Xiaomi 17 Ultra: o monstro da fotografia está confirmado no mercado global
Quando apresentou o Xiaomi 17 Ultra, a gigante chinesa mostrou ao mundo que tinha preparado um monstro dedicado à fotografia. Ainda que limitado ao seu mercado interno, é esperado que seja trazido para muitos mais países e regiões. Essa informação surgiu agora e o Xiaomi 17 Ultra está confirmado para breve no mercado global.
A Xiaomi prepara-se para agitar novamente o segmento dos smartphones de topo com a confirmação de que o aguardado Xiaomi 17 Ultra terá um lançamento internacional mais cedo do que o previsto. Após a sua estreia na China, a gigante tecnológica aponta agora baterias ao mercado global, prometendo trazer uma das experiências de fotografia mais avançadas de sempre para os utilizadores ocidentais logo no início de 2026.
Lançamento global antecipado do Xiaomi 17 Ultra
Ao contrário dos calendários habituais que muitas vezes deixam os fãs internacionais à espera durante meses, o Xiaomi 17 Ultra prepara-se para uma digressão mundial iminente. Embora a marca ainda não tenha marcado um dia específico no calendário, todas as indicações apontam para uma janela de lançamento entre janeiro e fevereiro de 2026.
Este timing sugere fortemente uma grande revelação durante o Mobile World Congress (MWC) 2026, alinhando-se com a tradição da empresa em utilizar o palco de Barcelona para mostrar as suas maiores inovações. Esta estratégia coloca o dispositivo em confronto direto e imediato com a próxima série Galaxy S da Samsung.
A new era in optics begins.
In collaboration with @leica_camera, our strategic co-engineering brings you a next-generation optical system that elevates mobile imaging to new heights.
Launching globally in 2026. pic.twitter.com/TEJqgbckeS
— Xiaomi (@Xiaomi) December 25, 2025
Revolução na fotografia móvel no mercado global
O verdadeiro destaque deste equipamento reside no seu hardware, concebido não apenas para competir com outros telefones, mas para substituir câmaras dedicadas. O Xiaomi 17 Ultra apresenta-se como uma verdadeira "besta" centrada na imagem, incorporando um sensor de 1 polegada e uma impressionante lente periscópica de 200 MP.
Estas especificações indicam que a guerra dos megapíxeis evoluiu para uma batalha pelo tamanho do sensor e qualidade ótica. Para os entusiastas da fotografia, a possível chegada da "Leica Edition" ao mercado internacional é particularmente entusiasmante, trazendo características táteis como um anel de zoom mecânico e um acabamento em pele vegan.
Além das capacidades óticas, o dispositivo não descura a autonomia, integrando uma bateria massiva de 6.800 mAh, uma capacidade que promete resolver as ansiedades de autonomia nos topos de gama atuais. Com este equipamento, a Xiaomi parece determinada a cimentar a sua posição como líder na inovação móvel.





















Engracado que as specs sao sempre de topo nos smartphones e carros chineses mas depois na realidade ficam sempre atras dos ocidentais. O iphone 17 pro tem menos hardware mas melhores resultados na camera
Concordo contigo Rui, e mais, 200mp num sensor de 1 polegada, só em condições ideal de luz é que se pode tirar algum proveito de qualidade destas fotos, a qualidade da imagem depende mais do tamanho dos pixels (fotodiodos) do que a quantidade, mas muita gente pensa o contrário!
Muitos pixeis num sensor pequeno trás mais desvantagens do que imaginam.
O que é uma “[…] lente periscópica de 200 MP”?
Uma lente periscópica de 200 MP é um sistema de câmara usado em smartphones que combina zoom ótico avançado com um sensor de altíssima resolução.
Discordo que uma lente seja um sistema com sensor. Pode ser “um impressionante sensor de 200 MP com lente periscópica” ou “uma câmara periscópica com sensor de 200 MP” ou algo semelhante. Naturalmente, uma lente não tem megapíxeis, daí a pergunta.
Ora bem, o comentário parte de um pressuposto correto, mas a conclusão, na minha opinião, é excessivamente literal.
Em linguagem técnica, é evidente que uma lente não tem megapíxeis. Os megapíxeis pertencem ao sensor. No entanto, em linguagem corrente, o termo “lente” é frequentemente usado como metonímia para designar todo o conjunto ótico da câmara. Quando se fala em “lente periscópica de 200 MP”, o que se está a referir é a câmara periscópica enquanto sistema, que inclui lente, sensor, estabilização e processamento de imagem. Esta utilização é comum na comunicação de fabricantes, comunicados oficiais e material de marketing.
Dizer que uma lente é um “sistema com sensor” não é tecnicamente errado se o contexto for claro e não induzir o leitor em erro. É uma simplificação linguística, não um erro conceptual.
Por isso, a questão não é de correção técnica, mas de registo de linguagem. Num artigo técnico detalhado, a distinção deve ser feita. Num texto informativo ou de divulgação, a expressão é aceitável e amplamente compreendida.
Permita-me discordar. Vejo frequentemente a separação do sensor do conjunto ótico. Falando tecnicamente nem se trata de uma lente, mas de uma objetiva (conjuntos de lentes). Na minha opinião, é uma escrita desleixada. Niguém refere uma câmara (sistema de objetiva + sensor) como “uma lente com x megapíxel”.
Não é nada desleixada. Diria que o seu comentário é que poderá ser picuinhas demais, visto que, por exemplo, a Apple refere que o iPhone 17 Pro Max tem uma “Teleobjetiva Fusion de 48 MP”. Ora, se perguntarmos: mas o que é uma Teleobjetiva? Os especialistas respondem: “Uma teleobjetiva é uma lente fotográfica de grande distância focal (acima de 100mm, geralmente) que amplia objetos distantes, permitindo fotografar assuntos longe sem se aproximar fisicamente, ideal para vida selvagem, desporto e retratos, e cria um efeito de “compressão” que faz com que os planos de fundo pareçam mais próximos do sujeito…”
Portanto, caro Rogério, repito, o seu comentário parte de um pressuposto correto, mas a conclusão, é excessivamente literal. Picuinhas até.
Permita-me discordar. Um “especialista” não deve chamar uma objetiva de lente. Pode ser um facilitismo de tradução do inglês “lens” para o Português “lente”.
Caro Vítor, não sinta que me refiro à sua escrita. Essa é a referência oficial que a Xiaomi tem na sua documentação. Da mesma forma que a Apple tem a referência a “Zoom de qualidade ótica até 8x” para evitar dizer que é Zoom digital, e não ótico.
Não sinto. Apenas refuto o argumento da falta de rigor. O exemplo são as formas de comunicação das próprias empresas.
Bom Ano.