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Possíveis e polémicas mudanças no Ubuntu

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Pedro Pinto


  1. Pedro says:

    Eu gosto muito do Ubuntu. Usei até a versão 11. Hoje, uso o Manjaro, uma espécie de “Ubuntu” do Arch… Troquei o Ubuntu pq algumas de suas inovações não me agradaram e encontrei outros sistemas tão rápidos e mais simples.

    Acho que seria muito interessante o Ubuntu ser Rolling.
    Alguns pacotes do repositório oficial do Ubuntu demoram muito para serem atualizados.

    • PSN says:

      Aconteceu quase o mesmo comigo, apesar de adorar o Ubuntu e o ter usado desde a versao 10.04, quando houve a mudança entre o gnome e o unity foi um choque pois os primeiros unitys nao valiam muito, nestas ultimas versoes, desde a 11.10 ate a 12.10 tenho tentado usar, na falta de melhor (nao me entendem mal, eu adoro o unity corrente e acho que deveria ser tornado um DE independente para poder-mos usar em qualquer distro, apesar de compreender a rasao pela qual a Cannonical nao quer que isso acontece… a ideia deve ser “o unity é unico, queres usas o nosso ubuntu”), mas este 12.10 apesar de bonito era problemas atras de problemas, para nao falar que no meu Asus 1215n é lento para esquecer… descubri o Cinnarch e o Manjaro aqui atravez do pplware e mudei para o arch, vi que havia forma de meter o unity no arch e puz 😀 (ajeneira! aquilo é cheio de conflitos nos updates, uma vez fartei e forcei um update e zas, la se foi o unity), voltei atas e meti o gnome shell (ou gnome 3) e para minha surpresa (sim surpresa pois tambem exprimentei o gnome shell no ubuntu e ele nao corria assim) é rapido! ainda nao sei instalar o arch de raiz mas estou bastante satisfeito com o manjaro, tenho pena do bridge linux gnome dar um erro no livecd e nao me deixar iniciar sessao por que ja ouvi dizer que aquilo sim, é puro arch com um instalador por cima e com uma versao para cada DE mais popular acho!

      Em suma, enquanto o ubuntu andar ao ritmo de windows (um bom um mau um bom um mau), abdico do unity que tanto gosto para ter o pc o mais rapido possivel, entao se ubuntu passar a ser rolling release tava bem lixado… “ah ate ta rapida esta versao”… update… “porra, instalaram-me aqui o ubuntu ‘Vista'” xD

      sou a favor da rolling release pois gosto de tar sempre actualizado e de nao ter de instalar a nova versao de raiz, mas sou contra porque neste momento versao sim versao nao aquilo simplesmente vai abaixo em termos de performace…

      • Ricardo says:

        Eu tenho esse asus com upgrade para 4gb de Ram, e a correr com o ubuntu 12.10 64 bits e breve com o 13.04, lento? Comparando com um notebook ou Desktop poderá ser, mas nada por aí além.
        Problemas? Um ou outro de facilima resolução,e nada como uma pesquisa não resolva.

        • João says:

          Também tenho esse portátil e so não uso Linux porque não sei por a nvidia a dar para o poder ligar a televisão e ver filmes como faço com o Windows. Alguma ajuda já que tens o mesmo pc? Obrigado

      • Al says:

        Não sei como o pplware deixa passar estes coments!
        És uma autêntica “ajeneira”, analfabeto da nossa língua.
        E deixa estar o WIN descansado, que não é para aqui chamado…

        • Vítor M. says:

          Cada um usa o português que aprendeu e que prefere usar, uma vez por incapacidade, outra vez por deleite de provocar os puritanos da língua de Camões.

          Claro que devemos respeitar sempre o nosso português, mas quem quer ser o primeiro a lançar a primeira pedra? 😉

        • Pedro says:

          AI, não poderei escrever como você, nasci a 8.000 km de Portugal e o português que aprendi na infância tem inúmeras diferenças na fonética, sintaxe e no vocabulário.

          Este foi meu primeiro comentário no PPLWARE e com essa reciprocidade, espero apenas ser um assíduo leitor.

          • T. Castro says:

            Pedro, não sejas apenas um leitor, sê activo, não te preocupes com quem não te deves preocupar. Comentários danosos e ofensivos são comuns aqui, mas existem também coerentes e construtivos. Não é por veres uma laranja podre que deves julgar o lote ;). Acredito piamente que o “autocorrect” dos browsers ajuda bastante a estes comentários que atacam a forma de escrever, pois não sabem o que responder (fracos argumentos).

