PplWare Mobile

Coreia do Sul pondera trocar Windows XP por Ubuntu


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

Destaques PPLWARE

  1. ohome says:

    a Microsoft vai la fazer uma promo de natal e pronto :p

  2. rodrigo says:

    De verdade? Mudar para o Win 7, não sei se é uma boa, já que foi anunciado o “provavel” final de suporte para o win 7, fazendo que todos migrem para o 8.1
    Uma boa alternativa ainda seria criar uma distribuição amigavel, parecida com o linux Mint Debian (testing) onde ten-se um ambiente parecido com o XP, mas com longo suporte. Para o nível empresarial e até mesmo domestico, ainda seria uma boa. Um bom visual seria o da distro Zorin OS 6, com anbiente grafico familiar, mas como base o Debian testing. Se assim fosse, até eu adoraria!
    Se alguém quiser criar, to dentro!

  3. lmx says:

    Só na Coreia? lol

    So para terem uma ideia…a HP, describuío na India 1,500.000 laptops 😀 para escolas universidades etc, com ubuntu.

    Não, não me enganei, lol…o numero assusta e também me asustou a mim, mas verifiquei varias vezes.esta correcto! lol 😀

    A china é uma loucura, é ubuntu por todo o lado.

    a espanha, frança,Italia,Alemanha, etc, etc é o que se vê…

    Estão a vender que nem paezinhos quentes 😛

    Nós por cá é que somos ricos…
    crise?aonde?não vejo nada!!
    estado sem dinheiro falido??aonde?não vejo nada!
    …o tuga paga 😉

    cmps

    • int3 says:

      Se fosse possivel mostrar fontes, era ideal!
      Em relação à china, está incorreto. >95% usa IE. O que me supreende bastante porque se tirar-mos china das estatisticas temos ~50% chrome, 39% firefox e o resto é o IE (ainda existe 1% para o opera e safari).

      http://gs.statcounter.com/#browser_version-CN-monthly-201006-201006-ba-bar
      Estes dados são de 2010 mas posso encontrar mais recente.

      • lmx says:

        Boas…

        Não não esta incorrecto…

        faz uma breve pesquisa pela net…o governo chinês tem um acordo com a canonical….teem centenas de lojas a vender maquinas com Ubuntu…

        Em relação a India, prende-se com o facto de a Índia começar a mostrar sinais de grandes subidas…

        Não esquecer que estes números a nós fazem-nos confusão, mas se nos lembrarmos da economia de escala que estes dois países teem…mais de 1 bilião de pessoas(cada um)…os números são baixos…

        http://iloveubuntu.net/ubuntu-and-hp-delivered-15-million-laptops-uttar-pradesh-28000-laptops-assam-and-65000-laptops

        não sei se no milhão e meio estão contemplados ou não os 28000+65000 laptops, mas penso que sim…

        mas isto é o “prato do dia” na India e na china…

        cmps

      • int3 says:

        lmx, eu sou um amante de linux (opensuse), e custa-me ver estes números. Tenho quase a certeza que aqueles dados são a realidade. É verdade que nas empresas as pessoas são obrigadas as usar o software que tem de origem, nada de firefox ou chromium (ou google chrome para non-linux).
        http://www.w3schools.com/browsers/browsers_stats.asp
        Eu pensei que isto fosse global mas parece que não é porque o resto das stats que encontro pela web é tudo o IE (infelizmente). Depois queixam-se das falhas de segurança…
        cmps

        • lmx says:

          pois não sei…

          no site que referiste vem a nivel de browsers:
          mês
          October 2013
          ie – 11.7 %
          firefox – 27.2 %
          chrome – 54.1 %
          Safari – 3.8 %
          Opera – 1.7 %

          a nivel de SO’s:
          October 2013
          win8 – 9.9%
          win7 – 56.7%
          winvista – 1.6%
          nt – 1.4%
          winxp – 12.4%
          linux – 4.9%
          mac – 9.6%
          mobile – 3.3%

          mas estes dados também são relativos…nunca são de fiar…

          cmps

    • Alfie says:

      Cá ainda foi feita uma tentativa com o Magalhães e a Caixa Mágica… e, se bem me lembro, os velhos do restelo fartaram-se de cuspir sobre o caso!

      • validfixed says:

        Mas aí o problema foi sobretudo politico.
        Na altura toda a gente cuspia no que vinha do governo do sócas.. tal como agora se cospe no que surge do passos. (ok, agora nem se faz nada precisamente para não haver onde cuspir!)

      • lmx says:

        sim é cerdade…

        A nossa classe de incompetentes, tenta ao maximo fazer com que o Pais não evolua, dessa forma mantém sempre o poder controlado…é um metodo que já tem demasiadas provas dadas, não falha…

        cmps

      • Bruno says:

        Boas a todos,

        Vivo no Uruguai e por aqui no ensino primário todas as crianças têm laptops XO e o S.O. é o Sugar.
        Já no ensino secundário, as crianças passar a ter acesso ao famoso Magalhães, com o Linux(ubuntu). Ao total são mais de 600.000 laptops (606.084 para ser exacto). Ou seja, o linux está em todos os lados, pena que não seja divulgado o suficiente para ajudar a mudar as mentalidades.

        • lmx says:

          é realmente uma pena ver Portugal ficar para trás e para fazer o mesmo precisar de gastar mais dinheiro…e ainda por cima depender fortemente de productos proprietarios…

          é mesmo uma pena…

  4. Nome says:

    Just fucking do it!

  5. Miguel says:

    Linux ftw 🙂

  6. cnavigator says:

    Na minha opinião, em termos nacionais e avaliando pela experiência que eu próprio tive ao passar pelo processo de transição de utilizador ávido de Windows, desde a versão 95, para Desktop GNU/Linux, acho que hoje em dia, avaliando pelo estado actual do Desktop GNU/Linux, apesar de haver uma certa fragmentação e dispersão de recursos que continua a existir, estão reunidas condições mais do que suficientes para os sistemas operativos baseados em GNU/Linux serem adoptados oficialmente a nível institucional, sobretudo no sector público, sem ter de recorrer ao investimento em licenças do Windows (e Office).

