PplWare Mobile

Há outro estado alemão a preparar-se para migrar do Linux para o Windows


Pedro Simões

Apaixonado por tecnologia, encontro no Pplware a forma ideal de mostrar aos outros os meus conhecimentos e de partilhar tudo o que me interessa neste intrincado universo

Destaques PPLWARE

  1. pedro says:

    enfim … já acabou a “aventura” pelo Linux !!! que provavelmente, se forem contabilizados todos os custos, saiu mais caro do que as soluções na plataforma windows ….

  2. Rui Carriço says:

    Evolution!

  3. Kurare says:

    Esta é a eterna batalha entre fundamentalistas do Linux e do Windows. Ambos têm vantagens e desvantagens. Temos de saber qual se adapta melhor às nossas necessidades. Quer de produtividade quer económicas. E no fim escolher o “menos mau”. E tirar lições destes exemplos: o que parece “muito mais” barato, nem sempre é.

  4. Antonio Variacoes says:

    Adoro estes comentarios baseados em conviccoes.

    Nao sabemos pelo artigo o porque da mudança, mas os comenteiros apressam-se a emitir opinioes.

    Linux é sempre mais barato do que Linux, excepto se a Microsoft fez algum negocio onde as licenças fiquem bem mais baratas.

    Nos ultimos anos as diferencas entre usar Linux e windows esbateram-se na optica do utilizador comum.
    O Linux normalmente e mais seguro, neste momento o windows e o Big Brother.

    Analisando isso podem chegar ao porque.

    • Joaquim says:

      Meu caro, você tem de aprender mais sobre software e sistemas operativos… O grande problema da Linux é que nem 10% dos utilizadores usa esse SO, aliás isso é referenciado no artigo muito bem escrito por Pedro Simões, onde ele diz que uma das razões da mudança está no facto de colaboradores externos usarem Windows nas suas máquinas… Mas, o problema mais grave tem a ver com o software disponível para um e para outro SO, a exemplo, o OpenOffice, apesar de bom, não consegue rivalizar com o MS Office 365, mas… Ainda mais importante que isso, consiste no facto de que uma câmara municipal que se preze, tem de ter um bom sistema de informação geográfica, e no Linux apenas encontramos o QGIS que não consegue rivalizar com, por exemplo, o MapInfo Pro, e muito menos com o ArcGIS…

      • Pedro says:

        Caro Joaquim, tem alguma razão sobre a superioridade de (algumas) versões comerciais sobre as open source (um bom exemplo do oposto é o R Project).
        Mas como sabe o desenvolvimento de um programa depende da quantidade de programadores… Se as câmaras utilizassem QGIS e em vez de assumirem que é à borla, investissem no QGIS nem que fosse metade do que pagam à ESRI anualmente (seja financiando o projecto ou pagando a um programador in-house para adicionar funções e corrigir erros que seriam contribuídos para o projecto) garanto que rapidamente o QGIS ficava ao nível do ArcGIS.

        • Joaquim says:

          Mas lá está o problema do custo-benefício… O QGIS, para chegar aos calcanhares do ArcGIS ainda tem de percorrer um longo caminho (e atenção, eu também uso o QGIS, mas na versão para Windows…) e uma câmara municipal, para investir em programação para tornar o QGIS, ao mesmo nível do ArcGIS, tinha de investir muito, mas muito dinheiro… Assim sendo, compra umas chaves do ArcGIS e poupa nos salários dos funcionários pois assim, apenas necessita de contratar um bom utilizador da aplicação e não precisa de contratar um ou mais expert-senior em programação para por o QGIS, ao nível do ArcGIS…

          • Pedro says:

            Não percebeu a ideia. Se _todas_ as câmaras/universidades/institutos/empresas/etc de todo o mundo que utilizam QGIS (ou outro programa Open Source) contribuíssem um pouco para o projecto (em vez de encarar como um produto gratuito) não era preciso ninguém investir muito. Quanto ao QGIS não chegar aos calcanhares, depende das utilizações. Para o que eu faço, é perfeitamente suficiente https://doi.org/10.1016/j.fishres.2015.05.030

          • Realista says:

            Caro Pedro se todos contribuíssem para o projecto passava a ser PAGO e não gratuito apenas estas a mudar o nome de “pagamento” para “contribuição”.

            E para pago já há soluções…

          • Pedro says:

            Caro Realista, os programas Open Source são gratuitos e livres. As contribuições das câmaras/universidades/institutos/empresas/etc (que podiam ser uma pequena fracção do custo anual das licenças ESRI) contribuiriam para o desenvolvimento de um programa para _todos_ utilizarem. Ao contrário dos programas pagos, qualquer pessoa pode utilizar sempre a versão mais recente sem necessitar de pagar pela actualização.

          • Pérolas says:

            @Pedro: bom comentário; curto, claro e diz tudo!

          • Joao says:

            Sr. Pedro, volte lá para a Universidade que já percebemos que não vive no mundo real.
            Fala muitos nos “SES”…..se não houvesse fome no mundo..se nao houvesse armas…se nao houvesse droga….já viu como o mundo era muito melhor?
            As camaras tem orcamentos independentes, logo o que propoe é irrealista, nao digo mais que roça o ridiculo neste ponto.
            Quanto a “contribuir” para o projecto…nao quer dizer que evolua mais rapido…so que os programadores do outro lado vao ganhar mais dinheiro. contratar inhouse é de rir….existem mesmo muitos programadores por ai a perceber do assunto….
            depois esquece-se que as outras plataformas (pagas) tambem continuam a evoluir..ou seja mesmo gastando mais dinheiro e sem garantias de melhorias…os outros tambem iriam evoluir nesse periodo. enfim, tens uma visao tao longe da realidade que ate tenho pena de ti.

