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Internet lenta para os alunos que atinjam os 12GB (“utilização livre”)

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Rui Costa says:

    “Essa foi, de facto, uma possibilidade que chegou a estar prevista no conceito da Escola Digital. No entanto, a Anacom terá indicado que tal violaria o princípio da neutralidade da internet, que prevê que os operadores tratem “de forma igual todo o tráfego”, estando impedidos de “bloquear ou abrandar conteúdos, aplicações ou serviços”.”

    Se esta regra não se pode aplicar ao tráfego de internet oferecida aos alunos no âmbito da escola digital, já poderá ser aplicada no âmbito do estado de emergência?

    • José Fonseca Amadeu says:

      A neutralidade da internet é para consumidores, não é para serviços publicos de “emergencia”.
      É só falta de vontade de suportar os custos das alterações necessárias para isso.

    • Paulo Martins says:

      O estado de emergência permite suspender a constituição e leis, logo se o parlamento assim entendesse poderia dar ao governo o poder para durante o estado de emergência suspender a “neutralidade da internet”, sendo uma situação excepcional creio que nem a EU teria o poder de bloquear tal medida.

    • ruben says:

      net neutrality é isso mesmo, pode ser aplicada desde que de forma transversal, nunca apenas para um ou alguns tipos de tráfego.

  2. asdasd says:

    12gb?
    só 1 semana de video chamadas e ja se foram os 12gb

  3. Pedro V says:

    Ilimitada é a palhaçada de gestão. Com o dinheiro dos outros tudo é possível, até brincar com ele.

  4. Infinity says:

    A velocidade passa para 2mbps, e antes de atingir o limite é quanto? 10mbps? Alem que os 12Gb vao ao ar num ápice…

  5. A. says:

    Provavelmente, embora a actual lei de poderes reforçados acho que não contempla (nada que não possa ser alterado)…
    No entanto o Governo têm na sua mão uma opção melhor, forçar as operadoras a acabar com as limitações quer por meio da Anacom ou por legislação avulsa não relacionada com o estado de emergência, porque haveremos sempre de nivelar neste País por baixo ?
    Só porque dá jeito as operadoras de comunicações ? e o povo adere é só ver como os pacotes com 4 ou até mesmo 6 serviços são os mais comercializados!

  6. Dr.Dre says:

    Os próprios equipamentos é que deviam ter restrições em termos de conteúdos que pudessem ser acedidos (YouTubes e afins), caso contrário os miúdos gastam tudo logo no 1º dia. Para as aulas já não vão servir 2 MB/s…

  7. joão andrade says:

    Sinceramente esta questão dos computadores a alunos está a ser muito mal gerida e seria uma boa oportunidade para dar uma lição aos maus alunos que não querem saber da escola.

    Os computadores e internet deveriam ser fornecidos a alunos carenciados mas que tivessem tido bom comportamento, demonstrando interesse em transformar a sua vida, aproveitando o elevador social da escola. Seria uma mensagem sub-reptícia pedagógica aos outros alunos “malandros”.

    • Paulop Baptista says:

      Tudo o que seguir o princípio da recompensa do mérito, não devia sequer levantar dúvidas. E por mérito não me refiro apenas aos resultados mas, e sobretudo, às atitudes. Um aluno em contexto de carência, não tem de ser um pobre coitado. Pobreza económica é uma coisa, pobreza de educação e espírito é outra.

    • José Fonseca Amadeu says:

      Problema disso é que não podes diferenciar tipos de ensino por diferentes alunos, iria contra as normas do proprio sistema educativo e da democracia.
      Senão a seguir diferencias os gordos, os judeus, os baixos, os vegan, cada um com o seu tipo de ensino.

