PplWare Mobile

Minitel: quando a Europa quase inventou a Internet

                                    
                                

Autor: Vítor M.


  1. Blackbit says:

    Um claro exemplo de que redes fechadas e protocolos proprietários dificilmente vingam. Ter durado até 2012 já é de si extraordinário!

    • José says:

      O mundo está cheio de exemplos que contradizem isso:
      * O ecossistema da Apple é altamente controlado e continua extremamente bem-sucedido.
      * Consolas como a PlayStation operam em ambientes fechados e prosperam.
      * O protocolo WhatsApp é proprietário e tornou-se dominante globalmente.

      • Blackbit says:

        Nim…
        # O ecossistema da apple é fechado mas usa aplicações e protocolos que permitem interagir com outros sistemas.
        # verdade mas não escapam à pirateagem
        # até o WhatsApp foi forçado a aceitar mensagens de outras apps

  2. Paulo says:

    Não fazia ideia de que a europa poderia ter ligado o mundo com a sua tecnologia em vez dos americanos. Fantástico. Obrigado grande artigo.

  3. AlexS says:

    Trabalhei numa multinacional Francesa em Lisboa entre 1998-99. Tinham um terminal, mas já pouco usavam.

    Um dos problemas da Europa é este, conceptualmente é feito pela elite para a elite. Os foguetões da Ariane são para Governos e multinacionais, os da SpaceX são para toda gente…

    • Manuel da Rocha says:

      SpaceX: 840 biliões, de dólares, de investimento anual.
      ESA: 15 biliões, de dólares, de investimento anual.

      Na SpaceX trabalham 63000 estagiários, a receber 7 dólares, à hora. Na ESA, trabalham 15200 estagiários, a receber 7400 euros, por mês.
      Nota, as diferenças?

      • Mamadu BAAA says:

        um lixo e poir isso que a europa esta a ser substuida por outros que ja vem a sua larga maioria do LIXAO

      • AlexS says:

        Pfft não sabes que ESA existe há bem mais tempo que a SpaceX?
        E claro que o “investimento” anual é maior tem muito mais negócio…coisa que ESA não conseguiu porque não quiz conseguir, a cultura Europeia não gosta da Liberdade.
        Foi nos EUA que apareceu o Ford T, o primeiro carro do povo…não foi na Europa.
        Nós nunca teríamos internet para todos se não fossem os Americanos e agora os Asiáticos, estaria nas instituições, locais de trabalho e seria cara.

        Nem falo de cá, nos anos 80 e 90 o PS estava contra TV’s privadas…agora 36 anos depois tens Netflix….da América…

    • Nonio says:

      Os da Isar Aerospace, Rocket Factory Augsburg, The Exploration Company e HyImpulse também são para toda a gente, e irão aterrar no espaçoporto dos Açores.

  4. Matias says:

    Tenho duas em casa que com raspberry PI e uma central telefonica ainda fazem comunicação entre elas.

  5. Manuel da Rocha says:

    O minitel era um fax com acesso e retorno. Muito caro, chamadas caras e precisava de linhas duplas (que só avançaram, por cá, já bem dentro dos anos 90). Daí ter perdido para o ZX e Commodore.

  6. Factos says:

    Faltou o quase. Mas não se preocupem, vêm aí as CBDC’s para fazer jus ao talento desta europa.

  7. Miguel says:

    A Europa tem sempre as mentes, mas ou exporta ou castra-as com burocracia e falta de investimento, é incrível a quantidade de coisas que fomos pioneiros e desistimos ou atrasamos.

  8. Miguel Madeira says:

    Suponho que o problema do Minitel é que, quer por esta descrição, quer pelo que já tinha ouvido falar dele, é que me parece que estava sobretudo desenhado para as pessoas consultarem e “consumirem” conteudos no Minitel, não tanto para porem lá os seus próprios conteudos – um sistema feita mais para os elementos ativos serem o estado e as empresas, e não os amadores (que foi quem deu vida à WWW).

  9. Anung says:

    A Europa e os seus “quases”

    • Zé Fonseca A. says:

      É mais a França, o povo europeu mais cheio de si, nota-se em tudo o que fazem, tudo coisas cheias de potencial que por serem tão fechadas e tão elitistas nunca vingam.
      Sorte dos portugueses que desde 1974 tentam copiar a França, esquecem-se so que França tem dinheiro

  10. Nonio says:

    Em Portugal, chamava-se TENET (Timex Educational Network), e foi criada para o ZX Spectrum pela Timex. Também existiam as BBS muito antes da Internet, que só apareceu cá em 1994.