          • Tecnical says:

            O modo como escreveu faz com que o QGIS pareça inútil. Está MUITO longe disso, e há bons exemplos.

          • Joaquim says:

            Caro Pedro, os brasileiros e os espanhóis tentaram e tentam essa opção, os respetivos Governos decidiram pagar vários milhões de dólares para o desenvolvimento de software SIG que possa ser gratuito para as autarquias locais, são os casos do SPRING (Brasil) e do GVSIG (Espanha)… Contudo, não conseguem vingar e entretanto, os respetivos governos PAGARAM para terem essas aplicações… E o sucesso é algo diminuto… E muito mais grave, estas aplicações não são “amigas do utilizador”…

          • Pedro says:

            Caro Joaquim, esse é precisamente o maior problema do Open Source. A falta de diálogo e de capacidade de ceder faz com que em vez de se desenvolver um único projecto, cada um parta para um novo sub-projecto, dividindo os recursos e inventando de novo a roda (veja-se as dezenas de distros que existem). O QGIS é muito mais avançado e utilizável que o GVSIG (o SPRING não conhecia) e com extensões desenvolvidas pela comunidade. A linguagem R também não se pode dizer que seja muito amigável, mas o sucesso é indiscutível!

          • Joaquim says:

            Caro Pedro, mas para mim, mais grave que haver várias distros, é o facto de muitas aplicações não serem “user friendly”. Já andei para Linux e até para instalar uma simples aplicação, na maior parte das vezes temos de recorrer a linhas de programação… O utilizador comum não quer saber de linhas de comando, quer saber da “papinha feita”… Aliás, é por isso que o QGIS tem tido maior adesão face aos utilizadores SIG, porque para a generalidade das tarefas que a maioria dos utilizadores querem efetuar, já é tipo, “clica no botão”, e aparece feito… Volto a repetir, tudo o que não é “user friendly” está condenado ao insucesso e, na minha opinião, a nível de PCs, com a introdução do Windows 10, a Microsoft deu a machadada final em toda a concorrência… Até nos tablets… Quem tinha tablets com android anda a trocá-los por outros com WIN10… Esta ultima versão do SO da MS não dá hipótese a qualquer outro SO… E o Linux só existe para programadores ou para líricos e o SO da Apple para ricos onde não têm mais onde gastar o dinheiro…

          • Pérolas says:

            @Joaquim: a malta troca tanto tablets android por tablests com o window$ 10 como troca os telemóveis android por telemóveis com o windows mobile… espera, o window$ mobile foi tão bom que já acabou!!! O lobbying não pode nem deve justificar o injustificável… O «anti-trust» também há-de chegar à M$!

          • Paulo says:

            Face ao muito trabalho dos funcionários das Autarquias, argumento que também se aplica aos funcionários governamentais e de entidades privadas, o desenvolvimento à medida em QGIS é um investimento demasiado caro, excepto se toda a Organização o estiver a utilizar a um nível avançado.

            Em Portugal contam-se pelos dedos da mão quem consegue ir ao código fonte tirar efetivo partido do código aberto SIG. Todos os outros são utilizadores que se aproveitam do código de outros. Nunca percebi o estigma que se criou na utilização do ArcGIS, nem os apontares de dedos mútuos. Para isso existem as religiões radicais…um bom profissional é mais inteligente que isso e sabe procurar em cada ferramenta aquilo que lhe permite resolver mais rapidamente um problema. E aqui, meus caros, o ArcGIS continua a ser irrepreensível, sem deixar de dar o devido destaque à evolução do QGIS ao nível Desktop…

            O SIG, tal como as outras tecnologias, está em mutação e o verdadeiro problema é não se tirar partido das grandes vantagens que as grandes tecnológicas trazem, fazendo parecer as outras tecnologias (não só as open source, mas outras softwarehouse de menor dimensão) algo obsoletas e que resolvem processos que já estão há muito ultrapassados pelas empresas que têm a responsabilidade de evoluir, por serem líderes de mercado e de terem capacidade financeira para tal. E se têm esta capacidade financeira, é precisamente porque têm milhões de clientes em todo o Mundo que pagam por isso.

          • Pedro says:

            Caro Paulo, concordo com a lógica de se utilizar sempre a melhor ferramenta para a tarefa. Acontece que com a ESRI (tal como com a Microsoft), apenas se pode utilizar a ferramenta pagando por cada nova versão. Chegou ao absurdo de eu não poder trocar projectos com os colegas da Universidade porque eles já tinham o ArcGIS 9.2 e o meu Instituto tinha (e ainda tem) a versão 9.1… A questão do Open Source vs Proprietário tem mais a ver com inércia e corrupção do que com o potencial de cada um dos programas.

      • joão says:

        OpenOffice?! Mas quem é que ainda usa isso???

        O caro está desactualizado.

        Mas já agora, a titulo de curiosidade, que função do fantastico Office365 é que USA que não está presente na (bosta) do LibreOffice?

        • Joao says:

          integração com a cloud e email, edição online sem necessidade de instalar qualqure software…menus diferentes que levam a confusão e perda de tempo (produtividade) sim porque em casa normalmente tem um e sao obrigados a usar outro..a confusao vai sempre existir e sem necessidade nenhuma.
          maior compatibilidade entre ficheiros. posso estar errado e ja ter evoluido nestes pontos todos…mas nas ultimas vezes que instalei o libreOffice ao povo que precisava dum office…..mudaram todos para o office da MS passado uns tempos…porque? pergunta.lhes…preferiram pagar do que ter esse de borla.

