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Proteção Civil engana-se e dá número da Glassdrive para alertar incêndios


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

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  1. amilton laurentino says:

    LOL

  2. hommer says:

    a glassdrive já apaga fogos, são mais inovadores, ao invés de usarem água, usam vidro, ahahahahaha…

  3. jgago says:

    Esperemos que a ANPC faça um comunicado público a pedir desculpas, que existe alguém responsável pelo engano e que seja punido pelo sucedido. Caso não o faça a próxima msg que recebermos terá menos credibilidade e ficaremos na dúvida se é verdadeira ou não.

  4. Luís Gonçalves says:

    A mensagem deveria ser:
    “Como todos sabem um vidro partido na floresta pode provocar um incêndio. Proteja a floresta, repare o seu vidro ligando para o 808246246. Glassdrive repara, glassdrive substitui….”

  5. Costa says:

    Profissionalismo no seu esplendor. Ainda bem que não estamos perante algo de teor crítico… Era apenas publicidade para toda a gente apagar logo a seguir. Querem é depois aparecer nas TVs a espalhar a “classe” da proteção civil, e com licenciaturas feitas por equivalências, vai na volta Tb ao fim de semana. No que Portugal se tornou…

    • Licenciado says:

      Essa história das licenciaturas tem que acabar. Existe pessoas muito competentes sem licenciatura. Ser licenciado não quer dizer ter mais conhecimento e competências. Estou farto de ler coisas destas. Deixem as pessoas trabalhar.

      • Costa says:

        As suas frustrações pessoais pouco importam. Se há trabalhos que requerem qualificações, há razões para tais exigências, pense lá bem. Você faz parte dos da conversa dos calões. Dobrar camisas, servir cafés, registar compras no supermercado, servir num restaurante, lavar o chão, etc, tudo isto não requer nenhum conhecimento, e no entanto há pessoas com cursos a fazer isto, mas desenvolvimento de sistemas críticos não é para o “artista” que era jeitoso com os computadores mas que desistiu da escola porque cansava, isso é conversa de calão.

        • Hugo says:

          O que está em causa foi um engano num número sr doutor.

          • Hugo says:

            Sr hipócrita podemos dar a conversa por encerrada.
            Milhares de erros acontecem todos os dias e cuja gravidade é muitas vezes proporcional à responsabilidade do cargo. As pessoas não devem ser desresponsabilizadas mas TODOS erramos.
            A menos que queiras condenar o culpado a situação está resolvida. Fim.

          • Costa says:

            Pois, bla bla bla, eu sou hipócrita, bla bla bla, e moral da historia:
            1) “Milhares de erros acontecem todos os dias e cuja gravidade é muitas vezes proporcional à responsabilidade do cargo.” <– isto é o que? Ja foi depois do almoço e lanche bem regado? O erro não tem de ser menos ou mais "proporcional" à responsabilidade do cargo, mas sim analisado e mitigado de acordo com o contexto em que se dá, contexto de trazer por casa é diferente de contexto profissional, que é diferente de contexto critico, alias há toda uma teoria à volta disso, extensível a varias areas, incluindo por exemplo, computação, segurança, estatística, mas isso é para quem quer perder tempo a estudar, os doutores, estás a ver?! Não badamecos armados em faz de conta.
            "As pessoas não devem ser desresponsabilizadas mas TODOS erramos." <– Mais do mesmo, sem esforço não há gloria, depois não percebe que arroz é diferente de feijão, ora para o culto senhor, são tudo leguminosas…
            "A menos que queiras condenar o culpado a situação está resolvida. " <– eu não condeno ninguém, não sou juiz, mas sabes que tb esses têm de estudar para o ser, os tais doutores, estás a ver?!

  6. Miguel says:

    Muda só 1 dígito.. o erro é grave, mas foi corrigido logo depois.
    Erros acontecem e fácilmente desculpo este, com o aviso claro… mas os incenciarios e quem compactua com eles (empresas de papel + políticos) não consigo compreender como ninguém os leva a justiça…

    • Jorge Carvalho says:

      As empresas de papel não usam madeira queimada para nada ….

      Abc

      • Luis Simões says:

        Pois não…, por isso é que aqui na minha zona onde fomos afetados pelo incêndio de outubro de 2017 os tipos do eucalipto andam todos contentes, deve ser por as celuloses não aceitarem a madeira. Se as celuloses não a aceitassem queimada por aqui só se veriam esqueletos de árvores no ar e chão, está tudo limpo para onde foi esta madeira… papel.

        abraço

    • Costa says:

      Erros em algo crítico revela amadorismo… Erros acontecem onde não há mais do que uma verificação do procedimento, não acontecem em situações com várias verificações, que servem para isto mesmo, eliminar erros amadores destes.

  7. rm says:

    É este nível de compromisso que falta a muitos portugueses: https://www.facebook.com/AgentesFederaisBrasil/videos/1738565756193359/

  8. j.pardal says:

    Tudo neste governo é um engano, começando pelo Costa.
    O Povo português já parece aquele marido que sabendo que é corno não se importa, desde que ela traga dinheiro para casa.

  9. 1dood says:

    Tanto comentário incendiário
    Carrega Costa arrebenta com esses incêndios e incendiários! Fogo? Água com ele!!!

