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UPDATE – Programa semanal

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Pedro Simões


  1. Vítor M. says:

    Quero agradecer o nosso leitor Carlos Fernandes pela nova Intro do UPDATE. Está excelente. 😉

  2. FDAD says:

    A única coisa que tenho a apontar foi mesmo a nova tradução dos vídeos em Inglês para Português (ou a leitura errada por exemplo de um simples cabo “Coaxial”, ao minuto 2:56). De resto fora os estrangeirismos em demasia acho que esteve muito bem 🙂 Inclusive a noticia do RockMelt.

  3. Victor says:

    O Update está cada vez melhor! Parabéns!

    A única coisa a apontar foi o video da Verizon, acho foi demasiado técnico para o que se pretende com o Update. Sugiro que nestes casos, se possível, façam uma pequena edição ao video para que fique só com o essencial.

    Fiquei tonto com tantos PON, GPON, GPON NT… 🙂

    Mais uma vez bom trabalho!

  4. Roberto Patrício says:

    E pena, que nos como Portugueses pensamos que na América, a tecnologia está mais avançada que na Europa. Enquanto que muitas vezes as coisas aparecem primeiro cá na Europa, do que lá na América. São e patenteadas lá, mas são descobertas cá,ok?

    • Bruno Silva says:

      Tens toda a razão!
      Os primeiros testes de ligações 10 GB até foram feitos em Portugal pela PT e a Alcatel 🙂
      Mas os US é muito à frente tas a ver e Portugal, apesar de ser o País mais tecnológico da Europa e um dos do Topo Mundial está em crise e o que por aqui se passa não vale de nada!

  5. Setnom says:

    Melhora a olhos vistos!!

    Se não se importam, gostaria de apontar algumas sugestões:

    – Manter todo o programa em formato widescreen. A introdução já está, falta mesmo quando as meninas aparecem e os créditos.
    – Se possível, aumentar o título do programa no vídeo introdutório, acho um pouco pequeno… (e noutra cor e fonte, acho que o azul não fica muito bem)
    – Continuo a achar que o logotipo do canto inferior esquerdo não necessita estar sempre visível. Mostrem-no apenas em várias secções, por exemplo, ou apenas nos vídeos externos ou apenas quando as apresentadoras falam.

  6. Diogo Correia says:

    Agora isto parece, aqueles decomentarios do Canal Odisseia.

  7. Está interessante, sim senhores. Mas há coisas que começam a fazer-me confusão… Quando se fala em “dois ponto três gigabytes”, quer mesmo dizer “dois mil e trezentos gigabytes?” É que em Portugal (e na Europa em geral) o ponto divide os milhares; para dividir os decimais, usamos a vírgula…
    Se calhar foi por isso que, há dias, quase ia tendo um AVC quando ouvi um governante dizer que a inflação se iria situar nos 2 ponto cinco por cento, se não estou em erro… Dois mil e quinhemtos por cento de inflação é muita coisa.

  8. Hugo Costa says:

    Estão no bom caminho!

  9. Daniel says:

    mais um grande update xD gostei desta semana fiquei um bocadinho mais bem informado sobre 2 temas 😀

  10. Megamix says:

    Muito bom, parabéns a quem produz e claro ás meninas,..

  11. Diogo says:

    ;D Parabéns, o ‘Update’ está cada vez melhor 🙂

    Sempre disse “Cherome”, por isso ver o Update corregiu-se esse erro oral 🙂

  12. AndréD. says:

    Boas…

    Acho que o resultado final foi bom, e sim estao a melhorar, mas continuo na minha, acho que com tanta coisa para falarem nao escolhem os temas mais adequados…

    CUmps
    AndréD.

  13. helder says:

    Realmente como o Pedro Simões diz e bem no inicio do post, está a tornar-se um hábito semanal assistir ao Update.

    Notórias melhorias sim senhor, continuem a fazer um bom trabalho.

    E lá está, como se tornou um hábito, a qualidade tem melhorado começo é a achar o programa muito pequenino!

