Munique vai abandonar o Linux e adotar o Windows 10


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185 Respostas

  1. pedro says:

    aprenderam à sua própria custa com uma factura bem alta!!!

    • Samuel says:

      Pois não pesquisaram se existiam programas semelhantes no Linux e até não sabiam que havia o Wine (emulador do windows)

    • eoCRL says:

      “cerca de metade dos 800 programas necessários não funcionavam em Linux”.
      Acho que o problema é mais do mesmo, o proprio estado so faz plataformas para windows, portanto shame on them.

    • Pedro Marques says:

      Mas se o principal problema foram as mais de 800 aplicações que criaram dificuldades para correrem em ambiente Linux… nos dias de hoje com a migração de quase todas as aplicações para Web ou Software as a Service é que vão voltar para o Microsoft Windows?

  2. Whatever says:

    Adoptem MacOS!!!!!!!

    • Hictin says:

      Ninguém muda de cavalo para burro…

      • Brasão SS says:

        Deve ser por isso que nos Estados Unidos da América são só burros.
        Lol

        • Daniel says:

          E não são ?

          • Brasão SS says:

            Tem burros como em todos os países.
            Mas também tem pessoas muito inteligentes, mais que qualquer outro país em termos proporcionais. Basta perceber que são a potência tecnológica, económica, militar, e política a nível internacional. Realmente devem ser mesmo muito burros. 😉
            Quem me dera ter nascido naquele país de burros. Lol certamente teria melhores oportunidades. Digo eu!
            Por falar em burros, curiosamente o burro, é o símbolo do partido democrata. Símbolo de trabalho, esforço e determinação. Já o partido republicano tem com símbolo um elefante, símbolo de ostentação, riqueza, poder.
            Mas a questão aqui é que grandes empresas, aliás as maiores e mais poderosas a nível tecnológico do país e do mundo, usam macOS, Amazon, Google, IBM, companhias aéreas etc. Realmente que burros são os “chefes” destas empresas! É pena que não haja alguém iluminado que lhes informe que a melhor solução é Windows ou Linux. Lol.
            Quando alguém não não sabe o que diz, às vezes calado dizem tudo.
            Não quero criar guerras entre sistemas A, B, ou C, porque cada empresa é que tem de perceber as suas necessidades. No caso exposto no artigo, a questão não tem a ver com sistema A, B, ou C, tem a ver com o software proprietário que é necessário para trabalhar. E criar software de raiz, neste caso para Linux, obviamente saiu mais caro. No entanto creio se mantivessem esta política, durante mais algum tempo provavelmente a médio, longo prazo compensaria. Um problema que se colocaria era a compatibilidade com sistemas diferentes em outras cidades do país. Se começassem logo no início, a trabalhar e criar software para Linux hoje utilizaram Linux com utilizam Windows. É apenas uma opinião.
            E não descarto, politiquices neste caso em particular.
            Abraço

        • Brasão SS says:

          Tem burros como em todos os países.
          Mas também tem pessoas muito inteligentes, mais que qualquer outro país em termos proporcionais. Basta perceber que são a potência tecnológica, económica, militar, e política a nível internacional. Realmente devem ser mesmo muito burros. 😉
          Quem me dera ter nascido naquele país de burros. Lol certamente teria melhores oportunidades. Digo eu!
          Por falar em burros, curiosamente o burro, é o símbolo do partido democrata. Símbolo de trabalho, esforço e determinação. Já o partido republicano tem com símbolo um elefante, símbolo de ostentação, riqueza, poder.
          Mas a questão aqui é que grandes empresas, aliás as maiores e mais poderosas a nível tecnológico do país e do mundo, usam macOS, Amazon, Google, IBM, companhias aéreas etc. Realmente que burros são os “chefes” destas empresas! É pena que não haja alguém iluminado que lhes informe que a melhor solução é Windows ou Linux. Lol.
          Quando alguém não não sabe o que diz, às vezes calado dizem tudo.
          Não quero criar guerras entre sistemas A, B, ou C, porque cada empresa é que tem de perceber as suas necessidades. No caso exposto no artigo, a questão não tem a ver com sistema A, B, ou C, tem a ver com o software proprietário que é necessário para trabalhar. E criar software de raiz, neste caso para Linux, obviamente saiu mais caro. No entanto creio se mantivessem esta política, durante mais algum tempo provavelmente a médio, longo prazo compensaria. Um problema que se colocaria era a compatibilidade com sistemas diferentes em outras cidades do país. Se começassem logo no início, a trabalhar e criar software para Linux hoje utilizaram Linux com utilizam Windows. É apenas uma opinião.
          E não descarto, politiquices neste caso em particular.
          Abraço

          • Brasão SS says:

            Sorry pelo comentário duplo.

          • Pérolas says:

            Com o grande desenvolvimento da cloud e de programas em cloud já não há a obrigatoriedade que terminal de acesso seja de um determinado SO; hoje podes usar, android, linux, mac, windows para aceder à cloud e vai tudo funcionar à excepção de conteúdos que exijam, por exemplo, o “maquavélico” S1lverligt”, mas, isto é “chão que já deu uvas”.

    • bola says:

      Para a fatura ser bem mas bem maior e terem os mesmos problemas?

      Lê o artigo para veres os problemas que tiveram.

    • Robert Soares says:

      LOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL

    • Woot! says:

      Isso deve ser uma piada só pode.

  3. navyseal says:

    August 2014 – Munich deputy mayor, Josef Schmid, and mayor, Dieter Reiter, considering going back to Windows due to productivity problems. Munich city council spokesman Stefan Hauf explained that the majority of issues stem from compatibility issues in OpenOffice, something a switch to LibreOffice could solve.[33] In addition, the city council and Karl-Heinz Schneider, head of municipal IT services, said that most things are fine, they saved €10 million (more than US$13 million), and there is no serious reason to come back. He added that the number of complaints and malfunctions would not exceed the usual number for an administration of this size.[34] Microsoft wants to move German headquarters to Munich in 2016, helped by Reiter who describes himself as a “Microsoft fan”

    Em resumo alguém quis encher os bolsos e a direita forçou a migração para Windows.

    • Sérgio E. says:

      Em resumo, esqueceste-te ou não te deu jeito copiares esta parte da wikipedia:

      “Estimated costs to develop LiMux have been tallied at 19 million Euros, while overall cost savings from Microsoft Licenses has been calculated to be approx. 10 million Euros”

    • Jonas Tadeu says:

      Concordo plenamente! Foi uma medida puramente politica. Até porque se fossem a falar de gastos, não podiam passar para Windows. Aliás, se bem me lembro, a empresa “idónea” que fez a “auditoria” pertence à esfera microsoft.

      Fui procurar, a empresa Accenture alegadamente trabalha com a MS via joint venture:

      https://www.techrepublic.com/article/linux-champion-munich-takes-decisive-step-towards-returning-to-windows/

      O plano de actualização para Windows tem uma carga bem forte de hardware.São milhões em licenças de Windows, Offices, e seja lá mais o que for, e mais uns valentes milhões em hardware que os consiga correr. Pelos custos nunca conseguiriam justificar seja o que for.

      Bem sei que o herário publico alemão tem bem menos dificuldades que o português, mas parecem estar a ser bem enganados.

      • JJ says:

        Algum dia vão ter de mudar de hardware… isso não é uma desculpa.
        Depois equipas altamente qualificadas para desenvolverem software especifico e dar a respectiva manutenção não são baratas.

