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Análise Beyond: Two Souls (Playstation 3)

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Paulo Silva


  1. Rochita says:

    Excelente jogo, não tenho playstation mas vi toda a campanha por videos do youtube (sim parece triste), mas no fundo isto não passa dum filme interativo com melhor história que qualquer filme. Pelo que vi pareceu que de jogabilidade havia pouco mas não dá para perceber.

  2. Marcos Santos says:

    Engraçado, eu ainda não joguei, mas como é que um jogo destes recebe baixas reviews em quase toda e impressa internacional, com 71 no metacritic e no pplware sai um 9.2 🙂

    • Marcos Santos says:

      Atenção, quando falo em baixas reviews, são reviews abaixo de 8, e muito a quem do uncharted ou last of us.

      • Paulo Silva says:

        Chegaste a jogar o jogo???
        Tenho de reconhecer que um jogo deste tipo acaba por estar algo sujeito a análise um pouco subjectiva dado o facto de acima de tudo ser uma experiência interactiva. No entanto, se o analisarmos nesse prisma, chegamos à conclusão que o jogo está muito bem criado, mas mesmo muito bem idealizado.
        Por exemplo, a história que nos é contada com avanços e recuos constantes no tempo, apresenta uma grande coerência, não havendo saltos cegos. Existe uma sensação de continuidade.
        Outro exemplo. A caracterização (psicológica) das personagens, encontra-se brutal. Há filmes que não conseguem um grau tão grande de profundidade na criação dos seus personagens. Conforme menciono no final, Jodie é uma menina/adolescente que … deixa saudades.

        No entanto, tenho de dar o braço a torcer e admitir também que para jogadores que gostem mais de acção e de uma liberdade maior então o jogo é limitado e limitativo.

        No entanto acredito que analisar este jogo meramente por esses aspectos é … minimalista.

        Mas a minha análise e a do Joel foram certamente no sentido de que este jogo, não tem como objectivo o de ser um simples jogo, mas sim uma história onde nós interagimos física e psicologicamente.

      • Joel Caetano says:

        Estas diferenças de pontuação já tem a ver com o que cada pessoa acha do jogo.
        Este tipo de jogos pode ser amado por uns e amado por outros por ser um jogo mais focado na história e menos na jogabilidade.
        Este jogo para mim está quase perfeito, para outros pode não prestar.

  3. Luís says:

    Olá a toda a staff que faz deste site, o pplware, um site magnífico, muito intuitivo, construtivo e porém informativo.

    Sendo este o jogo que terminei de passar hoje, levou-me a fazer uma breve pesquisa na net acerca dele como das suas personagens, até que encontrei este artigo a falar sobre ele e não pode deixar de ser indiferente e deixar aqui o meu comentário.

    Não sendo um gamer, viciado, eu já andava algum tempo a “namorar” este jogo, não só por ter ficticiamente uma actriz que admiro muito, a Ellen Page, mas também por ser da Quantic Dream produtora do Heavy Rain. Antes de pesquisar alguma coisa do Beyond, eu já sabia o que me poderia esperar, visto que no ano passado, salvo erro, apostei no Heavy Rain, um jogo que me trouxe uma nova experiência de jogabilidade, e, ao contrário dos meus amigos que têm uma ps, eu adorei o jogo, por ser diferente. Não é do tipo daqueles que estamos habituados a que todos os anos entram por nossa casa dentro, em que basicamente há umas missões, uns “pequenos” objectivos e o resto é o dinâmico do jogador. Tanto no Beyong como no Heavy, não nos damos conta de tanta dinâmica, porque o jogo prende-se mais à história, e quem estiver habituado a pegar num comando e “marcar uns golos”, ou “dar uns tiros”, este tipo de jogos, torna-se estranho e porém seca, por ser muito parado, a ver-mos o que acontece na história do jogo. Mas eu adorei esse aspecto, acho deveras muito interessante uma boa história, acho muito bom ter que pensar no que poderá acontecer se escolher X ou Y; e pessoalmente, adorei o Beyond porque até ao final, não consegui prever o que poderia acontecer, até mesmo nas scenes do final do jogo, foi tudo uma surpresa para mim. Por isso, pessoas que gostem de uma boa história, eu aconselho tanto o Heavy Rain como o Beyond: Two Souls, frisando que o Beyond tem um pouco mais de acção que o Heavy, mas mesmo assim, supera este mesmo, não por uma margem considerável, mas eu gostem mais do Beyond.

    É uma boa compra, mas esqueçam andarem aos tiros sem mais nada que fazer porque aqui? Aqui tem uma linha de história que vos vai deixar fascinados.

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