      • Gboya says:

        É verdade! Mas pelo menos no meu tempo o método de ensino era com base em memorizar (não sei se ainda é assim)
        Os que tem boa memoria estavam sempre safos os que por sinal até eram mais inteligentes mas tinham mais dificuldade em memorizar a matéria estavam sempre mais prejudicados!
        Depois claro, também existem os mais interessados e os menos interessados..
        Afinal o ensino é igual para todos mas todos são diferentes. Talvez não seja o mais correto estarem todos dentro do mesmo saco!

        • José Fonseca Amadeu says:

          Isso nada tem a ver com o caso, isso cabe ao professor ajustar a dar mais atenção aos que têm mais dificuldades.
          O quantidade de estudo vai das caracteristicas de cada um, eu nunca estudei na vida e formei-me em engenheria informatica com 23 anos, fui às borgas todas e faltei às teoricas todas, outros matavam-se a estudar, iam às aulas todas, tinham explicações e levaram 7 anos para concluir o curso, outros ainda lá andam passados 20 anos a fazer AM I e AM II, são coisas da vida.

    • Bernardo says:

      Sabes que isso quando falamos de escola ate ao 9º anos isso não resulta que ha sempre aquele ditado os melhores alunos do 1º ao 9º ano vai dar asneira

  8. José Silva says:

    Chama-se “Política de Utilização Responsável” e aplica-se a todos. Ou não vivemos em democracia? Eu tenho internet, que pago (ninguém me oferece nada) e se ultrapassar o limite “razoável” definido pela operadora, também tenho a velocidade reduzida. Qual é a novidade?

  9. hugo Correia says:

    se é para a internet não colapsar, acho bem….
    Mas os deputados e similares da Assembleia da Republica, deveriam de ficar limitados a 56 Kbps!!!!

  10. PT says:

    Uma vergonha! Hoje em dia qualquer jogo sao quase 60gb. Nem consigo sacar o hitman 3 com isso, é para isto que servem os impostos??

  11. Daniel says:

    Bullshit. As operadoras fazem o que querem, outra das tarefas é papar o máximo do Estado e assim vai continuar, enquanto houver pacotes de serviço especiais para determinadas pessoas, inclusive Jornalistas. Tudo será branqueado em nome de uma imagem bonita dos operadores que chulam as pessoas até mais não.

  12. Berto says:

    Tomara eu em minha casa ter 2 Mbps em casa 🙂 na minha terra tenho só 3G e a 1 Mbps nos melhores dias, as aulas são todas pixelizadas.

    • PeterSnows says:

      O ideal é ter 4Mb/s para poder fazer tudo

      —-

      Bandwidth requirements
      The bandwidth used by Zoom will be optimized for the best experience based on the participant‘s’ network. It will automatically adjust for 3G, WiFi, or wired environments.

      Recommended bandwidth for meetings and webinar panelists:

      For 1:1 video calling:
      For high-quality video: 600kbps (up/down)
      For 720p HD video: 1.2Mbps (up/down)
      For 1080p HD video: 3.8Mbps/3.0Mbps (up/down)
      For group video calling:
      For high-quality video: 1.0 Mbps/600kbps (up/down)
      For 720p HD video: 2.6Mbps/1.8Mbps (up/down)
      For 1080p HD video: 3.8Mbps/3.0Mbps (up/down)
      For gallery view receiving: 2.0Mbps (25 views), 4.0Mbps (49 views)
      For screen sharing only (no video thumbnail): 50-75kbps
      For screen sharing with video thumbnail: 50-150kbps
      For audio VoiP: 60-80kbps
      For Zoom Phone: 60-100kbps
      Recommended bandwidth for webinar attendees:

      For 1:1 video calling: 600kbps (down) for high-quality video and 1.2Mbps (down) for HD video
      For screen sharing only (no video thumbnail): 50-75kbps (down)
      For screen sharing with video thumbnail: 50-150kbps (down)
      For audio VoiP: 60-80kbps (down)

    • PeterSnows says:

      Isto sim é um problema.
      E não tem a ver com a pandemia, tem a ver com anunciarem tudo e mais alguma coisa, e partes do pais ter uma ligação vergonhosa à internet.

