalação completa ocupou 3gb! Mas o Slackware é mais leve que o Ubuntu.

    Admito que Linux não está 100% preparado para desktop, a questão é, o Windows está 100% preparado? Se todos os softwares feitos para Windows fossem para Linux, quem estaria mais preparado? Vejam o KDE 3, é muito prático de utilizar, assemelha-se bem com o Windows.

    Concordo com critialerror quando afirma que servidor tem que ser Linux. Trabalho desenvolvendo software para servidores com Linux e já o fiz para Windows e não tem como comparar. Em servidor o Linux está anos a frente! Bem porque ele foi criado para isso.

  17. Evandro says:

    Obrigado pelo link Vitor, muito bom!

  18. CHAGAS says:

    Longe de todas as confuzões consegui ver as diferenças que existem entre ambos os sistemas. Realmente parece-me um boa alternativa ao Windows mas como diz o artigo muitas vezes este é posto de parte devido á falta de informação e a meu ver também de formação pois nunca vi nenhum curso de Linux mas montes deles de Windows.

    Abraço,
    CHAGAS.

  19. sLUGo says:

    Para quem disse que o “Linux” (não, Linux é o kernel… A maneira mais correcta de dizer é Gnu/Linux…) é feio, aqui fica uma imagem do meu Ubuntu com Gnome a correr beryl … Dentro daquela janela tá um WindowsXP a correr dentro de uma máquina virtual…

    Ubuntu 6.10 + Beryl + AiGLX

  20. Pedro Simões says:

    @Rui,

    Fiz uma instalação de ubuntu na passada sexta feira e reservei-lhe 9,5G.

    Após uns updates supostamente necessários (google earth e mais umas “muitas” coisinhas) só consegui chegar aos 2,6G ocupados.

    Por isso, e como podes ver, os teus 7G devem chegar e sobrar.

    Em ultimo caso e se atingires os teus 7G podes sempre “montar” o teu windows como parte do teu file system Ubuntu.

    Só uma dica, não tenhas medo de tentar. Em ultimo caso podes sempre “voltar atrás”

  21. jorge a. says:

    O site podia ter sido melhor escolhido, é que este está cheio de equivocos, e não é de forma nenhuma parcial. É um site de alguém que está claramente a tentar “vender” um produto: o Linux.

    Se não, atente-se aos seguintes excertos:

    “considero o desktop gnome muito mais bonito que o desktop do Windows XP”

    Subjectividade da análise.

    “O menu iniciar do Windows XP devo confessar que é muito bem organizado (em relação ao Windows 98 por exemplo), mas a organização do menu do Linux é muito maior.”

    Eu já usei Linux, e não achei que a organização fosse maior. Isto depende do gosto de cada um, e normalmente neste caso o gosto está associado ao hábito (o que só favorece o Windows)… mais uma vez incorre em subjectividade. E fala o peoplware de argumentos lógicos… LOL.

    “O navegador de internet do Windows é o “Internet Explorer”.”

    É o navegador que vem incluido, mas ninguém me proibe de utilizar o Firefox, que é o explorador que o autor do estudo associa ao Linux… não sei se percebem onde quero chegar… aos argumentos lógicos.

    “No Brasil o mais popular é o MSN Messenger (isso mesmo. No Brasil! Lá no exterior o mais famoso é o YIM). ”

    Em Portugal o MSN também é o mais popular, e depois no Windows, mais uma vez, também pudemos correr o menssageiro que preferirmos, não temos de utilizar o MSN.

    “no Windows temos que comprar uma suite Office”

    Mais uma vez um erro crasso, eu não preciso de comprar nada, posso usar o Open Office no Windows… já o contrário é que não é possível, né? Posso utilizar o MS Office no Linux?

    O TIPO QUE FEZ ESSA ANÁLISE CONFUNDE WINDOWS COM MICROSOFT, e pior que tudo, assume que quem utiliza o Windows, utiliza tudo Microsoft, o que é um erro crasso. O principal problema está noutro ponto, é que eu não utilizo Linux, porque prefiro ter somente um sistema operativo, e mais, no Linux nunca conseguiria correr o Microsoft Office, que é porventura, o programa que mais utilizo.

    Depois eu não sou contra o software livre, mas sei sem sombra de dúvidas, que por principio, o software pago é melhor que o software livre, querer fazer crer o contrário, é demagogia. É mais ou menos argumentar que os jornais livres (DESTAK/METRO) são melhores que os pagos (Público/Diário de Noticias)… está a ver?

    Só há um grande argumento a favor do software livre, que é o preço. De resto, podem ter uma vantagem aqui e ali, mas não tem o mesmo potencial que as ferramentas pagas. Ainda vou ver argumentar por aqui que o AVG Anti-virus é melhor que o MccAfee Anti-virus… Lol.

    Eu gostava de ver mais concorrência à Microsoft, mas não será só com software livre que tal será feita… aliás, para trazer um software para a mó de cima ele pode começar por ser livre, mas no dia em que começar a tornar-se um verdadeiro concorrente (e não somente uma ameaça), a forma de manter-se no mercado passará certamente por perder o estatuto de gratuito, ou pelo menos, associar-se a uma empresa gigante (daquelas que facturam muitos milhões). Não perceber isto, é não perceber o essencial.

    Uma boa análise às potencialidades do Linux vs Windows, pode ser encontrada aqui:
    http://www.cfo.com/article.cfm/3013249/1?f=none

  22. jorge a. says:

    Só mais uma coisinha:

    “Muitos utilizadores não acreditam nas potencialidades do Linux, muito por culpa da falta de informação; ou é escassa ou mal dirigida.”

    O problema não está na falta de informação. O problema está no hábito, a maior parte dos utilizadores foi educada num ambiente Windows, e portanto há uma resistência à mudança.

  23. joao broncas says:

    como posso utilizar programas como Photoshop, Premiere ou Dreamweaver em linux?

  24. Pedro Simões says:

    @joao broncas,

    Desconheço a existência dessas ferramentas para Linux, mas conheço algumas alternativas. No caso da edição de imagem temos o Gimp. Alguém conhece outras? Elas existem de certeza, partilhem conhecimento…

  25. jorge a. says:

    @pedro simões

    o problema não é a não existência de alternativas, o problema é as alternativas serem fracas…

  26. Pedro Simões says:

    @jorge a.,

    Tu tens razão naquilo que escreves, mas lembra-te que muitas vezes o desenvolvimento dessas alternativas é feito por meia dúzia de carolas que não ganha mais nada para além de satisfação pessoal e sensação de dever cumprido. É mesmo só por amor à camisola.

    Se começarem a estar envolvidas verbas então prepara-te que vais ter de começar a pagar. Mas felizmente ainda vão havendo excepções.

    Só mais uma achega, na maior parte dos filmes de animação que têm sido (brilhantemente) feitos são utilizadas plataformas Unix e Linux.

  27. gil says:

    @slugo

    man!!!!! isso é o que eu estou a pensar que é??? (um “cubo” tridimensional onde tens vários desktops???)!!! isso é um espectáculo 🙂 tm quero, eheheh!!

    @jorge A.
    acho que escusava de ser tão “ofensivo”!!! A partir do momento em que o autor desse site diz isto:

    “Você verá ao longo deste texto que trabalhar num Linux é muito mais fácil do que se pensa.”

    qualquer pessoa com “2 dedos de testa” percebe bem o que se segue, será que não??
    de qualquer forma coloque-se no papel de um iniciado:
    vocè quer ligar à net e o que faz? abre o IE, só alguém com experiência nestas andanças – ou alguém préviamente bem informado e sabedor das coisas – é que vai logo sacar o Firefox (ou o Opera ou o que preferir…). Se o MSOffice não pode ser corrido em gnu/linux não é com toda a certeza por falta de vontade da comunidade gnu/linux, a MS q liberte o código-fonte e em 3 tempso temos o MSOffice perfeitamente compatível com o gun/linux, apostamos???
    em relação ao jornalismo que menicona: existe mais jornalismo em alguns artigos do Destak e do Metro do que nos “reputados” JN ou Público, por exemplo… há coisas boas e coisas más… em relação ao artigo que menciona não vejo onde se fala de um windows vs. gnu/linux!!!! este artigo é puramente económico e mais nada!!! A “ameaça” a que se refere o artigo está unicamente relacionada com as quebras de vendas da MS, devido à, cada vez maior, implementação do gnu/linux!!!!
    Aliás, até informa do crescente interesse em gnu/linux por parte de empresas… em relação à ferramenta que mais usa a história é outra, arrisco a dizer que não há quase nada que você faça no MSOffice que não possa fazer no OppenOffice!!!!

    “para trazer um software para a mó de cima ele pode começar por ser livre, mas no dia em que começar a tornar-se um verdadeiro concorrente (e não somente uma ameaça), a forma de manter-se no mercado passará certamente por perder o estatuto de gratuito, ou pelo menos, associar-se a uma empresa gigante”

    isto sim é não perceber o “essencial”, o que você não percebe é que o “movimento” GNU não se move por $$$$$ !!!! essa é que é a realidade, e as “associações” que refere estão-se a verificar, mas em sentido oposto, empresas como a Novell ou a SUN (“daquelas que facturam muitos milhões”) associaram-se já ao movimento gnu/linux e desenvolvem software nesse sentido!!!! o problema é que lhe custa a aceitar/acreditar queexiste muita gente por esse mundo fora que realmente não se importa de perder umas horas por dia ou por semana a desenvolver altruístamente software e outras soluções para disponibilizar a toda uma comunidade que é a que se une em torno do gnu/linux… por acaso já perdeu tempo em ver, por exemplo, como nasceu esta comunidade??? (não foi incentivada por “pobres e coitados”, saiu da cabeça de gente com muitos milhões nos bolsos meu caro…). Você fala como um verdadeiro apologista do Windows e da MS, devia pelo menos dar o benefício da dúvida e debruçar-se a sério sobre a informação (cada vez maior) que existe sobre o gnu/linux, e sobre todas as alternativas que oferece em relação ao que habitualmente usa!!! quer-me parecer que você está um pouco desinformado em relação ao gnu/linux!!!!

  28. Chioli says:

    Li um pouco de site … !!!

    Mas a minha dificuldade em relação ao linux é a instalação do drive de moden
    não consegui até hoje e estou a desistir ….. !!!!!

    Linux Kurumin o meu !!!!!!

