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Smartphone na gravidez pode aumentar risco de PHDA na criança

Marisa Pinto

Editora no Pplware e psicóloga de profissão. Desde cedo que a tecnologia é uma paixão, interessando-se em particular com o impacto que esta tem na nossa vida e nos comportamentos que as pessoas adotam nas redes sociais.

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27 Comentários em "Smartphone na gravidez pode aumentar risco de PHDA na criança"

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Cortano
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Cortano

Vá lá não dizer que é a causa para o autismo, já não está mal de todo.

Luís
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Luís
Sem ler o estudo completo(não tenho acesso) e colocando só algumas questões só para saber se a “baseline” que permite tirar essas conclusões terá tido em consideração as seguintes variáveis: 1. O comportamento das mães alterou-se depois do nascimento? Porque o comportamento depois do nascimento influencia também a criança 2. Tendo em consideração as culturas diferentes do teste(norte da Europa, Sul e Asia), as perguntas foram adaptadas culturalmente? As mães de culturas diferentes e com educação diferente percebem os problemas das crianças de modo diferente. 3. A personalidade (ansiedade, comportamento sob stress, etc.) das mães/pais foi tida em consideração? E… Read more »
Kendimen
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Kendimen

Tenho uma dúvida em relação à utilização da virgula em “83,883 pares de mãe e filhos”. Creio que em Portugal a vírgula é sempre um separador decimal e duvido que tenham mesmo utilizado 0.883 de uma mãe e filho 😛

Acrescento ainda que sei da formação académica da Marisa Pinto e o seu interesse nesta área de estudo. E o artigo é muito interessante!

Carlos V
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Carlos V

Essencial entre aspas. Nas ferias udo um dumbphone. E nao sinto a minima falta das tretas dos smart. Talvez pirque nao tire fotos do que almoço ou janto, ou dos pés com fungo, como os desejosos de likes psicologicos.

Vlad
Visitante

Não, o estudo não estabelece uma correlação entre o telemóvel e PHDA. Diz sim que pode haver uma correlação, pois os resultados são inconclusivos. Até que para provar que existe uma correlação as provas do estudo não podem ser anedóticas. Ou seja, foram as mães que indicaram se utilizavam muito ou pouco os telemóveis. Mas esta medida está condicionada por aquilo que uma pessoa acha que é muito. Também foram as mães que reportaram se as crianças sofriam de PHDA, mas sem testes médicos estas provas também caem na categoria de anedótico.

NT
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Bem no meu tempo PHDA era denominada por “bichos carpinteiros” e em vez de psicológicos e comprimidos tinha uma cura que era o “chinelo” e outra era ficar trancado no quarto de castigo. Acredito que realmente esteja correto o estudo, não por causa da radiação e todas essas tretas que nos querem enfiar… mas sim porque se quando a mãe está grávida e anda de volta do telemóvel, quer dizer que o pai também o deve fazer. Quando a criança nasce vai é sofrer de défice de atenção dos país e começa a perceber se fizer “birrinha” os pais lhes… Read more »
int3
Visitante

Estudo.
“The interpretation of these results is unclear as uncontrolled confounding may influence both maternal cell phone use and child behavioral problems.”

Como indica: não está claro e existe demasiada influencia. Este tipo de coisas é muito difícil de estudar e provar.