          • gekko says:

            Sobre integração com cloud não vou falar, porque não preciso, nem conheco no caso do libreoffice. Sobre integração com email o libreoffice integra-se bem com o thunderbird e provavelmente com o outlook. Tens normalmente um botao para enviar o ficheiro como email. Mas já agora também tens o colabora online. Libreoffice online que pode ser integrado com cloud e o onlyoffice

          • Joao says:

            gekko, a questao nao é o pode..é a facilidade de o fazer. qualquer “geek” faz o que quer e consegue ter as ferramentas que precisa ao seu dispor facilmente. o comum dos mortais nao e nem lhe interessa saber..tem mais que fazer do que andar a procura de solucoes “extra” quando ja existem solucoes user friendly, com menos stress e funcionais out of the box. isso tem um preco como é obvio, mas trabalha.se para isso. uns nao se importam de dar esse valor para ter o menos trabalho possivel, outros nao dao valor ao tempo que perdem a encontrar essas solucoes e pensam que estao a “poupar” dinheiro. cada um sabe de si e das suas prioridades.

          • Gekko says:

            João, eu já não uso windows ou MS Office há cerca de 10 anos por isso posso errar em algumas das coisas que vou dizer. Mas parece-me que há aqui duas questões diferentes. Aplicações locais e aplicações cloud. O Office 365 parece-me ser uma aplicação cloud integrada com outros serviços. O Libreoffice é uma aplicação local instalada no teu computador. Comparar os dois é não é razoável. Mais valia comparar o libreoffice com outra versão do MS Office que seja instalada na tua máquina. Mas mesmo assim o libreoffice pode sincronizar com documentos em cloud. Não é tão elegante como uma solução de cloud integrada com outros serviços, mas para uma aplicação nativa instalada localmente é muito bom. Para comparar aplicações de office de cloud opensource vs o Office 365 eu compararia com o colabora online (que é uma versão cloud do libreoffice) ou o onlyoffice ambos podem ser integrados com nextcloud e outras soluções de armazenamento de ficheiros em cloud e clientes de webmail.

            Isto tudo para dizer o libreoffice é uma aplicação local nunca poderia esperar que fizesse o mesmo que uma aplicação cloud. Mas comparar aplicações no mesmo segmento, a cloud, já me parece melhor

        • Joao says:

          Muitas, imensas. Porque achas que a grande grande maioria das organizações gasta € em licenças office? Achas mesmo que o mundo está cheio de gestores assim tão burros?

          • Joaquim says:

            Isso… Como diz um amigo meu, só me saem “líricos”…

          • João says:

            Acho!!!

            O problema da maioria dos “gestores” é que eles, apesar de percebem muito de gestão, percebem pouco de informática!

            Os atalhos, é uma questão de hábito. Sistemas diferentes funcionam de forma diferente. E quem não estiver disposto a mudar/evoluir (não quero dizer necessariamente para ferramentas opensource mas para “melhor”, qualquer que tal seja) vai ter a vida complicada.

            A compatibilidade entre ficheiros deve-se especialmente a Microsoft (que naturalmente protege o seu negocio tendo para isso de dificultar a vida aos outros. Um pouco de pesquisa revelar-lhe-à o que falo… c-fonts e tal…)

            Efectivamente, na parte da integração com e-mail tem razão no sentido que não há um cliente, por parte da TDF, alternativo ao Outlook (há Thunderbird, mas é Mozilla e a integração não é tão boa)… No entanto pergunto: Ainda usa um Cliente de E-mail??? As ferramentas Online (Oulook.com, gmail.com) estão tão boas e tão completas que, na minha opinião dispensam completamente os antiquados clientes de e-mail.

            Quanto a Office online, o libreoffice também já tem versões online 😉 tão boas/completas como o Office365.

            Existem, naturalmente funcionalidades (muito avançadas e especificas) que existem no MSOffice que não existem no LO, no entanto existem também funcionalidades no LO que não existem no MSOffice. No caso especifico do meu posto de trabalho, onde tenho de mexer com ficheiros CSV, é impensável usar MSOffice – é um verdadeiro terror! Na sua luta pela simplificação este faz uma série de deduções que são erradas e causam verdadeiras baralhadas!

          • Pérolas says:

            «Achas mesmo que o mundo está cheio de gestores assim tão burros?» A sério @Joao??? Tiveste uma longas e boas férias de 2010 a 2015? Já não falando do mundo (que ainda seria pior) na tugalândia tivemos e temos CEO’s do ano, da europa, génios da gestão, génios da finança, etc, etc e moral da história foram anos de m3rda com consequências imprevisíveis. São estes os gestores TOP super, hiper, mega inteligentes e com visão estratégica? Espetáculo…

      • David says:

        WPS Office…

    • Jorge Santos says:

      Basta ler o artigo para ter a justificação:
      “As autoridades justificam esta mudança com a presença do Windows em muitas máquinas de funcionários externos e suporte telefónico e da necessidade de uniformização destes sistemas para uma plataforma única.”

      • samuel says:

        A justificação e apenas inventada pois o verdadeiro motivo é as comissões que a Microsoft paga-lhes para usarem os windows.

        • Vitor says:

          Samuel…quando falas de políticos Alemães deves estar a pensar nos ditos Brasileiros,Portugueses,Espanhóis,Gregos,Italianos,etc. A “cultura” política do norte da Europa é MUITO diferente da que existe no sul…se a MAIORIA ou a TOTALIDADE das organizações que “experimentaram” o Linux está de “regresso” ao Windows pode ter a certeza que existe uma razão válida para isso!