    Abraço

  29. preto says:

    Ando tentado vamos ver…

  30. jorge a. says:

    @pedro simões

    eu por vezes posso parecer muito pró-microsoft, e muito anti-software livre, mas não é bem assim. Eu até utilizo muito software livre (Linux e Open Office é que não vou muito com eles, admito…). Por exemplo, no anti-virus, uso o AVG anti-virus free edition, e para firewall uso o Ashampoo firewall. Para visualização de imagens uso o Picasa. Para explorador da net por vezes uso o Firefox (embora ultimamente utilize mais o IE 7).

    Agora, eu sei que o ACDSee é melhor que o Picasa… eu sei que o MccAfee é melhor que o meu AVG livre… agora, no primeiro caso, não preciso das potencialidades do ACDSee, o Picasa basta-me e funciona extraordinariamente bem para o que quero (e verdade seja dita, a Google trabalha muito bem a nível de prestigio da marca, com a disponibilização de ferramentas livres extraordinariamente trabalhadas: o Google Earth é o melhor exemplo). No caso do anti-virus, é só o preço que me afasta do MccAfee, que é de longe, o melhor antí-virus que conheço.

    Onde eu acho que o software Linux e Open Office pode ter grande utilização é exactamente nas empresas que utilizam como factor concorrencial de diferenciação o custo do serviço prestado / produto produzido. Em relação ao utilizador individual, acho que é dificil o software pago deixar de ser o mais utilizado, mesmo porque na maior parte dos casos, é muito fácil o utilizador individual transformar o produto pago, em produto “livre”.

    Há quem diga que a maior parte do $ da Microsoft vem das empresas, porque o consumidor individual usa Windows “livre”, mas tal não é verdade. A Microsoft arranjou forma de contornar isto, ao pré-instalar o seu software em acordos com distribuidores de computadores. Desta forma o consumidor individual paga o Windows e nem dá por isso (O MS office, já é mais raro o consumidor individual pagar, visto que quase nunca vem instalado de origem). O exemplo que o pplware meteu aqui há uns dias daquele consumidor que quis ver o seu $ devolvido porque não utilizou o windows (preferia Linux) é uma forma de dar a volta a esse problema de pagar o Windows, depois é só falar com um amigo, e arranjar o Windows “livre”…

    Nas empresas é mais complicado, porque são fiscalizadas e não podem usar Windows “livres”, tem de pagar… então o que leva uma empresa (cujo principal objectivo é o lucro) a optar pelo Windows em relação ao Linux, ou a optar pelo MS Office em relação ao Open Office? Não será certamente por falta de informação, mas sim porque há custos de mudança, para além de custos de eficiência (quando não há limitações ao nível daquilo que é esperado que seja possível realizar com o software informático – há empresas que utilizam muitos dos recursos do Excel, e não conseguiriam fazer o mesmo que fazem no Excel com a folha de cálculos do Open Office).

    Desculpem o comentário alongado, mas é para explicar-me um pouco melhor.

  31. sLUGo says:

    @ Gil

    Exacto … É uma tecnologia de eyecandy muito porreira… E não come muitos recursos! Já coloquei isto a correr sobre uma ATI Radeon 9250 e corria com uma fluidez fenomenal!
    Procura por “xgl” “beryl” “compiz” , no youtube/video.google e delicia-te! 🙂

    PS: já agora procura também por “kiba dock” no video.google … 🙂

    Sem mais…

    Cumpz

  32. Pedro Simões says:

    @jorge a.,

    Longe de mim pensar o que seja de quem não conheço.

    Até podias ser pró-microsoft e contra o open source que se íamos dar bem na mesma. As opiniões devem ser fundamentadas, pois dizer que se prefere A ou B apenas porque o outro disse isso é que não.

    Eu próprio sou muito pró-microsoft, porque em abono da verdade o windows tem coisas muito boas. Mas acho que se devem mostrar as outras hipóteses e explicar a quem não sabe como fazer, ou pelo menos dar-lhes um “empurrão” para que testem e experimentem.

    De certeza que se pusesse-mos uma bash e pedisse-mos para compilarem um kernel, muito poucos saberíam do que falamos e ainda menos o fariam. Uns por não saberem e outros que até pensavam em fazer desistiam por saber que podiam “estragar” o SO. Mas na verdade devem fazer. Estragaram, optimo, CD’s na drive e toca a reinstalar. Eu na passada sexta feira mandei 3 instalações de BSD e duas de Ubunto para o lixo por azelhisse e lá por isso não fico triste, já estão instaladas de novo e a funcionar.

    Vamos deixar de ter medo de testar e vamos a experimentar. Contem comigo para ajudar e acredito que poderemos contar com muitos mais de vós.

    Na realidade até ao testar estão a ajudar, pois ao mostrarem onde param podem estar a ser “mais uns” e com a entreajuda podem resolver os problemas.

    Acho que estou a ser um pouco lirico, mas pelo menos vou expondo as minhas ideias. Aproveitem-nas se quiserem.

  33. Jonblue says:

    Ter Linux é quase como construir um carro na garagem. Pode ser muito exótico mas não há pachorra e tempo…
    Ao nível de servers a música é outra!

  34. gil says:

    @slugo

    isso é bom de saber pq a minha grafica é uma +/- ao nivel dessa ATI 🙂 eheheh.

  35. jorge a. says:

    @gil

    caro amigo, a minha “ofensiva” em relação ao conteudo do site é porque o mesmo parte de uma série de equivocos… e parece-me pelo que diz, que não discorda comigo nos equivocos que aponto ao mesmo autor. Eu não faço uma critica ao autor, faço uma critica aos argumentos do autor do site… espero que perceba essa diferença, e ao mesmo tempo, faço uma critica à forma como o link foi introduzido, referenciando a utilização de argumentação lógica… coisa que o autor do site não utilizou em demasia.

    “Se o MSOffice não pode ser corrido em gnu/linux não é com toda a certeza por falta de vontade da comunidade gnu/linux, a MS q liberte o código-fonte e em 3 tempso temos o MSOffice perfeitamente compatível com o gun/linux, apostamos???”

    Eu nunca disse o contrário.

    “existe mais jornalismo em alguns artigos do Destak e do Metro do que nos “reputados” JN ou Público, por exemplo…”

    Ou você não lê jornais, ou a sua definição de qualidade jornalistica é totalmente diferente da minha.

    O artigo que eu cito, faz referência à dificuldade que a Linux tem em implementar-se, que não é simplesmente por falta de informação, mas acima de tudo por aquilo que em economia se designa por first move advantage, por parte da Microsoft.

    Quando à rede GNU/Linux não ser movida por $$$, é verdade, mas é movida pela vontade de fazer frente à Microsoft (a empresa que faz muito $$$). Agora, eu coloco-lhe a questão: imagine um mundo sem a Microsoft e sem nenhuma empresa de software pago, ou seja, tudo à “borlix”: acha que a inovação na indústria do software seria igual á que existe hoje em dia?

    Porquê que acha que os EUA estão à frente no dominio da inovação tecnológica? Sabe o que é o sillicon valley? Sabe quantos fizeram fortunas lá? E à custa do quê? No dia em que retirar o $$$ como factor essencial de qualquer indústria o quê que imagina que irá acontecer?

    Money Makes The World Go Around
    The World Go Around
    The World Go Around

  36. Evandro says:

    @joao broncas, conheço alguns profissionais da área de computação gráfica que afirmam que o Gimp é bem melhor que o PhotoShop, como não gosto de computação gráfica não posso defender nenhum.

    Parece que a Macromedia estava desenvolvendo o Flash para Linux, não sei se fez o mesmo com o Dreamweaver (alias nem sei se terminou o projeto do Flash).

    Essa velha briga dá comentários 😀

  37. Evandro says:

    Concordo com jorge a. quando diz q o site quer vender o Linux. Eles não estão sendo imparciais! Mas cabe lembrar que o texto foi retirada de um site de Linux e eu não esperava nada diferente deles!

  38. Evandro says:

    @jorge a. discordo quando diz que só o Software proprietário inova.

    Agora, eu coloco-lhe a questão: imagine um mundo sem a Microsoft e sem nenhuma empresa de software pago, ou seja, tudo à “borlix”: acha que a inovação na indústria do software seria igual á que existe hoje em dia?

    Alguns exemplos: Java, C, Iptables, Firefox, Google, etc.
    Passaria o dia inteiro colocando softwares livres que inovaram!

  39. João says:

    dassseeeeee…………~~

    outra vez esta discussão????????????

    epá, cada um use o que quiser. daaaaaaaaaaaa…

    eu prefiro mil vezes o windows, agora isso depende de cada um……..

    dassseeee, esta discussão já cheira mal…….

    os argumentos dos pro-linux, são sempre os mesmos….
    e que as pessoas não conhecem……….. e que se é livre devem usar,…………. e que faz tudo o que o eindows faz………..ORA PORRAAAAAA::::::: eu e muitos estamos fartos de saber issso…

    SIMPLESMENTE NÂO QUERO MUDAR, eu e a maior parte:::::::::::::::::::::….

  40. jorge a. says:

    @evandro

    Por exemplo, a Google (que é a empresa nos últimos anos que mais inovou, transformando-se numa ameaça real à Microsoft), acha que aquilo é tudo à borlix? Então como explica que a Google tenha tanto valor no mercado bolsista americano? Não dá lucros gigantes a Google?

    Dá, e dá através de uma inovação genial, que é a forma como eles fazem publicidade no seu motor de buscas.

    O meu ponto não é tanto no software ser pago, ou ser livre, é mais no ponto do dinheirinho… é necessário o dinheirinho para fomentar a inovação.

    É por isso que refiro sillicon valley. Muitas das inovações introduzidas pelos grandes da indústria não foram eles que fizeram, antes foram uns tipos com borbulhas que magicaram, e que depois venderam essas mesmas inovações aos grandes da indústria.

    É por isso que eu digo num comentário anterior, que o software livre, ou irá deixar de ser gratuito, ou passará a estar associado a uma empresa das que dá muitos milhões… e que irá usar esse software para aumentar os seus lucros. A partir do momento que o GNU/Linux para singrar precisa de associar-se a empresas que rendem milhões, passa também ele próprio a ser um gerador de milhões de forma indirecta.

