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Portugal: Saber Java ou .Net é emprego quase garantido


Pedro Pinto é Administrador do site. É licenciado em Engenharia Informática pelo Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e obteve o grau de Mestre em Computação Móvel pela mesma Instituição. É administrador de sistemas no Centro de Informática do IPG, docente na área da tecnologia e responsável pela Academia Cisco do IPG.

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  1. Carlos Faria says:

    É pena a maior parte dessas empresas pagarem muito mal! Principalmente Engenheiros.

    Mas o problema é das pessoas que não sabes negociar e se posso ganhar o triplo lá fora, porque haveria de ficar em empresas por cá?

    • Mark says:

      Isso é verdade por isso é que depois de trabalhar mais de 6 anos na área vim para o Reino Unido e foi e foi o melhor que fiz.

      Até se negociava se as empresas tivessem abertura para isso, porque a resposta típica é sempre: eu por esse valor contracto 2 ou 3 estagiários…

    • Tiago Branco says:

      “É pena a maior parte dessas empresas pagarem muito mal! Principalmente Engenheiros.
      Mas o problema é das pessoas que não sabes negociar e se posso ganhar o triplo lá fora, porque haveria de ficar em empresas por cá?”

      Começaste bem e acabaste mal. Salário não chega para decidir se vais para fora ou se ficas em Portugal. Há pessoas que nao querem deixar a família, amigos… Em Portugal temos boa temperatura, praia etc… noutros países como por exemplo Inglaterra, isso nao acontece. 😉

      • Carlos Faria says:

        Sim completamente de acordo, mas isso já depende da vida pessoal de cada um!

        • Joao says:

          Lei da oferta procura.
          É exatamente por existirem muitos que se sugeitam a salários indignos como esses que as empresas não sobem a barra.
          Ou acham que as empresas fechavam as portas se deixassem de encontrar engenheiros?
          Segui o exemplo do Mark há um ano atrás.

      • DSpinola says:

        Resta avaliar…
        Iråo a praia, clima e amigos garantir algum futuro um jovem em inicio de vida profissional?
        Irão as oportunidades em Portugal coorresponder às expectativas deste jovem?

        • Daniel Veiga says:

          Posso dizer que sim da minha experiência. Já tive duas muito boas propostas (Angola, Brasil) e não me tirou o sono por ter recusado. Há prioridades na vida e sem duvida que familia e amigos vêem em primeiro. Dinheiro é algo que não é preciso muito mais do que o essencial para despesas e uma vida social normal. Agora façam a vida cá que iriam fazer no estrangeiro (sem luxos) e acredito que com um ordenado inicial de 600€ é bem recebido. Antes que me critiquem eu comecei a trabalhar sem ser em informática para poder ganhar dinheiro para pagar o curso de informática depois de conseguir arranjar o 1º emprego na área trabalhei bastante para agora estar numa empresa lider de mercado e ser responsável pelas tecnologias. Acredito que acha muita vontade de muito gente de falar mas de ir à luta e querer começar por baixo, já não sei. Eu só em dois dias tinha contactado mais de 1000 empresas até que uma delas me aceitou. Fiquem bem malta e não desanimem.

          • Jorge Machado says:

            600 euros?! Tens filhos (plural), oh (poderia ficar aqui o dia todo a procura de adjectivos para a tua personagem). Voces é que dao cabo desse mercado. Porque haveriam as companhias de bodyshopping contratar um developer sólido (que implica pagar muito acima dos mil euros/mes) quando podem um recurso como tu, que nao se importa de ganhar 1000 euros/mes?O problema de Portugal é que a malta nao tem tomates.

            PS: Desculpa a falta de acentuacao. Estou em UK e o teclado é ingles.

            Passar bem!

