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20 distribuições Linux para computadores fraquinhos (Parte 2)


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

Destaques PPLWARE

  1. Marco Pinho says:

    Para um Asus eeEpc 1000H o que recomendam?

    • arc says:

      Eu recomendaria a distribuição de Linux AntiX.
      Mas cada um sabe qual a melhor opção para os seus afazeres.

    • Paulo says:

      Estou neste momento a escrever num EeePC 1000HE (2GB de RAM) com o Linux Mint 19 Xfce e posso dizer que a sua performance é bastante aceitável 🙂

      • arc says:

        Certamente que sim. E ainda pode ficar mais fluido, se forem excluídos serviços em execução em background que não sejam necessários, remoção de aplicações não necessárias para o uso diáŕio, alternativa mais leves em termos de recursos a aplicações previamente instaladas, etc., etc., melhorando ainda mais a performance global.

  2. arc says:

    Para “fraquinhos”, ou para quem deseja leveza.

  3. Asdrubal says:

    Já cheguei a experimentar esse TinyCore a partir de um CD quando o disco de um pc antigo foi à vida. Muito bom!
    Creio que deve ter havido aqui na pplware a sua sugestão.

  4. nimboos says:

    Os links para download do Tiny Core não são os mais recentes. Entretanto já saiu a versão 9.

  5. Daniel says:

    SliTaz é uma das minhas preferidas no quesito leveza.

  6. Danilo says:

    Muito bom, haverá uma parte 3?

  7. XJarreta says:

    Estou testando o MX Linux e até agora estou satisfeito.
    Esta distro possui ferramenta de backup que indica a possibilidade de criar uma live personalizada.
    Também é rápida e o design é funcional (XFCE)
    Rodando em um Celeron com 2GB de Ram.

  8. Douglas Ferreita says:

    “ou podemos experimentá-la através de um software de virtualização”. Eu muitas vezes testo as novas versões do Ubuntu, federa, opensuse, e até o Windows 10 já utilizei no VMWare.

    Não precisa ser necessariamente uma distribuição levinha para rodar na virtualização, basta disponibilizar dois ou tres gigabytes de RAM e praticamente qualquer distribuição já fica com desempenho satisfatório.

  9. Lekko says:

    Para pcs fracos mais vale windows xp, linux nem office tem..serve para nada

    • Calvin says:

      Quem usa office tendo o libreoffice que faz a mesma coisa e mais um pouco?
      Preguiça de ter que re-aprender?
      Só pode, né?

      Obs: Usar Windows XP em 2018 é pedir pra ter problemas. A Microsoft não atualiza mais aquilo… Realmente esse povo do Windows c.a.g.a pra segurança e para privacidade, pra quem usa Windows 10, então imagine…

      • João Marcos says:

        “Quem usa office tendo o libreoffice que faz a mesma coisa e mais um pouco?”
        Até parece, o Office é superior a qualquer suíte de escritório. Recursos de IA que o LibreOffice nem sonha.

        “Preguiça de ter que re-aprender?”
        Não, apenas é pior mesmo. O sistema de ribbons é melhor que uso de menu em cascata. E outra, é a aplicação que deve ser intuitiva ao usuário, não o usuário “tem de aprender”

        “Realmente esse povo do Windows c.a.g.a pra segurança e para privacidade, pra quem usa Windows 10, então imagine…”
        Você queria que a Microsoft mantivesse eternamente suporte ao Windows XP, que foi lançado HÁ tempos, quase ninguém mais tem? Qual distribuição Linux mantém suporte mais longo que isso? O Windows 10 traz bem mais segurança ao usuário que outro sistema Windows e fala isso, sei não hein!?

        E sim, o XP não é adequado no momento, pois é velho, é melhor uma dessas. Mas não venha que o LibreOffice é melhor que o Office, pois é piada.

        • Ruy Acquaviva says:

          Seria ridículo dizer que o Libre Office é melhor que o Microsoft Office na mesma medida que é ridículo dizer o contrário, como você está fazendo. Simplesmente TUDO que se pode fazer com o Microsoft Office pode ser feito com o Libre Office. Se você gosta mais dos menuzinhos daquele jeito e não do outro é uma questão de preferência pessoal. O que é mais intuitivo para um é menos intuitivo para outro. Já ví muitas pessoas reclamando do menu Ribbon. Você gosta, mas isso não quer dizer que todos acham o mesmo.
          Tudo bem defender seu sistema preferido, mas dizer que um sistema velho, inchado e sem atualizações é melhor que um sistema enxuto e atualizado é algo que não faz nenhum sentido.

