PplWare Mobile

Sondagem: Qual a sua opinião sobre as criptomoedas?

Outras sondagens já realizadas


Marisa Pinto

Editora no Pplware e psicóloga de profissão. Desde cedo que a tecnologia é uma paixão, interessando-se em particular com o impacto que esta tem na nossa vida e nos comportamentos que as pessoas adotam nas redes sociais.

Destaques PPLWARE

29 Respostas

  1. NN says:

    Os beneficios do blockchain, e a rastreabilidade da moeda faz com que muitos governos e empresas não queiram que seja massificado e substituto da moeda local. Por razões muito obvias.
    As criptomoedas são e sempre serão como 2a moeda. Basicamente, é como existe as Notas e Moedas.
    As superpotências mundiais, não vão querer que se saiba para onde vai o dinheiro.

  2. R says:

    A minha opiniao sobre esta tecnologia, é que isto é o futuro.é uma inovacao muito boa e que pode ser aplicada a muitos servicos e sectores, publicos e privados. Vai(comeca) ja revolucionar a maneira como a banca funciona, a maneira como fazemos compras e/ou enviamos pagamentos. Permite com que os nossos dados bancarios fiquem mais seguros. Permite com que qualquer transacao nao possa ser alterada…. Permite com que paises onde a internet/informacao é controlada, seja acessivel a todos. Permite às pessoas de paises com governos instaveis e corruptos mantenham o seu dinheiro seguro.
    enfim. Usem a vossa imaginacao… talvez seja o mesmo que ha uns anos, quando surgiu a internet, pensar para o que poderia ser util. Na altura nem se imaginava o que hj podemos fazer, e o quao nos facilita a vida.

    Ainda assim, acho que apesar de toda a potencialidade, é uma tecnologia muito recente, com muito caminho para andar, e com falta da adopcao de massas. Muitos protocolos teem de ser melhorados. A seguranca/complexidade das wallets/carteiras tem de ser melhorada para haver uma melhor e mais facil utilizacao por parte do utilizador final.
    Quanto á parte do investimento… tenham atencao e cuidado com os sites e exchange que usam. Tenham cuidado com as moedas/projectos que investem. Leiam, Procurem, Informem-se!

  3. Cortano says:

    Eu acho que mais cedo ou mais tarde o mercado tem de ser regulado.
    Agora até a Venezuela lança criptomoedas… quer dizer…

    • R says:

      sim, tb acho que tem de ser regulado… mas até certo ponto.
      acho que deve ser regulado de maneira a cada empresa/pessoa que lanca uma nova moeda ou projecto nao fuja com o dinheiro… uma especie de kickstarter, que ao mesmo tempo proteja o investimento das pessoas. Mas que nao seja controlado por governos nem bancos!

      • GM says:

        Desculpe a observação, mas na génese da criptomoeda, o “dinheiro” não é a própria criptomoeda? Se é para conversão com a actual unidade monetária, deixe-se estar como está.

    • R says:

      o que tem a Venezuela lancar a moeda deles?

      • Cortano says:

        O que tem é que a partir do momento que qualquer um pode lançar moedas, indexadas a “nada”… é sinal que como está hoje é demasiado perigoso.

        • R says:

          certo. fica baseado apenas em especulacao…. e para isso sim, tem de haver alguma regulamentacao para pelo menos verificar a veracidade dos projectos… outra coisa é que quanto mais pessoas aderirem a estes investimentos, mais estaval fica.
          quanto a este moeda especifica, posso estar enganado, mas li algures que a ideia deles eraindexar o valor da moeda ao valor do petroleo, uma vez que eles sao grandes produteres disso.

        • Alvaro Campos says:

          A moeda da Venezuela, a Petro, está indexada ao valor do petróleo Venezuelano o que, de certa forma, a torna um pouco diferente pois está indexada a algo.
          Ver mais em https://en.wikipedia.org/wiki/Petro_(cryptocurrency), logo no 1º parágrafo.

          • Cortano says:

            Sim, teoricamente sim, mas a entidade que a esta a emitir é a mesma que tem uma moeda física que vale zero (o papel onde é impressa é mais caro que o valor da moeda em si).
            Portanto, apesar de estar indexada ao petroleo, na prática,,, vale zero porque ninguém confia na entidade que a lançou.

    • arc says:

      Precisamente, REGULAÇÃO, é o que deve ser implementado no menor espaço.
      As moedas crypto, já são mais que os pobres neste país! Ops Portugal, acho que tem o CryptoEscudo e o AppCoin (do Paulo Trezentos e Ca.) e qualquer dia é a pplwarecrypto!!!
      Isto vai derrapar…ai vai vai mesmo…

      • R says:

        nao ha problema em haver muitas moedas… é como lojas de roupa…. podem haver mil. nos vamos as que gostamos mais, ou que teem o produto que nos interessa… as que nao teem clientes desaparecem. Cada um é livre de criar o que quiser. Acho que a regulamentacao deve apenas certificar que o producto existe bem como os developers. Ao mesmo tempo, quem se mete em investimentos nao deve ir ás cegas. deve ter nocao de onde se está a meter, dos riscos e dos locais onde investe/guarda as moedas.