    Normalmente o argumento é de que a longo prazo, a mudança para GNU/Linux não compensa devido ao apoio técnico para manutenção do sistema. A manutenção de um Ubuntu ou Linux Mint hoje em dia é tão simples quanto o Windows, depois de se perceber o funcionamento do sistema, fica até bem mais fácil. Além disso, em muitos casos, provavelmente o upgrade para o Windows 7 implicaria actualizar igualmente o hardware, enquanto que o GNU/Linux dispõe de imensa variedade (às vezes até demais) de ambientes gráficos levinhos, que permitem a hardware ultrapassado usufruir de tecnologia actual – XFCE, MATE, LXDE. Opções não faltam e a maioria delas segue o paradigma consolidado do Windows, pelo que não é difícil qualquer pessoa, por mais leiga que seja, afeiçoar-se ao novo sistema para fazer o básico.

    A dependência do Microsoft Office também pode ser rapidamente ultrapassada se o formato ODF for adoptado oficialmente, em vez de se insistir nos formatos proprietários que invariavelmente prendem os utilizadores a softwares específicos. Nesse caso, LibreOffice serviria para a grande maioria dos documentos do Estado, do Ensino, sem dúvida alguma.

    Agora claro, a título privado/particular, cada um usa o que bem entende, se uma empresa entender que prefere continuar com o Windows, a escolha é sua e há certos aspectos em que o Linux ainda é uma dor de cabeça, como o suporte às placas gráficas (esperemos que atenuadas pelo SteamOS) e claro, software que só corre em Windows e Mac, que fazem com que eu não recomende GNU/Linux de forma indiscriminada, cada caso é um caso. Agora a nível do sector público acho que é um desperdício tremendo insistir em software proprietário e devia ser o primeiro a dar o exemplo das potencialidades do software livre.

    Eu continuo a achar que o KDE e a sua infraestrutura de aplicações constituem o ambiente gráfico mais robusto, capaz e completo que existe, até mesmo comparando com Windows e MacOS, por isso recomendaria acima de tudo fazer a transição para ele, independentemente da distribuição base.

    • CMatomic says:

      “aspectos em que o Linux ainda é uma dor de cabeça, como o suporte às placas gráficas”

      Desde que utilizo uma placa gráfica da Nvidia nunca tive problemas , e o desempenho gráfico é tão bom ou melhor que windows .

  7. Jose says:

    Só se sabem queixar, mas esquecem-se, que há muitas empresas que precisam de software que não esta disponível em Linux, e o Software disponível no Linux, é bastante verde em comparação ao Software Profissional do Windows e Mac.

    Muitos falam, “Office? Treta, usa o Open Office”, as pessoas vão a ver, é como digo, não há programa que tenha as mesmas funcionalidades e opções do Microsoft Office.

    O Open Office, até mesmo o Libre Office parecem um programa para crianças em comparação ao Microsoft Office.

    • Sergio says:

      Exato. Até mesmo o Office da MS para Mac é uma amostra ao pé das capacidades do Office para PC.

      Mas o grande problema na transição para empresas é a grande lacuna em software profissional no Linux, que não será resolvida tao depressa.

    • Nuno Vieira says:

      Já agora podes-me dizer qual é a funcionalidade assim tão importante que o Office têm e o LibreOffice não para o chamares um programa para crianças?

      • Sergio says:

        Qualquer utilizador que utilize o office sem ser só para escrever uns textos e fazer umas contas sabe. Até ver não há plataforma como o MS office. Mas também é certo que nem todos precisam de todas as potencialidades do MS office. Quando falo do MS office falo da versão para PC, porque a versão MAC pouco acrescenta ao libreoffice. Se é para a MS fazer assim uma versão para Linux mais vale estarem quietinhos, pois existem semelhantes e boas versões três.

      • Nosferatu Arucard says:

        Muito provavelmente seria o suporte aos macros VBA e plug-ins do Microsoft Office.
        No LibreOffice, teriam que re-escrever tudo em Libre Visual Basic, Python, Java e Javascript.
        Mesmo o Wine já dá uma grande ajuda…

        • Sergio says:

          O office a partir do Wine é a mesma coisa que um libre office

        • lmx says:

          pois o problema de escolherem linguagens proprietaris, da nisso mesmo…

          Depois querem mudar de plataforma e é mais custoso.

          Podes fazer macros, ou fazendo recording, e clickando onde queres, ou então em Basic, ou python, não sei se java…

          Em Basic ja fiz, e existem lá macros para converter macros do vidualbasic…

          Agora…sem olharem para elas, nada aparece feito…

          As funcionalidades a nivel de programação são as mesmas se não até mais…pois existem linguagens super poderosas para o efeito…

          procurem por macros em python e vão ver que quem mudou, nunca mais regressou ao MSOffice…se calhar os outros que experimentaram e adoraram, é que são parvos…

          cmps
          cmps

    • Nelson R. says:

      O Office não é o problema quando tens o Office365.

      • Jose says:

        Parem de arranjar desculpas como fazem sempre, o Office é apenas mais exemplo, e as licenças do Office 365 custam dinheiro, quando empresas já têm licenças pagas do Office 2007, 2010, logo é um problema.

        Eu mesmo fui responsável pela a instalação do Linux numa empresa, eu mesmo instalei e configurei o Linux em 500 maquinas e eu que dei a opinião, e não é por isso que não vejo os factos, o Linux para trabalhar a sério esta fora de questão, nem uma simples apresentação conseguia fazer no Open Office, devido a falta de ilustração e compatibilidade em comparação ao Microsoft Office.

        A ilustração, funcionalidade, apresentação do Open Office, é como olhar para o Paint(Open Office) e o Photoshop(Microsoft Office).

        • Eduardo Virgílio says:

          +1

        • Filipe YaBa Polido says:

          LOL, tenho visto muitas destas desculpas, mas vou-te explicar uma coisa:
          O facto de não SABERES fazer, é DIFERENTE de ser IMPOSSÍVEL de fazer.
          Desculpas da treta, ah e tal, experimentei o linux mas não dá para fazer X… leram o manual ao menos? fizeram pesquisas no Google? informaram-se com alguém?! Nãooo… é mais fácil dizer que não presta. LOL 😉

          • lmx says:

            ora ai é que está Filipe…

            muita gente parece que ja nasceu préformatada para trabalhar apenas com x ferramentas e não é capaz de enxergar…

            Veem sempre com a desculpa das macros, que não é desculpa nenhuma, isso é falta de capacidade dos mesmos de executar funções…se calhar muitas das macros que fizeram são baseadas noutras que viram, ou copiaram da net…ou então dedicaram-se se corpo e alma a linguagens proprietarias e agora não conseguem sair de lá!

            Mas eles é que fizeram a escolha deles…mas em vez de assumirem, tentam utilizar a politica do bot’abaixo…

            cmps

          • Sergio says:

            Olha se retirares essas cenas dos olhos que normalmente se usa nos burros (diga-se palas) consegues ver e admitir que ainda não há ferramenta como o MS Office.