          • João Marcos says:

            “Tudo bem defender seu sistema preferido, mas dizer que um sistema velho, inchado e sem atualizações é melhor que um sistema enxuto e atualizado é algo que não faz nenhum sentido.”

            Onde disse isso? Disse o contrário:
            “E sim, o XP não é adequado no momento, pois é velho, é melhor uma dessas. Mas não venha que o LibreOffice é melhor que o Office, pois é piada.”

            Não, não é somente pelo ribbon, que é melhor no geral. O LibreOffice não chega perto do Office em recursos. Basta olhar o que é entregue mês a mês, compartilhamento, trabalho em equipe… Libre Office é nada (já que quer exagerar, dizendo que são a mesma coisa) perto do Office.

            https://www.microsoft.com/pt-br/microsoft-365/blog/2018/05/31/new-to-microsoft-365-in-may-empowering-and-securing-users/

            https://www.microsoft.com/pt-br/microsoft-365/blog/2018/05/16/reimagine-accessibility-and-foster-inclusion-in-the-modern-workplace/

          • Ruy Acquaviva says:

            Duvido que você use todos os recursos disponíveis no Libre Office.
            É natural que o Microsoft Office tenha mais recursos que o Libre Office, afinal eles precisam justificar o preço que você paga. Mas o fato é que a maioria desses “diferenciais” não é útil para a maioria dos usuários.
            Eu faço tudo o que preciso com o Libre Office e os recursos a mais que o Microsoft Office tem para mim são apenas uma perfumaria inútil.
            Você usa? Bom para você, mas não coloque isso como regra geral porque não é. Melhor ou pior depende do uso. Para mim melhor é o software que me atende e que tem o menor custo. Para você um recurso que para mim é puramente cosmético pode ser útil ou até mesmo essencial.
            Outro ponto que eu queria comentar é que o Windows XP não é software livre nem freeware e a Microsoft não vende mais esse sistema, portanto a única forma de obtê-lo legalmente é comprando uma cópia legítima (não OEM, pois o OEM é vinculado ao hardware) de um outro usuário. Cópias piratas existem, mas a pirataria não é uma prática que se apresente como solução. Então não há porque contrapor os sistemas operacionais apresentados nesta matéria com o Windows XP.

          • João Marcos says:

            Eh, como já imaginava, partiu agora para o “mas veja bem, a maioria dos usuários não usam tais ferramentas…”. Não me diga? Isso é o que faz algo completo ou algo geral (assim como o Windows), ter funcionalidades para TODOS (e LOGICAMENTE, a maioria não usará nem 1/3 das ferramentas). E NÃO há NENHUMA suíte de escritório que chegue próximo ao Office. FIM. O resto é desculpa esfarrada.

            Antes o LibreOffice era pau a pau, nem melhor nem pior, e agora é “veja bem, o Office é pago”. Ué!?

            E, mais, no caso mostrado, foi ferramentas de ACESSIBILIDADE. É firula também? Ok, então, né!? Poder compartilhar, TRABALHAR EM EQUIPE, algo batsante usual hoje em dia é firula também? Office está à frente de qualquer suíte de escritório. O LibreOffice já deve até ter perdido para o G Suite, ao menos em popularidade.

            Não venha com preferência, pois não é isso que está sendo debatido, e sim funcionalidades. O Office é melhor. Se você quiser usar uma solução gratuita (que é pior), ok. Ninguém liga. Mas não venha dizer que é a mesma coisa. E outra, há tantas formas de ter o Office de forma legal (e não só pagando).

            “Outro ponto que eu queria comentar é que o Windows XP não é software livre nem freeware e a Microsoft não vende mais esse sistema”
            Isso todo mundo sabe.

            “Então não há porque contrapor os sistemas operacionais apresentados nesta matéria com o Windows XP.”
            Qual parte você não entendeu que falei o contrário? Se se refere ao primeiro comentário, perceba que o autor dele não fui eu. Então, menos entuasiamos na hora de responder e prestar atenção.

          • Ruy Acquaviva says:

            [Eh, como já imaginava, partiu agora para o “mas veja bem, a maioria dos usuários não usam tais ferramentas…”.]