    PS: A Google usa o gmail, o google earth, o picasa, etc… como forma de afirmar a sua marca no mercado, e desta forma inibir o utilizador de utilizar outros motores de busca que não o seu (www.google.com).

    Fazer disto uma luta anti-empresas que lucram milhões não está correcto.

  41. João says:

    AHHHHHHHHHH….

    E claro, como já aí foi dito e re-dito………

    OLHAR pra este site, basicamente, é um site de venda do linux… mais parcial, nunca vi…….

    Mas pronto, digam e façam o que fizerem, o linux nunca vai ultrapassar o linux…….. pelo menos enquanto todos nós formos vivos………

  42. João says:

    corrigir….. o linux nunca vai ultrapassar o windows…….

    sorry

  43. Pedro Simões says:

    @João,

    Da mesma forma que de certeza gostas que respeitem a tua opinião respeita a dos outros, mesmo sendo contrária à tua.

    E desculpa lá, mas este site ainda anda muito longe de ser um ponto de venda de linux. Basta veres a quantidade de posts referentes a software windows.

    Por outro lado ninguém te obriga a mudar para o que quer que seja, apenas te são mostradas alternativas. Se quiseres testar força, se não quiseres ainda melhor.

    Agora deixa quem quer trocar umas ideias fazê-lo. E já agora, muito obrigado pela tua opinião.

  44. jorge a. says:

    Para perceberem melhor o meu argumento:

    Nem sempre os bens e serviços são pagos em dinheiro

    Em muitos casos são pagos em atenção, quota de mercado, publicidade gratuita, outros bens e serviços, informação, fidelidade, favores, emprego futuro, rendimentos futuros … A lista é infindável. Quase todos os mercados são incompreensíveis se este fenómeno não for tido em conta.

    João Miranda, no Blasfémias,:

    http://ablasfemia.blogspot.com/2006/11/nem-sempre-os-bens-e-servios-so-pagos.html

  45. Evandro says:

    @jorge a., entendo seu ponto de vista, mas veja que nenhuma distribuição de Linux é totalmente sem lucros. Veja o Ubuntu, eles vendem o pacote de instalação e vendem muita consultoria (onde eles mais ganham).

    É como o Google q vive de propaganda, a maioria dos Softwares Livres vivem de consultoria!

    Não quero retornar a velha discussão! Então fico por aqui.

  46. Evandro says:

    @jorge a. Complementando
    Amazon.com vendo o Ubuntu, o Slackware e outros.

    Acho q dificilmente um Software Livre deixará de ser gratuito. É mais fácil softwares pagos serem gratuitos, pegue por exemplo da IBM, Oracle, etc.

  47. João says:

    OH Pedro Símões……..

    Agora, tiveste mal……

    Começas A DIZER MAL, mas o que eu disse e se leres bem, não me refiro a este site…… mas sim, ao que aparece no topo sobre este assunto do windows vs linux…….

    Claro que este site é isento, até porque é à base de opiniões, e cada um com a sua…..

    E olha que prezo muito a liberdade, assim como a liberdade de expressão……..

    O que eu disse, e lê bem as opiniões, e não o que te convêm, é que eu e muitos estamos fartos de saber o que é o linux, e simplesmente não queremos mudar……. e ponto final…….

  48. Pedro Simões says:

    @Evandro,

    Porque em vez de retornar com a velha discussão não recomeçam a saudável troca de ideias e argumentos?

    E nada de “Então fico por aqui”. Se tem algo para dizer que diga.

  49. iL caPo says:

    Só para resumir. Se fizerem uma pesquisa, vão ver que também existe software de qualidade para Linux, e também o há pago, mas mesmo o que é GPL é de qualidade. Por exemplo, para um utilizador que quer fazer musica em casa existem centenas de programas que pode usar de borla, e obter resultados de excelente qualidade. Video, também não há problema. A questão é saber procurar.

    Quanto aos jogos, é fácil, quase todos dão para usar em Linux, graças a um programa de nome Cedega. Claro que há jogos com melhor suporte que outros, normalmente os mainstream.

    Já agora, e a título de exemplo, o filme final fantasy e outros de animação ou com efeitos especiais, foram feitos em linux.

    Também uso o windows, desde a v 2.0 em paralelo com sistema Unix da ICL (já extinta), e gosto de o usar, mas vantagens que o linux oferece, fazem-me acreditar que é bem melhor

  50. Pedro Simões says:

    @João,

    MEA CULPA!

    Assumo o erro, e peço por isso desculpa.

    Só acho que entraste um pouco a matar demais. Apenas isso.

    Mais uma vez as minhas desculpas

  51. Max says:

    Evandro, o que você disse???
    Gimp é melhor do que o Photoshop???
    nossa… Então porque será que o Photoshopp é o preferido dentre mtas empresas de fotografia e edição de imagens?? Será que é só porque eles gostam de gastar uma nota preta em um programa de edição de imagens sendo que existe um “free”??
    Se me dissesses que o Gimp é melhor que o paint, custaria pra acreditar..rsrs
    Mais dizer que é melhor que o Photoshop já é d+!!!

  52. iGama says:

    Bem eu tento ser imparcial nestes assuntos, principalmente porque depois depende de cada pessoa.

    O que faz com o computador, se quer ficar pelas legalidades ou não, são vários os pontos que se podem questionar.

    Ambos são bons sistemas, cada um com os seus pros e contras, e na minha opinião quem anda no mundo de informática deve conhecer os 2.

    Bem, quanto a correr software para Windows em Linux recomendo procurarem no Google por “Wine” é um software que permite isso ( instalar jogos, programas etc… ): http://www.winehq.com/

    Abraços

  53. law says:

    Olá.

    Achei o site muito interessante, e que cumpria o que foi prometido, ou seja, mostrar que existem versões de linux onde se consegue fazer muito do que se faz em windows.
    O site só peca um pouco porque dá a ideia que os softwares grátis como firefox, gmail, substitutos do msn e outros que tal são só usados por utilizadores de Linux, o que não pode ser mais falso.

    Creio que o principal problema de Linux seja a pouca oferta de jogos disponíveis. Também sei que é possivel correr os jogos windows com umas aplicaçõezitas quaisquer, mas ouvi dizer que nem sempre funciona, isto é verdade?

    Não sou utilizador de linux mas conheço-o à muitos anos e este ubuntu está muito bom. Apenas ainda não alterei por causa do maior trabalho que implica na instalação de drivers e principalmente por causa dos jogos.

    Quanto ao comentário de que software grátis nunca pode ser melhor que software a pagar, a resposta só pode ser, haha.
    Isto claro vindo de mim, que continuo a achar que o gmail é grátis por não ter que efectivamente pagar nada para usar (e sim, vi a definição de pagamento de serviço).

    Cumprimentos a todos.

  54. Evandro says:

    @Max, por favor me diga a parte que EU disse que o Gimp é melhor que o Photoshop. E mesmo que eu tenha dito, respeite minhas opiniões que eu respeito as suas.

    @Pedro Simões, essa discussão entre Linux x Windows por aqui, deixou de ser saudável a tempos. As ultimas foram apenas trocas que ofensas, infelizmente. Não quero mais isso. Veja o exemplo do Max!
    A discussão (quando falo em discussão pense em troca de ideias) é a melhor maneira para evoluir, mas tem que ser uma discussão saudável!

    @iL caPo, o Cedega já está terminado? Me interessei pelo projeto mas não acompanhei.

    @law, realmente existe muitos software livres bem melhores que os pagos.

  55. João Santos says:

    Acho que ha muita gente que esta a confundir software gratis com software livre. Talvez devido ao facto de o termo inglês Free software onde a palavra free pode levar a crer que tem algo a ver com o preço mas free deve ser tarduzido como livre.

    Nos programas gratuitos a pessoa pode utilizalos para os fins que a licença permite ( muitos deles so permitem o uso domestico da aplicação), as vezes nem os podemos redistribuir. Ao passo que o software livre permite que possamos aceder ao codigo dele modificalo , redistribuilo e executalo.

    Por isso quando se fala de avg free fala-se de um programa gratuito e não livre. Logo como a conversa é sobre GNU/Linux que é softaware livre não entendo o proque de se ir mecher no avg e outros programas não livres.

    Outra coisa que esta a levar a muita confusão é as pessoas acharem que o software livre não pode ter por tras um objectivo economico. Normalmente as empresas de software livre ganham dinheiro ao dar apoio e assistência ao produto em vez de o ganharem com licenças.

  56. jorge a. says:

    @joao santos,

    eu de facto nos comentários não distingo entre o livre e o grátis, mas para aquilo que pretendo demonstrar não faz a minima diferença. Embora tenha baralho conceitos e programas, o que torna agora alguns comentários meus mais confusos, só lhe posso agradecer pela dica. Mas repare que para o utilizar comum pouca diferença fará, dado que o que o consumidor comum reconhece, é que ambos não custam nada.

    Mas já agora, diga-me lá uma coisa, quando diz:
    “as empresas de software livre ganham dinheiro ao dar apoio e assistência ao produto em vez de o ganharem com licenças”, então concordará comigo, que para que um produto tenha êxito, a vertente económica terá de ser sempre salvaguardada?

    E já agora, atente a este meu outro comentário, inserido num post sobre o Open Office:

    Mas eu só procuro desmistificar de certa forma o que alguns apologistas da comunidade open source software advogam. É que está a ver, vai por aqui neste blog (refiro-me sobretudo aos que aqui comentam, atenção!!!), um pensamento generalizado de que quase tudo o que é open source (i.e. Firefox, Open Office, Linux), são mais “leves”, mais “seguros”, e mais “eficientes”. Quando, a meu ver, a única grande vantagem que levam em relação aos produtos MS está no factor preço.

    Depois, eu pergunto, quantas destas pessoas já ajudaram a corrigir ou a alterar tais programas de open source. É que, ao que julgo saber, quem trata de fazer quase tudo nas actualizações de tal software, são os engenheiros informáticos ligados ás empresas que suportam esses produtos.

    “Perhaps like Microsoft Windows, which took many goes to hit its stride, OpenOffice 3.1 will be a world beater. But if it is, it will have nothing to do with the fact that any user can, in theory, fix things they don’t like. It will be because large companies such as Sun, Google, and IBM have decided that open source is the cheapest way to gang up on Microsoft, because it means they need spend nothing on support.”

