PplWare Mobile

Propinas do Ensino Superior vão subir já no ano letivo 2026/27

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. LA says:

    Que de superior, já pouco ou nada tem.
    Cada vez está é mais inferior.

  2. Mário says:

    Mas estavam a espera de milagres? Para muitos devia triplicar.

  3. AM says:

    Propinas devem ser aumentadas, pois é ridiculo o valor perante o custo médio.
    No caso de não serem aumentados os valores indicados pelo governo, os alunos após o termo dos respetivos cursos (bacharel/mestrado/…etc), sem que houvesse nenhuma repetição de ano (reprovar, em linguagem simples), começariam a pagar as prestações do valor em débito para com a sociedade (a AT tratava dessa cobrança).
    No caso de repetir um ano (reprovar)…começam a pagar…é uma boa altura para inicarem a fazer trabalhos em part-time (saber o que custa a vida às suas famílias que os sustentam).
    A responsabilidade começava na hora certa, em qualquer dos cenários: a pagar o crédito obtido, e também a reduzir a miudagem que só vai para a universiade ocupar tempo e recursos (das famílias e do estado).

    Informação da IA:
    -Dados do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES): O último relatório detalhado sobre financiamento (Contas do Ensino Superior) indica que o custo médio real por aluno (incluindo despesas com pessoal, funcionamento, investimento, etc.) nas instituições públicas ronda os ****€ 7.000 a € 8.000 por ano.
    Cálculo por Comparação: Sabendo que o aluno paga uma propina máxima de € 1.063 e que se estima que o Estado comparticipa cerca de 85% a 88% do custo total da formação, confirmamos a mesma ordem de grandeza:
    Se o aluno paga ~€1.063 e isso representa ~12% do custo total, então o custo total (100%) é aproximadamente € 1.063 / 0.12 ≈ € 8.858 por ano.
    Conclusão: Podemos afirmar, com base nos dados mais recentes, que o custo médio para o Estado português formar um aluno no ensino superior público é de aproximadamente € 7.000 a € 9.000 por ano.

    • Mr. Y says:

      Um estudante não pode ser avaliado como se fosse um produto. Nos países nórdicos, por exemplo, os alunos não pagam propinas no ensino superior.

      • Rui Almeida says:

        Mas tu es um produto, se nao te vendes como um produto nenhuma empresa te quer. O problema e que ha mtos totos que nao arriscam, nao sabem se vender

      • AMendes says:

        Verdade: De forma geral, os cidadãos , NACIONAIS, de países nórdicos (como Dinamarca, Suécia, Noruega, Finlândia e Islândia) não pagam propinas (mensalidades) para frequentar universidades públicas.
        Conclui a IA: “É crucial entender que o facto de não se pagarem propinas, os nacionais, não significa que o sistema não tenha custos. Ele é financiado por impostos elevados sobre a população. Os alunos não pagam para estudar, mas depois, quando integrados no mercado de trabalho, contribuem com os seus impostos para que a próxima geração usufrua do mesmo benefício.”
        Contudo, têm um subsídio para apoiar (alojamento, alimentação, transportes) que está condicionado a um progresso académico mínimo.

    • SrBla says:

      Seria muito mais interessante haver uma optimização dos orçamentos de cada instituição do que aumentos de propinas.
      Aliás, se fossem ver de perto grande maioria dos establecimentos de ensino superior publicos gastam demaisiado dinheiro em coisas superfulas apenas para garantirem que no ano seguinte têm o mesmo orçamento…. ou seja, fácilmente daria para perceber que mesmo sem cobrar propinas aos alunos era poossivel ter estes estabelecimentos a funcionar nas mesmas ou até em melhores condições, é preciso é limpar com os maus mecanismos que existem de atribuição de orçamentos e com os gastos desnecessários…

      E para quem pense que este ministro da treta está precupado com quer quer seja, basta ver na entrevista de ontem que assim que lhe pergunta a resposta dele é que “aumentar as propinas aumenta a igualdade dos cidadão e acessos ao ensino superior” e que quem “têm acesso ao ensino superior são só familias com mais capaciades financeiras”. Epah, não sei quanto aos outros, mas isto a mim é conversa que cheira mal.