            Isto sem entrares em guerras dr SO. O Linux tem muitas vantagens mas precisa de uma aposta muito forte por parte dos grandes Developers de software, uma empresa p.e. do ramo metalúrgico muda para Linux e depois??? Fica a olhar para os computadores. Ou metem o SolidWorks e afins no Wine (que coisa rica).

            Relativamente ao estado, a situação é diferente, ai cada um de nós está a pagar. Poderiam pagar por um qualquer software, mas pelo menos ja se poupava nas licenças.

            Mesmo algumas empresas poderão mudar sem qualquer problema, mas há delas que por falta de soluções no Linux e MAC estão completamente fechadas no Windows.

          • Sergio says:

            É isso e os gajos que escrevem com maiúsculas no meio das frases…

          • lmx says:

            Claro que não ha ferramenta como o office…se queres igual ao office tem que ser o office, mas como eu gosto igual ao libre office…tem que ser libre office…nenhuma ferramenta é igual a outra, e no linux, alguns conceitos mudam, não quer dizer que sejam piores, são isso sim diferentes…

            Palas nos olhos??Falas-te de ti??

            É que eu ja trabalhei com Windows, Linux e MacOS, e ja desenvolvi em Windows e Linux…e tu trabalhaste no quê em toda a tua vida??

            Pois, quem é que tem as palas agora??

            cmps

          • Sergio says:

            O que tu gostas ou não quero lá eu bem saber… Até podes gostar de dormir em pé, e daí????

            Lá está se és assim tão experiente já devias ter tirado essa cena da cabeça.

            Ah, eu não nunca utilizei nenhuma das plataformas. Vê só que quando venho cá comentar peço a alguém para vir escrever por mim, porque não sei onde se carrega no rato para escrever… Enfim

          • lmx says:

            Isso de linux nas empresas, depende e não é da minha conta cada um torra o dinheiro onde quiser…porque são privadas…

            A que apresentar a solução mais barata/melhor ganha, as outras desaparecem…é assim sempre…

            Quero la saber que gastem mais de 5 mil euros em um programa, até podiam gastar um milhão…isso é problema deles…

            Agora no estado a musica é outra…a maioria do nosso estado vive agarrado a processos burucraticos e para isso, as soluções que existem ja são até demasiadas…

            cmps

          • lmx says:

            Boas Sergio…

            não era nesse sentido que eu me referi…

            O que eu queria dizer é que muito provavelmente apenas trabalhas-te em windows, e estás-me a dizer a mim para tirar as palas…eu que ja trabalhei em varias plataformas…

            Era ai que eu queria chegar, e nunca ao ponto arrogante e baixo, que o Sérgio entendeu que eu cheguei 😉

            Até porque para mim trabalho, não é apenas programar, é fazer todas as tarefas normais que as pessoas fazem em um computador 😉

            Foi nesse sentido que falei…quando me colucas-te o rótulo de quem anda com palas(tipico de 99% dos utilizadores windws), eu que ja usei Windows,Mac(pouco), Linux…

            Talvez não me tenha explicado bem…se entendeu outra coisa do que aquela que eu quiz dizer, peço desculpa, pois não foi nada disso que eu quiz dizer 😉

            cmps

            cmps

          • Sergio says:

            @lmx
            Sim de facto não tinha interpretado nesse sentido.

            Mas com ja referi varias vezes utilizo um MAC pro com PC pessoal, na empresa trabalho com MAC no entanto com o Windows devido à inexistência dos programas que trabalho (mesmo alternativas) noutras plataformas.

            Linux não utilizo muito, lá esta devido à inexistência de qualquer tipo de programa que se assemelhe com o que trabalho. No entanto há alguns computadores na empresa com Linux, nomeadamente o do meu supervisor.

            Como te disse não estou contra nem a favor a nenhuma plataforma, acho que todas têm as suas vantagens e desvantagens, e neste momento a maior desvantagem do Linux é a falta de programas direcionados a empresas (programas existentes noutras plataformas).

            Mas como disse, no estado a conversa é outra pois para o que precisam de fazer há suporte no Linux… Pelo menos poupavam nas licenças do Windows. Se bem que já vi repartições das finanças com MACs. Ai tb pouparam na licença, mas ja gastaram o valor dela na compra inicial…

            Não sou anti Linux, nem anti nada, mas falta um aposta por igual dos grandes developers de software no Linux, mas a steam pode ajudar a mudar isso. Não é que acredite nas boas intenções da steam, mas independentemente disso pode ser que os fabricantes abram os olhos.

            Disse que tinhas palas não por utilizar Windows (que utilizo, mas não só), não por só veres Linux, ele tem falhas, como os outros tambem têm. Estás a ser uma espécie de fanboy do Linux 😛 (uma coisa é certa fica mais em conta que ser fanboy da Apple ou Windows… 😉 )

          • lmx says:

            Boas Sergio…

            Ok, fiquei mais descansado que tenhas percebido o que quis dizer 😉

            Sim sou simpatizante, e defensor…em todo o lado que seja possivel, não faz sentido ter um SO pago…com programas proprietarios em cima a custar também eles os olhos da cara…para uma grande “empresa” tipo…estado…ou seja todos nós…

            Se o País ja “rouba” aos pobres dos idosos a sua reforma, acho que antes de chegar tão baixo deveriamos ter responsaveis com um minimo de principios, e que deveriam cortar em muitas outras coisas…o software pago, é apenas uma delas, os carros carissimos e os motoristas dos ministros, etc…

            Toda a gente vai trabalhar por meios próprios…porque é que essa cambada usa o nosso dinheiro(o pouco que temos de uma forma indevida?) e depois ainda teem a lata de roubar aos velhotes…meu Deus…

            Percebes-te o meu tipo de FanBoy?
            Não sou do tipo…usar só porque é diferente e até é o que gosto, mas sim porque é muito benéfico para o País 😉
            O linux fosse uma coisa má…eu nem era sysadmin nesta area…acredita…movo-me por paixões, e ideais…coisas desconhecidas nos dias de hoje..