          • naoliveira says:

            A Volkswagen gostou do teu comentário

          • gekko says:

            Pesquisa pela história do novo aeroporto de Berlim, atraso 5 anos e ainda não tinha aberto e já precisava de obras de reparação. Ou pela privatização do Postbank, o antigo banco dos correios alemães, no último caso o Deutschbank agradece comentários como o teu

  5. Fernando Teixeira Barbosa says:

    e fez muito bem a modinha do linux vai acabar gradualmente nao tenho duvidas

    • R says:

      Mas é bom que continue (mesmo não seja eu utilizador). É sempre bom haver concorrência.

      • Joao says:

        ter 1% do market share é concorrencia? tem quase o mesmo que o chrome OS que é muito mais recente e ninguem fala nele.
        o unico competidor a serio do windows é o Android que tem mais utilizadores do que o windows. quando a google terminar o project Fuchsia, vamos ter concorrencia a serio..ate la a microsoft faz o que quer…a apple tambem anda a esforcar-se mas ainda tem metade dos utilizadores do windows e android e estou a juntar IOS e OS X.

        • Alibaba says:

          O único competidor do Windows é o Android?!?!
          Explica lá essa que agora fiquei curioso

          • Joaquim says:

            Pois, android em PCs?

          • Joao says:

            Ambos sao SOs embora por enquanto estejam em dispositivos diferentes. Cada vez menos usamos o pc e usamos mais os dispositivos moveis (88% sao android). ou seja cada vez mais usamos android e menos windows. isso é uma ameaça para a microsoft, ela sabe e tentou fazer o windows phone..foi o fiasco que foi..tentou fazer um SO que desse para tudo..fiasco….tentou fazer um projecto que convertesse apps android e apple para windows..fiasco…ou seja sempre que tentou entrar no mundo mobile nao conseguiu e gastou bilioes….tudo pq sabe que o futuro passa por dispositivos moveis e esta a perder fatia de utilizadores para essa plataforma. daqui a uns anos 90% do que se faz hoje vai ser por eles. A google por outro lado, nao lhe chega o mercado movel e ainda se quer meter tambem no mercado desktop e outros aparelhos, o projecto Fuchsia é para isso, ou seja ainda mais competitivo vai ser contra a microsoft. Sim o unico competidor neste momento para o windows é o android…pena é nao teres chegado la sozinho…

    • samuel says:

      Acaba o linux e a seguir acaba o windows. Não percebes-te que as inovações do windows foram copiadas do linux!!

    • samuel says:

      Acaba o linux e a seguir acaba o windows. Não percebes-te que as inovações do windows foram copiadas do linux!!

    • naoliveira says:

      Linux começou no início da década de 90 e ainda aí está, já várias vezes disseram que ia acabar, mas vai subindo a percentagem de utilizadores (muiiiiito lentamente, mas vai 🙂 )

      • Joao says:

        por acaso nem é verdade do que dizes..se 1.4% em 30 anos é um caso de sucesso vou ali e já venho. O chrome OS tem quase o mesmo em muito menos tempo.
        seja como for, nao acredito que vai acabar tao cedo..tem vantagens em relacao ao windows em muitas coisas…se o vejo em toda a gente? nem por isso…

  6. Jorge Cunha says:

    O outro aprendeu a tempo e voltou para o Windows! Este é um daqueles casos flagrantes em que o barato sai caro!

  7. Sérgio Silva says:

    Gosto muito de usar o Linux. Para mim serve perfeitamente. Por vezes tenho de usar o Windows. O que me chateia um pouco. Mas tendo em conta que por trás do Windows está uma grande máquina empresarial e com grandes orçamentos eu percebo a posição dominante de mercado. Temos de encontrar soluções á nossa medida. Por vezes acho estranho meterem aqui artigos onde dizem para substituir o Windows por Linux. Assim diretamente acho um bocado radical. Acho que a Microsoft, tal como outras grandes empresas abusam da sua posição. Mas quanto a isso pouco podemos fazer enquanto houver leis que o permitam.

  8. JP says:

    O problema passa na divulgação que a microsoft faz do seu sistema, em que oferece licenças nas escolas para que usem o seu sistema… e os outros sistemas Mac e Linux ficam a conta da carolice de alguns professores que tentam mostrar que o mundo não é só Microsoft…

    • Joaquim says:

      Caro JP, tal como aconteceu ao Windows Mobile que desapareceu do mercado porque não tinha APPs que satisfazessem os consumidores finais… O Linux não tem software (de escritório, de edição de imagem, etc etc) que consiga competir com aquilo que o ambiente Windows oferece…

      • samuel says:

        Olha outro que não sabe nada do linux!! hahah!! software integrado na distro:
        Libreoffice (office), Gimp (edição de imagem), VLC (video player) queres que continue??? São tantas apps que estaria mais de 3 dias a enumera-las.

  9. Manel says:

    Devem ter feito um bom desconto no Windows e untado as mãos de alguém importante. A Microsoft não faz negócios para ficar no prejuízo mais tarde vão ter de pagar. E um erro estratégico a Alemanha não apostar num sistema “feito em casa” que possam controlar, não ficando dependentes de uma empresa americana.

