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Fim do IBAN? Banco de Portugal está a criar “solução” tipo MB WAY

                                    
                                

Autor: Pedro Pinto


  1. Patinhas The Third says:

    Claro que terá uma taxa adequada à facilidade e velocidade. Hoje o dinheiro sai imediatamente da conta de origem e entra na conta de destino no dia útil seguinte. Onde anda durante este período?

  2. David Guerreiro says:

    Isso não é função do Banco de Portugal, eles são reguladores não existem para criar produtos. A SIBS ou outros que se encarreguem disso.

    • Vítor M. says:

      Nada e feito sem a autorização do Banco de Portugal, o regulador.

      • Celso says:

        Sim , mas o regulador “regula”, não cria. Essa função cabe às entidades bancárias.

        • Vítor M. says:

          Depende, o Banco de Portugal tem muitas ferramentas criadas pelo próprio banco. Está poderá ser mais uma. Ale porque é sobre uma ferramenta que a si diz respeito diretamente e não a terceiros.

          • JoseEsteves says:

            quais?

          • Vítor M. says:

            Há uma série de serviços que foram criados pelo banco de Portugal (mais não seja o BdP patrocina a sua criação mediante os seus regulamentos) que depois dão origem a outros serviços, plataformas, aplicações etc… No site do BdP tem lá uma série de serviços ao público. Depois há outros dedicados às instituições bancárias…

      • David Guerreiro says:

        Lá está, autorizar é uma coisa, criar é outra. A função do BdP: O Banco de Portugal é responsável pela supervisão comportamental das instituições de crédito, das sociedades financeiras, das instituições de pagamento, das instituições de moeda eletrónica e dos intermediários de crédito.

        Eles que se mantenham a fazer aquilo para que foram designados e deixem de inventar. Era o mesmo que agora a ASAE andasse a criar promoções nas lojas…

    • Naodouonome says:

      Claro que é função do banco de Portugal, passa tudo por lá, ele é que decide tudo. A SIBS é só um conector entre bancos.

      • David Guerreiro says:

        Decidir nada tem a ver com criar. A ERSE regula o setor energético, não cria sistemas de abastecimento de combustível. O mesmo se aplica neste caso. O BdP é um regulador, não tem como função criar novos produtos e serviços. A SIBS ou outras entidades podem criar, e o BdP aprova ou não.

    • TiagoR says:

      Exato ! Lá está o banco de Portugal a meter-se onde não é chamado neste caso ! E isto porquê, pergunta-se ?! Mais uma vez os bancos a qurerem descartar-se de um custo e transferir para os clientes através de app´s !!!

      • Mr. Y says:

        Onde não é chamado?
        É o Banco de Portugal que define ou segue, em conjunto com o BCE e outros bancos centrais, quais os protocolos standard, que serão usados internacionalmente entre bancos. Neste caso as transferências interbancárias. A responsabilidade não é definida pelos bancos em si mas pelos bancos centrais.

        • TiagoR says:

          Pois, correto ! De acordo com a notícia publicada o que o BP pretende fazer é substituir-se às Fintech apresentando ao mercado uma app para transferências bancárias garantindo a segurança das mesmas ! Vão “chover” milhares de transferências “Olá Pai,…” , “Olá Mãe,…” ! com base no que é apresentado como proposto.

  3. Luis Henrique Silva says:

    Não digo que seja bom…..mas vai ser bom para os trafulhas enganarem as pessoas como fazem o MBway, pois as pessoas mais leigas no inicio não irão entender essa nova forma…..
    Antes de mandarem cá para fora novo metodo de trasnferência blindem o melhor possivel a evitar fraudes….

    • David Guerreiro says:

      Acho que a única forma de evitar fraudes (pelo menos ao máximo possível), seria que todos tivessem o número de telefone associado, sem possibilidade de associar com outros números. Se a pessoa tivesse que mudar de número, teria de alterar na entidade bancária, um pouco como sucede com os certificados de aforro. Essas maroscas de associarem números de terceiros no MBWay acabavam logo.

  4. Samuel MG says:

    Vai dar porcaria e da grossa.