        Alem disso, se fosse mais barata manter um parque informático de milhares de maquinas, com apenas Linux e com o principal software utilizado proprietário, as maiores empresas do mundo já tinha migrado há muito… (salvo empresas tecnológicas)

        O ponto aqui é que fica mais barato, contratar uma empresa por um software/SO que tem dedicada uma equipa a fazer o seu desenvolvimento/manutenção continuamente, com milhares de clientes, onde poderá repartir os custos dessa equipa por todos esses clientes. Do que ter uma equipa própria a fazer o mesmo…

      • Joao says:

        99% das consultoras têm join venture ou são partners MS. Não creio que seja por aí. E se realmente fosse mais barato linux, porque é que a esmagadora maioria dos parques informáticos empresariais são MS?

      • Rui says:

        Não é verdade. Vão trabalhar para uma empresa com mais de 10 colaboradores e tentem implementar o linux nessa empresa. Já foi referido aqui, quase todas as grandes empresas mundiais têem o Windows instalado nas suas máquinas e não acredito que todos os investidores do mundo queiram fazer Bill Gates mais rico do que já é. Não é isso, é porque é mais barato utilizar windows e pagar as respectivas licenças do que ter uma equipa a trabalhar nessa empresa a desenvolver todos os programas de raíz!!!!! Isso não faz sentido nem é racional! Até porque tenho a certeza absoluta que o maior custo dessas empresas não é os SO que os preocupam (já vem diluído com a compra das máquinas), mas sim os programas de gestão (facturação, produção, comercial, contabilidade, etc) que todos eles foram desenvolvidos para trabalharem em windows.

  4. Hugo Gomes says:

    Tudo tem os seus pros e contras, no sistema Linux sabe se quais sao, tudo de borla muito giro, e assistência ta onde quanto leva um técnico de Linux, porque é qualquer um que sabe resolver os problemas no Linux. Programas como dizem que funcionam em plataforma Linux e em windows quantos ha. Drivers para linux para alguns equipamentos que compre hoje onde estao. Tudo é feito para o windows e mac os na maioria dos casos, agora como tudo se quer drivers para as últimas novidades de impressoras etc alguem tem de os mandar fazer alguem tem de se chegar a frente. Windows sinal de $$$$$$$$$$$$$$$$$$ Office $$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$. E o mundo empresarial gerece assim com muitos $$$$$$$. Mas ainda bem que se tem essas opçoes assim temos poder de escolha

    • mijn says:

      drivers normalmente estão no kernel, a nivel de manutenção o linux da 10-0 ao Windows e va pelo menos uns 2-0 ao mac(forçados da minha parte :P)

      tudo fica caro quando uma equipa se compromete a fazer tudo de raiz, como é que uma organização decide criar e manter um SO de origem para manter um alto nivel de automatização acaba por ir para um SO genérico?

      aquilo que gastaram a desenvolver o OS próprio deles poderia ter sido facilmente resolvido com um ubuntu genérico também…

      isto é sem duvida uma jogada política não tem ponta de decisão técnica neste caso.

      • Rui says:

        A partir do momento que os utilizadores finais (trabalhadores da Câmara de Munique), começam a utilizar o linux, passam a estar logo limitados a partir desse momento. Se antes de mudarem para linux, fizessem um levantamento do tipo de software que é utilizado, talvez chegassem a uma conclusão interessante, uma parte considerável dos postos pode migrar para linux, porque por exemplo não precisam de nenhum software específico e pode ser tudo feito on-line! Aí eram inteligentes, agora migrarem para linux e perceberem que têem um SO datado (ultrapassado) e não podem evoluír, porque isso implica voltar à estaca zero!!!!! Não é por acaso que mesmo as grandes empresas não fazem elas próprias todo o software que precisam, não é porque não possam fazer ou falte dinheiro, mas porque há quem faça melhor, porque está especializado em fazer apenas isso……. aqui as palavras chave são: produtividade e economia de escala!!!!!

  5. Jota says:

    Há quem passe de “cavalo para burro”, Munique decidiu passar de “burro para cavalo”!

  6. Tiago says:

    Quem não gostaria de ter os “headquarters” da Microsoft na sua cidade, tá tudo dito !

    • Miguel Costa says:

      Pouparam 10 milhões em licenças, gastaram mais de 19 milhões a desenvolver programas compatíveis e na manutenção dos sistemas. Está tudo dito.

      • Rui says:

        Exactamente! E imagino as dores de cabeça que deu implementar os sistemas e colocá-los operacionais. “olhe, entregar projectos para a sua casa só é possível fazer para o mês que vem, quando os nossos técnicos concluírem o programa que gere a recepção de projectos!!!!!”

  7. z/OS says:

    Linux é bom para servidores, somente. Para utilizadores normais é um erro.

    • Carlos Mogas da Silva says:

      É tão bom falar sem conhecimento de causa…

    • Anothher says:

      Muito pelo contrario. Diz ae qual utilização se da a um usuário normal? Te respondo, na grande maioria das vezes, um Gerenciador de arquivos, um navegador de internet, e um suite de office!
      Todos se encontram facilmente no linux, e em alguns casos nem precisa focar alternativas open source, as de código proprietário funcionam bem, o usuário tem liberdade de decidir oque usar!

      Agora, em casos específicos, faltou pesquisa, e em ultimo caso, portabilidade, imagino que pelo montante pago inicial com licenciamento a Microsoft, não daria pra co tratar desenvolvedores para porta o programa em si para o linux, ou melhorar algum que já disponível na plataforma.

      Eu tenho minha opinião sobre o caso, mas deixo que cada um tire uma conclusao pra si!

    • andre says:

      Não é só para servidores, é um óptimo sistema para workstations, mas para utilizadores avançados, eu uso linux há vários e ainda assim volta e meia tenho de recorrer à net para ver como se configura determinado programa, e não, a documentação nem sempre é suficiente…

      • Carlos Mogas da Silva says:

        O meu filho tem 12 anos e não sabe mexer em windows…. em linux lida perfeitamente (para utilizador “normal”)

        • Regedit says:

          Pois claro, também é bom ele ter experiencia com o que é mau!

        • andre says:

          pois, quando ele se deparar com problemas (um kernel que dá problemas ou um programa qq que não funciona) estou mesmo a vê-lo a ir aos logs ver o que se passa e a corrigir o problema, para mais tendo em conta a falta de documentação que existe, isso só resulta se tiver alguém que perceba a quem recorrer quando tiver chatices…Eu já tive essa experiência de instalar o mint a toda a gente que me trazia computadores com o vista, por um tempo as pessoas dão-se bem, mas eventualmente deparam-se com situações que não sabem resolver…

    • Altair says:

      Sou usuário final e estou utilizando linux nesse exato momento, não procede o que vc está dizendo.

    • Pedro Pinto says:

      O problema é que nem todos sabem mexer no GNU/Linux

      • Samuel says:

        Todos dizem que o Linux não é para casa ou para o trabalho ou por fim não existe o programa. Eu sei que na minha área (electrónica) um programa custa pelo menos 50 euros mais licença, no windows, enquanto no linux fica me gratuito o mesmo programa. Então um programa para construir placas de circuitos são raros de encontrar para o windows mas no linux são mais que as mães.