            Quando certas pessoas ficam sem resposta para um argumento em vez de reconhecer usam o expediente de dizer que o argumento não é válido. Ora, você não responde ao argumento. Ter um monte de recursos cosméticos não torna mais completo, apenas mais inchado. Por que eu iria valorizar recursos desnecessários que eu não uso e nunca irei necessitar? Prefiro valorizar o melhor funcioneamento dos recursos que eu preciso. Se você tem opinião diferente defenda a perfumaria inútil que você valoriza, mas dizer que meu argumento não é válido porque você acha que não é apenas denota falta de um contra argumento pertinente.

            [Antes o LibreOffice era pau a pau, nem melhor nem pior, e agora é “veja bem, o Office é pago”. Ué!?]

            Outro recurso retórico de quem não tem argumentos é colocar palavras na boca dos outros. Eu acho o Libre Office pau a pau com o Microsoft Office porque a perfumaria do Office não me serve e eu não conto ponto positivo por isso. Se eu prefiro um perfume porque o cheiro é melhor, não vou escolher outro mais fedido porque ele tem um frasco mais enfrescado ou uma embalagem enfeitada porque são aspectos INÚTEIS para o produto.
            O que fica é que você não tem argumento para rebater o fato de que o Libre Office faz tudo o que o Microsoft Office faz e ainda por cima não tem custo, portanto a sua relação custo/benefício é bem melhor. A seguir você vai tentar dizer que relação custo/benefício não importa, mas é um dos principais aspectos para se avaliar qualquer produto quer você queira reconhecer ou não.

            [ACESSIBILIDADE. É firula também? Ok, então, né!? Poder compartilhar, TRABALHAR EM EQUIPE, algo batsante usual hoje em dia é firula também?]

            Acessibilidade é imprtante para quem tem necessidade do recurso. Por que eu vou usar um produto que tem um recurso para cegos se eu não sou cego. O Libre Office tem recursos de acessibilidade também, o que mostra que eles tem o valor moral de se preocupar com pessoas que precisam deles, mas eu não os considero como diferencial para mim porque não os uso, portanto nem ao menos posso avaliar esses recursos. O mesmo se aplica a trabalho em equipe. Uso outras ferramentas para trabalho em equipe, que me atendem muito bem, não tenho necessidade ou interesse em usar os recursos do Microsoft Office, por que então devo considerá-lo melhor?

            [Não venha com preferência, pois não é isso que está sendo debatido, e sim funcionalidades.]

            De novo você quer desmerecer os argumentos que não consegue responder e restringir apenas aos argumentos que tem a apresentar, ou seja, uma contagem quantitativa do número de funcionalidades sem considerar o aspecto qualitativo. Isso serve para um vendedor enganar um comprador trouxa, não para mim que me interesso em usar um produto de qualidade, que me atenda e pelo menor valor possível.

            [O Office é melhor. Se você quiser usar uma solução gratuita (que é pior), ok. Ninguém liga. Mas não venha dizer que é a mesma coisa.]

            O Microsoft Office é igual. Se você quiser usar uma solução paga (e pior), ok. Ninguém liga. Mas não venha me dizer que é mehor.
            Viu, eu posso usar as mesmas afirmações que você usa. Sua falácia é desenvolver um argumento circular a partir de uma afirmação sua e em seguida apresentar esse argumento para concluir aquilo que afirmou de início. Isso é argumento circular, uma faláciua comumente usada como recurso retórico vazio.

            [E outra, há tantas formas de ter o Office de forma legal (e não só pagando)]

            Para estudantes, professores e alguns outros grupos restritos existem alguns programas da Microsoft, para o usuário em geral só pagando, seja o preço de venda ou o valor mensal do Office 365. Você está apresentando uma alternativa restrita para justificar um argumento generalizado. Outra falácia.

            [“Outro ponto que eu queria comentar é que o Windows XP não é software livre nem freeware e a Microsoft não vende mais esse sistema”
            Isso todo mundo sabe.]

            Você parece não saber, senão não teria colocado seu comentário inicial.

            [“Então não há porque contrapor os sistemas operacionais apresentados nesta matéria com o Windows XP.”
            Qual parte você não entendeu que falei o contrário? Se se refere ao primeiro comentário, perceba que o autor dele não fui eu. Então, menos entuasiamos na hora de responder e prestar atenção.]

            Eu entendi bem, você é que não entendeu que eu me referi ao comentário do Lekko, que iniciou este debate. Se não me fiz entender direito me desculpe e complemento

            “E a respeito do comentário inicial desta sequência de respostas, acredito que os argumentos que eu apresentei aqui também levam à conclusão que não há porque contrapor os sistemas operacionais apresentados nesta matéria com o Windows XP.”