    O resto pode ser encontrado aqui:

    http://technology.guardian.co.uk/weekly/story/0,16376,1660763,00.html

  57. Evandro says:

    @jorge a. De certa forma você está certo, a única grande vantagem em relação ao Software Livre e a MS é o factor preço, pois bem, quando custa a licença do Windows? e do Office? É uma pequena diferença.

    Como pobre que sou fico com o gratuito ;).

    Mais uma coisa na briga entre OpenOffice e Microsoft Office eu fico com o Microsoft Office. Apesar de usar o OpenOffice a 2 anos e ter feito parte do projeto brOffice no inicio!

  58. peopleware says:

    @iGama
    Faz falta comentários e participação de quem convive de perto com a realidade Linux. Sem dúvida que o factor “desconhecimento” é um ponto importante para as pessoas, além de não usar, tentar mistificar o seu uso. E porque dizem que não faz isto e não faz aquilo, o argumento é velho, mas se não houver respostas o argumento ganha força. Essa é uma das razões que influência o Pplware na busca de informação sobre ambos os sistemas, sem dúvida que um informático actual tem de conhecer as 2 ou 3 realidades.

    Agradeço a visita do iGama, alto embaixador Linux em Portugal, aqui à hostes Pplwarianas. Grande abraço.

  59. bruno says:

    Olhem eu sei que isto que vou “dizer” tem pouco, ou nada a ver com a conversa, mas econtrei um product guide do windows vista qu gostaria de partilhar comvosco.
    é da microsof, esta muito bem elaborado e fala todos os melhores pontos do vista. esta extenção so pode ser aberta com o word 2007 (.docx):
    http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?FamilyID=bbc16ebf-4823-4a12-afe1-5b40b2ad3725&DisplayLang=en

    e agora? quem e que é mais “bonito”, o windows Vista ou um linux?

  60. Evandro says:

    @Pouic,

    Alguem sabe qual o site que mostra a compatibilidade dos programas para win mas para linux?

    depois do comentário do Vitor sobre o iGama resolvi visitar o seu site e vi que lá tem algo que você estava querendo.

    Essa lista não é bem de compatibilidade e sim de equivalência.

  61. iGama says:

    @Vitor ( peopleware)
    “alto embaixador Linux em Portugal” não abusemos :p

    Simplesmente tento ajudar quem tem dúvidas e a divulgar o sistema 🙂
    Gosto de aprender e saber como funcionam as coisas, mas o meu conhecimento do sistema ainda n é assim tão grande ainda tenho muito para aprender.

    @Evandro
    sim isso é mais uma lista de equivalencias, porque compatibilidades é dificil.

    A pouco falaram de um software de gestão que funcione em Linux, deixo aqui o link para um Software nacional, OpenSource, feito em Java, funciona em Linux, Windows 2000/XP, Mac OS/X e várias ‘famílias’ de Unix.

    -> Evaristo

  62. devnull says:

    É possível correr o Dreamweaver em Linux via Wine. Já experimentei e funciona muito bem. Aqui está o tutorial:

    http://blog.publicidadpixelada.com/2006/07/30/how-to-dreamweaver-running-on-ubuntu-in-10-easy-steps/

    Se quiserem o Photoshop, também é possível:

    http://blog.publicidadpixelada.com/2006/10/10/how-to-adobe-photoshop-cs2-on-ubuntu-10-steps/

    A única desvantagem que encontrei é uma ligeira perda de desempenho (mas muito ligeira) e o arranque é um pouco mais lento. Uma vez iniciadas as aplicações não se nota uma grande diferença.

  63. Navyseal says:

    A meu ver não existe sistema operativo melhor, todos têm limitações. Actualmente as pessoas procuram um sistema operativo multifacetado, ou seja possível jogar jogos recentes, realizar trabalhos, que seja rápido, seguro e com grande numero de aplicações disponíveis. Ora até agora isto não existe.

    Windows

    Vantagens:

    >É o mais usado logo o suporte é fácil de arranjar,
    >Possui grande numero de aplicações disponíveis
    >Escolhido pelos gamers
    >Fácil de usar, não precisa da execução de comandos
    >Grande suporte e formação em Portugal em ambientes Windows

    Desvantagens:

    >Sendo o mais usado torna-se no alvo preferível de ataques
    >Possui grande numero de vulnerabilidades e o facto de ser closed source aumenta o tempo até lançarem correcções
    >Pago (e bem pago :S)
    >A formação dada nas escolas não é das melhores pois não foca a área de segurança
    >Necessita obrigatoriamente de antivírus, firewall, antispyware e browser alternativo
    >Critérios de administração do sistema estão mal implementados, deve-se usar sempre o SO como user limitado, mas caso seja necessário instalar algo ou desinstalar é necessário perder tempo a fazer logout e login cm admin, logo a > das pessoas usa sempre conta de admin comprometendo a segurança.
    >Requer grande quantidade de recursos
    >Actualizações mensais (isto para não falar nas actualizações para as actualizações)
    >Requer a compra de software adicional: office, photoshop etc

    GNU/Linux

    Vantagens:

    >Existem distribuições para todos os gostos e níveis de experiência
    >Geralmente possui grande suporte disponível na Internet
    >Segurança e estabilidade
    >Grande numero de aplicações em open-source
    >Lançamento de correcções é bastante rápido muitas vez no próprio dia ou 1h a seguir ao lançamento da aplicação
    >Possui quase sempre alternativas para todos os programas que se usam em Windows
    >Requer poucos recursos
    >Ja traz a maioria das aplicações necessárias para as tarefas comuns do dia-a-dia
    >Actualizações diárias
    >Permite rodar vários jogos e programas do Windows (através do wine ou cedega)

    Desvantagens:

    >Existem algumas distribuições pagas
    >Requer alguns comandos para instalação de algumas aplicações
    >Existem poucos jogos disponíveis, o que leva ao afastamento dos gamers
    >Baixo suporte e formação em ambientes linux em Portugal

    MacOS

    Vantagens:

    >Simplicidade de usar
    >Bom interface gráfico
    >Estabilidade e segurança

    Desvantagens:

    >Necessita de um sistema de hardware proprio
    >Closed-Source mais uma vez caso haja vulnerabilidades levam muito tempo a serem colmatadas
    >Actualizações mensais
    >Custo muito elevado
    >Suporte caro economicamente
    >Pouco suporte e formação em ambientes mac em Portugal
    >Numero de aplicações disponíveis é limitado
    >Poucos jogos compatíveis logo é rejeitado pelos gamers.
    >Requer a compra de software adicional: office, photoshop etc

    Existem outros SO’s apenas citei os 3 mais usados.

  64. Carlos says:

    Esta publicidade constante e ditaturial para a malta aderir ao linux já mete nojo e não é só por aqui pareçe que agora que o Vista é uma realidade aperta mais ainda , Net revistas da especialidade etc, pois quantos mais utilizadores voçês conseguirem sacar á Microsoft melhor para voçês. Eu não vejo mais SO nenhum com tanta divulgação como o linux e com tão pouco reflexo em numero de utilizadores. “Loosers”
    Bem Haja
    Carlos

  65. Carlos says:

    @jorge a.
    Estou 100% de acordo contigo em todos os teus comentarios menos na questão do anti virus hoje em dia o Kaspersky está superior ao McAfee .
    Argumentar é sempre salutar mas penso que a moda, sim a moda é argumentar pró Linux e contra Microsoft mas no fundo a maioria de todos gostariam de ter o Vista na sua máquina assim como o excelente Office 2007.
    Bem Haja e Enorme Abraço
    Carlos

  66. Navyseal says:

    @Carlos

    LOL Não vamos falar na publicidade que dura há quase 6 anos do Vista que desde que foi anunciado o RTM até faz náuseas, sites inundados de informação sobre ele, quem nunca ouviu falar nele antes, agora é alto sabichão sobre as técnicas de cracking da activação. pff

    Se houvesse fiscalização ao uso privado de software como tem havido nas feiras, muitos dos que por aqui andam, ja teriam as orelhas arder e pesadas coimas a pagar, ja para não falar nos que fazem download de tudo e mais alguma coisa para dizerem que têm esses ainda iam presos uns valentes anos.

    Só lê artigos sobre o linux quem quer. Vais aos sites mais conceituados so falam do vista isto e aquilo -> bink.ru; neowin etc

  67. nuno says:

    @ jorge a
    já te corrigiram em relação à diferença entre software livre e gratuito, mas apesar de não achares muito relevante, pego numa analogia tua para te demosntrar a diferença.

    Os jornais Metro/Destak em relação ao Público ou ao Expresso. De facto, são de qualidade (muito!) inferior, mas tratam-se de jornais Gratuitos e não Livres. Para veres a diferença basta pensares num caso duma publicação informativa “livre” cada vez mais reconhecida, e que tenho a certeza que já utilizaste – a Wikipédia. É livre no sentido de toda a gente poder melhorar ou acrescentar algo. Se a sua utilização fosse paga, continuava a ser livre.

    A distinção é importante. Se sabias que estavas a usar os dois termos como se fossem um só, não o devias ter feito pois podes enganar inadvertidamente quem sabe menos.

    e finalmente …

    @ carlos

    céus…

  68. Max says:

    @ Evandro, respeito sua opnião, mas só não tente fazer os outros de trouxa

  69. balari says:

    @Carlos
    Quem mete nojo és tu, não por gostares mais do windows do que Linux (cada um qe use o que quizer) mas por pura estupidez e ignorância ao levares a vida a ofender os outros.
    “Get a life”

  70. Evandro says:

    @Max, novamente peço para que me mostre onde EU disse que o Gimp é melhor que o Photoshop. Nem sou especialista da área para afirmar isso.
    Faz o seguinte, leia meu comentário e re-leia algumas vezes, deve te ajudar 😉

  71. peopleware says:

    @balari
    Não sei bem a sua razão, mas pelo que me apercebi dos comentários do Carlos ele não ofendeu ninguém!!! Apenas disse que este (hipotético) movimento pro Linux, pela força que tem feito no mercado, o envolve num nojo circunstancial. Já o seu comentário, ofensivo, denota uma falta de classe na resposta que poderia ser outra. Mas porque razão o fez? Foi para destruir um salutar esgrimir de argumentos? Foi para afastar possíveis comentários de utilizadores que gostassem de ver as questões deles respondidas?

    Acho que falta aqui um pedido de desculpas ao Carlos e a todos que foram inibidos pela sua arrogância de continuar este diálogo. Eu aguardo.

