Piratas informáticos entram em empresa, mudam o IBAN e desviam pagamentos
As burlas informáticas são uma realidade e apesar de todas as medidas continuam a fazer vítimas. Recentemente piratas informáticos entram no sistema de uma empresa, mudaram o IBAN e desviaram pagamentos.
120 faturas foram emitidas com o IBAN da Lituânia, sem qualquer identificação
Segundo revela a SIC, o IBAN de uma empresa de material escolar e de escritório foi alterado por terceiros para uma conta da Lituânia. Durante dez dias a empresa não recebeu pagamentos dos clientes.
De acordo com o canal de comunicação, no total, 120 faturas foram emitidas com o IBAN da Lituânia, sem qualquer identificação. Curiosamente nenhuma das empresas clientes se queixou no que diz respeito a pagamentos, mesmo havendo um IBAN da Lituânia.
Uma funcionária da empresa, revelou que após detetarem o grave problema, enviaram e-mails de alerta os clientes e fizeram queixa à polícia e ao banco. No entanto, empresa de faturação envolvida negou qualquer tipo de responsabilidade, levando a que a empresa visada tratasse da situação internamente.
Recentemente também o Instituto da Segurança Social teve conhecimento de um crescente número de situações de IBAN alterados na Segurança Social Direta sem intervenção dos beneficiários titulares das contas bancárias.
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E eu que pensava que as fraudes financeiras tinham sido inventadas com a criptomoeda.
99% da fraudes mundiais é em nota e principalmente em dólar.
Menos mal, o primeiro cliente que lhes quis pagar através do IBAN da Lituânia que vinha na fatura não conseguiu. Nem se sabe se a conta existe. Até pode ser que seja alguém que alterou o layout da fatura por brincadeira. Mas o caso é sério.
Já se conhecia a “fraude CEO”, o burlão a fazer-se passar por um alto quadro da empresa fornecedora a dirigir-se à empresa cliente comunicando a alteração do IBAN e solicitando que as faturas pendentes e futuras sejam pagas para esse IBAN. Mudar o IBAN no layout da fatura do fornecedor é mais simples.
Já quem paga, em empresas e organizações com alguma dimensão, por princípio, deve evitar digitar IBANs. Não é tanto pela possibilidade de digitar erradamente o IBAN (o número do IBAN segue um algoritmo, se houver o erro de digitação é quase certo que a conta com esse número não existe), é que quem digita tanto pode digitar o IBAN do fornecedor como o seu. Os IBAN devem estar num “ficheiro mestre”, com regras de alteração precisas e rigorosas (e que sejam cumpridas).
Pode-se resolver parcialmente isso (pois há sempre quem tente alegar outras coisas), mas que eu saiba o NIF que nos é atribuído á nascença (quando somos registados e nós atribuem os nossos números) são para sempre assim sendo e a semelhança do Spin, deixava de haver IBAN e a transferência era feita em base no NIF, e para as empresas o mesmo independente do CEO da empresa o NIF seria sempre o mesmo assim sendo acabava-se os IBAN e talvez, digo talvez essas burlas viessem a desaparecer.
Nas transferências bancárias o Spin – para pessoas coletivas usa o NIC (NIF) e para pessoas singulares o nº de telefone, do beneficiário – que é também identificado pelo nome antes de se ordenar a transferência.
Sim, o Spin impede, ou pelo menos dificulta muito, este tipo de fraudes (fraude CEO e, agora, a mudança do IBAN, que também poderia ser do NIF, na fatura).
Acima, é NIPC (nº de identificação de pessoa coletiva, que para estas entidades funciona também como NIF)
Estes Países trugoloditas, Polónia,paises balticos,Romenia,etc…foi um grande grande erro admiti-los na EU..
Outros poderão dizer o mesmo da península ibérica…
Por acaso não aquela imobiliária que começa por R e termina em X?
Não. É uma empresa de material escolar e de escritório. Facilmente encontra o nome, porque não tiveram prejuízo nenhum mas quiseram lançar o alerta a outros.