    • gekko says:

      O governo federal alemão vai passar a usar Nextcloud (uma solução open source) como única solução de cloud para 300 mil funcionarios. Exactamente porque queriam uma solução dentro de portas para controlar os seus dados e não tar dependente de uma MS ou Google. Passaram 2 anos a testar o sistema com 2000 users e agora vão expandir.

  10. Joao Silva says:

    O Linux é para brincar. Para trabalhar é Windows e mai nada.

    • Pérolas says:

      É não é??? Espetáculo!!! Por isso é que o mundo está melhor, estamos todos tão seguros e a privacidade e liberdade são valorizadas. Que o diga o teu amigo «ransoamware» (escrito assim fica mais no ouvido); ele e os seus amigos adooooram o window$ e os seus utilizadores.

      • Joao says:

        aziado continua la com o teu linux que 99% do mundo opta por outras solucoes ok? aposto que es do que fala fala mas depois usa o chrome como browser….usa a google como motor de buscar e usa o facebook para ver se arranja gaja ou pior saber da vida dos outros que a tua deve ser tao triste que precisas de saber a vida dos outros….

      • José says:

        Como? Eu sou utilzador windows à muitos anos e não me lembro de ter problemas de privacidade e com essas viroses. O problema desses argumentos contra o Windows e que o Windows é demasiado user friendly e as skills de informatica de grande parte dos seus utilizadores é quase nula. E como deves saber, sem um bom condutor até um Ferrari anda mal.

    • Zé Neto says:

      O Linux é para brincar? Eu mudei para Linux e como deixei de ter jogos deixei de brincar. Agora pc é só trabalho.

    • Ruy Acquaviva says:

      O Linux é para brincar? TODOS os 500 supercomputadores de maior desempenhpo do mundo correm linux. E 97% dos servidores de Internet também.
      Isso é brincar?
      Menos mal ler um disparate desses do que ser cego, mas não deixa de ser deprimente ver tamanha ignorância.

      • José says:

        Acho que estamos a confundir workstation com servidor.

        • Ruy Acquaviva says:

          O Linux domina nos servidores mas é profissional também no desktop, no Google é usada ima distribuição Linux própria, na Oracle também. A IBM usa muitas estações de trabalho Linux, assim como faz a NASA e muitas grandes empresas. Nas universidades o uso de Linux em estações de trabalho é muito disseminada, o mesmo acontece em instituições de pesquisa. Na verdade a afirmação decque o Linux é para brincar é tão disparatada que contradiz os próprios fanboys de Windows, cuja principal reclamação é que o Linux tem menos joguinhos para eles brincarem.

    • gekko says:

      Diz isso aos tipos que operam os 100 supercomputadores mais potentes do planeta que eles riem-se na tua cara. Ou aos administradores de sistema que gerem servidores

  11. miguel says:

    Um browser é um browser seja em linux ou windows, e se maior parte dos serviços públicos são feitos através de um browser (via intranet) não se justifica mudar para windows.

    O que se deveria é investir para que tudo seja feito atravês de broswer (via intranet).
    Se realmente soubessem o dinheiro que é gasto pela Microsoft em lobbying!

    • Joao says:

      Mesmo que praticamente todas as ferramentas sejam web há muitas outras coisas que dependem do OS. A informática não é só aquilo que tu vez à frente dos olhos quando trabalhas.

    • Tiago says:

      Mas que browser? Queres editar imagem no Linux e acabou. Tens toda a suite da Adobe no Windows. Objectivamente superior a outras alternativas.

      Queres editar e produzir música em Linux e já foste! Nem Ableton, nem EzDrummer, nem GuitarRig nem nada. Nem vou falar em outros VSTs e plugins.

      Queres editar vídeo para o teu canal youtube ou para promoção da empresa ou para criar videoclipe/curta metragem? Já foste.

      Queres opções de scaling decentes em monitores 4k/1440p ? Já foste, convive com letras minusculas ou com bugs de scaling.

      Por melhor que o Linux seja, e eu pessoalmente gosto muito do Zorin, falta-lhe MUITO SUPORTE a nível de aplicações que são cada vez mais usadas neste século. Youtube, produções caseiras, phtoshop etc são coisas cada vez mais banais desde os 14 anos de idade.

      • Zé Neto says:

        Nem todas as pessoas do mundo trabalham com edição de imagem ou produção de música. E software de ciência,por exemplo?

      • samuel says:

        Mas já chega vai procurar os editores de musica e de vídeo no linux!! São mais que os que existem para o windows. Só para saberes tens o Openshot (editor vídeo), kazam (gravador de tela e webcam), e continua com mais 30 deles. Na musica tens o Ableton (calei-te com este), lmms e muitos mais. Falas sem saberes. Ah!! Para editares imagens tens o gimp entre outros

        • Pedro says:

          Samuel tens o ableton no linux? Como? Com que VSTs e plugins? E essas alternativas de edição wu deste sao bugadas como tudo e n tem conparação com adobe, n venhas com lero lero

      • Kadu says:

        Filmes como o “Titanic” , ” Avatar” ou “Shrek the Third” foram produzidos usando linux… Aliás… Foras filmes que levaram hardware e software ao limite e apenas linux deu conta do recado. Entre tu não saberes fazer uma coisa e não dar para fazer essa coisa vai uma longa distância. Os melhores softwares como a suite da Adobe e por ai fora correm apenas em windows por uma questão de gestão financeira. Provavelmente até conseguiam sacar mais sumo na performance ao rodar em linux mas teriam menos utilizadores. Excelente em linux mas com 10 utilizadores (vs) razoável em windows e com 1000 utilizadores……….. bem o razoável dá mais lucro, então fica-se por ali mesmo!