  72. nuno says:

    @ Vítor M.

    Foi para destruir um salutar esgrimir de argumentos?

    Desculpa, mas conta lá onde está a troca de argumentos por parte do Carlos.

  73. gil says:

    eu gostava é que o Carlos explicasse em que é que o pessoal “ganha” em tirar “cientes” à microsoft!!!

    e já agora: gostava que, todos aqueles que têm comentado pró-windows, limitando-se ao “bota abaixo” do Linux dissessem que estão a utilizar um Windows pelo qual pagaram a Licença de Utilização, e que usam o MSOffice pelo qual pagaram os 600 e tal euros de Licença de utilização e etecetera… isso é que era porreiro de ver. Gostava que, pelo menos, um dos “defensores” do Windows afirmasse peremptoriamente “Eu paguei o meu windows e o meu office” e já agora também comprou o Photoshop, o Nero ou o EasyCD Creator, o AnyDVD e o CloneDVD, o Kaspersky ou o Norton, etc, etc… gastaram uma pequena fortuna em software, certo???? Pois… ’tá bem abelha!!!!

    Eu falo por mim, utilizo o Win XP Pro, vitaminado, pois claro, e o Office2007 já rola lá em casa, vitaminado pois claro, e tenho esses programas todos que menciono aí em cima, vitaminados pois claro… porquê?? Porque se fosse a comprá-los um ano de salários, se calhar, não chegava para os comprar a todos!!!!!
    Imaginemos que não havia maneira alguma de conseguirem esse software todo “vitaminado”!!! Quantos de vocês já estariam a utilizar, por exemplo, o Linux??? Todos… vão dizer que não???

    O argumento mais certeiro é o “Hábito”, para a maioria – k, para todos nós – está tão enraizado, é tão habitual, o uso do windows e derivados MS como tomar café a seguir ao almoço, ou beber umas minis a ver a bola, é um hábito… e os hábitos são muito difíceis de mudar, isso é um facto!!!

    se tivessemos mesmo de pagar o software que utilizamos estavamos todos a utilizar um 486 ou o caraças e tínhamos uma playstation em casa para jogar… 🙂

  74. nuno says:

    @ Vítor M.

    e já agora

    Não sei bem a sua razão, mas pelo que me apercebi dos comentários do Carlos ele não ofendeu ninguém!!!

    Não?

    “Loosers”
    Bem Haja
    Carlos

    pareceu-me.

  75. nuno says:

    e isto para além de chamar mentiroso, hipócrita e invejoso sistematicamente a quem tem opiniões diferentes das dele sobre software. A mim, ofende-me mais isso do que meter nojo a alguém.

  76. peopleware says:

    @nuno
    Ele estava a falar no movimento, não nos utilizadores, tudo bem que apelidar o movimento e a pressão exercida de falhados é grosseiro, mas não dirigiu nenhum ataque pessoal. Tenham lá calma e não insultem. Acho que o Carlos compreendeu também a mensagem, que é simples e directa. Desde já agradeço a vossa compreensão.

  77. gil says:

    mais uma coisa:

    quando se falou no “problema” de correr jogos em Linux alguém mencionou o CEDEGA como alternativa ao WINE, infelizmente o Cedega é pago – depende de uma subscrição num site qualquer, não aprofundei a questão – por isso acho que a única alternativa é mesmo o WINE 🙂 eheh

  78. Ze-Bala says:

    A grande Diferença disto é o seguinte:

    Quem Desenvolve Windows desenvolve porque é pago para tal…está-se pouco cagando para a qualidade daquilo q desenvolve quer é o seu ordenado no fim do mês…(nao é bem assim mas pouco falta)

    Quem desenvolve para Linux faz-o por gosto e porque acredita que o que está a fazer é relmente bom …

    Apartir daqui tirem as vossas conclusões…

  79. Evandro says:

    @gil, a diferença entre o Cedega e o Wine é que o Cedega é feito para jogos! E o Wine é mais para aplicativos, e não roda jogos muitos complexos, infelizmente.
    Vale lembrar que o projeto Wine ainda nem foi concluído (e acho q não vai ser tão cedo)

    Com relação a briga, concordo com Vitor que o Carlos chamou o movimento pró-Linux de Looser, mas esse movimento é formado por pessoas. Aparentemente o Nuno faz parte desse movimento (eu também) e quanto se ofende o movimento acaba ofendendo a pessoa que faz parte dele!

    Admito que não fiquei ofendido com o comentário, mas entendo o nuno.

  80. gil says:

    @evandro

    ok, entendi!!! Mas então não existe nenhuma outra opção para além dessas duas?
    – pago o cedega
    – uso o wine com as limitações que tem

    (a terceira é o windows “vitaminado” num outro disco ou partição LOL)

  81. nuno says:

    @evandro

    não posso dizer que tenha ficado ofendido, pois as opiniões do insultante já não merecem o meu crédito há muito tempo. Achei estranho foi o autor do blog vir em sua defesa.

    Em relação ao wine, trata-se de um projecto cuja natureza não lhe permite dar-se como concluído nunca! A não ser que algum dia deixe de haver programadores e utilizadores interessados no projecto, como é óbvio! Aí é que está a beleza da coisa. Se é bom ou não para jogos não sei, porque não jogo. Para aplicações «normais» está cada vez melhor e mais fácil de configurar! Tipicamente basta um click numa aplicação windows para ele arrancar automaticamente. Parece-me que mais fácil é difícil!

    ps- Apesar das maravilhas do wine, nada como arranjar software alternativo que corra nativamente em linux. Muitas vezes as pessoas querem logo «emuladores» e coisas parecidas e nem se dão ao trabalho de ver que alternativas existem. E com gestores de pacotes como o synaptic, no ubuntu, isto é muito, muito simples.

  82. pedro says:

    bruno says

    Olhem eu sei que isto que vou “dizer” tem pouco, ou nada a ver com a conversa, mas econtrei um product guide do windows vista qu gostaria de partilhar comvosco.
    é da microsof, esta muito bem elaborado e fala todos os melhores pontos do vista. esta extenção so pode ser aberta com o word 2007 (.docx):
    http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?FamilyID=bbc16ebf-4823 -4a12-afe1-5b40b2ad3725&DisplayLang=en

    e agora? quem e que é mais “bonito”, o windows Vista ou um linux?

    Não vi o conteudo desse link. (segundo o que tá la escrito, só funciona em Windows Vista).

    Mas deduzo, pelo teu comentário, que seja sobre o Aero. Certo? Ora, quais os recursos necessarios para correr o Aero? É que eu corro o XGL (sistema grafico do linux tb todo pipi, quase tão bom como o aero, e igualmente irritante) na minha Geforce4 mx440 sem perdas de desempenho … Já o Aero, ainda só o vi a correr como deve de ser, num PC novinho em folha com uma gráfica de gama média…

    Anyway, sinceramente, estas cenas graficas novas ja enjoam. O XGL desactivei-o ao fim de meia hora. O Vista e o seu Aero nunca o corri nos meus PC’s (não tem grafica suficiente, por isso nem vale a pena tentar…) mas pelo que vi, é tão irritante como o XGL. O AIGLX, penso que é semelhante ao XGL, mas nunca o usei por isso não sei como é…

    Ah, BTW, vi ai em cima comentários acerca do Office 2007, e… só podem estar a gozar… gostam mesmo daquela bosta de interface??? O office 2003 dá 15-0 ao 2007 no que toca a interface, IMO.

  83. Evandro says:

    @nuno, o Wine é um emulador do Windows, a partir do momento que ele conseguir emular totalmente o Windows ele estará terminado. Infelizmente o objetivo é muito alto para ser alcançado facilmente. Mas existe sim uma possibilidade de conclusão do projeto. Depois que ele emular o Windows independente dos programas que surgirem o Wine conseguirá roda-lo no Linux.
    Mas como disse é um objetivo muito alto que dificilmente será alcançado! Por isso que ele nunca será terminado!

  84. nuno says:

    @ pedro
    nem viste tu, nem eu. É o que dá usar formatos desses para distribuir informação.

    @ evandro
    concordo com o que disseste mas só uma pequena correção. O acrónimo recursivo diz-nos que Wine Is Not an Emulator. Para saber mais ver http://www.winehq.com/site/myths .

  85. jorge a. says:

    @nuno

    o wikipedia é um bom exemplo… eu uso-o frequentemente, mas achas que o conteudo da Wikipedia é melhor do que o conteudo de uma enciclopédia com revisão do conteudo?

    No Abrupto o Pacheco Pereira já deu vários exemplos de como o sistema Wikipedia não é tão bom quanto isso.

    PS: como é óbvio eu uso o Wikipedia, em muitos artigos, especialmente aqueles mais técnicos e cientificos, apresenta artigos muito melhores do que os de algumas enciclopédias com revisão, mas é preciso ter cuidado com a Wikipédia e a sua utilização.

    Mas eu quero saber outra coisa, já leste o artigo que coloquei do Andrew Brown no The Guardian? Concordas com o que ele diz, ou não? É que repara, a Wikipedia está cheia de defeitos, e mesmo assim é muito maior a comunidade que participa para o aperfeiçoamento da Wikipedia, do que aquele que funciona para a correcção e aperfeiçoamento do software de open source (é um problema de escala). Eu mais uma vez coloco a questão: quero uma única pessoa das que aqui escreve, que me diga se já corrigiu algum dos bugs do Linux ou do Open Office… só uma, vá lá?

    Leiam o artigo do Andrew Brown e depois discordem dele, mas apresentem argumentos, por favor.

    “Se sabias que estavas a usar os dois termos como se fossem um só”

    Nuno, de facto não fui claro no comentário posterior após advertência do João Santos. Mas a verdade é que na altura nem sequer tinha pensado nessa diferença entre o livre e o gratuito. Se induzi alguma pessoa em erro peço desculpa.

    PS: eu até acho bem que o pessoal torça pelo software de open source, mas só não acho bem uma coisa, que se coloque isto num plano entre os que ganham dinheiro com o software (a malvada da Microsoft), e aqueles que não tem nenhum interesse monetário (os gajos do open source software). É verdade que muita gente empenha-se, de forma voluntária, com o projecto open source, mas os interesses monetários estarão sempre presentes.

  86. balari says:

    @pplware

    Vai lá ao historial do Carlos e vê lá quem é que insulta quem, tens essa função no teu blog e podes ir ver.