          • Rui says:

            Jorge Machado, para mim é simples:

            Daniel Veiga = mentalidade de empregador português

          • Daniel Veiga says:

            Jorge Machado não tenho tomates? Meu rapaz eu sai do 12º ano fui trabalhar e enquanto isso fui para universidade eu paguei o meu curso. Achas-te com tomates porque estás em inglaterra? Ó colega também já estive a trabalhar ai na área em rochester mais propriamente. Mas como disse antes a minha prioridade não era o dinheiro e continua a não ser. Cada um com a sua. Dou cabo do mercado? Eu não desisti de ir à luta no meu país e consegui ser bem sucedido penso eu, pelo menos para mim estou realizado.
            Rui mentalidade de empregador português? Estás a falar com alguém que tem 27 anos já trabalhou na bosch, na FIAT e agora estou numa multinacional como IT Manager, nunca fui despedido mas sim despedi-me para ir para melhor. Gosto da minha mentalidade. Não quero parecer presunçoso mas realmente falarem só por falar assim é que o país não anda. “Falam Falam e eu não os vejo a fazer nada”

          • Rui says:

            “e acredito que com um ordenado inicial de 600€ é bem recebido.”

            Daniel Veiga, podias ter 27, 10 ou 50 anos de experiencia de trabalho que continuaria a dizer o mesmo. 600€/mês em Portugal para um licenciado é insultuoso, logo, mentalidade de empregador. Não gostas? É a minha opinião que vale tanto como a tua.

    • DrHouse says:

      Nem mais, já somos dois.
      Apesar de ter a sorte de trabalhar para uma empresa estrangeira em Lisboa. Isso quer dizer ordenador mais alto e viver em Portugal.

      Cumpruimentos

      • Badjouras!! says:

        O que fico revoltado e porque e que em Portugal nao existem mais empresas estrangeiras?? Porque e que o estado nao incentiva a vinda de empresas estrangeiras para Portugal? Porque continuam a ir para o UK e Irlanda (e outros paises) em que a mao de obra e pelo menos o triplo mais cara? Se o governo fizesse algo para mudar esta situacao facilmente estas empresas viriam e pagariam um pouco mais para conseguirem pessoal qualificado e todas as outras teriam de pagar mais para manter os trabalhadores ou arranjarem outros!!
        Outra questao que coloco e porque e que os enfermeiros e farmaceuticos (nao sei se assim continua mas ainda e bem pouco tp era assim) comecam com um salario minimo de 1300€ e um enginehiro informatico a 600€? No meu ver o nosso curso e muito mais dificil e requer muito mais trabalho! Sem os nossos softwares nao faziam nada!!

  2. jorge says:

    Falta ai no perfil uma coisa importante … ganhar pouco!

    Infelizmente nos dias que correm, com os clientes a não colocarem pessoas como empregados internos e a recorrerem apenas ás consultoras é uma chulice o que se vê no mundo das TI’s.

    É ridiculo ver estagiários com subsidio do IEFP a serem bem faturados em clientes. Isto devia acabar!! Subsidios para estágios só se fosse para trabalhar em empresa final.

    Com isto tudo quem se lixa são os mais séniors que ou baixam ordenado ou não arranjam emprego.

    Hoje ninguém (empresas) dão valor à esperiência dos empregados/colaboradores …. só interessa mesmo é o custo hora.

    É triste.

    • LOL says:

      Os estágio não remunerados deviam ser proibidos. PONTO FINAL.

      Querem trabalhadores com pouca experiência e a ganhar pouco? Então pagam pelo menos o salário mínimo durante no máximo 3 meses. Após esse período, ou justificam (com razão séria) porque mudam para outro estagiário ou são obrigados a contratar.

      É algo assim tão difícil? Parece-me mais que justo. Se vierem com a conversa da competitividade para se oporem a isto, podem colocar essa conversa onde eu cá sei…

      • Quarto_Azul says:

        Exactamente! Nem mais. Existem muitas empresas, público privadas inclusive, que adoram fazer uma “rotação” de estagiários NÃO renumerados para fazer o trabalho “sujo” da informática e nem se dão á maçada de oferecer um contratozito de miséria porque sabem muito bem (habituaram-se) ao constante fluxo de estagiários á borla.

  3. programadornet says:

    Sou um programador .net nomeadamente MVC, acabei a licenciatura apenas com alguns conhecimentos de Web Forms mas já em trabalho desenvolvi uma série de projectos em MVC e fui aprendendo. Gostaria de fazer formação na área no entanto as ofertas que encontro parecem-me sempre orientadas para as pessoas que estão a começar agora no .net. O que gostaria de saber é se alguém tem sugestões a nível de formações não tanto a um nível de introdução mas talvez intermediário.

