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Música gerada por IA inundou o Spotify e utilizadores estão furiosos

                                    
                                

Autor: Pedro Simões


  1. a furia says:

    Os utilizadores ou alguns utilizadores? É que eu não estou furioso. Tenho mais com que me preocupar do que ficar furioso com músicas…

  2. carlosF. says:

    Cada vez mais estou contente por ter mantidoa minha coleção de CD’s, aliás acho que comecei a comprar novamente, compro, é meu para sempre.

  3. Zé manel says:

    Barulho só para criar mais notícias sem interesse, este tipo de coisa só prova a falta de carácter das pessoas, a determinada altura The Velvet Sundown tinha 500 mil listeners por mês ou coisa do género, de repente descobriram que era gerado por AI, quer se dizer gostaram da música, mas quando descobriram que era gerada já não. E que tal esta ideia, se gostam determinada coisa que importa de onde veio, quem a fez, etc.

    • Tudo certo, mas não imponham isso aos utilizadores…

    • Manuel da Rocha says:

      O problema é que, essas IA, dão 760000 milhões, por ano, à empresa, sem pagar 1 cêntimo, aos artistas.
      Ao mesmo tempo, os bots, apresentam 500000 milhões, dessas músicas, à frente, das outras. E voilá: 100% das suas playlists, pelas quais paga 800000 euros, anuais, passam a ser 100% música de bots.

      • Alberto Grijó says:

        Então falta claramente o passo essencial da matemática séria, ou seja:

        primeiro indexas os 760000 milhões ao índice de indignação digital, elevas à potência de π porque dá sempre mais credibilidade, depois somas os 500000 milhões de bots mas só após os converteres para unidades internacionais de playlist fictícia.

        De seguida aplicas uma regra de três inversa aos 800000 euros, corrigida pela taxa de “mania dos milhões”, passas tudo por uma calculadora científica desligada e chegas a um resultado rigoroso:
        o Spotify deve 1,3 unicórnios por artista e meia sandes de presunto rançoso por bot, antes de aplicares os teus impostos cósmicos. Não achas?

  4. Alberto Grijó says:

    Tenho as minhas dúvidas quanto a isto. Descobertas da semana, só ouve quem quer.
    Eu tenho as minhas playlists e fecho-me nelas como se fosse a minha coleção de discos.

    Se por acaso ouço uma música nova, e se for gerada por i.a. ou não, pouco me importa, desde que tenha qualidade e goste, para mim já é suficiente.

    • Miguel says:

      Eu ouço sempre as daylists e weekly, vou dando likes quando gosto e a minha única playlist é a dos likes. (tenho mais 1 ou duas, mas não ouço muito, porque não gosto de estar sempre a repetir músicas)

      • Hugo says:

        Eu não consumo, ativamente pelo menos, música gerada por IA mas se deres like nessas músicas continuo a não ver drama no assunto.
        É o que é, se houver quem goste/ consuma é porque faz sentido.

        • Miguel says:

          Sim, mas não quero contribuir para isso, por isso, se der para optar por filtrar essas musicas eu prefiro.

          • Hugo says:

            Ok, acho que faria sentido haver um disclaimer BEM VISÍVEL.
            Estamos para todos os efeitos a falar de “arte” e passámos muito rapidamente a normalizar e meter no mesmo saco todo o tipo de conteúdo.

  5. Miguel says:

    Isto é mesmo urgente!!!!!!

  6. Gringo Bandido says:

    No que toca a humanos já foi tudo dito e tudo feito agora deixem a IA reciclar e remixar e reinterpretar o material e “criar” novas malhas que nos vão dar novas alegrias!

  7. Factos says:

    É muito melhor que a “musica” criada hoje em dia por humanos, principalmente a portuguesa.

  8. Rui says:

    Rotular música feita por IA? Talvez… mas, sinceramente, não me tira o sono. Eu oiço música pela qualidade, não pelo cartão de cidadão do artista. Se soa bem, fica, se soa mal, salta. Simples. Recomendo vivamente esta abordagem zen.
    Agora, o que realmente me intriga é isto: qual é a percentagem de utilizadores que se queixa, e qual é a percentagem que está perfeitamente tranquila — ou até gosta? Esses números é que seriam interessantes. Sem isso, estamos só a amplificar meia dúzia de vozes mais barulhentas.
    Hoje em dia, basta um pequeno grupo de ‘profissionais da indignação’ levantar a sobrancelha para parecer que o mundo está em chamas. Entretanto, a maioria está só… a ouvir música.
    Eu, como utilizador, não estou furioso. Aliás, sentir fúria por causa disto parece-me um exagero digno de novela. Por isso, sem dados concretos, este tipo de artigo soa mais a sensacionalismo do que a informação útil.

  9. PJA says:

    Inadmissível por parte da Spotify, no mínimo deve informar os utilizados. Seja como for, não estou interessado, quero música tocada por artistas, com os dedos nas cordas.

  10. Diana says:

    Prefiro a música gerado por IA que humana.
    Adoro ouvir música Portuguesa principalmente baladas e descobri que existe um artista chamado NeurAlma, aparentemente AI mas adoro!

    • Miguel says:

      Isso é como as cápsulas de café. Saem sempre bem, com bom sabor e geralmente com a quantidade certa.
      No entanto, eu prefiro ir a um simples café, beber Delta Diamante, tirado por uma pessoa. Às vezes vem mais forte, às vezes vem mais encorpado, às vezes com sabor mais torrado, mas se gostares mesmo de café, começarás a criar uma cultura de café, sabendo que pessoa X no café não sei quantos é melhor, tentas levar um amigo e sentar-se à conversa apreciando e falando da experiencia do café nesse local, ele também dá a sua opinião.
      A música feita por IA é uma coisa semelhante, eventualmente fará coisas bem agradáveis, mas perde o toque humano, e com o tempo ficarão todas iguais, ou perdendo os toques humanos.
      A verdade é que, mesmo sem IA, já perdemos muitas especificidades da música que tivemos desde os anos 60 até os anos 00.
      Hoje em dia, as músicas são menos “diferentes” entre si e os artistas têm mais medo de arriscar.
      É difícil de voltar atrás nesta tendência, mas sem o toque humano na música acho impossível, por isso quero dar uma nova oportunidade aos artistas, para verem a IA como um desafio e voltarem a inovar, sem medo.
      Para isso, é preciso os humanos saberem distinguir facilmente e optar, com transparência.
      Não quero isolar-me a 100% da música IA, mas quero saber quando a ouço, talvez para conhecimento ou para estar a par das modas. Vejo novamente, como a cápsula de café, prefiro o café Delta da esquina, mas sei o que é café de cápsula e consumo, quando apetece.

  11. Profeta says:

    Bem vindos ao cancro do sec XXI a IA que se esta a alastrar em todas as areas da vida, e alguns acham isso engracado. E por isso que o sistema se mantem, ha quem continue a alimenta-lo e nao se importa com isso. Agora ate os artistas , tenham boa ou ma qualidade na musica que produzem que e deles, sao afectados pela bosta da IA.

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