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Será que a Netflix está prestes a dar um tiro no pé?

                                    
                                

Este artigo tem mais de um ano


Autor: Pedro Pinto


  1. Dani says:

    Acho que a Netflix cai como luva na Microsoft. Aumentava o leque de serviço xbox/live e dava uma bicada à Apple, Google e Amazon

    • Artur Alexandre says:

      estou de acordo é do melhor que existe espero que cada vez seja melhor ainda .

    • José Rodrigues says:

      Têm contratos próprios com operadores geograficamente distribuídos, para já isso compensa-lhes pela criação de parcerias estratégicas, que muitas vezes detêm conteúdos ou redes de fibra estratégicos para o seu rápido crescimento. No futuro quando estiverem espalhados por todo o mundo aí sim faz sentido irem para Azure ou AWS para reduzirem custos de aquisição assim como operacionais.

      Seja como for, a Ovum não tem credibilidade nenhuma neste meio, nem dimensão nem recursos para chegar a ter, não sabe do que fala e isto foi só uma ideia para divulgar o nome da empresa, antigamente quem queria notoriedade falava de Apple, agora falam de Uber, Netflix e Tesla, por norma quanto mais atacarem mais hits têm.
      O modelo da Netflix não é sustentável, correcto, mas também não precisa de o ser, pelo menos não nos primeiros 5 anos de existência de produção de conteúdos, que só começou em 2013, o negócio deles é construir a marca, construindo a marca obtêm a userbase necessária para depois terem o lucro pretendido e se poderem sustentar sem investimentos, até lá os investidores sabem que a estratégia é boa e o retorno será ainda maior, por isso têm todo o interesse em continuar a largar os milhões deles, o meu acontece com a Uber, que não se importa de pagar multas atrás de multas, nem processos atrás de processos, em quantos países forem necessários, provavelmente gastam menos com isso do que gastariam em fundos de marketing e é muito mais abrange e tem muito mais impacto junto do consumidor, além dos bolsos da Uber serem bem bem fundos.

    • David Guerreiro says:

      Davam era logo cabo da Netflix em 3 tempos. A MS em tudo o que toca, estraga.

      • Daniel says:

        Ai sim, como por exemplo ?

        • Não Interessa says:

          Skype

          • Não Interessa says:

            Eu tb me lembrei dessa, mas a verdade é que a MS só comprou quando já estava na falência, por isso não estragou mais do que o que já estava

          • Cortano says:

            A Nokia já estava bem estragada.

          • Daniel says:

            @Não Interessa, excepto terem conseguido convencer a NOKIA a colocar um ex-VP da MS como CEO da NOKIA num momento chave da empresa em que decidiam se adoptavam Android ou Windows Mobile. Agora é fácil dizer “ah, se a NOKIA investisse no Android era só mais um”, mas errado… A NOKIA na altura tinha dimensão que nem a Samsung (àrea mobile, não o grupo) tinha e tinha capacidade (técnica, de investimento e parcerias) para conseguir ser o maior player na àrea dos smartphones. Dúvidas haja basta ver que do deficitário ecosistema da MS conseguiu dar ainda um grande market share à MS (que agora está nos miseros 0.5%).

          • Daniel says:

            @Não Interessa, correcção ao meu comentário: Elop não foi VP da MS antes da NOKIA, era Head of Business Division. Só foi VP da MS depois de sair da Nokia (em suma: da MS foi para a Nokia, da Nokia de volta à MS como VP).

          • Nuno says:

            Alterar a História não se faz. A Nokia já estava condenada bem antes de ser comprada pela Microsoft.

        • Miguel Nóbrega says:

          Messenger

          • Sergio says:

            Messenger? O messenger acabou por causa de algo chamado facebook , durante anos a microsoft geriu bem o programa até acabar com ele.

          • Daniel says:

            @Sérgio, não, o messenger “morreu” quando a MS integrou no Skype, matando muitos 3rd party que melhoravam o messenger em muito. O Facebook messenger já existia e não foi por isso, até aí, que a quota do messenger caiu (mas garantidamente caiu vertiginosamente assim que forçaram a instalar o skype). Nunca deveria ter sido o messenger a ter de ser integrado no Skype, deveria ter sido gradualmente, integrando ambos os serviços e dando funcionalidades de um serviço ao outro. Não fizeram isso e alienaram um userbase enorme que nunca mais recuperaram.

          • nlkln says:

            +50! Depois veio aquele pedaço de bosta chamado Skype!