  4. Luis Silva says:

    Mesmo uma pessoa tendo agora cursos tirado, as emrpesas pedem cada vez mais que pessoas tenham não sei quanto tempod e experiência, o que pra recém licenciados ficam a ver navios, mas pronto tirando isso, sim são emrpegos que se conseguem arranjar com alguma facilidade.

    Quanto ao salário, acho que muita gente se queixa demasiado, mais vale ter salario do que não ter nada, pois as pessoas deviam pensar em sustentar-se e não ficar rico….
    Se eu soubesse de java e .Net ou outras linguagens, não me importava de ter certos ordenados mais baixos, mas sim ter um emprego, pois pelo menos não tenho mania das grandezas, mas pronto cada pessoa é como é.

    Gostava de poder seguido mais à frente na área informática, mas apenas pretendi ficar com Nivel 3, o que de hoej em dia é oque mais há por ai, e são poucos o que são de maior nivel o que assegura muitas das vezes a ter-se emprego quase certo.
    Pois hoje quase qualquer pessoa pode ser nivel 3 com uma perna às costas enquanto que mais avançado já não é bem assim.

    Contudo, vejo realmente a surgir muitas ofertas, pra java, .Net, PHP, webdesigners, etc

    • Carlos Faria says:

      É por pessoas assim que a área de TI está como está neste país! Se conseguisses receber o dobro noutra empresa, não ias aceitar? Ou se te dessem um ordenando que não aches adequado a experiência que tens, ias aceita-lo? ou negociar?

      Umas das caraterísticas que difere de uma pessoa bem sucedida, é a capacidade de negociação. Tens de mostrar o que vales, tens de te vender!

      Eu, no meu caso, não andei 3 anos a pagar ensino superior para depois andar a receber uns dinheiros para sobreviver.. por favor! O que não falta aí é empresas a contratar, e alguma haverá de saber dar valor a tua experiência e pagar-te para viveres bem a vida e não sobreviver…

    • Jorge Conceição says:

      Caro Luís Silva,
      Ninguém quer enriquecer a trabalhar!
      O que se pretende é respeito, reconhecimento pelo trabalho feito, um justo salário, uma condigna assistência médica e garantias de – com os inerentes descontos mensais – uma reforma justa.
      Nada disto, salvo raras e honrosas excepções, existe actualmente em Portugal.
      Que triste ver um jovem – presumo que é o seu caso – escrever tamanhas barbaridades só possíveis na mente de alguém que já não tem esperança no futuro. Ao que nós chegámos!

      • Joao says:

        O sucesso de um país é ditado não pelos exemplos de excelência mas pela quantidade de elos mais fracos.
        Se esta for a mentalidade vigente nos engenheiros, haverá uma quantidade enorme de engenheiros infelizes o que implicará uma produtividade péssima para as empresas nacionais.
        Sem resultados, não há salários respeitáveis.
        Metam uma coisa na cabeça, vocês nem a vossa empresa são a Santa Casa, vocês estabelecem uma parceria entre ambos, o colaborador produz o máximo de resultados, a empresa recompensa-o o melhor possível,
        se isto não existir, *ambos* têm a capacidade de terminar o contrato e arranjar outra parceria mais vantajosa para si !

    • RaCcOn says:

      O valor do trabalho de alguem nunca e em caso algum devera ser discutido…

      Se trabalhas bem tens o teu valor, se nao sabes o que andas a fazer vais cobrar pouco…

      Cada um cobra consoante a qualidade do seu trabalho.

      Infelizmente em Portugal, preferem aquilo que e mais barato em deterimento daquilo que tem mais qualidade, mas e em tudo…para alem disso ha sempre um qualquer que esta disposto a ganhar menos 1Euro so para conseguir o trabalho…mas no dia a seguir e esse mesmo que reclama que ganha pouco e que o estao a chular…
      Pensa nisso.
      😉

    • Rui says:

      Em vez de te criticar, só digo isto:

      Tenho pena de haver pessoas com a tua perspectiva/mentalidade!