      • Manuel says:

        Nao duvido que é o futuro, quando a humanidade colonizar planetas em que irao existir trocas comerciais em que não existira nada indexado a nada e a moeda ira se chamar “kredito”.
        Atualmente, estas moedas da para notar que são mais utilizadas por quem quer enriquecer depressa à conta de quem entra. Nao traz nenhuma mais valia a nao ser a oportunidade de ganhos e por isso muita gente atrai, o que favorece quem já tem. Nao estando indexada a nada no atual estado de gestão das moedas no planeta, só vale o esforço para quem quiser especular. Se não for para isso é mais uma moda.
        As criptomoedas chegaram antes do seu tempo.

  4. Dan says:

    Precisa de ser regulado e acabar com a mineração.

    • Bruno Silva says:

      Acabar com a mineração porque? Na mineração é onde consigo meu lucro…

      • Dan says:

        Ainda perguntas porque! Não vou dizer o ganhar dinheiro sem fazer nada, que isso é mais que óbvio, mas a energia que é gasta só para conseguir as meia dúzia de cêntimos, além do disparate que agora as placas gráficas estão a custar por causa disso…

        • R says:

          supply and demand!
          isso da energia é um nao problema a meu ver….
          minerar bitcoin passou a ser o inimigo numero um do planeta?
          ja ninguem quer saber da desflorestacao, das producoes macicas de animais e plantas como oleo de palma, das emissoes de CO2….

  5. Sousa says:

    Só não entendo porque é que não passamos a usar as notas do Monopoly para pagar as coisas…

  6. GM says:

    Para o comentário do Bruno Silva das 16:27 :
    Eu também consigo pôr pão na mesa, mas não é a minerar, é a trabalhar, quando aparece e quando recebo. Quanto à preocupação com o ambiente, é séria, na medida em que cá em casa se poupa tudo e mais alguma coisa, com lâmpadas economizadoras (apesar das LED serem uma farsa no que respeita à durabilidade face à expectativa criada em torno da tecnologia). Ainda respeitante ao tema da energia, parte da que é consumida no período diurno, é “grátis” por causa do fotovoltaico que instalei o ano passado. E o grátis aparece entre aspas porque foi necessário o investimento inicial, que de acordo com as minhas expectativas esteja amortizado em cerca de 8 anos, e daí para a frente é aforrar. Não é muito, mas tem preocupação quer amiental quer económica. Face à duração prevista de 25 anos do colector, e se não houver nenhum azar, posso dizer que é uma boa poupança, modesta mas boa.

    • Bruno Silva says:

      Presumo que você ande de bicicleta ou a pé para não fazer mal para o ambiente também…

      • GM says:

        De bicicleta não ando, por não ter e para as minhas necessidades não cumpriria as funções, até pela cidade onde resido. Mas a pé, tudo o que posso fazer, faço. Poupo combustível, km’s no carro, etc. Mas tenho viatura, duas por sinal. Mas tento o mais possível ter consumos reduzidos, preferencialmente não os ter. Tento, na medida do que me é possível, e tem sido de forma gradual, inclusivé no âmbito profissional, nomeadamente aliás, ser em prol do ambiente (do bom, claro). Portanto, quando se fala, em matéria de criptomoedas, em consumo de energia, independentemente das mais valias que eventualmente possa trazer, se trouxer, fico arrepiado. Deve ser do seu conhecimento que parte da energia eléctrica consumida em Portugal é de fonte não renovável, nas centrais termoelétricas, alimentadas a gás natural e carvão. Parte da renovável provém da energia eólica. E parte, da energia hídrica. Desta, cada vez menos, devido à baixa pluviosidade, para previlegiar a retenção de água para consumo e outras actividades. Portanto, como a renovável ainda não supre as necessidades, a eletricidade terá de provir das centrais termoeléctricas, traduzindo-se em importações.

        • Bruno Silva says:

          isso que estas a dizer é muito bonito na teoria, infelizmente para você e para outros por mais que esforcem nesse sentido a vantagem acaba sendo zero, não é só por ter pessoas como eu que utilizo mais (electricidade) a vários outros pontos sem fim nesse assunto, a única solução seria se a população toda regredisse e voltasse a usar fogão a lenha e luz natural, por que agora em 2018 esquece lá isso…

          • GM says:

            Dá tempo ao tempo. Vais ver se em breve não teremos uma situação semelhante à Cidade do Cabo, na África do Sul. E continua a gastar como se não houvesse amanhã. Boa viagem.

  7. A3D says:

    Infelizmente com estes comentários, apenas se retira que não sabem sequer do que estão a falar. Continuem a acreditar num sistema capitalista que está completamente viciado para ganharem sempre os mesmos.
    Sabem ao menos como funciona o “dinheiro” hoje em dia? Como ele é gerado?
    Ainda gostava de saber ao que estão associadas a FIAT.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.