  5. Nhecos says:

    O IBAN como o nome indica é um standard internacional, pelo que não é um único regulador como o Banco de Portugal a decidir sobre o seu futuro. O IBAN “não vai a lado nenhum”. Simplesmente haverá um novo sistema de pagamentos transversal a todo sistema bancário Português, que ao contrário do MBWAY, não estará dependente da aderência do banco ao produto.

  6. David Guerreiro says:

    Isso de se poder transferir para um NIF de empresa pode dar para o torto, há empresas com várias contas bancárias, e nem todas são para receber pagamentos. A não ser que depois desse opção de escolha de qual a conta ficaria associada ao NIF nas transferências. Em princípio sou a favor da simplificação, porque o IBAN tem uma quantidade de algarismos enorme e se for facilitado e acelerado tanto melhor.

    • Urtencio says:

      Da mesma maneira que hoje em dia fazes com o Mbway, se tiveres vários cartões associados podes dizer qual o cartão a receber as transferências.

  7. Tiago Ferreira says:

    Adoro os comentários de quem vem para aqui dar a sua razão como se a sua razão valesse de alguma coisa perante aquilo que o BdP faz ou determina, com se o BdP fizesse o que vocês acham ou vocês soubessem mais do que aquilo que o BdP sabe, faz ou pode fazer ou até mesmo aquilo que vocês dizem será realmente aquilo que vai acontecer. Se o BdP determinar ou fizer, não é a vossa opinião que vai mudar alguma coisa, vocês só têm que acatar e respeitar e as entidades bancárias como sempre irão respeitar aquilo que o BdP determina, pois não existe nenhuma instituição bancária que pretenda ter problemas com o BdP. Mas continuem aqui a dizer que é como vocês dizem e depois quando as coisas estiverem sido aplicadas, depois calam-se e ficam mal vistos.

  8. compro essa também says:

    Isto vai aquecer muitos bolsos embora muitos mais fiquem regelados … mas olhando às percentagens …

    És capaz és … mas 15% de tudo vai direitinho para os Offshores e mais qualquer coisa também … the app ” planet ” in the planet with nothing … digital slavery in the real caos a.d. …

    Só dá bujarda e esta nem foi a mais cara … 😉

  9. Hélder Lemos says:

    Ainda hoje fiz uma transferência normal da minha conta no BancoCTT para um IBAN de outra conta minha no estrageiro, mas na zona Sepa, e demorou cerca de 1h desde que dei a ordem na App do Banco até o dinheiro ficar disponível na outra conta. Não paguei qualquer comissão pela transferência.

  10. Ska says:

    CBDCs… here we go..

  11. Moina says:

    Olhem lá, conheço uma realidade (Sul Americana), em que o numero da conta é o NIF da pessoa.
    Claro, também têm a opção de conta com numero de conta e uma transferência realizada é imediata, não há cá 1 ou 2 dias para ficar disponível na conta do destinatário….
    Mesmo feito depois das 15:00 ou fim de semana a transferência entra na conta do destinatário imediatamente só com data do dia seguinte ou dia útil seguinte… e mais, nas transferências nacionais, além do numero da conta do destinatário, temos de colocar o NIF da pessoa ou empresa para validação dos dados…

  12. Moina says:

    Além do mais, para transferências nacionais, não faz sentido a introdução do IBAN…

  13. mamba says:

    Why fix what isn’t broken?..

  14. CadaUma says:

    Foi o que os tacistas perguntaram durante toda a vida ate a Uber lhes aparecer à frente.
    Porque hás de ter e manter um serviço mediocre baseado em standards internacionais para transferencias internas?
    Nao se trata de estar partido. Trata se de melhorar o que já existe, aquilo a que se chama evolução.
    Para quem diz que querem substituir as fintechs e criar apps, leiam melhor as coisas.
    ” — para iniciar “transferências a crédito normais e imediatas (entre contas) a partir dos vários canais disponibilizados pelos bancos nacionais (homebanking, app, balcão, etc.) aos seus clientes”, refere o ECO.”
    Disponibilizar um sistema que permite transferencias imediatas, que os bancos podem usar, não é criar um MB Way 2.0

  15. Economia Mercado says:

    Houve alguma actualizacao, a esta noticia ?
    Do meu lado assino por baixo, um regulador não deve ser o criador – impulsionador pois isso vêm com limitcao de liberdades…
    Se A ASAE, pudesse ter marca própria com promoção, imaginem as restrições aos concorrentes…

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