    • Carlos says:

      Mais um convertido ao Coelhismo…mas vale ter emprego que não ter nada. Mas para que estudaste tantos anos? Para seres reconhecido. Para teres um vencimento compatível com a tua formação. Para ganhares mais do que o miserável ordenado mínimo nacional. Mas pronto, é mais um na zona de conforto, que coitadinho de mim, prefiro ter emprego mal pago que procurar ser remunerado consoante aquilo a que se propôs quando se formou. Eu pessoalmente tenho nivel 6 de Inglês, falo correctamente Francês, dou uns tirinhos em alemão e…adivinha? Sou pedreiro! E sabes porquê? Porque fui cozinheiro de 1ª 11 anos, e chefe de cozinha 6 anos. Parou em 2004. Um cozinheiro de 3ª ganhava 399,04 euros mês. Muitas vezes a fazer 12 horas por dia. Mas porque me converti eu aos Flinstones? Gosto de viajar, vi que o nosso País estava a retroceder, ainda não sou assim tão velho, e gosto mesmo é de ganhar dinheiro. Por falar em engenheiros, trabalham alguns comigo a carregar baldes e tijolo. Mãos à obra pessoal, se não estão a ser bem pagos, procurem por todos os meios outras soluções. Mais vale ter emprego que nada? Isso é desistir dos vossos sonhos. Se estão mal mudem-se. Procurem o lugar certo, mesmo que nunca cheguem a encontrá-lo. Façam a Vossa parte, eu estou a fazer a minha.

      • Joao says:

        Bravo por manteres o espirito dos nossos antepassados Carlos.
        Teriam vergonha da maioria da nossa geração ao verem o quanto domesticados nos tornámos.

    • Mark says:

      O problema do salário é que tenhas muita ou pouca experiência chegas ao fim e ganhas quase o mesmo e promoções fora algumas Excepções esquece lá isso.
      Essa conversa é muito boa ao inicio mas deixa chegares aos 30 ou 35 com as mesmas condições que tinhas aos 25 e logo vês.

    • Joao says:

      Espero poder voltar a Portugal como empregador,
      e digo-te já, pensaria duas vezes acerca da qualidade do teu trabalho com uma mentalidade destas.
      Colaboradores assim servem para apenas e só para tarefeiros,
      tarefas repetitivas que profissionais mais qualificados se despediriam no dia seguinte se os colocassem a fazê-las.

      • Rui says:

        +1

        Este tipo de pessoas nunca contrataria, e se o contratasse por erro, assim que lhe tomasse a pinta metia-o a andar.

        Se calhar é por haver mais como este em Portugal que temos o país que temos!

    • darksantacruz says:

      Só consigo imaginar se todos pensassem como tu estariamos a ganhar uns tostoes por mes, os meus pesames para o teu comentario.

  5. AlexX says:

    Ousaria retirar o ‘quase’ do título, e as certificações são mais valorizadas para quem está pendurado e pensa emigrar porque infelizmente não dá para todos. Os melhores a entrar agora nesta área de mercado (e que lutem por se auto-promoverem) têm sempre procura, mas apesar do desfalque nos recibos verdes, ser freelancer ainda deve compensar para quem for mais ambicioso. Ou então é a tal coisa, ganhar pouco e talvez também trabalhar pouco para uma única empresa. Poderão haver as excepções que entrem de imediato para uma Google, Microsoft, PT, etc mas isso deve ficar reservado para o média 20….e os da ‘família’.

  6. Alvaro Neves says:

    Será assim?? Não me parece, o que essas empresas querem é pessoas a trabalhar muito e a pagaram pouco.
    Cheguei a candidatar-me na http://www.upgradem.pt e nunca receber resposta.
    Mas bom estas noticias dos 8 mil informáticos, só vendo para crer.

  7. Rui says:

    Se querem ganhar dinheiro a serio e em VENDAS não e programando. E mais não digo.

  8. LOL says:

    while (job_offers > 0) {
    if (salary < 1500) {
    System.out.println("Do it yourself. Goodbye.");
    }
    else {
    try {
    functionApplyToJob();
    } catch (Exception eLackOfExperience) {
    negociateTrialTime();
    }
    }
    }

    // no more dignifying job_offers
    functionEmigrate();

  9. Rui says:

    “De acordo com a empresa nacional Upgrade, saber Java ou .Net é sinónimo de emprego quase garantido.”

    Que mania em usar a palavra EMPREGO onde se deve escrever: TRA BA LHO

  10. Flávio says:

    Isto na minha opinião é conversa da treta…

    Oferecem salários ridiculos a pessoas formadas em engenharias, isto faz com que quem tenha experiência saía do País e deixe esses salários baixos para quem não tem hipótese.