  14. João Caldeira says:

    Parabéns pela iniciativa. Dou uma dica para melhorar: na transição de vídeos ouve-se a voz de um homem ( isto acontece mais que uma vez). A qualidade de som poderia ser melhor: tentem remover a reverberação da gravação da voz ou então gravem num microfone com mais qualidade. Gravem numa sala com o mínimo de eco possível, de preferência com uma acústica seca (recomendo paredes de cortiça).
    E pronto, foi a minha deixa no que respeita à minha área que é a música e o som. Felicidades para a equipa!

  15. Miguel R says:

    Continuamos (pelo menos em Portugal) a falar de Megas, Gigas, etc… E as unidades ficam sempre esquecidinhas…

    Pode ser Megabit, Megabyte, ou então outras que tal: megawatt, gigametro, etc.

    Dizer por exemplo que tenho uma velocidade de 10 Mega é um disparate tão grande como dizer “ontem andei de carro 10 kilo”.

    A regra para todas as unidades do sistema internacional é:

    prefixo de multiplicação/divisão + unidade

    ou seja por exemplo:

    kilo (1000) + metro (unidade) = kilometro = 1000 metro

    No mundo informático deixar de respeitar isto é grave, pois as proprias operadoras (ISP, operadores moveis) à muito que não o respeitam também, e então posso ter um problema quando me dizem por exemplo que tenho um consumo mensal de 500 Megas. Serão 500 Megabyte ou 500 Megabit? É que 500 Megabit são apenas cerca de 62 Megabyte.

    Desculpem a aulinha, mas já não bastava à uns anos em Portugal termos baptizado umas coisas de PEN… e agora isto lol

    • Só posso assinar por baixo… Embora me permita corrigir: “operadoras (ISP, operadores moveis)HÁ muito que…” e “bastava HÁ uns anos…”

    • dajosova says:

      Compreendo a tua observação… mas não acho que seja assim tão mau desde que contextualizado.
      É por uma questão de poupança de linguagem: simplicidade de comunicação.

      Agora, a sermos rigorosos teríamos de ser utópicos também; senão, terias de mudar a forma como se escrevem as mensagens curta (sms, etc.), criando para tal regras. E, neste caso, as regras não são impostas mas aceites e modificadas por quem as adopta 😉

      • Miguel R says:

        Para o mundo da informática já não faz sentido apresentarmos valores em bits, e se apenas os apresentassemos em bytes eu estaria plenamente de acordo com o seu comentário.

        Estava na hora das operadoras actualizarem essas unidadezinhas. Mas para o marketing seria muito mau agora aparecerem a dizer que tinham uma velocidade de 12 MB (megabyte)em vez de 100Mb (megabit). Apesar de ser exactamente a mesma coisa!

        É que um dos grandes problemas, e quando falo com os meu colegas noto isso, é que a maior parte das pessoas desconhece profundamente a existencia destas duas unidades, bem como a diferença entre elas.

        • dajosova says:

          Faz sentido sim porque bits e bytes têm representações diferentes consoante estejamos a falar de armazenamento ou velocidade.

          Penso que encontrarás a esse respeito a informação sobre as diferenças nos valores ( velocidade de transmissão / armazenamento de informação ) na Wikipedia.

          Eu tb julgava que bastava fazer a conversão… mas não! 😉

    • Vítor M. says:

      Depende… Por exemplo, eu não concordo com a tradução de download tenha como hipóteses a palavra “descarregar” ou “baixar”… na minha opinião não há um termo para download.

      Depois há um sem número de novos termos que somos obrigados a usar, como por exemplo software, hardware, HUB, modem, etc…

      Nós próprios enquanto utilizadores dos computadores (hardware e software) não somos simples utilizadores, somos Peopleware, que é o termo correcto sem palavra que traduza esse termo.

      Nas medidas… Sim aí até estou de acordo nalgumas coisas que disseste.

      • dajosova says:

        No exemplo que deste, “Download” tem o mesmo significado que descarregar. Que é, na verdade, o que se faz: descarregar algo de um sítio. Por isso é correcto traduzir. Assim como “rede” em geral, sem especificar, também é correcto. Contudo, no inglês os termos são mais específicos quando se trata do campo tecnológico: web(rede de páginas ou sítios alojados na internet), net[abreviação] (internet no geral – http, ftp, voip, etc.).