            Concordo que existem areas onde o linux esta mais limitado, mas ele está limitado porque ninguém avança por essas areas a dentro…porque se houvesse interese num istante aparecem logo um “punhado” de empresas prontas a definir um modelo de negócio para essa area baseado em Linux…

            Eu também não sou anti nada…embora que muito certamente não acreditarias…

            Apenas acho que não se deve abusar dos dinheiros publicos…é uma questão de valores…

            Nas empresas privadas cada um, como já disse, torra o dinheiro onde quiser, não e comigo 😉

            cmps

          • José Torres says:

            +1

    • lmx says:

      pois…
      o software é tão verde que foi com a ajuda do libreoffice que se detectou que os matemáticos que formularam uma serie de teses acerca das crises mundiais, e que o usaram o office da MS ..Excell…tinha bugs na sua concepção e por isso mesmo levou a amostragem de informação errado…onde os ditos grandes economistas de basearam…

      Ainda bem que existia software verde para descobrir os bugs no software maduro…ainda bem.

      cmps

  8. João Dias says:

    Entre um sistema actualizado e moderno e um sistema operativo com 12 anos…acho que não há como discutir o assunto.

    • Luís says:

      Entre 3 sistemas operativos coxos e 1 com 12 anos, leve e estável…acho que não vale a pena dizer mais nada.

      • lmx says:

        de facto tenho o xp como o ultimo SO da M$ que valia a pena…
        a partir dai, só tiros nos pés…

        Mas entre escolher um SO com tantos anos e migrar para um mais seguro e actual, estou como o João Dias…

        cmps

  9. Sergio J says:

    E depois como é que fica as milhentas aplicações empresariais de terceiros? As autoridades vão ficar reféns da meia dúzia de empresas que desenvolvem para Linux? E essas estão preparadas para dar o salto de uma presença residual para uma presença em larga escala. Tem soluções para todos os problemas que foram vindo a ser solucionados por apps Windows ao longo dos anos? Tem equipas técnicas suficientemente grandes?

    • D says:

      Ora ai está, mudar o sistema operativo seria fácil! O problema é o software…

    • JP says:

      Fiz essa mesma pergunta mais que uma vez… Munique já mostrou que isso é possível sem grandes dificuldades e mostrou que se poupa e muito… 11,7 milhões de Euros num ano, não existe crise naquelas bandas…

      • Nelson R. says:

        Acho muito estranho a falta de interesse dos grandes fabricantes de software não olharem para o Linux da forma que deveriam, muito mais quando se refere ao software empresarial.
        Continuamos sem soluções para PHC, SAP, Primavera, etc, para que corram em Linux. Sei que há soluções online para estas ferramentas, mas migrar o que temos para qualquer outra solução custa o dinheiro que as empresas não têm nem estão interessada a gastar.
        Quando essa barreira for ultrapassada, creio que aí sim, veremos mais empresas a migrarem para sistemas abertos e gratuitos.
        Eu falo por mim, no dia em que o PHC correr em Linux, migro quase 200 Windows para Linux.

        boas festas

      • Ubuntu says:

        Sabes lá tu as dificuldades deles.

        Provavelmente deitaram fora milhões de euros em aplicações desenvolvidas para windows.

        Os números dos governos são facilmente manipuláveis.

        • Nelson R. says:

          Nesse caso os governos pouco interessam. Crias o software para o que te interessar e ponto. Não é o governos que decidi o que tu vais utilizar na tua empresa, a não ser que trabalhes para o estado e te tenhas de aguentar.

        • lmx says:

          Eu ja vi uma entrevista da pessoa que esteve á cabeça desta migração massiça…

          Tiveram muitos desafios, principalmente a mentalidade tacanha…eles dizem que essa foi a maior,inclusivé que existiam funcionarios que tentavam avarias as maquinas propositadamente :D…(este mundo tem cada coisa).

          Mas houve muitos desafios, um deles foi a pressão que a MS fez junto do estado alemão, para que eles renovassem as licenças…

          depois disso veio o baixar dos seus productos, até que quase os levavam de borla…nessa altura munique respondeu que…não era uma questão de dinheiro, mas sim de independencia/autonomia/segurança, mesmo que o linux saisse muito mais caro teriam migrado na mesma…

          E assim foi, passados uns anos sabe-se que o que poupam é muito superior ao esperado.

          Mas ganharam muito mais do que apenas segurança/poupança…actualmente teem uma comunidade de engenheiros alemães a trabalhar para o Estado alemão a dar suporte ás aplicações criadas do zero…e isso gera conhecimento, emprego, e capacidade de no foturo poder vender esses productos a 3ºs, e tudo ainda poupando uma quantidade de dinheiro doisa…os Países que querem ser Ricos são assim…ou seja inteligentes..

          ricos já eles são, mas querem ainda mais… 😉

          Por cá é o mesmo que se sabe, o que se tenta fazer de bom , como o magalhães etc do socas, é logo eleminado e vinga é a politica do botabaixo…normal num Páis de 3º mundo…

          cmps

          • Bruno says:

            @lmx

            Boas,
            O magalhães (com Ubuntu) é um sucesso no Uruguay…. 🙂

          • lmx says:

            isso é um motivo de orgulho…

            ver um producto que de alguma forma tem o cunho Português no estrangeiro, e usando software livre…

            É um orgulho mesmo!

            Obrigado pela partilha 😛

    • Rudi says:

      Isso é simples, em vez de usarem tecnologias e desenvolverem em .NET (VB e ASP), usam multi-plataforma, olha tens python, php, C++, Qt, GTK+, Java, Mono, Ruby, é porque nestas tens de ser bom profissional não é só arrastar bonecos.

      Minha sincera opinião, as empresas estão é mal habituadas, e ninguém fica refém de quem desenvolve para Linux, quem não desenvolve para multi-plataforma fica refém do Windows!

      • JJ says:

        “Isso é simples, em vez de usarem tecnologias e desenvolverem em .NET (VB e ASP), usam multi-plataforma, olha tens python, php, C++, Qt, GTK+, Java, Mono, Ruby, é porque nestas tens de ser bom profissional não é só arrastar bonecos.”

        Com base nesta teoria, esse “bom profissional” será mais caro do que o outro “fulano” que programa em VB. Sendo assim, fica mais caro um Linux do que um Windows, por questões de suporte. Porque Linux precisa do tal “bom profissional”… logo, não é mais económico.

        • lmx says:

          o problema é que o fraco empregado ganha o mesmo no estado que o bom :S

          percebes-te porque é que a tua teoria não bate certo?…ordenados tabelados…

          Embora eu concorde com ela!!Quem sabe mais e tem vontade de ir mais além deve receber mais, pelo seu esforço e dedicação…

          cmps

    • Nosferatu Arucard says:

      Teriam que usar o Wine durante o processo de portabilidade, e mesmo assim em muito casos, acabavam por usar programas via Wine a par de programas nativos, obtendo um resultado satisfatório.