  2. Alucard says:

    A adopção do Mir pelo Ubuntu em detrimento do Wayland está a causar polémica e com razão. Toda a gente sabe da necessidade imperiosa de substituir o X11 que já está velhinho e limitado face às exigências actuais. Acontece que a comunidade Linux já tinha acordado desenvolver um substituto para o X em 2008, o Wayland. E não é só um projecto da Red Hat, tem o apoio da Intel e programadores do velho X11, bem como de praticamente todas as grandes distribuições. Inclusive o Ubuntu manifestou o seu apoio público ao projecto em 2010!
    O ano passado, saiu a versão 1.0 do Wayland, falta só agora estabilizar aquele código todo. Como devem compreender um display server é a segunda coisa mais complexa que pode criar a seguir ao kernel, leva tempo e precisa de programadores altamente especializados.
    Agora, o Ubuntu anuncia que nas costas de toda a comunidade Linux esteve a desenvolver por 9 meses, um concorrente ao Wayland, o Mir. Expõe uma série de argumentos técnicos segundo os quais o Wayland é limitado e não serve. Argumentos que foram depressa desmontados pelos desenvolvedores do Wayland. Ao que parece “A Canonical não entendeu como funciona o Wayland” e o Wayland é capaz de fazer tudo aquilo que a Canonical afirma que lhe é impossível, e quer agora fazer o seu próprio em tempo recorde (1 ano ao invés de 5 como o Wayland, e com menos programadores). Eu duvido muito da capacidade da Canonical apresentar alguma coisa decente daqui a um ano, mas a ver vamos.
    O que me preocupa aqui é a fragmentação desnessária de um componente tão essencial. O Ubuntu vai usar Mir, todas as outras distros parecem ir para o Wayland. Como vamos convencer a AMD, Nvidia e Intel a suportar tanto o Mir como o Wayland nos seus drivers, bem como continuar a manter suporte ao velho X11? Pois alguém vai sair daqui queimado, e honestamente, por muito apreço que lhe tenha, prefiro que seja o Ubuntu pela sua jogada fratricida, ao invés de se matar todas as distribuições Linux restantes. O Linux não pode morrer assim.

  3. Carlos Carvalho says:

    Bom dia a todos ,

    A Canonical na minha modesta opinião está a virar totalmente a comunidade Linux contra eles , e não pelos melhores motivos , de facto deste que o Ubuntu decidiu adoptar a sua própria interface as decisões e os caminhos do Ubuntu mudaram radicalmente , Ubuntu que sempre teve uma comunidade muito forte a sua volta e que cada vez mais pequena , esta decisão de seguir com a sua interface teve outras implicações na estratégia da empresa que aos poucos foram sendo revelados , lembro por exemplo o deixar cair o Kubuntu , que acabou por ser resgatado pela Blue Systems , agora mais esta decisão de abandonar o Wayland que é um projecto já com quase 3 anos e que outras equipas para além da referida no artigo estavam paulatinamente a preparar para integrar as suas distribuições , penso que esta decisão de adoptar o MIR a revelia de todos e com anúncio pomposos não caiu bem na comunidade independentemente da sua qualidade que ninguém põe em causa porque o que existe ainda é teoria .

    Resumindo existem alguns programadores que já saíram do Ubuntu e decidiram fazer uma declaração pública que a comunidade Ubuntu é uma miragem e que a Canonical começou a ter uma politica egocentrista esquecendo-se do seu próprio papel na mesma , a passada semana foi muito profícua nestas situações que relato , e a maior parte está a migrar para a Blue System que para além do Kubuntu tem a sua responsabilidade o Netrunner e o Mint Kde , o medo da comunidade com toda a propriedade é que a Canonical se possa tornar noutra Microsoft ou numa Apple .

    Cumprimentos

    Carlos Carvalho

    • Scheldon says:

      Para né, por essa lógica todas as distros só podem ter um sistema de arquivo, uma interface gráfica, só pode ter uma única distro, ao que parece falta aos próprios “programadores”” o conhecimento do que é o GNU/linux

  4. Luiz Carlos says:

    No meu entendimento quando ocorre uma mudança, precisamos assimilar, nem todas satisfazem nosso desejo. Então buscamos novas alternativas.
    A comunidade Ubuntu é enorme e actuante, a Canonical sabe disso, por outro lado as inovações sugeridas pela mesma, de certa forma agrada muito, põe a distro sempre em evidência, mas não é tudo.
    A Canonical deveria lançar seus produtos acabados, oferecer mais aplicativos desenvolvidos pela equipe dela, participar mais abertamente com a comunidade, mantendo sua estratégia de negocio.
    Uso o Ubuntu desde a versão 6.10, isso para as funções básicas, vejo que tem evoluído e muito. Foi difícil engolir o Unity no seu lançamento, depois da 8.04 a cada lançamento deparamos com algo que fica a meio caminho, espero que o novo servidor Mir venha apresentar realmente uma identidade ao Ubuntu. Que mudanças e inovações continuem, mas de certa forma mais suaves.

  5. Fábio Sousa says:

    Bom dia.
    Mudança de planos mesmo. Parece que a Canonical quer ficar na corrida juntamente com Microsoft, Google e Apple com as suas variantes para diversos dispositivos mobile.

    Isto mais tarde ou mais cedo iria acontecer. Contudo pode-se ainda usufruir de outros ambientes gráficos, e outras distribuições baseadas em debian ( Mint , PureOS).

    Cumprimentos.