    Ultimamente o Carlos farta-se de ofender tudo e todos quanto se lhe apetece, e o webmaster isso já não vê.
    Sejam elas ofensas directas ou indirectas, acaba de chamar aos utilizadores de linux de looser, mas claro eu tenho de levar isso como um elogio.
    Quando fiz o guia do automatix, sugeri criar um pequeno espaço para informarmos e sermos informados neste blog sobre o tema linux, o Carlos chegou logo e chamou de desesperados.
    Quis debater com ele argumentos sobre linux no post sobre o nerolinux, ao que ele só me mostrou que critica por criticar, manda abaixo só por mandar sem um único argumento valido, mas claro eu estou a ser bastante mau com o coitado do rapaz.

    Há uma máxima que aqui se aplica, que é “quem não constrói ao menos não destrua” e é o que ele constantemente quer fazer, destruir, não sei se por inveja e por mera maldade, mas a critica destrutiva tá quase sempre lá.
    Eu tenho mais do que direito de me “saltar a tampa” para com quem eu fui sempre educado, e da outra parte recebi mais do que uma vez insultos.

    Até com um rapaz brasileiro foi insultar por dar um erro ortográfico, coisa que ele dá, muitas vezes e erros graves.

    Se achas que eu crio mau ambiente tens um remédio que é dizeres para eu não mais postar. Vai lá ver o meu “cadastro” aqui no pplware e diz-me que tipo de postura eu tenho, vê que os únicos comentários mais deselegante que tenho, são sempre contra exageros e fanatismos, seja defensores de windows, de linux, do benfica do porto do scp, seja do que for.

  87. balari says:

    para completar:

    Aos users do blog posso pedir desculpa pela linguagem, ao Carlos lamento imenso mas não há desculpas nenhumas.

  88. Evandro says:

    @jorge a. , participei do inicio do Projeto do OpenOffice, mas não mexi com o código fonte. Mas o serviço que fiz tem uma equivalência semelhante. Fiz a documentação do Write que está no help do brOffice.

    Já postei varias melhorias e bugs para o pessoal do OpenOffice e vi algumas resolvidas. Não pretendo mexer no fonte por falta de tempo e não por falta de vontade de fazê-lo.

    Resumindo, não corrigi bugs do Linux ou OpenOffice, mas propus soluções e fui ouvido!

  89. peopleware says:

    @nuno
    Não interpretes as minha palavras de modo errado, não defendi nem ataquei ninguém. Acho só que não devemos particularizar determinados assuntos. Mesmo o Carlos deverá cuidar a sua critica, nunca a particularizar, caso isso não aconteça teremos os comentários pejados de insultos, e isso realmente é agradável, não acham Nuno e Carlos?

  90. nuno says:

    @ jorge a.
    colaborei na distribuição Elive (elivecd.org) como beta tester e a fazer documentação. Também escrevi em foros e canais irc de entreajuda (aindo por lá ando, mas menos devido à falta de tempo). Nunca contribui com código directamente, embora já tenha mexido em algum para uso próprio.

  91. devnull says:

    @Vítor M. and Carlos

    O Windows é desenvolvido por uma empresa. O GNU/Linux é desenvolvido por uma comunidade. Uma comunidade é um conjunto de pessoas. Chamar loosers ao conjunto da comunidade é insultar cada uma dessas pessoas: aos programadores, aos tradutores, às pessoas que testam o software e aos seus utilizadores.

    É um conjunto de pessoas que tem desenvolvido um trabalho meritório a todos os níveis e do qual todos somos beneficiários, mesmo aqueles que não utilizam software free/open source. Pensem como a Microsoft foi obrigada a melhorar o Internet Explorer quando foi confrontada com o aparecimento do Firefox.

    Que o Carlos não entenda o significado deste trabalho eu até compreendo, afinal de contas basta uma leitura dos seus comentários para perceber as limitações de algumas das suas capacidades (a começar pela argumentativa e a acabar noutras que não vale a pena aqui mencionar). O que me perturba mais é que o insulto por ele dirigido à comunidade open-source ,e aos elementos desta que comentam neste blog, tenha sido ignorado pelo Vítor. Não me parece que o comentário do nuno tenha sido descabido nem tão pouco grosseiro. Foi um comentário dirigido a alguém que é muitas vezes mal educado e que não aceita bem os pontos de vista diferentes do seu.

    Tipicamente os comentários “bota-abaixo” do Carlos são ignorantes, facciosos e totalmente infundados, sempre que o assunto é Linux. Não me espanta que de vez em quando alguém perca a paciência e lhe diga umas verdades.

    Quanto ao Carlos gostaria de saber se o software que usa é todo legal e se tem as licenças em ordem. É que eu duvido que haja muitos particulares neste país que tenham tudo legalizado. Utilizar software proprietário e desancar no software livre/open source é muito bonito quando não se tem de pagar pelo primeiro. Se o Carlos tivesse que pagar por todo o software que usa, certamente não desdenharia coisas como o Linux, o OpenOffice, o Gimp, entre outros.

    E já agora Carlos, se quiser argumentar contra o que eu agora estou a dizer, pelo menos faça-o de maneira fundamentada e sem dizer disparates.

    Para o Vítor, sugiro que da próxima vez seja mais imparcial nos pedidos de desculpas.

  92. jorge a. says:

    @evandro
    @nuno

    se lerem o texto do Andrew Brown no The Guardian (sendo que este tem a especificidade de só se referir ao Open Office), perceberão que os vossos contributos para a industria do open source software enquadram-se exactamente no que ele refere.

    “There has been a lot of volunteer effort, but it has gone into support. Without the efforts of French and Italian volunteers, it would be more or less impossible for anyone to write macros. Some volunteer energy goes into localisation efforts: the suite is available in practically every language, and four or five people put in a real effort to help puzzled users on the internet, but the overwhelming energy seems to go into filling the blogosphere with remarks about the merits of open source software and getting outraged about inconvenient facts.”

    “Only about 500 people have signed the legalese that would enable them to submit code to the project; since you need to do this even to make changes to the website, that will translate to far fewer than 500 volunteers submitting real code. A reasonable guess would be 50, or even five.”

    “They rely on a very small group of programmers relative to the user base, and who have no direct incentive to work on the bugs that are important to users.”

    Eu gostava que vocês conseguissem imaginar o que seria o Open Office com a quantidade de users que tem o MS Office. O número de pessoas que corrigem bugs de open source nunca seriam suficientes para dar conta do recado.

    + users -> + bugs descobertos -> mesmo nmr.de pessoas a corrigirem bugs -> muitos mais bugs conhecidos por resolver. É por isso que será sempre preciso uma empresa com engenheiros especializados e motivados (pagos) para tornar o open source software competitivo.

  93. devnull says:

    @jorge

    Mau exemplo esse. O jornalista que escreveu isso, desconhece que o grosso da programação do OpenOffice é efectuado por engenheiros pagos pela Sun. Este trabalho é depois complementado pela comunidade (localizações, documentação, testes, entre outras coisas). O facto de um programa ser open-source não quer dizer que não haja envolvimento de empresas, pelo contrário, é possível criar um ecossistema interessante que envolve empresas, utilizadores e programadores independentes. Toda a gente ganha no processo.

    Outros exemplos disto, são o projecto Eclipse (IBM) e a base de dados MySQL (MySQL AG). Mesmo a nível do kernel do Linux há um grande envolvimento de empresas (IBM, HP, SGI, Novell, Red Hat, só para citar alguns exemplos).

    Quanto à motivação, o dinheiro é importante, mas não é só isso que move toda esta gente. Enquanto as pessoas não perceberem isto não vão entender as motivações por parte do movimento Free/Open Source.

  94. jorge a. says:

    @devnull

    esse seu comentário deve ser baseado nos excertos que transcrevi, leia o documento todo:

    http://technology.guardian.co.uk/weekly/story/0,16376,1660763,00.html

    Perceberá que ele sabe muito bem do que fala, destaco as seguintes passagens:

    “Despite the open source rhetoric, OpenOffice actually started as a commercial product – StarOffice, from Germany’s StarDivision – before being bought in October 1999 by Sun Microsystems. Almost all the work on it is now done by about 100 full-time Sun programmers. That is a tiny fraction of the armies Microsoft or Google can deploy to solve a problem.”

    Como vê, ele sabe perfeitamente isso que refere. E agora, atente nestas passagenes:

    “I like OpenOffice. I used it long before it was usable, out of a mixture of perversity, stinginess, and vague anti-Microsoft sentiment.”

    “I have done quality assurance work, submitting reports on bugs and testing those reported by others. So I know something about the open source “community” and the enormous gap between myth and reality.”

    Leiam tudo até ao fim, depois comentem.

  95. jorge a. says:

    @devnull

    “Quanto à motivação, o dinheiro é importante, mas não é só isso que move toda esta gente. Enquanto as pessoas não perceberem isto não vão entender as motivações por parte do movimento Free/Open Source.”

    E enquanto não perceberem que tanto o Free/Open Source software, como o Closed Source software, será sempre uma luta entre empresas gigantes (daquelas que lucram milhões, todas elas), também não vão perceber o essencial. E mais, no dia em que me arranjarem programas bons a preço zero, não vou ser eu a queixar-me.

    PS: Sabiam que em Nova Iorque há empresas que oferecem carros à “borlix” a pessoas que trabalhem na zona da 5ªAvenue, desde que aceitem que o carro esteja todo repleto de publicidade?

  96. devnull says:

    Continuo a dizer que o indivíduo não sabe o que está a falar. Quando se fala de comunidade open-source, as empresas envolvidas não podem ser excluídas. Por isso estar a separar as empresas dos outros agentes envolvidos é não perceber a filosofia FLOSS.

    No caso do OpenOffice, a razão pela qual há poucos programadores exteriores à Sun envolvidos, deve-se ao facto de o código herdado do StarOffice ser bastante truculento (nas palavras de alguém que já olhou para ele), o que torna difícil a pessoas exteriores à Star Division contribuir para o mesmo. Nos últimos anos, tem sido feito um esforço para modularizar o código e reescrever alguns componentes, de modo a facilitar a contribuição por parte de programadores independentes.