      O problemas da dependências que do sistema Windows ou dos sistemas Unix são um factor limitativo para a portabilidade, daí que o uso de bibliotecas de compatibilidade seria inevitável.

      • Sergio says:

        O Wine não resolve tudo. Nem todos os programas rodam no Wine.

      • lmx says:

        por acaso nos unix’s a portabilidade é optima…ja o contrario não é verdade…

        Este mundo esta cheio de aplicações em que o seu core foi tirado de aplicações criadas para unix’s e depois adaptadas e aumentadas no windows…sem lançarem as respectivas para linux…

        Pois é…olha so o caso do win32, e é melhor nem falar muito porque estaria aqui mês inteiro a dar exemplos, desde programas de audio/texto, etc…

        cmps

  10. João Candeias says:

    Para quando em Portugal???? Serão os outros mais inteligentes do que nós????

    • lmx says:

      sim são, os outros mudam, enquanto que o tuga só quer eschemas e não luta pela mudança, favorecendo dessa forma os tachos institucionalizados e mais de 40 anos…

      cmps

  11. Manel says:

    Uso o WIN xp num pc dual core, 4 gigas de ram, placa gráfica com 512 ram dedicados. Acham que se instalar o win 7 consigo manter a performence?

    • Sergio says:

      Depende de qual é o teu dual core, mas de qualquer forma corre bem o W8.1

      • Manel says:

        mas o win.8.1 é mais estável que o win 7? exige menos recursos por parte do pc?

        • Manel says:

          Depois vou ter é o problemas das drives o portatil é de 2007, vinha de raiz com o vista, mas depois de uns problemas meti o win xp, mas esta cada vez mais emperrado, há mais de 4 anos que não formato.

        • Sergio says:

          Sim é. O meu portátil velhinho tem mais idade, tem apenas 2Gb de RAM e a gráfica é partilhada e está a correr W8.1. Não corre como o novo, mas corre melhor do que com o W7.

          • Manel says:

            secalhar vou experimentar o 8. Vai ser complicado é adaptar-me. Depois vou ter o problema das drivers da grafica. Custa acreditar que o win 8 puxe tanto como o win xp.

          • Sergio says:

            @Manel
            Não disse que puxava tanto como o XP, disse que era mais leve que o W7. O XP é claro que mais mais leve. Mas o PC que tens corre qualquer um deles.

            Experimenta o W8.1, o W8 teve alguns problemas nas arquiteturas de 32bit que foram corrigidos na versão 8.1.

            Se vais comprar o SO, podes sempre experimentar a versão 90dias da MS, se não gostares é só voltar ao XP. 😉

  12. D3POD says:

    Com o terminar do suporte é normal que estas questões venham a ter mais importância, mas a verdade é que mesmo que optem por Linux, não tardara a regressarem ao Windows e a terem que fazer um investimento maior (o Linux é gratuito, mas terão que pagar profissionais para fazer a instalação e configuração do mesmo, para não falar de formação na óptica do utilizador), isto porque apesar das melhorias face ás versões anteriores, continuamos a ter uma plataforma muito debilitada na vertente de aplicativos.
    Existem anos e anos de desenvolvimento para Windows que ainda hoje é utilizado e que não são possíveis correr em Linux.
    Isto é como o android… funciona em 90% das coisas que precisamos no dia a dia, mas existe uma parte que só o Windows preenche.
    Vejo essa situação no meu dia a dia, no meu trabalho… por diversas vezes optei por ter uma maquina em Linux e as dificuldades apareceram ao fim de poucos dias.

    • lmx says:

      acho que estás muito longe da realidade…é pena que esista tanta gente como tu.

      Gostava de não ter que desenbolsar tantos impostos e ao mesmo tempo ver o meu Páis com um bom alicerce de conhecimento/autonomia/segurança, etc…mas não vai acontecer tão cedo…se nem sequer quando andam a tirar as reformas aos reformados muda…é porque não muda mesmo…nem sequer os contractos milionarios mudam, ou os carros de alta celindrada dos ministros com motoristas , etc…

      Se até as reformas veem buscar antes de acabar com esses tachos todos…não muda mesmo!!

      cmps

  13. Eduardo says:

    Numa noticia relacionada…”Coreia do Norte pondera trocar Windows 3 por Windows 3.1″

  14. JJ says:

    Não vou por em causa as capacidades do Linux.

    Mas que tipo de poupança vai ser: poupança imediata e continua? Poupança apenas imediata? Ou poupança a curto/médio prazo?

    Os programas que são utilizados (não falo de words e afins), foram construídos especificamente a pensar das características de cada departamento. Será que esses programas são facilmente portados para Linux? Terá que se mandar fazer novos programas? Qual o custo da criação de novos programas para Linux ou adaptação dos já existentes (se for viável)?

    O que fica mais económico, comprar uma nova versão Win/Mac ou construir de raiz novos programas para Linux?

    O desenvolvimento dessas novas aplicações, vão ser em tempo útil para evitar compra de novas licenças? Ou vai ter de se comprar novas licenças até as novas aplicações/sistema esta operacional?

    Será capaz de se implementar ao mesmo tempo todo o novos sistema, em todo o país? Sem falar no período de formação.

    Na empresa onde trabalho, que é das maiores do País, recentemente ocorreram alterações para outras aplicações… no mínimo demorou um mês para dar formação básica do funcionamento da nova aplicação e quase mês (após implementação) para a ferramenta estar a funcionar correctamente. Alem de durante mais de um mês estarem a app antiga e a nova a funcionar ao mesmo tempo. E 2 meses depois, ainda existem muitas lacunas a serem tratadas.

    O ponto é, estará um país como o nosso, preparado para andar 2 meses (no mínimo) aos “papeis” para a implementação de um novo sistema? Será que a relação custos/poupança, dessa situação é viável para actual situação do país?

    Ficam estas questões no ar.

    • Jose says:

      O problema de muita gente, é que se esquecem que as empresas têm programas próprias que so funcionam correctamente em Windows.

      Os custos que uma empresa iria ter para tecnicos porem esses mesmos programas a funcionar no Linux, ou a arranjar outra solução (o que e extremamente raro, tendo em conta que os programas do Linux são verdes), e ate mesmo a dar educação ao funcionarios que estao habituados ao Windows, no final das contas, fica muito mais facil comprar o Windows 7.

      São capazes de gastar mais dinheiro, mas não perdem anos com a migração do software e afins.