      • Andrey says:

        Tem um user brasileiros, que usa apenas Linux, para fazer suas edições de imagens, vídeos, etc… domina e extrai, como poucos, a capacidade dos softwares Linux… http://www.fb.com/ComoViverSemPhotoshop

    • Jorge Santos says:

      Errado.
      Muitos serviços públicos ainda usam plataformas sem ser via browser e muito especialmente sendo intranets.

  12. Pérolas says:

    É uma decisão de negócios e de «cash in», um outro qualquer país em desespero faria o mesmo. Lamentavelmente e por culpa deles, entre outros problemas que têm, a industria automóvel está a cair a pique (basta verem as notícias sobre os problemas de tesouraria da dona da SIVA https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/automovel/detalhe/sag-agrava-perdas-em-2017-para-perto-de-10-milhoes e se aqui é assim imaginem nos países com mais gente…). Dito isto, têm de suprir as necessidades de tesouraria venha o dinheiro donde vier. Quem está neste meio sabe perfeitamente que a decisão não é técnica e o futuro o dirá, pois, toda a gente sabe que ter um software que não pode ser auditado e validado é um risco de segurança! O que me preocupa é que quando se está neste está tomam-se decisões irracionais e que o diga a história… Em suam a implementação de plataformas em código aberto vai continuar a subir, sejam gratuitas ou não. A própria M$ já tem a sua própria distro linux para os iots, pois o window$ é inadequado para o mundo do iot e com isto está tudo dito. Eh pá, se o window$ é tão bom, a m$ o suprasumo abram o código e deixem que seja auditado e validado. Sejam transparentes! E neste cenário talvez experimentasse um «winux» open source. E lembrem-se, a passagem das mauinas de escrever para os computadores não foi do dia para a noite….

    • Pérolas says:

      * em vez de «problemas de tesouraria» deve ler-se «riscos de liquidez». PP para quando o editor e correcção de texto tal como exite no forum?

  13. Nelson Costa says:

    Acredito que o realmente leva a levar esta mudança, é o facto das pessoas só saberem trabalhar com windows.
    O que é triste!

    • Joao says:

      triste pq? porque tem vida e 99% das pessoas cagam para a informatica? sabem o minimo e ja é demais..e ainda querias que aprendessem outro sistema para ficarem mais confusos? ja nem falo do android o ios que tiveram que aprender a força nos smartphones e que mais uma vez 99% sabe telefonar…ir ao facebook pq alguem lhes ensinou e mais nada…sou informatico e faco apps mas nao tenho a mesma visao que tu…cada um tem a sua vida, se nao sao da area nao percebo porque tem que aprender mais do que precisam. triste foi o teu comentario….

    • Ruy Acquaviva says:

      Nelson,concordo com você. É triste ver pessoas não terem um mínimo de flexibilidade para adaptar-se a novas plataformas. Mais triste ainda ver alguém desmerecer uma ferramenta apenas por não ter conhecimento desta, achando que com isso vão valorizar o seu conhecimento na plataforma alternativa àquela que atacam.
      Para quem só sabe usar um martelo,todo problema é prego. Mas seria mais eficiente aprender a usar uma chave de fenda para colocar um parafuso em vez de bater nele com o martelo e dizer que as pessoas não se importam com a ferramenta mais adequada cada tarefa.

    • Pérolas says:

      Já foi argumento ai à 6 ou 7 anos. Agora, nos dias de hoje, depois de 8 versões de android, ios, mac, ubuntu, debian, steam, facebook, smart tvs, ERP’s, etc, etc a malta já interage com qualquer coisa e até é bem visto ser-se polivalente. O motivo já é antigo e é a raiz dos nossos problemas: €€€€€€

  14. maria vieira a atriz says:

    Linux e um atraso de vida quem quer estar atualizado trabalhar e jogar e no Windows ponto final

    • samuel says:

      O windows é que um atraso no mundo pois aparece uma falha levam mais de 6 dias a resolver enquanto no linux levam 2 dias. Existe mais jogos excelentes no linux e que são gratis. Tens o warzone 2100, o openarena, o spring (são varios jogos/mods), o assaultcube, o minecraft, o fretsonfire (jogo de acordes de musica), queres que continue?? e para trabalhar nem falo são tantas apps e gratis.

  15. Miguel Porto says:

    2 pontos a salientar:
    “Ainda não existe muita informação sobre este processo” e “…o processo que realizaram em 2016 e onde abandonaram o Solaris”.
    Então usavam Solaris como DE? E se usavam estão a retornar para Windows?
    Está aí alguma coisa mal contada.

  16. Joaquim says:

    Ah… E já agora, para todos aquele que vêm para aqui falar que a MS cobra milhões em chaves e etc… Então, vocês acham que estas entidades governamentais que instalaram LINUX não recorrem a suporte técnico da entidade que edita o SO (tipo, formação e apoio em programação de aplicações para uso local…)? E acham que esse suporte técnico é gratuito? Ah, espera! Não pagam… é como já aqui foi dito, é “suporte financeiro ao desenvolvimento do projeto” e não é compra de chaves…

    Não sejam líricos…

  17. Ruy Acquaviva says:

    Curioso como artigos como este provocam flamewars de fanboys apaixonados.
    E é pena que desses disparates nada se aproveite.
    Há uma questão estratégica importante a ser debatida em relação ao uso de software livre versus software proprietário em sistemas públicos. Ao contrário do que esse movimento de alguns governos locais na Alemanha, amplamente divulgados, ocorre uma migração estratégica em sentido oposto (do software proprietário para o software livre) em diversos países, com muito menos divulgação, porém com mais intensidade.
    Digo estratégica porque está ligada a questão da dependência. Vários países entendem que seus dados e sistemas públicos não pode ficar dependentes de um único fornecedor, principalmente se esse fornecedor for uma empresa estrangeira.
    Questões como essa passam longe de comentários pueris e medíocres que transformam a questão em briga de torcida. Este é um assunto para ser debatido com o cérebro, não com o fígado.