    Um outro exemplo deste problema foi o projecto Mozilla. O código herdado da Netscape também não primava pela clareza, pelo que foram necessários alguns anos para reescrever tudo. Isto levou à modularização da aplicação e ao surgimento dos projectos Firefox e Thunderbird (com as consequências que hoje conhecemos).

    Por isso insisto Jorge, neste tipo de projectos não faz sentido andar a contar quantos programadores são independentes e quantos são trabalham para empresas. Para além disso, uma das primeiras coisas que ensinam nas cadeiras de Engenharia de Software dos cursos de Engª. Informática é que a qualidade de uma equipa de desenvolvimento tem pouco a ver com o seu tamanho. Regra geral, projectos com grandes equipas de programadores terminam em desastre. Um bom exemplo disso pode ser lido neste link:

    http://moishelettvin.blogspot.com/2006/11/windows-shutdown-crapfest.html#links

    Foi escrito por um indivíduo que integrou uma das equipas de desenvolvimento do Vista e chega a ser anedótico. Torna-se fácil compreender porque razão demorou seis anos a ser terminado.

  97. Evandro says:

    @jorge a., péssima comparação essa sua com carros repleto de publicidade.
    Apesar de eu não contribuir com código, a minha contribuição foi grande. E se não fosse por ela não teriamos o help do write em português. Um projeto não é feito apenas por pessoas que escrevem código! Pense nisso!

    Eu gostava que vocês conseguissem imaginar o que seria o Open Office com a quantidade de users que tem o MS Office. O número de pessoas que corrigem bugs de open source nunca seriam suficientes para dar conta do recado.

    Imagina agora a quantidade de user que tem o Linux em servidores! Quantos bugs são encontrados e reportados e qual o tempo para correção?

    Pense nas palavras de Richard Stallman no documentário The Code Linux: “Imagine uma nova receita onde o cozinheiro não conte para ninguém. Agora imagine uma nova receita onde o cozinheiro divulga e permite alterações.”

    O que aconteceria com as duas receitas? Pense numa pizza, hoje existe pizza de tudo que se possa imaginar! Já imaginou que quando o criador da pizza não permitisse que outras pessoas pudessem alterar sua receita? Seria a vida inteiro uma pizza de queijo. E as pessoas que não gostam de queijo, não iriam comer pizza!! Pense nisso!

  98. jorge a. says:

    @devnull

    “o grosso da programação do OpenOffice é efectuado por engenheiros pagos pela Sun.”

    Isto disse você que sabe do que está a falar, ao contrário do “individuo”. Por isso, e a não ser que o devnull seja dos que já corrigiu bugs do Open Office, vou manter a minha opinião. Aliás, o “individuo” não separa as empresas do resto da comunidade, ele diz é que a contribuição da comunidade é praticamente nula. Ou seja, a única coisa que comparo é se os engenheiros da Sun fazem melhor serviço que os engenheiros da Microsoft – e por enquanto, a minha resposta, é que não. Isso da filosofia FLOSS (Free/Libre/Open-Source Software) deve ter para aí um “erro de Descartes” qualquer, é o que eu penso…

    “uma das primeiras coisas que ensinam nas cadeiras de Engenharia de Software dos cursos de Engª. Informática é que a qualidade de uma equipa de desenvolvimento tem pouco a ver com o seu tamanho.”

    E porventura a Microsoft não usa das melhores práticas de gestão, organização e motivação profissional? Sabe que a Microsoft Portugal está sempre no topo de todos os estudos que referenciam as melhores empresas para trabalhar cá em Portugal? O caso que aponta é isso mesmo, um caso, uma excepção… como se costuma dizer: a excepção confirma a regra.

    E repare neste exemplo:

    Software A (1000 funcionalidades incluídas), Software B (100 funcionalidades incluídas). O número óptimo de funcionários para produzir o Software A terá de ser sempre superior ao número óptimo de funcionários necessários para produzir o Software B… não sei se me faço entender.

    PS: com tanta insistência minha, ainda aparecerá para aí alguém a mentir e a dizer que já corrigiu um bug dum software open source só para me chatear…

  99. gil says:

    “Almost all the work on it is now done by about 100 full-time Sun programmers. That is a tiny fraction of the armies Microsoft or Google can deploy to solve a problem”

    e no entanto, pelo menos no caso da MS, temos que esperar; às vezes, meses até que os bugs ou as falhas sejam corrijidas e sejam publicadas as tais “actualizações”!!!!

    a chave está no “almost”, é o tal “quase”!!!! uma coisa é ter meia duzia de beta-testers (MS ou Goole) a experimentar o software e a reprotar falhas outra coisa é ter uma comunidade de milhares ou milhões de utilizadores a utilizar o software diariamente e a reportar erros e falhas e a trocar ideias e a propôr soluções!!!!

  100. jorge a. says:

    @evandro

    o carro não era nenhuma comparação… foi só um aparte.

    Agora o exemplo de Pizza que você dá é óptimo.

    O cozinheiro diz: criei esta pizza, não vos revelo a receita, mas comam e digam-me o que acham… você vai dizer: isto com fiambre era melhor. E o cozinheiro lá experimenta pôr fiambre para além do queijo. Depois há outro cliente que diz: queijo e fiambre, muito bom! Mas com bacon ainda ficava melhor. E você vai fazer uma pizza também com bacon para satisfazer este cliente. E assim por diante: é assim que a Microsoft actua no caso do Windows. E como só esse cozinheiro sabe a receita, as pessoas tem de ir ao seu restaurante para provar as deliciosas pizzas que ele faz. Sendo que se no inicio só havia uma pizza, agora há várias, pois o cozinheiro sabe que só com essa variedade conseguirá atrair muitos clientes, e ao mesmo tempo, atingir lucros elevados.

    Agora imagine outro cozinheiro que revela a receita: e diz ás pessoas: agora façam você mesma a sua, à sua maneira, com os ingredientes que gosta. Logo um problema surge: as pessoas não tem capacidade para fazer pizzas, e precisarão de continuar a vir ao restaurante do cozinheiro. Pior que isso, enquanto o cozinheiro anterior (aquele que não revelou a receita e só pensou no lucro) tem agora montes de cozinheiros especializados a trabalhar para ele; este cozinheiro (o do FLOSS – gostei da expressão, não conhecia!!!), tem poucos cozinheiros no restaurante… por isso quando começam a chegar montes de pessoas com os seus pedidos (porque elas próprias não sabem cozinhar), o pobre coitado não tem mãos a medir. Claro que haverá uns voluntários que, agradecidos pelo cozinheiro ter-lhes revelado a receita, irão dar uma ajudinha… mas estes nunca serão suficientes.

    Pensar que a politica da Microsoft não é orientada para o cliente e que adapta-se ás necessidades deste, é um erro.

  101. devnull says:

    @jorge

    Para perceber como a comunidade FLOSS funciona terá que ler um ensaio chamado “A catedral e o bazar”. Aconselho-o vivamente. Se quiser pode comprar na Amazon, ou na boa tradição open-source, pode ler gratuitamente on-line:

    http://www.catb.org/~esr/writings/cathedral-bazaar/cathedral-bazaar/

    Pode ser que isto desmistifique algumas das ideias que tem relativamente à metodologia de desenvolvimento de software de código aberto. Mais não posso fazer do que lhe recomendar esta leitura, pode ser que perceba porque alguns argumentos que apresentou não fazem sentido quando o modelo de desenvolvimento não é proprietário.

  102. jorge a. says:

    @gil

    tem a certeza que leu o texto todo? (e atenção que o texto é de Dezembro de 2005, tem quase um ano, de lá para cá o problema intensificou-se)

    “So why is OpenOffice so dire? The project claims more than 50m downloads of the software, so let’s assume that 50m people have tried it at least once.

    More than 50,000 bugs have been reported. And how many have been fixed by open source’s uniquely efficient processes? According to the (public) bugs database, at last count, there were more than 6,000 unfixed bugs, and more than 5,000 feature requests. While the number of bugs discovered seems to rise with the number of users, the number of fixes doesn’t, and the number of fixers certainly doesn’t.”

    Percebe que quanto maior o número de utilizadores, maior a quantidade de bugs reportado? Percebe o problema de escala? Percebe a dificuldade do crescimento sustentado do projecto open source?

    Quanto mais quota de mercado o software open source obtiver, mais dependente fica do apoio das grandes empresas (e seus engenheiros), e cada vez se perde a tal falada “filosofia FLOSS” (é que gostei mesmo disto, filosofia FLOSS, que pinta!!!).

  103. Evandro says:

    @Jorge a., E o “usuário” onde fica na historia? Tendo que ir sempre no restaurante do tal cozinheiro e pagando absurdos pela pizza. E sem contar que se você pedir para colocar bacon e o cozinheiro não gostar de bacon você nunca irá comer uma pizza com bacon!

    Estamos falando em LIBERDADE! Liberdade de escolher e criar!

    Com relação a equipe de desenvolvimento, aparentemente você não trabalha em uma! E por isso tem essa visão distorcida de uma equipe. A MS tem uma grande equipe, mas com certeza essa grande equipe é dividas em equipes de no máximo 20 pessoas, cada equipe com seu cada um! Se passar de 20 o projeto começa a desandar!

    Isso mais parece uma conversa num canal de IRC, um comentário atras do outro. Essa discussão sim está sendo produtiva!

  104. jorge a. says:

    @evandro

    eu percebo como trabalha uma equipa, daí não perceber o argumento do devnull. Eu acho é que a quantidade de pessoas envolvidas neste momento no open software não é suficiente para produzir um produto final tão bom, quando aquele que a Microsoft produz. Porque tendo muitos funcionários, e não sendo bom pô-los todos a trabalhar nas mesmas funcionalidades, consegue ter muita gente a trabalhar em várias coisas para os seus produtos. No open source focam-se mais numa ou noutra funcionalidade. Claro que depois a Microsoft defronta um problema: a conciliação dos diferentes trabalhos, das diferentes equipas.

    A liberdade de escolha Evandro está entre você puder optar por ir comer no restaurante do cozinheiro que não divulgou a receita, ou ir comer no restaurante do cozinheiro que divulgou a receita, ou ainda, puder você mesmo cozinha se o souber fazer (usando a receita do cozinheiro que a divulgou, que é uma receita diferente da do que não divulgou).