    No meu caso, ganhava +/- 1000€ e trabalhava sempre horas extra sofrendo também muita pressão psicológica dos superiores, neste momemto estou no estrangeiro, a ganhar quase 4x mais e por politica da empresa nunca se faz mais de 7h e 30m de trabalho e as minhas despesas são apenas 25% superiores ao que eram aí (em média claro)… se soubesse o que sei agora já tinha saído há muito…

  11. Carlos Faria says:

    O título desta notícia devia de ser:

    “Portugal: Saber Java ou .Net é emprego garantido, mas vais receber mal”

  12. YaBa says:

    No seguimento dos vossos comentários, só tenho a dizer que o salário devia ser equivalente à QUALIDADE do código.
    Muitas das vezes vem para o consumidor final um programa cheio de bugs, estupidamente lento, e 90% da source é tópico para o TDWTF
    🙂 🙂 🙂

    • Carlos Faria says:

      Mão de obra barata e muitas vezes pouco qualificada = Produtos de pouca qualidade

      Eu se eu fosse mal pago, ou no final do mês apresentava a minha carta de demissão ou limitava-me a por o software a fazer o que é pretendido e não queria saber se o software encontra-se optimizado ou não…

      Basta ver o exemplo das aplicações feitas pela Meo ( PT ) que se encontram para iOS e Android, funcionam mal e quando querem..

      • YaBa says:

        Mas se soubesses que poderias receber X% a mais se o teu código fosse rápido e eficaz já pensavas duas vezes ou não?

        Acho piada a pessoas como tu.
        Sabem à partida que vão receber X, então:
        “eh lá, por X nem me vou dar ao trabalho”
        Então porque aceitaste a proposta em primeiro lugar?!?!?!?

        • Carlos Faria says:

          Eu pessoalmente não aceitava X já desde o início, se achasse que X não era suficiente para mim.

          O que estava a querer dizer é que imagina que te dizem que tinhas de fazer X, mas depois do dia para o outro havia mudanças de planos e terias de fazer X^2, ou seja, estaste a ver a trabalhar horas estraordinárias do momento para o outro, ou em stress .. Que fazias? Provavelmente aquele projeto já nem podias ver a frente, quanto mais optimizá-lo!

        • Joao says:

          Algo a considerar, os engenheiros portugueses (infelizmente para nós)
          tipicamente aceitamos um contrato e ficamos anos e anos na mesma empresa desde que este seja renovado, independentemente do fraco aumento.
          Isto cria um exército de insatisfeitos, em que não vendo progressão na carreira e olhando para o lado para colegas preguiçosos que ganham o mesmo (ou o dobro) fazendo bem menos, vão-se mentalizando “Ele é que está a fazer bem”
          e a produtividade global da empresa vai caindo mais e mais.
          Precisavamos de empregos que fossem 2x menos estáveis e pagassem 2x mais..

  13. JJ says:

    Acho que esta frase no artigo diz muito: “(…)procuram, actualmente, são profissionais polivalentes.”

    E nesta base dizer que saber Java ou .Net é emprego garantido, tem que se acrescentar que tem de se saber: VB, C+ ou HTML, PHP…

    Basicamente o que as empresas querem é um individuo que saiba desenvolver em qualquer linguagem e para qualquer plataforma, mas ganhar como alguém que sabe apenas uma linguagem. E somar a esses conhecimentos, tem de saber trabalhar com o Photoshop ou outros programas do género… E se tiver conhecimentos de hardware e redes melhor ainda. Mas continua a ganhar como só soube-se uma das coisas e só fizesse uma dessas coisas…

    Já agora ter menos de 25 anos… e uns 2/3 de experiência nestas áreas. Mas, atenção menos de 25 anos, e licenciatura em quase todas essas áreas.

  14. Gonçalo says:

    90% desses empregos a ganhar uma miséria. Na zona centro uma empregada de limpeza ganha mais que um programador.