      Acho que os nosso governantes tiraram todos cursos de marketing (nada contra quem tem este curso) … interessa-lhes mais a imagem que a realidade.

    • José Fonseca Amadeu says:

      Então onde vives pornografia só mesmo por jpg, isso caso não tenhas drops.

  13. SANDOKAN 1513 says:

    2Mbps ?? 2Mbps ?? Ui,isso nem dá para abrir convenientemente uma página do YouTube.Coitado de quem mais precisa,desses é quem tenho mais pena. 😐

  14. Marco says:

    Posha na minha altura no programa do @escola tínhamos o tarifário que tinhamos e quando esgotassemos o plafond ou ficamos mesmo sem net ou ficávamos com velocidades reduzidas a 128kb por tanto hoje em dia 2 mbs não é nada mau.

  15. PeterSnows says:

    Se é para maioritariamente fazerem Video Conferencias, penso que deviam ter negociado para 4Mbps sem limites.
    Era preferível.

  16. laura alves says:

    Há várias questões que se levantam, desde a ligeireza (impunidade..) com que os operadores de net se movimentam em Portugal, até uma sociedade mal preparada em termos de infraestruras digitais que, de repente, foi necessário mais largura de banda, que, normalmente, sobretudo no interior, não existe.

    Num estado de emergência, a largura de banda alocada aos alunos, neste contexto legal e de restrições físicas, deve ser alocada só, e exclusivamente às aulas on-line.

    A questão de fundo é que, quem planeia, ou devia planear, é, por natureza, incompetente, porque é nomeado apenas por critérios políticos…donde, ninguém pensou nisso…

    • José Fonseca Amadeu says:

      Claro, porque é mais importante os alunos terem aulas online do que o PIB do país, devia pedir para a minha empresa priscindir da largura de banda e oferecer aos alunos que vão contribuir para o PIB e para pagar impostos..
      Get real Laura, por mim os alunos chumbavam estes 2 anos que passaram, todos sem excepção. Nem 1% vai ter aprendido nada neste periodo e depois vão facilitar nos exames para não ficarmos na cauda da europa novamente. Depois chegam ao meu gabinete para uma entrevista e eu mando-os ganhar experiência, aprender alguma coisa e voltar em 10 anos..

      • scp says:

        És como o JJ, têm de nascer 10 vezes para trabalharem na tua empresa. Bem dito!

        • José Fonseca Amadeu says:

          Só têm de nascer uma vez, precisam é de ter competencia.
          Para quem recruta on a daily basis há 20 anos verifica o decrescimo acentuado que tem existido ao longo dos anos no que diz respeito a competência a vontade de trabalhar.

  17. Figueiredo says:

    Só para os alunos das escolas? Já antes do confinamento que passei a ter uma Internet com velocidades ranhosas… Impossível fazer seja o que for, sem ser roubado por operadoras como a NOS!
    Logo vou ter aula ‘online’. Gostaria de saber quem pode ser responsabilizado no caso de eu perder grande parte da matéria.

  18. Pirata das Cavernas ( Oficial ) says:

    quem paga estas coisas somos nós 8 contribuintes), por isso por mim podem colocar o pornhub com trafego ilimitado no tarifário e bloquear tudo o que é redes sociais …

    • Paulop Baptista says:

      Essa dos “nós” contribuintes já é do tempo da pedra lascada. Os “contribuintes” pagam tudo, excepto os que não contribuem. E acho bem que não contribuam mas não podem ser incluídos no “nós contribuintes”. E são muitos. Sabe quantos trabalhadores existem em Portugal, por conta de outrem, que apenas atingem um vencimento mensal (686€) sem retenção de IRS? 756 mil! São 21% do total. Portanto, se excluirmos esses 23%, sim, “os outros” 73% pagam.