        • Rui says:

          Vou só colocar-te aqui uma lista de programas que qualquer empresa com mais de 10 trabalhadores precisam e repara que quase todos eles têem de ser programas portugueses que cumpram a legislação nacional, para poupar muitas horas de trabalho a fazerem os formulários das Finanças por exemplo:
          – Contabilidade multiposto;
          – Salários (preencher a DMR, anexos da IES……);
          – Relógio de ponto/biométrico;
          – Facturação (tem de ser aceite pela AT);
          ……
          Só estes programas já te dão água pela barba e diz-me lá onde é que eles existem e se são gratuitos! Não é o custo do windows que aflige uma empresa!!!!!!!

        • João Ferreira says:

          Embora seja utilizador de Linux, acho que é exactamente ao contrário em relação aos programas de desenho de PCBs. Tanto o Altium Designer como o OrCAD, provavelmente os dois programas mais avançados e usados profissionalmente, infelizmente não existem em Linux. Em relação a outros como o Eagle, KiCAD, etc., sim, existem em Linux, mas são mais direccionados a hobbyistas/amadores e não tanto para uso profissional.

    • Ze says:

      Só tenho o Linix Mint em casa e não quero outra coisas…

      Até a patroa já domina o Gimp 😉

      Super rápido não impanca, deixo a trabalhar todos os dias e não tenho dores de cabeça com o craques e afins…

    • N'uno says:

      Preconceitos sem fundamento! No meu negócio tudo é Linux, e tudo funciona. O maior problema na tua afirmação é que onde tens “utilizador normal” se lê “utilizador formatado de nascença no micro-sistema M$”. Para esses utilizadores tudo o que saia da sua zona de conforto é um erro.

      • Cortano says:

        No dia que a MS meter o Office no Linux, ai sim, podes dizer isso. Até lá, não se trata de formatação (por acaso o MS Office até formata melhor), mas sim de ter o melhor no dia a dia.
        “Ninguém” passa o dia a trabalhar no sistema operativo! As pessoas trabalham em aplicativos e aqui é que está o problema, no Linux tens pouca escolha e a que tens, tens melhor no Windows.

        Não, LibreOffice não é uma alternativa profissional ao MS Office (muito menos ao Office 365).
        Depois, como já foi referido, os custos de manutenção do Linux e do desenvolvimento de ferramentas para as empresas sai caro, muito caro.
        Portanto, não, não é uma questão de formatação das pessoas, nem de preconceitos… é uma questão prática e funcional.

        • N'uno says:

          O custo de desenvolvimento é caro em todos os sistemas, e o Libre só não é alternativa para quem tem dependências do M$ Office, a meu ver. Mas concordo contigo no que respeita à superioridade deste último, mas só até certo ponto! No dia em que o Office for portado, maior parte dos argumentos que por aqui vejo deixarão de ter qualquer sentido. E isto está em linha com a “formatação” que referi. 🙂

  8. Miguel Costa says:

    É um dos problemas quando pensam no open source: esquecem-se dos custos de manutenção e desenvolvimento.
    Para a utilização caseira ou de empresas com 2 ou 3 computadores, é possível usar uma distro de linux e usar programas open-source sem qualquer problema. Agora para estruturas maiores, é preciso pensar em compatibilidade, informação e na estrutura. É aqui que reside o problema: usando uma estrutura que permite basear todos os computadores num mesmo sistema, facilita as operações, baixando o custo. Usando uma distro de open-source, obriga a que sejam vistas máquina a máquina, cada vez que exista uma actualização do sistema. O que leva a que programas desenvolvidos para a empresa, tenham custos gigantescos e que as incompatibilidades acabem por travar muitas operações.
    Por isso, antes de virem criticar, lembrem-se que uma empresa não é só escrever textos, fazer uns gráficos, usar um browser e consultar o e-mail.

  9. poiou says:

    Seja qual for a migração, se não for feita com pés e cabeça nunca resulta seja linux para windows ou windows para linux ou o que for

  10. Luís says:

    alguém deve ter enchido os bolsos nesta migração para o Windows. a carneirada é assim, vão atrás uns dos outros.

    • Jorge says:

      Estamos a falar de negócios. É claro que alguém (e empresas) têm de ganhar dinheiro. Eu tb andei feito carneiro atrás do Linux e andei a instalar em várias máquinas e aquilo que começou bem acabou por ser uma dor de cabeça enorme. Voltei para windows e pude finalmente concentrar-me no que era importante. Trabalhar. Passava horas infinitas a resolver problemas vários que me faziam perder tempo. Não é por acaso que o windows é dominante e que o Android há de lá chegar também ao domínio até nos desktops. Profissionais de vídeo, artes, design, arquitectura, astronomia, ciências de estudo do mar, etc devem ter windows. É o mais adequado.

      • N'uno says:

        Os problemas existem em todos os sistemas. Se não tiveres competências para administrar um determinado sistema, geralmente é má ideia tentar aplicar o conceito “desenrasca” típico da M$ nas pequenas empresas.
        Windows é dominante nos desktops por outras razões bem mais complexas, embora as mais preponderantes sejam o marketing agressivo, o lobbying político e a falta de conhecimento dos utilizadores.

        • Amilcar Alho says:

          “Windows é dominante nos desktops por outras razões bem mais complexas, embora as mais preponderantes sejam o marketing agressivo, o lobbying político e a falta de conhecimento dos utilizadores.”
          Tudo dito! 😀

    • Luis Santos says:

      Os que defendem o Linux ,esquecem-se que o Windows ,não é só o SO ,é a carrada de serviços que vem agregada ao SO ,serviços esses bastante uteis a empresas .Para não falar na assistência caso haja algum problema .ninguém faz uma mudança destas de animo leve ,e quanto a encher os bolsos ,tanto enchem de uma maneira como de outra .Para micro empresas ,até aceito que o Linux sirva ,agora para grandes empresas ,apesar do odio de estimação que muitos têm a MS ,o Windows é a escolha mais racional

  11. Hefesto,o Grande says:

    ISTO DIZ TUDO—»”No fim de contas… despesas da migração,desenvolvimento de software,melhoria de drivers,contratos de manutenção,entre outras despesas… acabaram por ter um valor superior à manutenção (continuidade) dos contratos do Windows.” FTW Windows,mainada !! 🙂

  12. PedroG says:

    A economia cresce, os administradores agradecem e os tolos ficam contentes!
    Toda a gente ganha no final… uma cenoura à frente do nariz é certo….

  13. Carlos says:

    Os custos de manutenção do Linux em redes complexas de grande dimensão sempre foram elevadíssimos e todos sabem disso, mas a “onda anti Microsoft” levou a que muitas entidades de grande dimensão fossem pelo caminho errado.
    Não há duvida que uma solução Microsoft numa será barata, mas funciona, evolui, e garante o futuro.
    Estamos a falar de redes empresariais de grande dimensão e não de utilizadores domésticos. Não comparem um utilizador que gere o seu próprio equipamento, com um administrador de sistemas que tem de gerir, atualizar, instalar, etc. milhares de equipamentos, com poucos recursos humanos…

    • Rui says:

      Exactamente. Mas muitos comentários que vejo aqui, nunca tiveram a desagradável surpresa de terem de instalar programas numa empresa com dezenas ou centenas de postos, porque se o fizessem, percebiam a dor de cabeça que é e percebiam que o Windows, com todos os defeitos e virtudes, adapta-se muito rapidamente a cada máquina, sem praticamente necessidade alguma de drivers. Agora desenvolverem o software de produtividade de raíz para Linux……. gabo-lhes a paciência!!!!!