    • lmx says:

      é simples…quando o estado vai ao mercado, busca o mais barato…logo quem apresentar a proposta mais barata ganha… 🙂

      As empresas que se agarram apenas ao windows morrem logo, por culpa deles…as outras continuam, e outras nascerão para o lugar das que desapareceram…é o normal…

      quem quiser portar os programas porta quem não quiser, nem entra no concurso…esta resolvido 😉

      cmps

  15. Sergi Rodriguez says:

    O problema não é a simples mudança de hábitos. É também o online banking e as compras online que fazem uso obrigatório do ActiveX como alguém comentou nesse artigo:

    http://www.japantimes.co.jp/news/2013/11/06/business/thanks-to-old-law-south-korea-stuck-as-the-land-of-internet-explorer/#.UrLTJbRvVsy

    • lmx says:

      eu não sei do que falas…

      Uso apenas linux, em todos os artigos informaticos que possuo, e digo todos, porque é mesmo em todos…até no router e no telemóvel…

      Não tenho esses problemas, nem sequer me deparo com eles…e olha que faço muia coisa online…

      No dia que me surgir um site qualquer que por obra do diabo não queira funcionar…por mim tudo bem…pura e simplesmente não o utilizo e tenho o meu caso resolvido…mas é como digo não existem encompatibilidades nenhumas…

      Aliás uma internet aberta é isso mesmo…o utilizar de protocolos standard para todos…quem quiser fechar o seu producto na net…pura e simplesmente morre…

      cmps

  16. Carlos says:

    Parece-me razoável, os gajos ainda usam o XP por causa das aplicações antigas que sabe-se lá se funcionam no 7 ou no 8, por isso a solução é mudar para um sistema onde garantidamente não funcionam.
    Completamente razoável e lógico.
    E os moços de Munique demoraram mais de 10 anos a fazer a mudança, gastaram várias vezes mais o que tinham previsto e, voltando ao probleminha da compatibilidade, ainda têm paletes de máquinas com o Windows.
    É que é simples: vocês garantem que no Ubuntu posso abrir aquele ficheiro Excel com 15 anos? É que a Microsoft garante-me isso.

    • cesar_panter says:

      O Microsoft Office até a versão 2010 corre mais rápido em Linux (Wine, playonlinux, etc…) que em windows 7, na mesma máquina

    • JJ says:

      Lá esta… 10 anos… porque uma mudança destas não assim tão fácil, como pintam. Principalmente quando se utiliza ferramentas personalizadas.

      • lmx says:

        não estavs a espera de migrar 500 mil maquinas, num mês ou num ano pois não??

        É que muitas destas maquinas são servidores a correr aplicações, bases de dados, etc…ha que pensar primeiro para quando se executar sair bem 😉

        Mas eles não mudaram pelo dinheiro mas sim pela autonomia/desenvolvimento do pais/segurança, etc…a poupança é um bonus….

        o mesmo em frança…ou noutros paises de primeiro mundo.

        cmps

    • Alfie says:

      Em vez de perguntar porque não experimentas? E, já agora, deixa-me dizer-te que nunca uma mudança fosse do que fosse para o que fosse, foi fácil e sem dar trabalho.
      E em qualquer mudança o mais difícil não é mudar os meios mas mudar as mentes.

    • paulo g. says:

      O LibreOffice garante está descansado… até os mais recentes. Pode é não ficar exactamente igual, mas quando se faz num programa diferente é normal que não fique igual. E claro é mais difícil quando o excel é um programa fechado…

    • Mário Silva says:

      Não vou entrar em discussão Win/Linux, como nunca entrei nas discussões Intel/AMD ou GeForce/Radeon (agora pertença da AMD) porque penso que cada utilizador deve (os que sabem e conhecem a matéria) escolher o hard e o soft mais adequados às suas necessidades quer profissionais, quer particulares. Mas estão a esquecer-se de um factor importante nestas coisas de migrações entre SO’s: existem empresas que têm softwares próprios de gestão empresarial (pessoal, facturação, vendas, compras, etc.). Deitam tudo para o lixo? Centenas ou milhares de euros porque não foi só pagar o software à medida mas a sua instalação, configuração, formação de utilizadores… Fica muito mais rentável a uma empresa migrar de Xp para 8.1 que para outro SO, penso eu. E posso afirmar, por experiência própria, que TODAS as apps que corriam no meu Xp, continuam a correr no 7 Pro e embora não as tivesse instalado (todas), também no 8.1, tendo em linha de conta que o Xp era de 32 bits e o 8.1 é de 64 bits. E sim, além do Office 2010, tenho experimentado o Libre Office e o Open Office, sem problemas, sendo que ainda trabalho 80% no 7 e 20% em 8.1 (dual boot).

      • lmx says:

        fica talvez mis rentavel, se não tiveres que pagar um grande numero de licenças…

        ou seja numa empresa de vão de escada, a mudança pode sair cara…

        Já a um País é muito proveitosa, não te esqueças que aconteça o que acontecer um páis continua sempre, ou seja o software proprietario tem que ser continuamente pago, com renovações de licenças, etc…

        cmps

  17. Milton Sérgio Ferreira Sá says:

    Pessoalmente, eu deixei de usar Windows há quase 4 anos, virei para Mac OS X e não me vejo a usar outra coisa, mesmo depois de ter experimentado o Windows 8 e algumas distribuições de Linux (entre elas, o Ubuntu). Mas isso é preferência pessoal e não nego que achei o Ubuntu interessante. Interessante ao ponto de eu próprio concordar que para muitos casos no nosso país (muita Função Pública por exemplo), largar o Windows e mudar para Ubuntu era uma ideia excelente e que ia permitir grandes poupanças!

    Há quem argumente que não tem Office, mas isso para mim é um argumento fraco, porque já há processadores de texto e de folhas de cálculo (aquilo que a grande maioria das pessoas usa apenas) com funcionalidades mais que suficientes para trabalhar, sem ter que recorrer ao Office da Microsoft.

    • JJ says:

      Mas o Windows não é só Office.

      Dou um simples exemplo:
      O software desenvolvido para o Cartão do Cidadão, foi desenvolvido para Windows. Não sei quanto custo, mas de certeza não foi barato.

      A pergunta é: Quanto custaria fazer um novo programa para o CC, de forma a correr em Linux? É mais barato do que o licença Windows e possíveis/necessários updates ao software?

      Podem dizer que na altura deviam ter feito logo o programa para Linux, mas isso não aconteceu. Estamos a falar do cenário actual.