    • Daniel Veiga says:

      No meu 1º emprego comecei a ganhar 500€ e só de ter trabalho já não me queixava. O resto posso dizer que veio com tempo e com trabalho. Não é só por ser programador que tem de ganhar mais que uma empregada de limpeza (sei que vou ser criticado) é por trabalhar mais e melhor. É por este tipo de atitude que os jovens vão para entrevistas com expectativas altas porque têm um curso como milhares já o tiraram também e depois vêm comentar para aqui que não era isto que estavam à espera. Tem de se mostrar que se é realmente bom no que se faz. Fiquem bem

      • Só um gajo says:

        A diferença é que uma empregada de limpeza não é qualificada, ando meia dúzia de anos na escola e provavelmente não ligava muito ao que andava a fazer.
        Um programador andou pelo menos 15 anos a estudar, deu o litro para se qualificar e quando chegou ao fim do curso viu que afinal o mundo não era como lhe foi pintado.

        Por mim falo. Sou mestre em engenharia electrónia, especializado em sistemas embebidos e computadores. Andei 19 anos a estudar, sempre me esforcei para ter uma média decente, apesar de ter havido alguns contratempos durante o percurso. Saí da minha cidade com 19 anos para ir estudar para uma instituição como deve ser, porque queria ter uma formação superior das melhores, e tive. Seis anos e muito esforço depois, acabei o curso e entrei no mercado de trabalho para descobrir que se tivesse deixado de estudar e de me esforçar no fim do 12º ano estaria na mesma situação agora. Eu sei que pelo menos tenho perspectivas de evolução na carreira e que nunca terei muita dificuldade a encontrar emprego, mas é desmotivante, porra!

        É tudo muito bonito, mas não somos todos iguais. Meter no mesmo saco uma empregada de limpeza e um programador é no mínimo desleal, mais, é fomentar a estagnação porque está-se a dizer a um jovem que se se esforçar para atingir um objectivo e aumentar a sua formação não vai tirar muito proveito disso. Estudar é um investimento, obviamente tem que ter retorno!
        Uma coisa é uma empregada limpeza que só tem que puxar um carrinho e limpar o chão, é algo que qualquer um faz. Outra coisa é um engenheiro capaz de desenvolver um sistema, para facilitar um processo, de raiz. Isso exige conhecimento, capacidades de resolução e problemas, etc, etc, etc. Como tal isso deve ser pago.

        Por isso não, não devemos estar só gratos em ter um emprego. Devemos sim lutar pelo reconhecimento das nossas capacidades e das nossas competências, porque isso acrescenta muito valor a um negócio.

        • Daniel Veiga says:

          Percebo o ponto de visto e concordo até certo ponto mas continuo a dar muito mais importância ao trabalho bem feito e de qualidade do que a um curso. Sei que andar na Universidade durante 6 anos e tirar boas notas não é fácil. Então e a senhora das limpezas que trabalhou bem e com afinco durante esses 6 anos vale menos do que um estudante? Falo como um trabalhador-estudante que tirou o 12º ano profissional foi trabalhar e começou a cursar ao mesmo tempo. Acredita que o que me tem dado emprego (já tive em 3 empresas por opção minha) tem sido a minha experiência e não o curso. Para ganhares experiência não é na universidade, é a trabalhar e a começar por baixo.

          • Só um gajo says:

            Não estou a dizer que a empregada de limpeza trabalhou mal. Estou a dizer que ela não evoluiu nada e não desenvolveu as suas capacidades durante esse tempo.
            Fazer o trabalho bem feito não tem nada a ver com o ter curso ou não, tem a ver com a pessoa e a sua votnade de trabalhar e de fazer as coisas como deve ser. Um engeheiro em início de carreira está a aprender e a desenvolver um método de trabalho, mas a empregada de limpeza também estava quando começou.

            Uma coisa é fazer um trabalho simples bem feito, outra coisa é fazer um trabalho mais complicado e bem feito. Ambos estão bem executados, mas um exigiu mais qualificações, mais capacidades e mais recursos que o outro.

            Vamos por as coisas deste modo: Dá um balde e uma esfregona a um engenheiro e ele é capaz de limpar uma casa de banho, melhor ou pior, mas limpa e se calhar ainda tira umas notas para melhorar a esfregona, para que da próxima vez o processo de limpeza seja mais simples e mais curto.
            Dá um computador com um IDE aberto a uma empregada de limpeza e ela nem sequer sabe o que fazer nem o que escrever, quanto mais ser capaz de desenhar um sistema a partir do 0.

          • Rui says:

            A Sra. da limpeza não vale menos que o estudante, mas de uma coisa tenho certeza, após esses 6 anos cada um a fazer a sua vida, um a estudar e o outro a limpar, o estudante sem grandes problemas faz o trabalho de limpar, enquanto que a Sra. da limpeza não programa.