      • Pérolas says:

        @carlo e rui: Pois é, boa vida é bom, congressos, viagens “técnicas”, os parques window$ gerem sozinhos, é tudo à vontadinha… O problema é se estiverem a gerir uma “rede complexa de grandes dimensões” e a seguir te chegar uma “factura” de ransomware de 13 milhões de $$$… Ai vamos ver quem é que gaba a paciência a quem… Nota final: que tem uma “factura” destas gasta rios de $$$ em IT licenciado e a “mosca” cai na sopa… Com m$, não é se vai acontecer, é quando! E não vão querer estar no turno quando isso acontecer, pois, já sabem quem vai ser o responsável: the it guy!

        • Rui says:

          Estás enganado, nunca fui a nenhum congresso da Microsoft. Mas se trabalhas na área, gostava de te ver a implementar um parque informático numa empresa média, só com máquinas linux. Depois gostava de estar presente na altura que o patrão te perguntasse quando é que os trabalhadores podiam começar a trabalhar!!!!!!

          • Pérolas says:

            Se a implementação for de raiz é pacifico, pois, estás envolvido desde incio no desenho da arquitectura a implementar. Se for uma migração de windows para linux, obviamente, a implementação é feita por fases!

      • N'uno says:

        Por sinal, instalar Windows em milhares de postos é uma dor de cabeça de todo o tamanho também, apesar de naturalmente não o referires. No mundo linux as coisas são bem mais simples, se souberes como fazer e o que não fazer.

        • Rui says:

          Eu não coloco o problema ao nível do SO, se A é melhor ou mais fácil de usar, apesar de não ter a menor dúvida de que o linux não é para qualquer utilizador, coloco-te antes o problema ao nível da base de programas disponíveis (que no linux nem sequer existe. Faço uma comparação do género, porque é que não usas um telemóvel Windows em vez de um IOS ou Android?

        • Paulo says:

          Normalmente o problema resume-se a quem está á frente do monitor.
          … como dizes: “se souberes como fazer e o que não fazer”, isto aplica se a todos os SO.

    • Joao says:

      +1000 Trabalho numa organização com cerca de 27000 postos de trabalho e já foi estudada a possibilidade de migração para linux. Foi rápidamente descartada logo no inicio do processo. Não é viável de nenhuma forma.

      • N'uno says:

        Uma organização dessas normalmente cresceu com raízes profundas no eco-sistema M$, logo “casou para a vida”. Essa é a estratégia escondida da M$, mas que se denota ter um grande sucesso!

        • Luis Santos says:

          O barato por vezes sai caro .E é o que as empresas pensam quando fazem a estimativa de custos de uma migração e manutenção de um sistema Linux .Porque se o Linux fosse a maravilha que alguns apregoam ,tinha muito mais quota de mercado ,quer a nível empresarial ,mas acima de tudo a nível doméstico.O Windows não é isento de problemas ,mas é muito mais user friendly que oi Linux

        • Joao says:

          Obviamente que a estratégia da M$ passa por aí e é eficaz mas não é o unico motivo. Só a questão dos drivers tira por terra a migração para linux. É práticamente impossivel dar suporte aos vários escritórios espalhados pelo mundo em que cada um tem HW específico e dependendo da região.

        • Paulo says:

          Estás a falar a sério ou é uma piada ?
          Um profissional IT ao implementar uma rede baseia-se em critérios técnicos, e não, como dizes em “casou para a vida”.
          Diz-me qual o profissional IT que implementa uma solução que não corresponde aos objectivos exigidos. Se implementam uma solução MS, possivelmente será porque é fiável, e gera menos custos, no mínimo…
          Qualquer empresa o que quer ter, é custos reduzidos e máximo de lucro, pela tua ideia deve ser o Linux, só não entendo que sendo assim tão barato as empresas não optem pelo Linux. Os gestores devem ser mesmo tolos.
          Deves entender muito disto deves.

          • N'uno says:

            A questão dos custos daria pano para mangas… Mas quando me referi ao “casamento para a vida”, referi-me às dependências que te levam a pagar cada vez mais serviços de suporte e licenciamento. Assim que implementas uma AD, uma organização de Exchange e instalas Office nos desktops, entras numa estratégia da qual dificilmente sairás, de tão cara e diferente/desconfortável se te assemelha. Quando menos esperares, estás a contratar serviços de suporte Premier, para teres um TAM a resolver aqueles barbicachos que muitos aqui dizem não acontecerem na infra-estrutura M$… Quanto ao que entendo ou deixo de entender, não vou comentar, como é óbvio.

  14. Rui says:

    Aprenderam às custas do contribuinte, o Linux é bom, mas não é para trabalho do dia a dia àquela escala!

    • Pérolas says:

      Tens toda a razão! Quem é que achas que vai pagar as licenças windows, os novos servidores, os novos pcs, a formação e a manutenção do windows? Pois claro o contribuite! O que acha$ que e$tá por detrá$ desta$ deci$õeS??? E aprova$? É i$to que vamos en$sinar aos nossos filhos? Como toda gente sabe os alemães não são nenhuns “meninos de coro” e depois do “dieselgate” o “closed-sourcegate” é mais uma evolução…

      • Cortano says:

        Tu não leste o artigo pois não?! Os custos já ultrapassaram a estimativa de poupança inicial e chegaram À conclusão que se tivessem pago as licenças à MS já estariam a poupar dinheiro.

        • Pérolas says:

          Teria de ver como foram “cozinhadas” essas contas! Não me digas que acreditas em tudo o que te dizem???

          • Pérolas says:

            … mais a mais quando envolve muitos milhões de $$$…

          • Joao says:

            Então quer dizer que anda todo o mundo errado…ninguém sabe fazer contas?
            É que caso não saibas, a quota de mercado da MS em postos de trabalho é só práticamente absoluta

          • Rui says:

            Pérolas, faz estas contas:
            1 empresa para implementar o Linux, precisa no mínimo de 1 Eng IT/Informática a tempo inteiro (20.000€/ano), eu pergunto-te quantas centenas de licenças é que tu não compras com esse dinheiro!!!! Eu ajudo-te, compras 400 licenças de volume (windows + office + 4 licenças para o Windows Server 2016 Standard + as 400 Call).

          • Sujeito says:

            Não João, significa que TU é que tens de perceber como se chegaram a essas contas para perceber como chegaram a essas contas. Só depois é que podes formular uma opinião.

          • Cortano says:

            @Rui: só €20.000/ano?! andam a ganhar pouco

          • Pérolas says:

            @joão: a quota de mercado da M$ é de 89% e a descer! é um repetição de um filme chamado Internet Explorer!

          • Pérolas says:

            @Rui: O que estás a dizer é que chegas a uma empresa com 400 trabalhadores, mandas para lá um camião com 400 pc, 4 servers, 10 impressoras e aquilo, por ser M$ e por magia instala-se, configura-se forma os utilizadores e mantêm-se sózinho e sem a intervenção de 1 único engenheiro no valor de 20k/ano. É um bom sonho, mas, não deixa de ser um sonho…

          • Joao says:

            @Sujeito AHAHAH agora vais dizer que tiveste a analisar as contas? E estás a querer dizer que a absoluta esmagadora das empresas faz as mal as contas? realmente….sabem lá as empresas multimilionarias fazer contas…chegaram la por pura sorte porque cotnas não é com eles.