            Acho que agora fica mais fácil de interpretar o texto.

          • arc says:

            Vejamos…

            @Ruy Acquaviva, dixit

            “Ter um monte de recursos cosméticos não torna mais completo, apenas mais inchado. Por que eu iria valorizar recursos desnecessários que eu não uso e nunca irei necessitar? Prefiro valorizar o melhor funcioneamento dos recursos que eu preciso.”

            Este conceito/ideia apresentado pelo Ruy, deveria ser a prática para qualquer tipo de aplicação existente a ser instalada numa qualquer distribuição de Linux.
            A NÃO valorização de perfumarias, as quais em nada contribuem para o correto workflow, são de excluir sempre que possível.
            Um exemplo tipico, e para a grande maioria de trabalhos generalistas em formato texto, o Abiword, serve de forma perfeita.

            (Fica para quiser, nos tempos livres, descobrir as potencilidades do Abiword).
            Contudo o LibreOffice, é a opção mais assertiva, como suíte de produtividade, para todos que necessitam de uma maior margem de manobra e de apresentação de trabalhos com um formato bem mais consistente.
            Excluindo isto, só mesmo LaTeX, para todo o tipo de trabalhos, incluindo ainda todos os preceitos de trabalhos a nível acadêmico. E neste quesito, ainda está para nascer, alguma aplicação, que lhe faça frente.
            Lyx, como alguns mais entendidos, devem saber, é um frontend para o LaTeX (experimentem, que vale a pena).

            E poderia, continuar a concordar com as ideias apresentadas pelo @Ruy Acquaviva, o qual no meu entendimento, tem uma visão correta da situação.

            Poderia, até mesmo extrapolar, para todo o tipo de aplicação existente e potencialmente instalavel numa qualquer distribuição de Linux, deveremos sempre utilizar, as aplicações de acordo com as nossas necessidades do momento e para os fins em causa.
            Nada de entupir o sistema, com perfumarias, drogarias, e jardins perfumados, que somente colocam em causa a integridade do sistema (devido a potenciais bugs, por exemplo), sobrecarga para o SO na sua globalidade (escusao de falar em RAM e no seu consumo, visto que no meu entendimento o uso que deve dar à RAM é para outras finalidades).

            Assim o sistema instalado, deve ser o mais clean POSSÍVEL e sempre ATENDENDO às necessidades do utilizador e NUNCA ao que as distribuição de Linux, nos querem “IMPOR”!

            Neste particular, e como utilizador de Debian Linux e Arch Linux, contudo certamente existem outras distribuiçoes, estas permitem a construção quase do zero, do SO para o utilizador, é preciso é SABER, como fazer!

            Aí fica ao critério do utilizador, moldar o SO de acordo com as suas necessidades, preferencias e gosto. Sendo esta uma das vantagens de ser utilizar, uma qualquer distribuição de Linux.

            Quanto ao resto do texto, nem merece a pena comentar!

            @ Ruy, obrigado pelo seu ponto de vista.

            Divirta-se!

          • Ruy Acquaviva says:

            [Este conceito/ideia apresentado pelo Ruy, deveria ser a prática para qualquer tipo de aplicação existente a ser instalada numa qualquer distribuição de Linux.
            A NÃO valorização de perfumarias, as quais em nada contribuem para o correto workflow, são de excluir sempre que possível.
            Um exemplo tipico, e para a grande maioria de trabalhos generalistas em formato texto, o Abiword, serve de forma perfeita.]

            Ora, se você pode dizer que ao falar de recursos inúteis estou proclamando que um software sem recursos é a mesma coisa e então vamos tirar tudo, eu posso fazer o contrário e dizer que você propõe que quanto mais recursos melhor, então vamos colocar todas as funções do sistema operacional e dos outros programas no Office. Para quê Windows? Para que editor de imagem, de vídeo, compiladores, browser, etc? Bobagem, ó Office pode fazer tudo, aí sim fica bom para você.
            Esse é outro exemplo de falácia utilizada como recurso retórico vazio de quem não tem argumentos.

            [Quanto ao resto do texto, nem merece a pena comentar!]

            Traduzindo: “quanto ao resto, eu não tenho argumentos a apresentar, então teria que usar o mesmo expediente retórico acvima e ficaria repetitivo, então é melhor fingir que não respondo nada por desdenhar, não por não ter resposta.”