        Mas como a língua sofre cada vez mais influências dos estrangeiros é incontornável a utilização dos mesmos; por ex. os acrónimos ou estrangeirismos puros: VoIP, hardware (no contexto informático, claro), LOL, software, só para citar alguns exemplos.

        Bom FDS 😉

  16. dajosova says:

    eheheh… “somos os avaliadores em Méssechuts” :p

  17. Rui says:

    Boas, gostei das melhorias mas acho que a rapariga da frente devia tentar de representar e ser ela mesmo, assim talvez pudesse fazer uma representação tão boa como a rapariga de traz.

    Abraços

  18. A nova intro (bem elaborada e moderna) merecia uma música à altura. Aquela simples batida rítmica à anos 90 é um bocado fanhosa e aborrecida :/

  19. Ivo R. says:

    Ainda estou por encontrar a unidade de armazenamento que guarde os 2,4 Gb em 4 s…

  20. Artur says:

    Estudo na Utad e desconhecia este trabalho, parabéns ao pessoal envolvente, parabéns!
    abraço

  21. Yuy says:

    O trabalho já melhorou.

    A voz da Ana, já está a ficar muito boa, apesar de ainda necessitar de melhorar um pouco mais, mas com uma evolução claramente positiva em relação primeiro episódio.

    A introdução a programa, melhorou um pouco é certo, mas sofre daquilo que eu temia… uma certa repetição do que já se via anteriormente… como o autor foi com uma ideia já pré-concebida (por já ter visto a introdução anterior) não inovou como certamente faria se tivesse “virgem”… mas ainda assim os meus parabéns, e vou continuar a insistir neste ponto… que a introdução apesar de melhor, claramente tem de melhorar mais.

    Os dois símbolos: UTAD/PPLWARE e UPDATE… das duas uma ou mantêm o udat/pplware ou metem só o do programa… ter dois símbolos não faz visualmente sentido e parece carregar o cérebro com informação extra desnecessária… além de parecer que foi colocado só para encher espaço no ecrã. Na verdade só faz sentido o símbolo do programa… e a publicidade à UTAD/PPLWare pode vir no início (introdução) e depois no final (créditos) e imagem publicitária no final.

    Locução… o verdadeiro desastre. Inovador? Sem dúvida nenhuma, no programa UPDATE. Bem conseguido? De forma nenhuma. Teria compreendido melhor a ouvir o original e a (eventualmente) ler as legendas. Não me interpretem mal, mas a menos que a tradução seja 100% fiel ao narrador/ texto original (no sentido de o “espírito” ser o mesmo… às vezes as traduções não podem ser literais, ou não se compreende nada), e a locução seja feita com uma precisão vocal exemplar, é muito difícil de aceitar, ainda mais num programa claramente mais técnico.

    Continuo a achar que o final (créditos) pode ser melhorado, com a sua integração na imagem das locutoras, seja em rodapé, ou através de barra lateral onde se veja as diversas menções… reservando eventualmente para duas ou três imagens a fazer publicidade à UTAD e ao pplware.

    Mantenho a minha opinião de que o cenário continua a parecer muito pobre (mas tal se deverá certamente ao baixíssimo ou mesmo nenhum orçamento disponível para o programa update).

    Mesmo assim de ressalvar que já foi melhor o suficiente para começar-se a notar que o interesse já começa a ir para os conteúdos das notícias em si.

    O programa a melhorar, é pena não ser daqueles programas temáticas onde transparece a qualidade por todo o lado, como se vê em outros lados por essa Internet fora, onde só pensamos nos conteúdos em si… e não como chegaram até nós, mas enfim, sempre temos aqui o entretenimento de sugerir melhorias que vão sendo a pouco e pouco (algumas delas) adoptadas.

    Com cerca de 371 mil visualizações diria que talvez possam arranjar algum patrocinador que pague o suficiente para arranjarem um cenário melhor e melhorar os programas de edição para poderem fazer melhor (assim o vosso conhecimento o permita, claro está).

    Continuem neste caminho (da melhoria) que estão a ir na direcção correta a meu ver.

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