    • jedi says:

      so uma pequena correção,

      já nao existe desde , alguém corrija se tiver enganado, 2006, o termo / forma bacharel ( que era de 4 anos, salvo algumas exceções de 5).

      desde 2006 é licenciatura como 1º ciclo do ensino superior( que é 3 anos, salvo exceções de 4), por causa da reforma “pós-Bolonha”. 😉

      • AMendes says:

        Sim, os mais velhos, como é o meu caso, usam “bacharel” nos 3 anos iniciais (em inglês:Bachelor’s Degree que se traduz em diploma de bacharel :-))…com Bolonha, processo para desvalorizar e massificar o ensino dito superior (veja-se no que deu), criou-se o termo “licenciatura” com 3 anos e Mestrado com 3+2 anos…como escreveu o poeta: ridículo.
        Querem garantir que 5 anos de Bolonha corresponde ao saber acumulado com os 8 anos para se obter um Mestrado antes de Bolonha?
        Infelizes dos miúdos que entram neste circo.

  4. Zé Fonseca A. says:

    Subida marginal, devia ser superior.
    Também deviam meter um travão nos estrangeiros que pedem visto só para pagarem propinas de tuga e não de estrangeiro

  5. Fernando P says:

    As propinas sempre existiram mas passaram a ter valores significativos no inicio dos anos 90, não só para financiar o ensino mas para acabar com os alunos que se matriculavam todos os anos e nunca frequentavam as aulas e que eram muitos, mesmo muitos.
    Havia instituições com mais de 20% de alunos que só lá iam fazer a matricula e nunca mais lá apareciam.
    Mão vou perder o sono por causa disto, porque o valor anual das propinas continua bem abaixo do preço de um IPhone ou de um Samsung topo de gama.

  6. Ggg says:

    Quase há 20 anos, as propinas num politecnico quase subiam 100 euros de um ano para o outro.
    Entrar a pagar menos de 600 euros e 5 anos depois quase 1000.
    Há cursos que são uma perda de tempo e dinheiro. Qualquer valor pago é caro.

    • Lol says:

      “Sobretudo, tendo em conta que, entre 2001 e 2004, as propinas aumentaram cerca de 21% ao ano nas instituições públicas. ” Sobem agora só uns eurinhos, mas depois…

      Quanto menos pessoas acederem ao ensino superior, mais emprego para os licenciados. E quando forem só os ricos é emprego garantido.

      • bot101 says:

        Paguei (pagaram os meus pais, mais em concreto) mais caro pelas minhas propinas, já há uns valentes anos. Pagar anualmente 700 paus para estar numa instituição de ensino superior publica com a qualidade que temos em Portugal (pelo menos as de renome, há sempre exceções) é uma pechincha. Basta ver quanto é que teria de pagar se não fosse português.

  7. PJA says:

    Ensino superior público gratuito é um erro. 710 € é valor razoável.

    • Grunho says:

      É um valor razoável para quem tem altos rendimentos de negócios e pode preencher como quer a declaração fiscal. Ou seja, para os 5% de cima. Para os outros, que têm margem zero de fuga ao IRS e o pagam até ao último cêntimo, é um puro roubo.

      • AMendes says:

        Esta afirmação é uma pérola: “…pode preencher como quer a declaração fiscal”.
        É só por sarcasmo ou ignorância absoluta sobre limites (para todo e qualquer contribuinte) que se podem incluir na declaração anual do IRS?

        Como parece ser ignorância misturada com maledicência, ficam aqui os limites com IRS separado ou conjunto (opção de um casal):

        Regras Principais:

        Limite por Contribuinte: O limite máximo de € 900 aplica-se ao conjunto de todas as despesas de educação do agregado familiar (que incluam o próprio contribuinte, o cônjuge e os dependentes) por cada sujeito passivo. Ou seja:

        Se entregar IRS sozinho (não casado/unido de facto), o seu limite é € 900.
        Se entregar IRS em conjunto (casado/unido de facto), o casal tem um limite total de € 1.800 (€ 900 para cada um).
        Nota: destes máximos admissíveis, a percentagem de Dedução à coleta são de 30%. Acredito que saiba como fazer, multiplicar pelos valores.

        Tipos de Despesas Incluídas:

        Propinas de todos os níveis de ensino (incluindo ensino superior).
        Mensalidades de creches, jardins-de-infância, escolas básicas e secundárias.
        Manuais e livros escolares (obrigatórios para a frequência educativa).
        Material escolar específico para o ensino (listado pelo governo).
        Refeitório e cantina escolar.
        Alojamento em residência de estudantes.
        Explicações e aulas de apoio (desde que faturadas por entidades registadas).
        Idade Limite: Para dependentes, a dedução é válida até aos 25 anos, exceto em casos de deficiência onde não há limite de idade.

      • bot101 says:

        Pelo amor de deus, 710 por ano só acessível aos 5%?! Que comentário mais sem noção.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.