            [@ Ruy, obrigado pelo seu ponto de vista.]

            Fingindo-se de irônico para sair por cima. Não precisa amigo, dê a palavra final você, afinal parece que você precisa disso.

            [Divirta-se!]

            Estou me divertindo, você não?

          • arc says:

            [Este conceito/ideia apresentado pelo Ruy, deveria ser a prática para qualquer tipo de aplicação existente a ser instalada numa qualquer distribuição de Linux.
            A NÃO valorização de perfumarias, as quais em nada contribuem para o correto workflow, são de excluir sempre que possível.
            Um exemplo tipico, e para a grande maioria de trabalhos generalistas em formato texto, o Abiword, serve de forma perfeita.]

            Eu acho, que não falamos o mesmo IDIOMA!

            “Ora, se você pode dizer que ao falar de recursos inúteis estou proclamando que um software sem recursos é a mesma coisa e então vamos tirar tudo, eu posso fazer o contrário e dizer que você propõe que quanto mais recursos melhor, então vamos colocar todas as funções do sistema operacional e dos outros programas no Office. Para quê Windows? Para que editor de imagem, de vídeo, compiladores, browser, etc? Bobagem, ó Office pode fazer tudo, aí sim fica bom para você.
            Esse é outro exemplo de falácia utilizada como recurso retórico vazio de quem não tem argumentos.”

            Voce leu bem o que eu escrevi???

            [Quanto ao resto do texto, nem merece a pena comentar!]

            “Traduzindo: “quanto ao resto, eu não tenho argumentos a apresentar, então teria que usar o mesmo expediente retórico acvima e ficaria repetitivo, então é melhor fingir que não respondo nada por desdenhar, não por não ter resposta.”

            Não merece comentar, porque estou de acordo!!!!!!

            [@ Ruy, obrigado pelo seu ponto de vista.]

            “Fingindo-se de irônico para sair por cima. Não precisa amigo, dê a palavra final você, afinal parece que você precisa disso.
            [Divirta-se!]”

            Irra, não estou a ser IRONICO, e quando o quiser ser, SEREI, o que NÂO é o caso.

            “Estou me divertindo, você não?”

            Meu caro, eu estou sempre em diversao, caso não saiba!

            Passar bem.

    • ademirt says:

      O win 95 também ainda é muito útil e é melhor que o XP.

    • Ruy Acquaviva says:

      O Windows XP não é um sistema para microcomputadores limitados, é um sistema velho, obsoleto e sem manutenção.
      Em contraste os sistemas apresentados nesta série são sistemas atualizados, alguns com novas versões lançadas muito recentemente e todos com atualizações de segurança frequentes. São sistemas enxutos, não sistemas velhos.
      É como se estivéssemos discutindo sobre carros para uso urbano, pequenos, econômicos porém novos e modernos e você comparasse com um carro velho pensando que é só uma questão de preço.

  10. Hugo Costa says:

    Alguém sabe o modelo do portátil da imagem?
    Parece ser bastante bonito esse prateado?

  11. sidewinder says:

    Para um toshiba nb200 o que me aconselham?

  12. pia says:

    Quais as fontes? Tá com cara de matéria copiada.

  13. Luisa says:

    Alguém sabe qual melhor distro para um i9-7900x 128 GB de RAM GTX1090 Ti?

  14. José belo says:

    Olá.
    E como instalo uma qq distribuição Linux?
    A pergunta é infantil mas não tenho grandes conhecimentos e tenho mais que uma “máquina” das velhinhas mas que julgo ser possível usar.

    OBRIGADO

    • nitrofurano says:

      não falta informação online – o que posso adiantar é que, em regra geral nos dias de hoje, é muito mais fácil instalar uma distribuiçãod de GNU/Linux do que qualquer versão de windoze

  15. Ruy Acquaviva says:

    Um amigo tinha um netbook EEEPC de primeira geração, com 256 MB de RAM e SSD de 3 GB, que não conseguia usar para nada e estava quase jogando fora o equipamento quando eu instalei uma cópia do Tiny Core linux.
    Hoje ele usa o equipamento para anotações em campo (é engenheiro civil) dando nova vida a um equipamento que imaginava estar absolutamente sem condições de nenhum uso prático.
    É por fatos como esse que eu sou fascinado por essas distribuições minimalistas.

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