    • Pérolas says:

      Tocaste num ponto muito importante e de facto são vários os paises que estão a migrar os serviços públicos chave para linux!!! Só os tótos é que vão ficar com as calças na mão quando alguém decidir fazer shutdown!.

  18. samuel says:

    Todos os que falam mal do linux falam sem saber. Porque é que não tentam informar-se??? São mais de 80 mil apps desde jogos a apps especificas. Eu no windows não encontro apps grátis e especificas para eletrotécnica enquanto no linux eu encontro várias. E com isto vos calo a todos que falam mal do linux. Para a Microsoft:
    PAREM DE COPIAR O LINUX. NUNCA CONSEGUIRAM A SUA PERFEIÇÃO.

  19. Rui Lapa says:

    O que aprendi em vários anos a gerir Desktops Linux na Tranquilidade:
    – Não interessa o desktop, interessa é as aplicações “corporate”, pois essas são o negócio
    – O Office é a anti aplicação de negócio número 1, pois permite que muitos tenham o que chamam BDs em Excel, … não contribuindo para a evolução central da empresa permitindo roubo e destruição de propriedade intelectual e de negócio
    – As empresas querem pessoas que saibam trabalhar em qualquer que seja o desktop, pois demonstra flexibilidade mental
    – Os utilizadores não se querem preocupar com o desktop, querem é trabalhar
    – A empresa quer ter a máxima rentabilidade durante o máximo tempo em qualquer solução que adoptem
    – Papel é um desperdício. Se têm que imprimir, algo está mal nos processos da empresa
    – Automação -> rapidez, integração -> compliance, uniformização -> crescimento,

    Técnicamente:
    – Clonar desktop linux demorava 10 minutos, sendo que só era feito RARAMENTE e aquando de problemas de HW, pois até o kernel era actualizado sem reboot
    – Migrações de OS, mesmo windows para windows, não é uma questão de custos, é uma questão de limpeza do que os utilizadores guardam
    – Sistemas como mail, file shares, … também sofrem do ponto anterior e devem ser “rolados” de vez em quando
    – Os problemas de suporte de versões antigas de OS geram 20x mais problemas em Windows
    – Vírus, porcarias similares e anómalas ao bom funcionamento de uma empresa… Windows!
    – Quem diz que o Linux tem problemas de compatibilidades com HW, nunca tentou reverter um para windows
    – Quem não sabia usar Linux, também não sabia usar Windows, mas pelo menos em Linux não estragava, nem gastava horas de suporte, apenas danificavam o seu perfil e/ou HW
    – Migrações de desktops centralizados para desktops individual (PC ou laptops) foi automatizada em 2 clicks

    Pensem nisto:
    – cada vez mais as aplicações são web, porque raio interessa o desktop
    – desktop linux, é como um desktop Mac, mas com liberdade, custo zero, automatizável, escolha de hardware e compatibilidade
    – tantos desktops têm idle time nos CPU’s e podem ser aproveitados em prol da empresa
    – para o pleno funcionamento de qualquer desktop, todos os OS’s precisam de uma equipa de suporte
    – se fossem um utilizador e tivessem que escolher entre a equipa que preparou a imagem ou uma normal linha de atendimento de suporte de desktops, quem escolheriam?

    Imagino que nenhum dos comentadores deste artigo alguma vez geriu + 850 equipamentos remotamente com 1-3 pessoa(s).

    Jogo em Windows!
    Trabalho em Mac (por força da actual empresa)!
    Faço large scale em Linux!
    O que interessa é o que faço com as ferramentas que me dão, mas no final, aprendo algo com todas, mas nada com Windows.

    • Joaquim says:

      Acabaste de falar para 2% da população! Desce à realidade! 98% dos utilizadores só querem saber do “clique-clique” nos botões do software para fazer esta ou aquela tarefa! 98% da população nem quer ouvir em ter de mudar de SO e que aplicação de escritório! Só o aceitam se a isso foram obrigados por alguma ordem/imposição de alguém que não vive no planeta Terra…

      • Pérolas says:

        Aparentemente há muito alienigena por ai. Ainda há pouco tempo um colega estava a contar-me uma migração que fez de m$ para linux e nessa altura regressou ao trabalho uma colaboradora que tinha estado de baixa de parto e que toda a gente dizia que não tinha o «mínimo talento para lidar com computadores», bem, ele pensou, isto vai correr mal ainda por cima esteve 2 anos sem trabalhar. Moral da história, fez uma breve introdução ao sistema e disse: do lado esquerdo tem na barra todas as aplicações de que necessita, o remote desktop para o ERP (que roda em sql), uma pasta de rede onde tem todos o ficheiros disponíveis e onde deve gravar os seus. Não vale a pena inventar que está tudo inventado! Revelou-se um utilizador 5 estrelas (leia-se produz e não dá problemas). Hummm, agora fico desconfiado se não é uma marciana… 😀

    • Carlitos says:

      BDs em Excel… acho que nunca ouvi essa expressão, mas está 100% correcta.