          • Pérolas says:

            @João: só um exemplo práctico: alguém acha que a crise de 2008 foi consequência dos cafézinhos de esquina que fizeram mal as contas? E quantas empresas grandes cairam e à partida eram todos especialitas em contas??? Temos vários à nossa porta, tipo “marca de confiaça do ano” no sector da banca. Mais, que nobreza encontras na M$ que, no seguimento da ideia de instalarem um centro da M$, precisamente em Munique, uma das consequências prácticas é que a cidade migre de linux para o window$ e nesse processo vá gastar milhões de €€€ dos contribuintes; pura coincidência não é… Este é um exemplo de que não se pode confiar na política “samaritana” da M$! Esta “opçãp técnica” só valida uma das máximas da M$: Embrace, extend, and extinguish!

          • Rui says:

            Pérolas? Abre a pestana!
            Achas mesmo que é só a Microsoft que pensa no lucro? A Apple, Google, Facebook, etc, etc são todas boas samaritanas que trabalham por gosto? Achas mesmo que os alemães são uns palermas e uns vendidos porque com linux é que é! Todas as empresas por esse mundo a fora não sabem fazer contas, só tu é que sabes, não é verdade? Todos os responsáveis de IT em todas as empresas do mundo, são uns vendidos que não sabem que o Linux é só vantagens!!!!!
            Pois lamento informar-te que não é verdade! E digo-te mais, a maior factura não é do SO, mas sim de software proprietário desenvolvido normalmente à medida dessa empresa!
            À luz dos teus conhecimentos, explica-me lá como é que os controladores aéreos ainda usam máquinas com o windows 3.1 já com 25 anos!!!!! São uns palermas que não sabem fazer contas…..
            Eu gostava de ver-te a começares a trabalhar numa empresa média e conseguires mesmo convencer as chefias a mudares para Linux e depois ver-te a ti a implementares todos os sistemas em todos os postos 🙂

          • Pérolas says:

            @Rui: Deixando o “Muniquegate” de lado, até porque só não vê quem não quer abrir a pestana…
            Falas, por exemplo na Google e certamente sabes que usam uma versão do ubuntu; se achas que são uns tótós geeks, nerds e que não percebem nada de negócios, é uma opinião como qualquer outra!
            Sobre o windows 3.1 para os controladores aéreos a explicação técnica é logica e enquadra-se na mesma lógica dos silos de micceis que funcionam em diskettes de 5 1/4 e cujos programas não são window$! Mais, o window$ 3.1 foi lançado em 1992 e o linux de licença livre só foi lançado em 1992, e fazendo bem as contas é razão suficiente para não o terem utilizado, não?
            Por último, empresa média: Done, done and done!
            p.s.: é admirável o teu fervoroso apoio à M$. Há espaço para todos… e darias um excelente adepto do linux… quem sabe se num futuro próximo não terás um “change of heart” 😀

      • Rui says:

        Portanto, achas mesmo que este caso tão mediático, logo desde início, só teve este desfecho por causa do dinheiro? Eu também acho que sim, mas não pelas razões que apontas. É que utilizar windows sai mais barato! Pergunta à SONAE, Sony, Bosh, Mercedes, BMW, Toyota, etc….. porque é que não adoptam o linux e fazem eles mesmo todo o software de que precisam! A Microsoft também deve subornar os milionários para toda a gente fazer o Bill Gates mais rico!!!!! (por acaso há outro fulano muito mais rico e que raramente falam nele, o Putin com 200 mil milhões de dólares de mealheiro!!!)

        • Pérolas says:

          Ouvi dizer, mas não acredito que o “vil metal”, viagens pagas, empregos para os filhos, etc, etc e tudo aquilo que passa na comunicação social quando se fala de contractos milionários são simplesmete conceitos dignos de romances de cordel…

          • Rui says:

            Como eu nunca implementei (e nunca o vou fazer, porque gosto de trabalhar e receber logo) um sistema numa instituição pública, estás à vontade para dizeres as parvoíces que entenderes. Também nunca estive em congressos da Microsoft!

          • Pérolas says:

            @Rui: Creio que há espaço para opiniões e pensamentos diferentes, pois, de outra forma nunca tinhamos saido da idade média. É de louvar que trabalhes com intituições publicas e que te paguem logo… Uma coisa que aprendi foi , não dizer “desta água não beberei” e quando a M$ passar a ter a sua própria distribuição linux, ai vai ser outra história… O “arranjinho” com a suse não foi inocente e sendo a M$ uma empresa de serviços tanto faz “servir” o software A ou B se isso for do seu intere$$e, certo?

          • Rui says:

            Tu é que insinuaste corrupção! Eu sou parte interessada em ter acesso a software acessível para o revender, mas continuo à espera!!!!!

          • Pérolas says:

            @Rui: Não fui eu que insinuei corrupção! A partir do momento em que a comunicação social e os social media o divulgam, ai a coisa passa a ser um tema de debate no dominio público, não???

        • Sujeito says:

          Também podes perguntar à NASA e aos imensos estúdios de pós produção de video para cinema que utilizam linux. Cada caso é um caso.

          • JJ says:

            Praticamente todo o software que a NASA precisa tem de ser desenvolvido internamente, logo independentemente do SO escolhido essa despesa de desenvolvimento já está incluida nos projectos em que esta envolvida.

            Depois, segundo consta apenas esta a usar exclusivamente Linux na Estação Espacial Internacional – ISS, um local em que todo o software necessário é desenvolvido pela própria NASA desde sempre. Logo a migração é algo com pouco impacto, visto que quase se trata de apenas “mais uma actualização”.

            Em relação aos “imensos estúdios de pós produção de video para cinema”, duvido e muito que seja assim tantos. Mas diz lá o nome de 3 grandes estúdios… e o respectivo software que utilizam…

          • Cortano says:

            Calma… As rendering farms de cinema são linux mas as workstation de edição e produção depende do trabalho a fazer.

          • Sujeito says:

            Eu não falei em migração. Falei em uso. E dita a lógica que, se a NASA desenvolve, escolhem a plataforma mais adequada que, no caso deles, é Linux.

            Tal como disse antes, cada caso é um caso.

            Agora, isto não é nenhum quizz nem tenho de fazer o teu trabalho de casa. Tens estúdios a usar software que corre em linux, ou que desenvolvem para Linux. Muitas das grandes animações foram feitas com software exclusivo desenvolvido para Linux. Não são todos, são alguns.

            Tal como disse, cada caso é um caso.

  15. Gaius Baltar says:

    Linux é algo que funciona bem para geeks, mas no mundo real as soluções que a maioria precisa está no Windows. Aceitem que dói menos.