          • Junior Mendes says:

            O Messenger morreria com algo chamado Whatsapp

          • José Rodrigues says:

            Messenger acabou com os planos de aquisição de skype.
            Nokia, foi lucrativa, compraram, detiveram as patentes pretendidas, fizeram novos segmentos de negócio à custa dessas patentes com a gama de lumia assim como surface e depois venderam o pedaço que não interessava por um preço bem simpático, chama-se a isso desmantelar uma empresa, bem vindo ao mundo da economia.
            Skype, tiveram problemas em convergência de serviços e código, agora cada vez está melhor, com mais funcionalidades que não vês em mais lugar nenhum, como traduções, guest conversations, etc, além de dentro de uma empresa já não se olhar para mais solução nenhuma que não seja Skype for Business.

            Há casos de insucessos na M$, mas esses não foram nenhum deles 😉

          • Daniel says:

            @Junior Mendes, aparentemente haveria muitos concorrentes ao messenger, ora era o facebook, agora és tu com o whatsapp… tens noção que o whatsapp já existia há algum tempinho antes de começar a ter sucesso? Foi lançado em 2009, nessa altura ainda existia o messenger e ninguém sabia o que era isso de “whatsapp”… o messenger foi descontinuado em 2012, e ninguém continuava a saber o que era isso de whatsapp. Foi preciso o messenger desaparecer (anunciado o fim a novembro de 2012, fim efectivo em março de 2013) para criar repentinamente um vácuo e igualmente repentinamente o whatsapp começar a ser usado… para teres uma ideia o whatsapp duplicou o número de utilizadores num ano (nesse ano de 2013, de 200 milhões para 400 milhões). Whatsapp…

        • maxluan says:

          o Sega Dreamcast, é fato tudo que a MS toca vira lixo

      • MR says:

        Por isso é que o Linux e Apple dominam o mercado de Suite e Sistemas operativos.

        • Não Interessa says:

          A MS domina porque os utilizadores parecem os iFanboys, só conhecem aquilo e nada mais, por isso as empresas em vez de gastar milhões em formação e tentar mudar o mindset dos seus empregados, simplesmente deixam-se levar…
          Não é por nada, mas se a minha empresa decidisse mudar tudo para ios ou linux eu tb ficava lixado da vida, mas é a realidade do dia a dia

          • jalves says:

            e eu pensava que era pelo mesmo motivo que o W10M ainda nao vingou… ou seja falta de aplicações para linux e ios 😀

          • Daniel says:

            A tua empresa mudasse para ios ou linux… Trabalhas em quê ? Redes sociais e não fazer nada ?

          • Miguel Sousa says:

            O open source (nada de freeware… isso não existe) existe investimentos de milhões de milhões de euros para poder ser operacional. Ao que se juntam mais milhões de milhões em formações para os funcionários.
            Aqui ao lado, na Andaluzia, a autarquia local investiu 42000 milhões de euros entre 2005 e 2011 para ter tudo em open source. O problema criou-se quando era preciso pagar 3600 milhões de euros por ano, ás empresas que davam formação aos funcionários para operarem com os updates dos programas que eram desenvolvidos. Acabaram por desistir e voltar a usar sistemas proprietários, que lhes custam 1800 milhões por ano, incluindo formação.

          • Paulo says:

            Como os utilizadores do Android?

          • um gajo na net says:

            @miguel Sousa
            Fontes???

            Pois… muito se diz, também se escreveu que o caso de Munique foi um falhanço, mas a realidade sem FUD é que Munique continua com Linux, desmentiram o exagero que foi despachado pela media incluindo a palhaçada que é o pplware, porque dar noticias deixou de ser algo para jornalistas… por isso fontes?

          • José Rodrigues says:

            Munique continua a usar porque estão em transição, claro que vão continuar a usar onde podem, mas mais de 70% vai transitar para microsoft.
            Não há milagres e a factura do opensource paga-se cara, as coisas não são como são por obra do espírito santo, estamos a falar de um universo gigante onde apenas 1% serão organismos públicos e as empresas todas querem reduzir custos, se a factura fosse mais baixa com opensource durante a crise mundial todas as empresas se teriam tentado converter.

        • Max says:

          Está de onda né?

  2. Rui says:

    O estudo está a esquecer a mais valia do conteúdo próprio Netflix, se quiserem começar a vender a outros operadores esse conteúdo neste momento já deve render muitos milhões, e cada dia que passa com conteúdo próprio mais aumenta a sua riqueza.

  3. Marcelo says:

    Esse comentario e baseado em que? Que produtos da MS usas para dizer uma barbaridade dessas!!