  105. jorge a. says:

    @evandro

    aliás, o cozinheiro que não divulgou a receita tem um problema, é que há tipos que descobriram uma forma de garantir pizzas de borla para os consumidores individuis. E diz-se que os calzones (leia-se MSOficce) deste cozinheiro, praticamente não lhe rendem nada no mercado dos consumidores individuais, porque estes recorrem constantemente ao mercado pirata.

    Digo mais: se quiserem acabar de uma vez por todas com a supremacia da Microsoft, era acabar com a pirataria… 😉
    Ai o valor argumentivo do elemento preço aumentava exponencialmente, e era ver, uns milhões de pessoas a migrarem para os produtos open source.

  106. Evandro says:

    Realmente a argumentação da pizza encaixou perfeitamente, o calzone ficou bem também!

    Entendi seu ponto de vista! E concordo não totalmente, mas concordo!

  107. gil says:

    “Digo mais: se quiserem acabar de uma vez por todas com a supremacia da Microsoft, era acabar com a pirataria… 😉
    Ai o valor argumentivo do elemento preço aumentava exponencialmente, e era ver, uns milhões de pessoas a migrarem para os produtos open source.”

    ora nem mais, aí está um ponto em que vemos as coisas pelo mesmo prisma, aliás já o tinha focado num comentário mais “lá para cima”!!!!!
    o facto é que o consumidor individual, na sua maioria, utiliza soft da MS sem o pagar, se tivesse mesmo que o pagar seria o Openoffice a ferramenta mais usada (ou um office suite equivalente!!!), sem dúvida 🙂

  108. Nine says:

    Comparações entre Windows e Linux dá sempre barulho …

    Para quem quer uma lista comparativa entre programas Windows e Linux existe isto.

  109. jorge a. says:

    @gil
    @evandro

    é bom ver, que apesar de termos opiniões diferentes, pudemos sempre chegar a algum consenso. 🙂

    E mais do que chegar a consensos, pudemos aprender uns com os outros – sem termos necessariamente de tomar as ideias dos outros como certas.

    @devnull

    o texto “The Cathedral and the Bazaar” é um bocado pró grandito… mas vou fazer os possiveis para dar uma vista de olhos. Reconheço que possa ter uma ou outra ideia errada em relação ao open source, mas não tomo aquilo que penso como um dogma, e estou sempre disponivel para aprender.

    E os meus comentários a este post ficam por aqui.

  110. gil says:

    @jorge a.

    é isso mesmo, é tudo uma questão de esgrimir os argumentos certos 🙂

    foi um prazer “esgrimir” contigo eheheh 🙂

  111. law says:

    sobre a pizza:

    eu vejo mais a pizza da microsoft não tanto como os clientes a pedir bacon e a ms a dar bacon, mas os cliente a pedir uma pizza com bacon e a ms a dar uma pizza com fiambre MS porque diz que é muito melhor que o bacon e faz melhor à saude do cliente, e juntamente com isso dar uma pizza familiar, impedindo de ser cortada, e obrigando cliente a comer a pizza toda inteira.
    Além disso acrescentam azeitonas MS, queijo MS e outros ingredientes mais da MS, claro.

    Ou seja, não me parece que seja assim o cenario tão bonitinho que descrevem para ms fornecedora de pizzas. Isso vê-se na saida do vista que não só teve muitos promenores criticados pelos users como por empresas que produzem software para windows que foram bastante prejudicadas.

    Quanto a qual é o mais bonitinho, o vista ou o ubuntu, deixem-se disso.
    Isto é suposto trabalhar, não ser bonitinho.
    Para ver coisas bonitinhas tenho a ftv 😉

  112. Funcky Jack says:

    É muito fácil as pessoas dizerem que o Windows é melhor que o Linux, isso porque 70% +- têm o software pirateado. No dia em que tiverem que comprar o vosso sistema operativo, folha de cálculo, processador de texto e etc… já vão ter que procurar alternativas e quer queiramos quer não a melhor alternativa que apareceu até agora ao Windows é o Linux.

    Acho uma piada algumas pessoas dizerem maravilhas do vista (pirateado) quando este ainda não deu provas da sua eficácia tanto apregoada.

    E já agora experimentem o Linux (Caixa Mágica 11, Mandriva 2007 (com drivers para tudo) e Etc…) e só depois digam algo de construtivo.

    Cumps

  113. gil says:

    @Funcky

    tocaste num ponto que me interessa “drives para tudo”!!! Por acaso sabes indicar um sitio onde possa procurar drivers para o Linux??? é q o meu teclado e o meu rato, no Ubuntu passam-se dos carretos (o rato só funciona ao minimo – scroll e 2 botoes – o teclado teve mesmo de ser desligado, estou com um velhinho ps2!!!).

    faço a pergunta ao Funcky mas se alguém poder ajudar força nisso, por favor 🙂

    Podem contactar comigo, por mail, através daqui

  114. devnull says:

    @gil

    Regra geral as funcionalidades extra de ratos e teclados sofisticados não são suportadas, simplesmente porque os fabricantes de hardware não publicam nem os drivers nem as especificações do hardware que permitiriam à comunidade criar drivers.

    Como a prioridade é implementar suporte para funcionalidades mais fundamentais de outros dispositivos (tipo placas gráficas, chipsets wireless, etc), essa é uma área que não tem tido grandes desenvolvimentos. A excepção parece ser as teclas de funções dos computadores portáteis, que nas últimas versões das diferentes distribuições têm visto o suporte a aumentar. Eu tenho um Asus M6N e desde o Ubuntu 6.06 Dapper, praticamente todas as teclas extra funcionam correctamente no Linux.

    O que te posso sugerir é que envies um e-mail para o fabricante do teclado e do rato, para que disponibilizem drivers para linux, ou que na falta de vontade para o fazer, disponibilizem as especificações das funcionalidades extra. Esta é uma daquelas situações em que a culpa não é do Linux, é dos fabricantes de hardware.

  115. devnull says:

    @gil

    Regra geral, havendo drivers para o teu hardware, não precisas de os procurar. Eles são disponibilizados nos repositórios das distribuições. Se utilizas Ubuntu, deves activar os repositórios Universe, Multiverse e restricted. Para tal, abres o gestor de pacotes Synaptic e no menu Settings escolhes a opção Repositories (peço desculpa, a minha versão está em inglês e neste momento não sei dizer como estas opções foram traduzidas para português). Logo na primeira tab, clicas em todas as checkboxes que não estiverem seleccionadas, seguido de OK.

    Fechada a caixa de diálogo dos repositórios, clicas em Reload e a tua base de dados de pacotes é actualizada, pelo que poderás aceder a muitas mais aplicações para instalação.

    Isto não quer dizer que vás ter os drivers para o teu teclado e rato, até porque nem sei de que marca e modelo estamos a falar, mas sempre podes ir ao ubuntuforums.org ver se alguém se deparou com o mesmo problema e se alguma solução foi encontrada.

  116. gil says:

    @devnull

    muitíssimo obrigado, esse esclarecimento foi muito útil, assim que chegar a casa vou experimentar essas sugestões. Quanto a pormenores, se tiveres curiosidade, podes saber mais no “diáriO” que estou a fazer sobre a minha experiência com o Linux (no meu caso ubuntu!!) está tudo aqui (depois é só clicar no marcador “Experiência Linux”, na barra lateral, para ver todos os posts dedicados ao tema).

    o meu problema maior é mesmo o teclado, que ficou completamente louco, o rato funciona o “normal”, mas eu já estou tão habituado ao botão “retroceder” e “avançar” (ali no polegar) que estranhei para carago!!! eheheh

  117. Tyurias says:

    Boas. Antes de mais nada… nem acredito k li os komentarios todos.

    Bom, sou novo por estas andanças mas kero desde já dizer k n tenho nada kontra a Microsoft. Tenho dois PC e paguei dois Windows XP. Mas tou, simplesmente, kom kuriosidade de experimentar o GNU/Linux. E penso que é aki k está a beleza da filosofia do GNU/Linux. Kalker pessoa pode (e deve) experimentar uma ou varias distribuições deste sistema.
    Posso dizer, sem kalker problema, k adoro a interface do Windows Vista… daí kitei o meu XP. E está mesmo mt parecido. E tenho a certeza k ninguém da comunidade Linux (se é k posso xamar assim) me vai criticar por eu gostar de uma coisa bonita e de kerer experimentar uma distro GNU/Linux.

    Sinceramente, não estou a ver kal é o problema kom a publicidade ao GNU/Linux… há tanta, mas tanta publicidade k entra por nossas casas a dentro mesmo sem serem konvidadas… e k publicitam produtos de baixa kalidade e/ou k n fazem jeito a ninguém. Pelo menos a “publicidade” ao GNU/Linux só a “papa” kem ker (kem vai à procura dela). E eu kero experimentar. Já sakei 3 distros e s n ficar satisfeito kom nenhuma delas inda sou gajo pa sakar outras e s mesmo assim não gostar, não perdi nada (nem tempo, konsidero isso um investimento), volto ao XP.

    Kt ao restante software k utilizo nos PC, é tudo vitaminado mas já estou a ponderar fortemente a possibilidade de passar tudo pa alternativas grátis (menos o microsoft Office 2003 num deles).

    Apenas kiz partilhar este komentario pk penso que ninguém deve kolocar entraves às escolhas de ninguém. Se alguém ker experimentar uma alternativa ao Windows, pk k não o poderá fazer?

    N percebi algumas criticas aos defensores do Linux! É komo o Gil (28 de nov) disse, se tivéssemos de pagar todo o software k utilizamos, kase k todos nós andaríamos à procura de software alternativo. E mesmo assim, á kem não keira, pura e simplesmente piratear nenhum software, e por este motivo tb dou os meus parabéns ao pplware por tb disponibilizar informação sobre software grátis.

    Axo k já m alonguei e não kero tar a maçar ninguém, por isso…
    Fikem bem e kontinuem kom o bom trabalho

    hasta

  118. jose fereira says:

    oi pessoal eu tou sofrend ainda hoje, ddepois d formatacao e instalacao no meu laptop aparece uma cena xtranha na area de trabalho k xta scrita em ingles you may be a victim ofsoftware counterfeinting. this copy of winndows did not pass genuine windows validtion. nao vejo o game o k eu faco pra validar o meu sistema sera ki meu sistema nao e original meu email (josefereira@sapo.mz ou josecareiragmail@.com (jose fernando) 1 halla pra nigax e fofax d estrela vermelha dedicad principalmente ao osvaldo e stiven

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