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Música country gerada por IA chegou ao topo da tabela da Billboard

                                    
                                

Autor: Ana Sofia Neto


  1. BurroFuiEuQueEstudei says:

    Isto assusta-me, principalmente eu que adoro música.
    A minha sorte é que eu posso “limitar” mas minhas escolhas a música produzida até 2020, e mesmo assim descobrir sempre música “nova”.

    • José Gaspar says:

      Assino por baixo pois eu como musicófilo ( se é que isso existe ) tambem acho tudo isso um pouco deprimente….. vão-se os talentos… 🙁

      • há cada gajo says:

        Melómano. De nada.

      • Hugo says:

        A definição de música não depende do criador da mesma.
        Prefiro ouvir boa música artificial do que má música original (má e boa…para mim claro).
        Obviamente que preferia que toda música, filmes, arte no geral fossem produzidos por humanos mas acredito que a longo prazo a criação destes conteúdos será efetivamente mais fácil e acessível a todos de tal forma que a fasquia aumentará e a “BOA MUSICA”, “BONS FILMES” etc etc…serão ainda melhores. É uma ferramenta como tantas outras usadas hoje em dia. Por exemplo, a distorção na guitarra há umas décadas e para muita gente não passava de um capricho “sem jeito nenhum”, no entanto hoje em dia literalmente todos os artistas usam algum tipo de efeito/modulação.

  2. Marcos says:

    A arte sempre imita a vida e vice-versa. Não entendo essa aversão tão grande a conteúdo gerado por IA.

  3. Factos says:

    Precisamos disto em PT urgentemente, tenho vergonha das coisas que cantam em português.

  4. Gringo Bandido says:

    Eu já fui conquistado por certa música de AI que se baseia em músicas criadas por artistas dando-lhes um novo twist, uma nova vida, criando coisas que seria muito pouco prováveis de existir, até novas “oldies” e covers.
    Se formos honestos a música tem efeito em quem ouve independentemente da origem, cada um faz o seu mundo interior. Exemplo https://www.youtube.com/shorts/z1pMWiAbOTk

  5. saposalhxoxo says:

    Ok, mas reparem que são bandas de country americano que aquilo é sempre a mesma coisa, as músicas, salvo honrosas excepºoes são idênticas há 40/50 anos.

    Aqui em PT não me importava que viessem para substituir a pimbalhada que ten musicas iguais desde os anos 80. Aquele Emanuel que faz music apimba na casa de banho e ganha balúrdios com isso acabava logo…

    Porque músicas inovadores com vozes que nós ainda não sabemos que existem a IA nunca vai fazer, isso vos garanto. Ela pode acabar é com as pindériquices da música e que acabe…

  6. há cada gajo says:

    Não há nada que seja artificial e que seja bom.

  7. Alberto Grijó says:

    Um dia destes referi com colegas sobre estas ferramentas que na verdade não passam de Jukeboxes a pedido por meio de prompts.
    Para um artista ou banda o seu espaço musical nunca será afetado.
    Lembrem-se que na música não existe concorrência.
    Originalidade nestas ferramentas apenas por pormpt? Enfim… só na letra e na criação da prompt.
    utilização destas ferramentas de i.a. Para integração em VST’s e DAW’s com vozes neurais na composição tradicional para um músico é muito bem vindo e permite-lhe maior autonomia e ganhos sem necessidade de repartir créditos provenientes dos streamings no spotify e outros.

  8. Free$$ says:

    Prefiro bandas humanas. Para chegar à billboard é preciso um certo numero de streams ou vendas. Algo que estas empresas e pessoas conseguem facilmente forjar, com botfarms. E payola com o dinheirinho do venture capital.

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