  19. Joaquim says:

    Lá vai os Windows updates mamar todo o tráfego…

  20. El Observador says:

    só eu é que reparei que o miúdo da foto está no teams, no windows 7, tem muitos grupos de trabalho mas acima de tudo, tem o Minecraft aberto? xD

  21. TugAzeiteiro says:

    Já parece aquela publicidade que a MEO faz sobre o 5G….. “velocidade máxima durante X mês….” Que ridículo quando se fala de 5G! Parece que ainda não saíram do ano 2000…

  22. Vidal says:

    A 56kbps, isso ainda era muito, porque o Zé Povinho que é pobre fica com ela reduzida a 12kbps no máximo, eu tenho BLM é assim que fica ao atingir o limite estabelecido, embora eles queiram meter areia nos olhos dizendo que baixam para 125kbps, mas na prática fica a 12 no máximo, essa é a realidade.

  23. Abreu says:

    Se eles prometem x velocidade tem que cumprir com o estabelecido, eles já deviam prever estas situações, ou andam a vender banha de cobra ao povo?

  24. João says:

    “de forma igual todo o tráfego”, estando impedidos de “bloquear ou abrandar conteúdos, aplicações ou serviços”

    Isto não faz sentido. Não estamos a falar de um produto comercial. Estamos a falar de uma ligação para aulas, gratuita para os utilizadores. Além de que quem paga tem direito a bloquear o que bem lhe entender.
    O mesmo é feito por empresas onde bloqueiam o acesso nas suas redes a determinadas páginas e nunca ninguém se pronunciou sobre isso. O ministério podia (e devia) ter colocado nas condições do contrato os tipos de acesso possíveis. Não é bloquear a internet a ninguém. É disponibilizar um serviço que permita aulas online a quem não tem condições de o ter. O estado não pode, nem deve, oferecer internet a ninguém. No atual contexto apenas deveria facultar serviços que permitam o acompanhamento escolar.
    É como um banco alimentar. Só tem os bens essenciais. Não tem lagosta, sushi, risotto de trufas…

    Só desculpas. Deviam estar bloqueadas e pronto, mas a culpa é, acima de tudo, do Ministério da Educação que mais uma vez não planeia nada.
    Melhor mesmo era os alunos usarem uma plataforma própria do ministério da educação e não o google meet gratuito. Mas nem os professores têm, quanto mais os alunos. Em vez de ser ligarem à “internet”, apenas se podiam ligar aos servidores do ministério directamente. Assim não havia mama para ninguém. Querem navegar à vontade, paguem. Se por alguma razão estão a ser apoiados pelo estado, cumpram as regras. As ligações disponibilizadas são para aulas. Mas claro, falta sempre o “senão” que nunca há.

    Pior é que agora a pandemia serve também de desculpa para as operadoras. Já antes trabalhavam mal, agora pior. Mas cobram o mesmo ou mais. E a ANACOM que diz a isto?

  25. ruben says:

    A solução passava por diferenciar de que plafond seria descontado o tráfego de aplicações chat.
    Se fosse zoom, skype e afins, seria ilimitado, se fosse outro tipo de tráfego gastaria dos 12GB.
    Assim que esgotasse os 12GB do plafond geral, faria então a tal redução de velocidade, transversal a todos os plafonds por imposição do net neutrality.
    Dessa forma não seria posta em causa a quantidade de dados gastos em video-conferencias de escola.

  26. Figueiredo says:

    Façam como eu… Não paguem a fatura de fevereiro.
    Os operadores não gostam de dar prejuízo com a sua Internet merdosa? Então vamos retribuir com a mesma moeda.
    Se não entrar dinheiro nos cofres dos operadores, eles vão finalmente ver que o serviço tem uma série de prejuízos, e aí pode ser que acordem e passem a melhorar a qualidade das ligações.

    (Espero que a fraca Internet que eu tenho permita o envio deste comentário)

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