  18. luislelis says:

    Para mim o maior problema em adotar Linux e a mentalidade.
    Linux tem a fama de Gratis facil.
    E e na palavra gratis q toda a filosofia assenta.
    Se temos uma empresa q desenvolve software eles irão pensar e o que ganho eu em desenvolver para Linux?
    Vcs diriam o mesmo q para windows. Errado.
    Sendo baseado em licenças abertas as companhias, para terem acesso aos varios codigos, teem de concordar em disponibilizar os seus códigos gratuitamente.
    E quando se disponibiliza o código o q acontece? Pirateia-se/copia-se e a empresa nao ganha nada.
    A curva de aprendizagem e relativamente igual ao windows.
    No mundo linux quem anda a fazer dinheiro?
    Pasmem-se a Apple.
    Criou o seu proprio ambiente fechado unix/linux e nao ha codigo livre para ninguém.
    Quem faz o melhor software profissional para linux? Apple e microsoft.
    Office para linux exit mas so para Apple pq sera?
    Melhores programas para grafismo? Apple
    Resumindo. As empresas “desenvolvedoras” nao ganham nada com o linux. Modelos de negocio q ainda nao mudaram.
    Mais nao digo pq estou no trabalho e estes gajos ja estao a refilar por estar tanto tempo no mesmo ecran.
    Aquele abraco

    • Carlos Silva says:

      É que vai para aí uma confusão… Mac OS X *não* é Linux. Tem o mesmo “passado” (UNIX), mas não é nem de perto, nem de longe, Linux.

      Depois, a Apple que eu saiba não meteu lá nada (no Linux), a Microsoft felizmente contribui umas cenas para a máquina virtual deles (nem sei como se chama aquilo).

      Depois, softwares em Linux *não* têm de ser nem grátis nem código aberto, e tens muito bom software nesses tramites, mas recentemente por exemplo, jogos (Steam), e o LightWorks.

    • Nuno Vieira says:

      Tanta asneira junta.

      Não existe em lado nenhum escrito que software desenvolvido para linux têm que ser open source. Tens o exemplo de empresas de software como a VMWare, Adobe, 3DS, Autodesk, JetBrains que apenas produzem aplicações de código fechado para linux. Apenas se usares algum módulo na tua aplicação que tenha um licenciamento GPL é que és obrigado a distribuíres as alterações a esse módulo usando o licenciamento de GPL.

      “Pasmem-se a Apple.
      Criou o seu proprio ambiente fechado unix/linux e nao ha codigo livre para ninguém.
      Quem faz o melhor software profissional para linux? Apple e microsoft.
      Office para linux exit mas so para Apple pq sera?”

      Eu nem sei se devo rir ou chorar com este comentário.

      O Office para linux existe mas só para Apple? A Apple criou o seu ambiente fechado linux? O Mac OS X não têm nada a ver com o linux. A única semelhança entre os dois é que o Mac OS X é um sistema Unix e o Linux é Unix-Like. O Linux utiliza um kernel com o seu próprio nome, o Mac OS X utiliza o XNU. O XNU é um kernel híbrido baseado no Mach e FreeBSD, enquanto que o Linux é monolítico sem base em nenhum outro kernel.

      Mas realmente a Apple não têm nada Open Source… Ai raios, o XNU é open source…

      http://www.opensource.apple.com/

      • luislelis says:

        Resumindo as palavras a linux/unix: sao linux e os outros os derivados do unix q sao milhentos sendo o mais destacavel os sys da apple osx.
        pelo lado tecnico ficariamos aqui horas a falar de nomes de inteletual de esquerda, tipo gnu kerneis nextstep , mach micro kernel e outros nomes giros.
        Rir nao faz mal. ri na boa q todos dizemos disparates , nao estou minimamente excluido deles.
        claro q nao e obrigatorio ser gratis e de codigo aberto. mas a realidade e q esse e o motor do linux em relacao ao osx, q e licenciado pela unix e o linux nao(porra, ando a ler umas coisas).
        o linux foi a ovelha ranhosa do unix q se meteu nas drogas. (so for disparate manda la mais uma gargalhada)
        alguem daqui ja comprou algo para o seu linux na vida? q levante a mao.
        o q dizia no anterior texto (mais pequeno do que esta prosa)e que o problema e q o linux e suposto ser gratis. foi para isso q foi criado.
        dai concluir q dificilmente as empresas apostam no linux como fonte de rendimento pq nao dura muito.
        podes me dar 20 ou 30 empresas de sucesso no mundo software linux (comercialmente) mas a maioria vive na miseria como sabes se estiveres dentro desse mercado.
        nao e minha intencao estar numa de resposta pessoais. apenas clarificar a minha ideia nao querendo extender-me com nomes pomposos para uma reduzida plateia (chama-me megalomeno . gosto de grandes plateias).
        …tenho de deixar de fumar disto.
        aquele abraco

        • TuxPT says:

          Eu comprei, IntelliJ, X-Plane, e uma porrada de jogos.

          E não, linux não é ovelha ranhosa nenhuma. Foi criado para se poder usar em casa visto que na altura, o UNIX era um SO para mainframes e de arquitectura fechada o que dificultava a vida aos programadores. Sim, UNIX é um SO não é uma empresa. Quem detinha a IP do UNIX era a SCO (a antiga) e que entretanto foi mudando de nome até agora que se chama a SCO Group.

          Hummm… empresas do mundo linux…. Novell e RedHat por exemplo e não me parece que estejam a passar por dificuldades…

        • Nuno Vieira says:

          O OS X não é derivado de UNIX, é UNIX.

          Desculpa-me lá mas empresas que mencionei têm software à venda para linux à bastante tempo. Se ninguém comprasse já tinham parado com o seu desenvolvimento.

          Mais outro erro. O linux é código livre. Livre de liberdade e não de grátis. Um exemplo é o Red Hat.

          É escusado falar mais pois vens para aqui cheio de preconceitos. Quando tiveres a mente aberta, falamos.

      • lmx says:

        Por acaso até existem linhas de edeoligia e de licenças que podem obrigar a que o software seja opensource!!

        O que so por si não quer dizer que não possa haver software proprietario…mas se utilizas software gpl, directamente automaticamente tens que libertar o teu código como gpl, ou seja opensource+ gratis…

        cmps

        • TuxPT says:

          Mais um vez, errado. Se é uma edeologia, é só seguida por alguns e esses alguns não é o todo.