  16. iFernando says:

    O pc da minha Mãe tinha o Vista e era preciso eu ou o técnico fazer visitas regulares para reparações e manutenção.
    Depois instalamos o 7 e eu por vezes precisava fazer reparações e manutenções.
    Depois instalei o Windows 10 sem instalar anti vírus e nunca mais precisei fazer qualquer reparações ou manutenção.
    O

  17. Rui says:

    Conclusão, o Município de Munique percebeu que não tem 50.000 Engenheiros Informáticos nas suas fileiras;
    Percebeu também que é muito mais caro desenvolver todo o software que precisa do que recorrer a empresas especializadas na produção de software (porque se a opção de Munique fosse verdadeira, a SONAE, Sony, etc desenvolviam eles mesmo todo o software de que precisam e não o fazem, porque? Querem fazer o Bill Gates mais rico? Não me parece…..);
    Percebeu de certeza que o maior custo não é da licença do windows;
    Secalhar se fosse menos ambicioso, descobria que uma parte dos postos podiam funcionar perfeitamente bem com linux, se por exemplo estivermos a falar de postos que trabalhem exclusivamente on-line….
    Deixo uma dica, quem já foi responsável por actualizar (reparem bem, estou a falar em actualizar) um programa muito específico, como por exemplo um Primavera Software, PHC, etc, já vai ter uma valente dor de cabeça porque as máquinas não são em princípio todas iguais, agora imagino construír de raíz todo o software necessário….. e quando terminarem, já passaram muitos anos e já está tudo obsoleto!
    Eu imagino manterem um programa de contabilidade cá em Portugal, com leis novas a cada mês e têem de as implementar imediatamente, devia de ser bonito 🙂

  18. João says:

    A sério?!?!

    Outra vez esta conversa?!?!?!?

    Mas a mudança não era já à uns anos?!?!

    Acho uma verdadeira palhaçada quando as pessoas falam só porque simpatizam com a marca XPTO ou porque a dita marca financia “qualquer coisinha”…

    Enfim…

  19. Al CiD says:

    Mais cedo ou mais tarde irão-se arrepender desta última decisão.
    Por um lado os problemas existentes não são e nunca foram por causa da infraestrutura com o Linux, mas sim, sempre uma política… e por outro lado a UE recentemente decidiu, e por parte Alemanha tb o já tinha decidido, abrir mais as portas aos sistemas de código aberto, passando assim uma decisão contra sistemas da Microsoft. (https://fsfe.org/news/2017/news-20171109-01.en.html)

    Em Alemanha existe um movimento cada vez mais forte que defende a filosofia: “Transparência com tudo o que seja pago com impostos” e isso inclui e apoia fortemente software de código aberto.

    • Rui says:

      Estou completamente de acordo! Já agora, não queres fazer-me um programa de contabilidade multiposto, facturação (licenciado na AT), de salários para funcionar em Linux?

      • Rui says:

        E de meio em meio ano tens de disponibilizar actualizações, porque as leis fiscais mudam todos os meses!!!!!

        • N'uno says:

          E no caso de facturação tens várias opções, umas delas até tem publicidade neste fórum.

          • Rui says:

            Eu sei Nuno. Mas para as empresas não existe programa de facturação gratuíto e que gere o SAFT para as Finanças, para além de ter de estar registado na AT. Eu gostava de ver programas disponíveis e acessíveis, mas tudo tem um preço! Mas o melhor que vejo até é da Ordem dos Contabilistas Certificados, muito bom!!!!!

          • N'uno says:

            O que referi é gratuito e faz tudo isso, com algumas limitações compatíveis com empresas ágeis e de menor dimensão. Mas ninguém aqui está a dizer que o Open Source tem que ser gratuito! O ponto é que existem soluções.

      • Pérolas says:

        @Rui: Já existe!!! É o ERP Odoo que tem mais 2 milhões de utilizadores e é open source!!! Tenho de trabalhar com vários ERPs no mercado e este é muito à frente! Sei do que estou a falar! A outra vantagem é que não criam bugs para depois teres de pagar a assistência, que, diga-se de passagem é uma das coisas que incomoda nos ERPs baseados em M$$QL, mas, a isto chama-se “criar negócio” e não há problema porque o tuga normal não percebe nada disto e paga. A chatice é quando os clientes descobre que estão a pagar gato por lebre…

        • JJ says:

          Normalmente as grandes empresas já tem contratos que inclui a respectiva manutenção/assistência, não sendo preciso aplicar essa ideia de “criar bugs”. E muitas das vezes, esses contratos incluem a personalizar o software a medida da empresa.

          Claro que tudo depende do tipo de contrato, mas estamos a falar de grandes empresas.

        • Rui says:

          O Odoo é um ERP, mas não faz nada do que eu referi: Facturação (gestão de stocks, elaboração do SAFT, inventários, registo na AT……), salários (gerar a DMR e restantes impostos a pagar mensalmente), contabilidade (cumpre o SNC?). É que eu tenho a certeza que não cumpre nada disso 🙂

      • Joao says:

        Até quero mas prefiro usar serviços web para isso.

        • Rui says:

          Estou a falar de empresas, não de quem emite meia dúzia de facturas. Contabilidade na web só conheço da Ordem dos Contabilistas Certificados, tudo o resto tem de ser alojado num servidor!

      • Al CiD says:

        É por isso que as grandes empresas, as mesmo grandes empresas ( Amazon, Google, Facebook,…) e mesmo em Portugal (Vodafone, PT, EDP,…) trabalham todoas com Microsoft? Se calhar não…

        A estrutura principal das grandes empresas funciona quase ela toda com LINUX ou baseada num sistema UNIX e MySQL/MariaDB ou PostgresSQL, etcetera…

        Certamente que a razão não são os custos mas sim a falta de flexibilidade e, ainda mais na era do Windows 10 (Windows as a Service), a continuidade e estabilidade… e assim a falta da produtividade.

        • Al CiD says:

          Em Munique não entra um ERP/CRM/etc. de standard em função.
          Os critérios são tão individuais que exigiu sempre uma programação individual da base de dados e com as bases de código aberto e bem documentada conseguem adapter-se melhor ás exigências, ou não?

        • JJ says:

          Eu sei que a PT trabalha com a Microsoft, Oracle e SAP…
          No que toca a flexibilidade… bem o Windows da maioria das maquinas é personalizado com limitações de varia ordem. E o software da Oracle e SAP são totalmente flexíveis e adaptavas.

  20. kekes says:

    Logico, é carissimo manter um sistema destas dimensões em Linux. Eu não percebo a guerra, há coisas que um sistema é melhor que o outro, porquê não usar os dois sistemas em simbiose? Estas guerrinhas não tem sentido. Eu uso os dois sistemas para funções diferentes. No meu portatil não quero outra coisa que não seja Windows, por questões de bateria, facilidade de manutenção, etc. No servidor media aqui de casa nem penso noutra coisa que não seja Linux. O melhor dos dois mundos.

  21. Miguel Cardoso says:

    É com alguma tristeza que leio estes comentários, Técnicos de IT e Desenrascadores de IT a tentarem ser consultores ou managers…

    Antes de mais à que esclarecer que isto não é uma guerra do “Gostas mais da mae ou do pai”. Isto é puro negócio e evolucao. Por mais que nao gostemos, e eu sou um linux fan, o Windows está a léguas no que respeita a compatibilidade e habituação. Lembrem-se, quem está no balcão do municipio é uma Senhora que está mais preocupada em acabar o trabalho e ir fazer o jantar do que “ai e tal esta versao de linux é muito boa”. A produtividade tem que ser alcançada, dai concordar com um dos comentarios acima, o Android esta nessa nesmo pole position, o aumento da produtividade e nao da complexidade. Isto é meramente negocio/produtividade. A fatura será sempre mais cara com linux. E ainda temos a componente politica…

    Linux é bom, sim. Mas parem lá de pensar que é o melhor para todos, nao o é…. Desafio qualquer um dos Mestres de Linux aqui (que pelos vistos parecem muitos) a instalar um Citrix Server em linux…ou mesmo vmware Horizon…sabem quanto estas aplicações poupam na renovacao de parques informaticos???