  11. Nunxx says:

    Pois, lembro-me de ouvir falar dos Minitel. Nunca os vi. Só aderi à Telepac em 1995, creio eu que era o assinante 4.865 e pagava uns 40 contos por mês. Mas tive que comprar um PC mais rápido, um modem de 360 baud e mais tarde um de 1.200 baud. Ainda devem estar por aqui numa caixa qualquer. Mas a internet era interessante pois permitia os chats ou foruns. Dava para me comunicar com os desenvolvedores de um sistema bancário na India e pedir alterações ou melhorias.
    Os Minitel eram sistemas fechados, como quase tudo o que os Franceses desenvolvem, com falta de financiamento e sem possibilidades de upgrades regulares. Ainda durarem até 2012 é fantástico…

    • Nonio says:

      Só se vende internet em Portugal desde 1994, tem 30 anos.

    • Nonio says:

      Os desenvolvedores indianos são os melhores, não é por nada que comandam a Microsoft e a Google. Até inventaram a fibra óptica!

    • Zé Fonseca A. says:

      não sei que idade tens, mas pelo teu comentário ficou perceptivel que só tiveste internet quando já era banda larga..
      não percebo o que ganham eu andar a espetar petas em foruns onde ninguém vos conhece, imagino que seja uma falsa massagem ao ego

      • Nunxx says:

        Em 1995 era por modem ligado à linha telefónica.
        Tenho 73 anos, não estou para tretas, só dei a minha opinião com base na minha experiência.
        Também ainda devo ter o contrato celebrado com a Telepac…
        Quanto ao ego… não sofro dessa doença!
        Sai debaixo.

        • Zé Fonseca A. says:

          claro.. e nem sequer sabias que não pagavas nenhum valor fixo, pagavas por minutos, sendo que os contratos só balizavam o valor por minuto, os blocos de faturação que em alguns contratos podiam ser de 10s e os periodos, de noite o valor por minuto era metade.. tanto podias pagar 5 contos como 100 contos, dependia da utilização..
          mas pronto, com 73 anos só deves ter tido internet depois dos 50..

        • Zé Fonseca A. says:

          já para não falar nos modems.. em portugal nunca tiveste modems de acesso à internet inferiores a 9.6 kbps, sendo que quando a internet se massificou em 98 já tinhas modems de 56 kbps

          • Nunxx says:

            E melhor investigares e reveres as tuas concepções.
            O pagamento pelo acesso era mensal à Telepac, o acesso telefónico era pago ao minuto, à parte, à Telecom.
            O telemóvel também era contrato com a Telecel, um Siemens S3 que deve andar por aqui também. E pagava-se também ao minuto, não havia estes contratos com chamadas e dados ilimitados que há agora. Maravilha!
            És muito novo e nem pescas nada do passado e muito menos do futuro. Que seca este Fonseca!

      • Miguel says:

        Zé Fonseca andas baralhado

  12. Libério says:

    meus meninos agora estamos na quaresma isto que estão a falar nesta altura é pecado. eu só sei que não sei, quem fala quem trouce para Portugal de videotex. A REVERDATA

  13. etrusco says:

    Isto foi um fiasco porque o Estado francês decidiu meter a mão e regular, tal como é costume na Europa. Davam prioridade à imprensa, então as empresas eram ultrapassadas e algumas até criavam jornais fantasma só para poderem estar neste serviço.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title="" rel=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>

*

Aviso: Todo e qualquer texto publicado na internet através deste sistema não reflete, necessariamente, a opinião deste site ou do(s) seu(s) autor(es). Os comentários publicados através deste sistema são de exclusiva e integral responsabilidade e autoria dos leitores que dele fizerem uso. A administração deste site reserva-se, desde já, no direito de excluir comentários e textos que julgar ofensivos, difamatórios, caluniosos, preconceituosos ou de alguma forma prejudiciais a terceiros. Textos de caráter promocional ou inseridos no sistema sem a devida identificação do seu autor (nome completo e endereço válido de email) também poderão ser excluídos.