      • Pérolas says:

        Sim, aquelas listas de tudo e mais alguma coisa que o pessoal faz nas folhas de cálculo. Onde trabalho é proibido fazer todo e qualquer tipo de bd/ lista de dados sem autorização do administrador da rede. Tudo o que há está controlado e “graças” ao rgpd.

    • Pérolas says:

      @Rui Lapa: Tiro o meu chapéu! Excelente comentário! É de pôr a «viola no saco» e andar.

    • Joao says:

      embora concorde em praticamente tudo que disseste, so o acho valido em contextos especificos e nao no “mundo real” como tentas fazer crer. quase tudo o que disseste é valido e pode ser aplicado no sector privado que se nao produzir, pode ser despedido por justa causa e quem nao se adaptar azar. no sector do estado que estamos a falar de 50% nunca na vida. trabalhar para o estado é para a vida toda. sejas competente ao nao…nao sabes trabalhar numa coisa vais arranjar problemas ate nao haver amanha. tambem muito, do que falas pode ser feito em windows facilmente. tinha amigos que me pediam constantemente para formatar os portateis /pcs deles…que volta e meia estavam cheios de virus que demoravam mais tempo a limpar do que a formatar. o que fazia nesses pcs era criar uma particao escondida e criar uma imagem do pc ja com os drivers todos e programas prontos a trabalhar, f9 no reboot e em 5/10m resolvia o problema deles. so lhes pedia antes para colocarem todos os ficheiros que precisassem de fazer backups numa pasta ou que copiassem para uma pen/disco externo. tambem lhes ensinava a criar habitos de guardar ficheiros no local certo e nao espalhados pelo pc e em muitos casos guardar tudo em cloud que assim nao se tinham que preocupar com os ficheiros. tenho um amigo que tem uma empresa que da suporte a centenas de empresas e so tem 2 empregados para o suporte. quase tudo é feito remotamente e ao contrario do teu caso que é uma “bolha” em que todos usam as mesmas ferramentas…estamos a falar de empresas diferentes com software diferente e a unica coisa em comum é mesmo o windows. por isso o modelo que foi aplicado para a fidelidade funcionou, nao quer isso dizer que falhasse se fosse aplicado com o mesmo rigor em windows. concordo que offices e afins sao um “cancro” para a produtividade. numa empresa que trabalhei onde trabalhavam cerca de 100 pessoas, quando entrei, tinham 35 empressoras e armario so para gerir tinteiros/toners. quando sai tinham 4. e tinham 4 pq de distancias e nao necessidade das mesmas. o meu goal era 0 mas sai antes disso.

  20. samuel says:

    Não é preciso usar comandos para instalar apps!! Pode-se instalar software (apps) usando o Gestor de Pacotes synaptic ou o gestor de software (app store) do próprio linux. O GesPacSyn existe em todos os linux.

  21. bill says:

    Se duvidas houvessem em como as grandes multinacionais manipulam as mentes das massas, basta vir aqui ler a maioria dos comentarios e tirar as devidas conclusoes. 🙁

  22. El Tuga says:

    pq é q estes gajos foram pra opensuse? se queriam longevidade q fossem pra ubuntu.

  23. José Maria Oliveira Simões says:

    Não há duvida de que tudo aponta para uma decisão POLITICA, nada tendo a haver com uma decisão TÉCNICA. O Linux é bem mais evoluído que o Windows e dá muito menos problemas. Os problemas que tem aqui sido referidos, não são reais, mas sim um modo de justificar uma opção. Foi referido que o Linux, não faz isto ou aquilo. No entanto, continuo a não descortinar, uma área aonde o Linux não faça, ou faça mal. Compreendo e aceito, que a Microsoft, tente influenciar e tente proteger o seu negocio. O modelo de negocio da Microsoft, foi alterado, assim como muitas outras empresas começaram também a alterar o modelo de negocio. As aplicações e dados estão na nuvem. A receita deixa de estar baseada em vendas, mas sim no aluguer. Este modelo de negocio, está a começar a ser testado por muitas outras empresas dos mais diversos ramos. É mais rentável alugar uma coisa, do que vendar essa coisa uma única vez. É mais fácil, efectuar a tomada de decisões, previsões e mesmo efectuar investimentos.

  24. Pedro Silva says:

    Não entendo esta guerra WIndows, Linux, Mac OS… Cada um deve usar o que gosta mais e com o qual se sente mais confortável.
    Eu tenho uma empresa de reparações informáticas e electrónicas e uso exclusivamente Linux há mais de 10 anos. No entanto, tenho máquinas Windows e Mac OS para estudar os sistemas e poder prestar assistência a clientes que usam estes SO.
    Contudo, sinceramente, no que respeita aos órgãos públicos, acho errado pagar a empresas com sistemas operativos e programas proprietários com excelentes alternativas abertas disponíveis.
    É mais pela resistência à mudança de funcionários (se não se adaptam há mais com capacidades para se adaptarem, tal como sucede no sector privado, evoluam ou fiquem para trás/desemprego) e “tachos” com revendedores de software do que outra coisa…
    Além do mais, ao usarem sistemas open-source poderiam contribuir para o seu desenvolvimento, apoiando os projectos, tornando-os mais sólidos e reduzirem a info-exclusão (ao invés de se preocuparem em combater a pirataria informática por inércia).
    Imaginem um futuro designer, fotógrafo, videógrafo, escritor, arquitecto, programador (entre muitos outros profissionais) poder educar-se e treinar em programas abertos/open-source e depois ficarem neles ou mudarem para outros mas acima de tudo terem a oportunidade de ver se realmente querem entrar nessas áreas usando programas legais ao alcance de todos…

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