    • Pedro Pinto says:

      Pois, parece-me que seja isso. Reparem que apenas a Canonical (do lado do Linux) está a apostar forte no mundo mobile. Brevemente vai-se destacar ainda mais e quem sabe colar-se à Google, Apple, Samsung e Microsoft.

  6. MrT says:

    Penso que o que a cononical está a querer fazer é o seguinte:

    1º Quer evoluir o Ubuntu de forma a ser o Linux mais estável do mercado, passando a ser tão estável e sólido quanto os MacOS e Windows.

    2º Quer marcar a diferença no mundo dos linux, para assim ter uma imagem de marca.

    Os riscos disto podem ser o de desagradar algumas comunidades e não atingir os objectivos, mas por outro lado se forem bem sucedidos podem fazer algo de histórico e colocar uma distro Linux no mesmo patamar que o MacOS e Windows….

    Temos ta,bém o exemplo temos a historia do Unity no Ubuntu, inicialmente todos disseram mal, mas agora já muitos dos que criticam vêem o unity com bons olhos….

    A verdade é que nunca se poderá agradar a gregos e a troianos.

    • Marzkor says:

      True Story

    • JohnWave says:

      “…passando a ser tão estável e sólido quanto os MacOS e Windows.”

      Tanto o Ubuntu como a maior parte das distribuições Linux são bem mais estáveis e sólidas que o Windows.

      E o MacOS também já teve melhores dias.

      • dfelix says:

        Não são! E curiosamente a Canonical Ltd é a entidade que mais se tem esforçado por trazer essa experiência ao desktop user.
        Facciosismos aparte, a escolha pelo linux será sempre pela perspectiva GNU/Open-Source.

  7. JP (djlinux) says:

    Para um utilizador comum isto que anda a acontecer é quase indiferente, se gostam do Ubuntu e o PC aguenta instala e pronto, esta feito.

    Sempre vi a Canonical como um exemplo a seguir, mas começo a olhar com outros olhos. É verdade que a Canonical nunca escondeu o que pretendia fazer, se tornar numa forte concorrente para a M$ e Apple, isso já esta a acontecer, quer a comunidade queira quer não e sinceramente não sei se é positivo ou não.

    Por um lado temos o Ubuntu que cada vez esta melhor e em mais dispositivos, o que a meu ver é fenomenal, por outro lado a Canonical de um momento para o outro pode começar a cobrar tudo e mais alguma coisa pois não acredito que aguente este andamento sozinha, com mais de metade da comunidade a lhe virar as costas… Não sei se estou a fazer mais confusão do que realmente é. Uma coisa é certa, o Gnu/Linux nunca vai acabar, haja uma Canonical ou não… Vai é demorar ainda mais tempo a se impor…

  8. Carlos says:

    Não levem a mal mas pensei que o objectivo era levar que cada vez mais pessoas optassem pelo linux devido à sua superioridade como sistema operativo e por ser gratuito! Pelos vistos há distribuições para todos e as pessoas já estão fartas do windows.

  9. Marzkor says:

    E este é o problema do Linux, cada um faz o que quer !

  10. Não interessa says:

    Um mal necessário acho eu.
    Desde que a nova criação Mir de a possibilidade de usar as novas tecnologias a nível de hardware gráfico, sendo que o melhor exemplo é a tecnologia Optimus. Em vez de recorrer ao bumblebee que acaba por não tirar total proveito do que a tecnologia optimus é.

    Talvez seja por isso que eles estão a construir uma nova API gráfica.

  11. Tonho says:

    Gostava de saber o que quer dizer “bleeding edge”. Não entendo palavras noutra lingua(?) no meio de textos em Português. Creio que a lingua portuguesa ainda oferece recursos suficientes para esse tipo de expressão. O objectivo foi para dar um ar mais “cool” ou mais “parvonionion”?

  12. ZiLOG says:

    Se o Mir for melhor do que o X, para mim está bem. Agora, se for muito mais pesado do que o X, mais o peso do Unity em cima…ui ui!!

  13. Nuno says:

    Eu cá continuo há mais de uma década no Debian… sempre satisfeito com a junção Debian/Enlightenment.

    O Debian é estável e o Enlightenment sempre a encantar toda a gente que vê o meu SO.

    Nem quero saber destas guerras… lol

  14. osvander says:

    Acho que muitas variantes de distros acaba afugentando muita gente e, procurar atualizar e aperfeiçoar as melhores em cena.
    Eu uso o pclinuxos br lxde e estou muito satisfeito é show de bola. Tb não quero saber desta disputas win, linux, android..

  15. ze says:

    A quem interessar

    “Quando se fala em Linux é inevitável não falar do Ubuntu”??

  16. Renathofl says:

    Este nosso “amigo” AL deveria primeiramente , antes de criticar as outras pessoas , identificar-se e não colocar apenas duas letras para tal . É muito facil assim . Acho que não devemos dar atençÃo a estes tipos de comentários . Ele que vá para alguma acadêmia de letras , já que é possuidor de um português tão fino e correto . Vala-me Desu.

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