  4. KaPtunixZ says:

    Não sou nenhum génio em gestão de empresas mas parece-me óbvio que as novas subscrições não são ilimitadas e que se o aumento do investimento não estagnar, tem tudo para correr mal..

  5. Diogo says:

    Não concordo com esse relatório. Se vc verificar o numero de assinantes cresce bastante, a produção local sempre tem incentivo do pais. Se isso fosse verdade as operadoras não entraria em guerra contra o Netflix.
    Aqui no Brasil depois que os principais presidentes das grandes operadoras dizer que o serviço da Netflix e ilegal, pois não paga tanto imposto como as operadoras. Para competir com a Netflix eles querem colocar franquia de dados e ainda pequenas.

    Enquanto as operadoras estão perdendo mihoes de assinantes em 1 ano. O Netflix o lucro so aumenta. E ainda vem um relatorio que a Netflix esta dando um tiro no pe.

  6. Pedro C. says:

    A grande questão aqui é:
    Quem terá sido a gigante que encomendou este estudo/ relatório?!

  7. Sergio says:

    É um bom serviço, mas tal como eu, há muito pessoal que nem se quer pondera pagar por conteúdo deste género, devido à oferta free que existe por essa internet fora. Se as receitas dependem exclusivamente das assinaturas é normal que tenha que haver um reajustar de compras ou então modificar o serviço.
    Por outro lado, também há muito publico para conquistar, à 20 e 30 anos atrás, facilmente uma série nos EUA passava a barreira dos 50 Milhoes de espectadores, sendo o record 103 M, hoje em dia a melhor série anda nos 20M.

  8. Miguel Sousa says:

    O problema da Netflix é que para aumentarem as receitas, terão de investir ainda mais do que estão a fazer. Para além disso, se produzem uma série e a distribuem pelos seus pacotes de assinatura, não a vão vender para os operadores dos países onde tem actividade registada. A médio prazo, o valor dos assinantes irá descer, as receitas descem e eles terão de reduzir o investimento ou vão ficar sem dinheiro.
    Para além disso, há o outro mercado televisivo que tem perdido força, por causa da redução das receitas publicitárias. Muitos dos novos assinantes eram pessoas desse mercado que quiseram ver outras coisas. Mais cedo ou mais tarde, irão sair da Netflix e voltar para onde tenham mais interesse. Com o aumento, esperado, de 15 euros no preço da assinatura mais barata até 2020, é natural que o aumento dos assinantes (também impulsionado por terem entrado em mais 37 mercados no último ano) termine. Só alguém que imagine que eles vão chegar a 7000 milhões de utilizadores no mundo é que pode esperar um crescimento sem parar.
    Esquecem-se é que para entrar em novos mercados, é preciso pagar (e pagar muito bem) pelos direitos televisivos desses mercados. A Netflix adoptou uma opção na Europa que é negociar com os operadores de internet do mercado existente, oferecendo pacotes de serviços aos assinantes dessas operadoras, em troca de poder usar filmes e séries que os direitos estão cedidos a esses operadores.

  9. Luiz Carlos Grangeiro says:

    Nada é para sempre, um fato, mas vai demorar muito para a Netflix deixar de ser rentável.
    Está em muitos países e tem muitos projetos próprios, seja global, como House of Cards e Narcos ou local, como 3%, lançado recentemente aqui no Brasil (o nome da serie é 3%, bem interessante).
    Sem falar que estão sempre atualizando o catalogo de filmes e series.

    Quando assinei custava R$ 15 (final de 2011), hoje pago R$ 29,90, o aumento em 5 anos não foi tão alto e sempre tem a opção de um pacote mais barato, até onde sei tem 3 planos aqui no Brasil, básico R$ 19,90, mediano R$ 22,90 e completo 29,90. Basta analisar qual cabe no bolso e das necessidades, acho que tem um lance de quantidade aparelhos.

    • Edexote says:

      Vi o trailer do 3% e pareceu-me bem interessante e muito bem feita. Vai ser a próxima séria que vou ver no Netflix. A produção de televisão no Brasil está 1000 anos à frente do que é cá em Portugal.

  10. Rui says:

    Aderi netflix mas como estou Islândia não tenho legendas já lhes enviei varias msg e até agora nada, são uns grandes aldrabões e vigaristas

  11. Pérolas says:

    Há que levar em conta que muita gente está a desistir dos pacotes da nos e meo, fica com o tdt, net e netflix e só ganha com isso…

  12. Eduardo Mota says:

    Podiam era apostar mais na coletânea de filmes e documentários. Em termos de séries a oferta já é suficiente, mas o resto precisa de novidades para cativar potenciais clientes.

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