  10. F.Público says:

    @j.pardal cada um fala do que sabe…

  11. João Dias says:

    Vou só deixar isto aqui.
    https://www.facebook.com/noticiasdecoimbra/posts/969617906573279?comment_id=969688656566204&notif_id=1533238706961184&notif_t=feedback_reaction_generic

    Desenvolvemos um sistema avançado de aviso às populações e disponibilizámos ao Governo de forma gratuita e de código-aberto. O governo respondeu que “já tinha uma solução a ser desenvolvida”.
    Pois bem, é esta valente m…

    • Costa says:

      Não conheço a empresa que desenvolveu o sistema que está em vigor, nem conheço esse sistema que afirma. No entanto, erros como o da notícia revela que os procedimentos adotados para mitigar falhas “básicas” destas, não existiu, e só isto chega para perceber que a credibilidade do que dali sai não é muita. Como diz um comentário acima, muita falta de compromisso com a excelência, é mais o “meia bola e força”, o típico da mentalidade portuguesa.

      • João Dias says:

        Não tem problema, eu explico:
        O Woodpecker, o nosso sistema desenvolvido pela WIT Software (da qual faço parte) foi feito em regime pro-bono.
        Achámos que tínhamos que desenvolver algo para ajudar as populações.
        Alguns dos que participaram no projecto foram afectados nos incêndios de Outubro (somos da zona de Coimbra), outros perderam muitos bens, outros são bombeiros que andaram a combater os fogos.
        Eu e a minha família fomos um dos.
        Tínhamos, portanto, que fazer alguma coisa pelo bem de toda a gente.
        Não haveria dinheiro envolvido aqui.
        Era, simplesmente, boa vontade e colaboração.
        A ideia foi oferecer isto ao Governo como ferramenta para a Autoridade Nacional da Protecção Civil (ANPC) utilizar.

        Ora então o Woodpecker consiste no seguinte:
        Um sistema tri-partido de aviso às populações que envia alertas de incêndio aos indivíduos em áreas afectadas ou que poderão estar afectadas por um incêndio.
        Quem diz incêndio diz outro tipo de calamidades, como tremor de terra, cheias, tempestades, etc.
        A ideia é fornecer informação crítica às populações afectadas, para que estas saibam como proceder (um dos problemas dos incêndios de Junho do ano passado).

        Faz uso de SMS geo-localizados – o objectivo será o recurso às 3 operadoras de telecomunicações a operar em Portugal (Vodafone, NOS e MEO) para garantir 100% de entrega – nos casos possíveis.
        Também envia a mesma mensagem através de voz para os telefones fixos, porque as populações do interior – idosas, na sua maioria – não possuem ou não sabem utilizar telefones móveis.
        Para além disso, muitas aldeias ainda utilizam o bom e velho sistema dos sinos das igrejas para enviar avisos, pelo que também desenvolvemos software para colocar em Raspberry Pi’s que passariam a mesma mensagem de áudio para um altifalante e tocam também uma sirene.
        Adquirimos o hardware todo a preço de loja para vermos o custo que seria para cada aldeia ter um dispositivo destes no topo das suas igrejas/capelas.
        Andaria à volta do máximo de 60€, porque é necessário um modem 3G para enviar telemetria/receber as mensagens de áudio.
        Suportado pelo Estado Português, talvez fosse possível o preço descer, mas apenas nos focámos no protótipo.

        Tal como no caso do lançamento de mísseis nucleares, os alertas só são enviados depois de uma série de verificações com recurso a códigos PIN enviados apenas a decisores seleccionados.
        Só eles podem autorizar o envio de alertas.

        O frontend é uma single-page application, que faz uso de React, Redux e JSON Web Tokens.
        O backend comunica com uma série de serviços diferentes:
        – Para obter riscos de incêndio e ocorrências em tempo real como o fogos.pt
        – Para obter a localização das antenas de telecomunicações e fazer uma estimativa da população a operar no raio afectado por essas antenas.

        Nós apresentámos o projecto e também apresentámos ao Governo a solução.
        A resposta que trouxemos de Lisboa foi que já estariam a desenvolver outra solução.
        Presumo que seja esta a sua solução.
        Política nas altas instâncias dá nisto.

        Uma vez que não estão interessados, estamos então a ver se colocamos o código-fonte num repositório no github para que outras pessoas possam ajudar, contribuir e possivelmente implementar.
        Nós queremos ajudar, faz alguma coisa.
        Isto não é um projecto da WIT, começa aqui, mas queremos que outros a participar também.
        Já que o Governo não quer, pode ser que as localidades implementem algo.
        Sem recurso às auto-subscrição nas operadoras (GDPRs e afins), mas pronto, podemos começar por algum lado.

  12. pedro says:

    …. e a incompetência continua !!!!

  13. Ricardo Costa says:

    Portugal <3

  14. Silva says:

    Este episódio é lamentável mas será seguramente o menos importante num universo de tantas falhas quer por parte das autoridades quer por parte da população em geral.
    Infelizmente os incêndios de grandes dimensões são cada vez mais regulares
    As causas são diversas e quase sempre de responsabilidade humana , criminosa ou não a verdade é que de uma forma geral as culpas são repartidas pôr muitas pessoas
    Portugal está para os incêndios como alguns países estão para o terrorismo a experiência apesar de ser dolorosa vai dando alguns ensinamentos para o futuro
    A justiça também não ajuda muito as sentenças para os criminosos são uma vergonha e um insulto as vítimas e as suas famílias

  15. Manuela Silva says:

    Olá, obrigado pela vossa disponibilidade.
    Gostei muito do seu post, vou acompanhar o seu blog/site.

    Muito obrigado
    Manuela Silva

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