  22. The Big No says:

    Os tipos do IT da Câmara de Munique podiam ter falado comigo que eu explicava-lhes o “buraco” onde se estavam a meter (estou a brincar, ok?). Tive essa experiência há cerca de 10 anos trás, quando depois de ter andado durante meses a convencer o executivo, de ter “evangelizado” os utilizadores, de ter feito a migração dos terminais (os servidores já eram Linux com BD’s Informix), de ter convertido muitas dezenas de modelos e formularios de word e excel para Libreoffice, o processo tropeçou em meia dúzia de chefias intermédias e utilizadores “resinosos” que não gostaram de “qualquer coisa” (que não sabiam explicar bem o quê) no LibreOffice. Enfim, ao fim de duas ou três semanas, e perante as pressões e as razões “não técnicas” o executivo decidiu voltar a fazer um donativo à Microsoft.

    • Rui says:

      Podes crer que é essa mesma a razão porque há ainda muitos computadores com o XP a funcionar!!!!!!!
      Mas a empresa que querias migrar só não o fez por causa do Oppenoffice? Não facturava? E os salários como processava? E a contabilidade?

      • Pérolas says:

        Em 10 anos tudo mudou e o paradigma era outro. Por exemplo à 10 anos não existia o software de facturação e contabilidade open source Odoo que cumpre os requisitos da AT e podes aceder a partir de qualquer plataforma! Eu trabalho com os ERPs mais conhecidos e vejo na práctica as vantagens e os defeitos de cada um! Conheço alguma empresas que têm 1 servidor window$, SÓ para o ERP e suas bases de dados M$$QL e tudo o resto é linux! Neste cenário a coisa não é tão “shocking” e os M$lover$ ficam agradados. 😀

      • The Big No says:

        Não é uma empresa. É uma Câmara Municipal…
        Todo o Software de gestão corria (desde há mais de 25 anos) em servidores Unix e Linux. Começamos com servidores Unix System V em 198x. Unix Alpha True64, em 199x. Linux (Suse, RedHat,…) a partir de 2000. Actualmente (durante os ultimos 10 anos) foi quase tudo migrado para Windows Server.

  23. Sergio says:

    Compatibilidades, falta de formação nos usuários.. tinha que dar nisto, por vezes é preciso reconhecer o mérito e sucumbir ao produto que funciona.
    Faz-me lembrar o meu windows mobile, adoro, mas incompatibilidade com o resto do mundo é tanta que acabou por ser também condenado à morte.

    Em relação a esta caso especifico, fala-se em cerca de 800 programas com problemas.. eu não sei como é que implementaram este sistema operativo sem testarem alguns e a sua compatibilidade .

    • Rui says:

      Sérgio? Faz-me lembrar aquelas obras projectadas pelo arquitecto XPTO, mas que esqueceu-se de virar o edifício para a entrada correcta! (moro num concelho onde a piscina está toda ela virada ao contrário, as pessoas fazem todo o percurso à volta do edifício para entrarem na piscina e nadam perto da entrada!!!!!!!)
      É uma coisa muito chata quando as nossas ideias batem de frente com a realidade!

  24. ze ninguem says:

    parabéns abriram os olhos a tempo

  25. Carlos says:

    Adoro estas discussões.

    A culpa deste falhanço e regresso ao Windows é do SO em si. Os custos deverão estar maioritáriamente associados às aplicações de terceiros que habitualmente não existem para ara outros SOs que não Windows e se existem, são pobres, com funcionalidades limitadas e com actualizações muito mais espaçadas no tempo.

    Salvam-se algumas honrosas excepções: processamento de imagem/video/som nos Macs.

    Cada um destes big players é bom em determinada área: MS nos workstations, Linux em servidores e Apple para processamento de multimédia. E que mal há nisso?! Nenhum.

    Há uns anos tentou-se que com o JAVA a coisa mudasse e que os developers passassem a desenvolver em multiplataforma… pois. Num passado mais recente, acreditou-se que tudo seria Web…. Pois. A verdade é que quem é dono de um software não quer estar dependente de um browser para se actulizar nem para testar nos mais expressivos (pois cada um ainda renderiza coisas de maneira diferente dos outros) ou um de um novo JRE (cada vez mais lento) para que a sua aplicação possa evoluir.

    Não conhecendo com muita experiência as suites de produtividade (editores de texto, folhas de calculo, clientes de email que não seja o Office) a verdade é que o as soluções que a microsoft tem são muito boas. Independentemente do custo! Ainda para mais se for numa grande organização com o 365 e cloud e ….

    Para terem uma ideia: o SAP é dos ERPs mais usado em todo o mundo. O Cliente para JAVA é MAU. Tão mau, que colegas que usam macs, têm uma instalação do windows apenas para trabalhar com o SAP!

    E não ter este tipo de ferramentas acessíveis ou ter estas ferramentas com qualidade duvidosa, reflecte-se e muito na produtividade de cada um. Tentem comer esparguete apenas com uma colher… É possível, mas muito mais fácil e rápido com um garfo!

    • Cortano says:

      ” e Apple para processamento de multimédia.” já foi mais e este mercado está a mudar porque a Apple não lança hardware profissional de jeito há uns 3 ou 4 anos.

  26. Brucetuga says:

    Miguel Cardoso, estou de acordo. O comum dos mortais tem em casa um pc com Windows. É muito mais fácil colocá-lo a trabalhar num posto que lhe seja familiar. E com certeza que se vai desenrascar mais rápido e fazer o trabalho que lhe compete.
    Se estivermos a falar em componente puramente on-line, um linux bem configurado serve perfeitamente porque o utilizador final apenas vai carregar num icon familiar: firefox, chrome, etc.
    No caso de ser um utilizador avançado ou técnico um linux irá servir como aprendizagem e desafio. O mesmo posso dizer de uma vulgar linha de comandos DOS que agora tanta gente desconhece e é uma ferramenta que acompanhou a evolução do WIndows.
    Também não podemos esquecer que o linux bem configurado como server, em determinados serviços, bate um server Windows a léguas. No entanto, o contrário também se aplica. É uma questão de escolha adaptada aos serviços a executar.
    No final de contas, a decisão de erradicar um sistema Linux por um Windows não me parece sensato. Tal como não foi a mudança radical de Windows para Linux. Seria melhor, a meu ver, um compromisso entre os dois mundos.

    • Pérolas says:

      MSDOS…bons tempos… Nessa altura isto era giro 😀

    • Miguel Cardoso says:

      Subscrevo. Quando mencionei a componente Linux referia-me à de Workstation, claramente que a implementação de Linux em servidores “chave” é uma mais valia. Eu próprio tenho vários servidores implementados, desde WebServers, Aplicacionais ou simplesmente a fazer de appliance, em Linux, e funcionam perfeitamente, sem quaisquer problemas, e em grande parte (não digam a ninguém…) sem qualquer necessidade de manutenção, já para não falar a poupança em licenciamento, especialmente depois da Microsoft ter mudado as regras do “jogo” com Win2016 e fazer pagar ao core =)

      Lá está, soluções hibridas de modo a aumentar a produtividade, a capacidade de resposta e a evolução tecnológica é a solução, atenção que isto é a minha opinião….conheço muito bom IT que prefere continuar “preso a outras ideias”….