          Outra, o software pode ser licenciado como GPL (Open Source) e ser *pago* (*não* é grátis)

          • lmx says:

            a tua compilação pode ser vendida, mas claro sendo que tens que libertar o codigo eu não ta compro…pura e simplesmente porque a saco do teu site e compilo uma versão eu…grátis…

            Mas claro que podes vender a tua implementação, desde que apenas o código criado por ti…o codigo dos outros que existe na tua aplicação, NÂO PODE SER VENDIDO POR TI!!

            Só faltava essa…por exemplo ganhares dinheiro á custa de outros…

            Atenção, tu podes vender um trabalho, mas não o software dos outros…

            Exemplo…demorei a portar uma app para determinada arquitectura…e agora quem quiser a app tem que me pagar pelo meu trabalho…MAS NÂO PELA APLICAÇÃO, essa não é minha, essa é património da Humanidade, ou seja de todos nós!!

            A ideia do gpl, é a de um comunismo no seu estado mais puro….respeito pelo próximo, valores, entre-ajuda, no fundo uma sociedade perfeita…o que não existe, porque vivemos numa era de capitalismo selvagem, e além do mais o ser humano é mau por natureza…não é ao acaso que estás no topo da cadeia alimentar…

            De forma simples…o software gpl(e não sei se no lgpl, mas penso que também), ganhas se trabalhares, se não trabalhares não ganhas…porque o teu código é disponiblizado para todos…
            Quem não gostar de trabalhar, esta não é uma boa opção…ou até seja porque os outros ja fizeram e tu só tens que dar uns retoques 😉

            ha muitas maneiras de ver as coisas…

            Tu podes ter o teu software baseado em software livre gpl(criando uma interface lgpl) ou lgpl, e teres a tua parte proprietaria da aplicação fechada, e essa claro que não a disponiblizas a ninguém…é o que muita gente faz 😉

            cmps
            cmps

        • lmx says:

          O kernel linux a muitooo que é hibrido e não monolitico..

          Monolitico era no inicio…ja la vai muito tempo…

          Apesar de eu não gostar da ideia do minix, porque demasiados servidores são um botleneck…
          ou seja no linux podes usar os dois conceitos a muito tempo a esta parte…

          cmps

          • Nuno Vieira says:

            Podias me indicar uma fonte? É

          • Nuno Vieira says:

            É em toda a parte toda a gente diz que o kernel do linux é monolítico.

          • lmx says:

            isso é do chamado “efeito de propagação e reflexão”, ou seja a malta houve uma coisa e 20 anos depois diz o mesmo, mas essa coisa ja pode ter mudado a 19 anos 😀

            Outros porque leem num lado e não verificam nada, depois inserem essa info incorrecta noutros lados e a coisa propaga dessa forma…

            Mas faz uma pesquisa pela net e vais ver que a muito que o kernel linux é hibrido, e tal como qualquer kernel hibrido pode soportar os dois métodos…

            cmps

        • Nuno Vieira says:

          Tal como eu disse, desde que não utilizem nenhum código gpl no software nada obriga a este ser código aberto. Também em caso de utilizarmos algo GPL no código não obriga que o software na sua totalidade tenha que ser licenciado usando GPL. Como por exemplo, no Android apenas o kernel é GPL. Tudo o resto é licenciado usando a licença do Apache.

          • Carlos Silva says:

            E algumas licenças proprietárias também, nomeadamente drivers gráficos.

          • lmx says:

            sim…

            mas para interagir entre gpl e proprietario tens que ter uma camada de software lgpl…não é ao acaso que em linux se fala muito das shared libraries, em que muitas delas, as mais importantes são lgpl 😉 precisamente porque te permitem usalas do teu lado, mas sem as usares no fundo(são linkadas em tempo de execução) do teu lado so tens mesmo o teu software proprietario…
            os drivers é um bom exemplo disso mesmo…não sei se todos, mas grande parte dos programas proprietarios para linux, que precisam de utilizar o So, usam este conceito…

            gpllgpl(shared lib)proprietario

        • Carlos Silva says:

          Engraçado como a Wikipedia mete o Linux na categoria do kernel monolitico 😉 porque será?

          • lmx says:

            muito provavelmente resilencia…ou por razões historicas…

            O kernel linux ha muito que não é monolitico…

            certamente ja houviram falar em modulos de kernel…e em DKMS…a forma como é implementado, é a de um microkernel…mas como muita coisa também esta presente no próprio kernel(monolitico)…tem que ser chamado de hibrido…

            pois contém caracteristicas de monolitico+micro…

          • Carlos Silva says:

            Os módulos do Kernel vivem em “kernel-space” logo não são componente para o micro-kernel, o DKMS a mesma coisa, alias, o proprio nome indica isso. é algo que é feito pelo kernel, logo, não pode ser “indicio” de micro-kernel.

          • lmx says:

            os modulos de kernel são modulos a parte…mas que utilizam o mesmo espaço de memória do kernel…

            Imagina…que tens um modulo de kernel que serve como servidor para diverso fim…percebes-te a ideia??

            Apesar do kernel linux não ser na sua genese hibrido, não é de todo correcto chamar-lhe monolitico…pois ele tem funcionalidades que lhe permitem agir como microkernel 😉

            imagina que queres correr um serviço critico, e que o queres longe do kernel…tens um processo em userspace que corre esse serviço, se este morrer, o kernel está-se marimbando para isso…ele não corrompe a memória do kernel…porque vou partir do mesmo principio que se parte num microkernel que o servidor(que corre no microkernel) não tem falhas, logo o processo que tenta “matar o kernel” por algum motivo…more sozinho 😉

            se não perceberes a ideia, existem outras ferramentas de alguma forma relacionadas, apelidadas muitas vezes de userland, ou udev que ja deves ter houvido falar…que te permitem mapear parte do código do teu processo na memoria do kernel, acedendo desta forma a recursos…que de outra forma so estavam disponiveis via system calls(aumentando a performance do teu processo), imagina que essa parte de código que o kernel vai mapear na sua zona protegida…é um servidor…para o teu processo que corre em userspace 😉

            cmps

    • int3 says:

      apetece-me chorar neste comentário.. osx ser linux e linux unix que mistela. quando não se sabe, cala-se.

  19. Filipe YaBa Polido says:

    A Fidelidade Seguros também já abriu os olhos e vai migrar para Linux 🙂

  20. halnaweb says:

    Cá em casa o único sistema windows que ainda deve correr deve ser a box do Meo e o autoclismo que não dá écrâs azuis mas o botão encrava. Já pensei saír e voltar a entrar da casa-de-banho para ver se resolve o problema!

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.