  27. Carlos says:

    Onde está “A culpa deste falhanço e regresso ao Windows é do SO em si.” tem um erro, falta um NÃO: A culpa deste falhanço e regresso ao Windows NÃO é do SO em si.

  28. Gustavo Garcia says:

    É o valor de uma decisão política patrocinada pelo lobbying e pela possibilidade de levar as instalções principais da Microsoft para a cidade. No que concerne ao acerto técnico ou económico da medida, é uma estupidez. Aliás, nada que surpreenda em decisões de políticos quando existem questões técnicas de informática envolvidas. Basta ver o histórico…

  29. Luiz says:

    Já tentei várias vezes fazer a migração para Linux, porém as opções opensource não tem a mesma qualidade que as proprietárias. Exemplos: FL studio, soundforge entre outros. Há o lmms é o Audacity mas a forma de trabalhar é mais complicada. Ou seja, para áudio e vídeo até pode haver alternativas e não digo que não mas não tem muito workflow.

  30. Nilson says:

    Every day a new app runs at browser VM.. At this moment this looks another bad decition… Exactly like the first…

  31. Zemac says:

    É claro que a decisão principal é politica (Microsoft com sede em Munique, se …) . A estabilidade do Windows é treta, quem dá apoio a empresas sabe que agora o windows 10 faz updates quando quer e o que deixar de funcionar … que se lixe. Tenho tido alguns petiscos ultimamente, e a prova dos nove é a virtualização de servidores e PC’s – o VMWare está meses sem ser desligado, o Server 2012 volta não volta precisa de um reboot, e o servidor PHC + SQL é dia sim dia não … felizmente como são máquinas virtuais não afectam os outros que continuam a trabalhar.
    Finalmente a questão da simplicidade para o utilizador : qual a percentagem de Windows nos dispositivos que são utilizados massivamente como telemóveis e Pad’s ?
    E porquê a paranóia da MS com a cloud ? será porque 80% das receitas este ano são nessa área ?

    • Cortano says:

      “quem dá apoio a empresas sabe que agora o windows 10 faz updates quando quer e o que deixar de funcionar … que se lixe. Tenho tido alguns petiscos ultimamente, e a prova dos nove é a virtualização de servidores e PC’s ”
      Os teus clientes são quem? A mercearia da esquina? A empresa de contabilidade do amigo?
      Os servidores que referes sao o quê? Uma NAS de 4 baias?

      • Cupertino says:

        Sim, devem ser esses que usam VMware, VDI, etc. e num NAS de 4 baias é costume instalar-se o SQL Server … para comentários desses é melhor estares calado ! (ou tirares as palas).

        • Cortano says:

          Devias era escrever isso ao Zemac porque, a mim parece-me que ele fala de coisas que nem sequer faz.
          O meu foi em tom provocativo, se não percebeste, se calhar tens de abrir a porta ao cérebro.

          Se tu soubesses então da poda, irias-te rir logo quando ele diz “dou apoio a empresas sabe que agora o windows 10 faz updates quando quer e o que deixar de funcionar ”
          Se quisesses mesmo chamar de ignorante a alguém, começavas logo por aqui, já que isto é tanga, e só quem não conhece uma infraestrutura de IT empresarial e que diz estas coisas que só se aplicam ao Windows que temos em casa. 😉

    • Rui says:

      Deixe que lhe diga que tem de ir à Bruxa! Já utilizo SO da Microsoft desde o NT 4.0 (versões para servidor) , o server 2003 x32, 2008, 2012, e até já tenho uma máquina à meses a funcionar com o Server 2016 Standard e sem falhas!
      Referiu o VMWare…… instalado sobre uma máquina linux? Ou no windows server?

    • Miguel Cardoso says:

      Hahaha….sem dúvida o comentário mais delicioso que aqui está, a prova errática do “eu quero dar a entender que sei o que estou a falar”.
      Zemac, eu nem queria comentar, e certamente vais-me perdoar a minha intrusão, mas claramente, já dizia a minha Avózinha, “percebes tanto disto como eu de lagares de azeite”:

      1 – Sim, o Windows 10 “by default” faz isto, faz ligações p2p ou de proxy para a partilha de Updates. Isto é uma “feature”, que pode ou não ser desativada dependendo da infraestrutura do cliente. Ora vejamos, se um cliente não tem um servidor de WSUS, se calhar até é vantajoso ter esta funcionalidade atividade, eu aconselharia sempre a desativar o proxy para externo mas para interno imagina a quantidade de largura de banda que não poupas? 100 Máquina a ir à net buscar updates não é o mesmo que 10, correto? Mas de qualquer das maneiras se te serve de consolo existe GPO’s para desativar esta funcionalidade.
      2 – Comparar um hypervisor com um Sistema Operativo de servidor com uma aplicação de servidor? A sério….? Vmware e Windows 2012? A sério…? E que tal Vmware e Hyper-V…talvez cheguemos lá….
      3 – A nível corporativo, e para grande tristeza de muitos, o BYOD ainda não é muito aderido em Portugal, pelo que a pergunta que deverias fazer será: “Qual é o SO mais utilizado em dispositivos corporativos?”. A resposta é simples, Windows!
      4 – A paranoia da Cloud é uma moda que ajuda a consumir menos recursos in-house, se estiveres envolvido em projectos de Datacenter saberás que a simples fatura da eletricidade para um servidor Exchange standalone, paga 50 contas Office 365 Business Premium, já para não falar da despesa de licenciamento. Mas sim, nisso tens razão, a MS tem lucrado muito com isso, assim como a Amazon também.

  32. Arkan says:

    ta mais que certa, pseudo os, nao tem nada de util, LInuXO!!!

  33. #Fernando says:

    Lá vai a noticia do S8 com linux ser posta de lado 🙂

    • Vítor M. says:

      S8? Note8 e está online.

    • Pérolas says:

      hummmm… com previsões deste tipo veem-me à lembrança uma passagem da história, na antiguidade grega, em que um rei foi consultar um oráculo e perguntou se fosse para a guerra contra uma nação inimiga se iria ganhar. O oráculo respondeu que, se as 2 nações fossem para a guerra uma delas iria desaparecer. Ora, o rei, convicto do seu poderio militar foi para a guerra e a sua nação acabou por desaparecer!

      • Pérolas says:

        Escusado será dizer que, toda esta história do “muniquegate” poder ter um resultado bem negativo para a m$ e a “emenda pode ser bem pior que o soneto”….

  34. Al CiD says:

    Um bom produto fala por si!
    Não precisa de lobbyismo nem de ameaças … não só em Munique
    http://www.computerweekly.com/news/2240234078/Government-open-standards-the-curious-case-of-Microsoft-and-the-minister

  35. Pérolas says:

    Há algo que devo partilhar. Na”calle” (rua) ouvi dizer mas não acredito: 1º De forma a dignificar o jornalismo a o título desta notícia deveria ser “Micro$oft instala-se em Munique e Munique vai abandonar o Linux e adotar o Windows 10”, 2º Em vez de se chamar ao caso “Muniquegate” deveria chamar-se “Muniquegates” (topam???).

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