            Eu também estudei e trabalhei em simultâneo, sei que a experiencia se ganha a trabalhar e não a estudar, mas há muita coisa que se aprende na universidade e não com o 12º ano.

            Quem frequenta Eng. Informática ou cursos similares não aprende apenas o básico de programação, aprende muito mais cadeiras, nomeadamente de matemática, gestão, contabilidade, marketing, cálculo financeiro, etc.

            Querer enfiar 600€ por mês num Eng. Informático ou similar é no mínimo um insulto à dignidade de quem passa 3 anos extra a estudar (quando foi na minha altura eram 4). Ainda para mais que depois 1 semana de trabalho desse estudante/estagiário mais que dá para pagar o salário mensal!

            Se te sentes confortável com o 12º ano sugiro que experimentes ir a uma consulta de especialidade cardiologia nas urgências dos bombeiros (sem qualquer desconsideração para os bombeiros que são pessoas louváveis). Lá encontras pessoas que te podem atender e que tem o 12º ano de escolaridade, e que mais ano menos ano poderão equivaler-se a “médicos” via novas oportunidades.

      • Rui says:

        A questão não é o programador ser mais que a empregada de limpeza, é o tempo que se investe para ter certas competências e o nível de conhecimento que cada uma das áreas exige que leva a que um programador deva receber mais que uma empregada de limpeza. (quem diz empregada de limpeza diz muitos outros trabalhos)

        Falando curto e grosso, na prática qualquer pessoa pode fazer limpezas e sem grande formação. Programação e outras profissões, já não é qualquer um que lá chega.

        Infelizmente, muitos profissionais de TI são explorados em Portugal. O custo da hora acaba por ser ridiculo para a quantidade de horas que se fazem vs o que se paga ao final do mês, e em muitos casos, aquilo que é facturado ao cliente como subcontratação acaba por ser obsceno comparado com o salário pago.

        • Gonçalo says:

          Exatamente onde queria chegar.

          • Jorge says:

            Vocês esquecem que uma mulher de limpeza dificilmente vai produzir em valor pouco mais do que o salário que ganha.
            Um engenheiro, um médico, um bom pedreiro, um bom canalizador etc…
            por norma produzem muitas unidades de valor acima dos seus salários e são explorados (não há outra palavra para isso).
            Se a empresa para a qual trabalho factura 30M € com o trabalho de 5 ou seis pessoas porque é que essa empresa não tira o bastante para viver e investir no seu crescimento e não recompensa condignamente as pessoas que contribuem positivamente para a sua riqueza.

  15. Ricardo says:

    Eu concordo perfeitamente com o facto de o salário ser demasiado baixo. Neste momento estou mesmo a pensar em ir para Inglaterra, onde pelo que pesquisei, seria a melhor opção em termos salariais e claro pelo facto de ter conhecimentos da lingua inglesa.

    Dos que trabalham no estrangeiro, têm alguma dica, informação sobre este tema? O custo de vida é muito mais elevado? Vale mesmo a pena? Se quisermos nos candidatar a empregos qual a melhor forma de o fazer?

    • Gerardo says:

      O custo de vida é a maior falácia de sempre quando se fala em ir para fora. O custo de vida mais elevado de praticamente toda a Europa é em Portugal. Nem sequer ouçam quando começam com o blá blá do custo de vida. O que se ganha aqui não chega para o papel higiénico. O custo do supermercado é praticamente o mesmo em todo o lado. Tens de ver o custo da habitação e pouco mais. Claro que depois cinema discotecas varia muito. Mas chaguei a semana passada da Holanda, ia todas as sextas e sábado para a noite e não troco os cafés e as imperiais de lá a 2.5€ pelos cafés a 65 cêntimos e imperiais a 1 euro daqui. Estes governantes pós 25 de Abril metem-me nojo. E enquanto esta situação se mantiver vou pagar o mínimo de impostos possível e trabalhar no estrangeiro sempre que puder.

      Como alguém disse, se ganhas 4x mais o que importa se o custo de vida é 25, 30 ou mesmo 50% mais elevado???? Praticamente qualquer país da união europeia está melhor que Portugal, por isso não olhem para trás. Com os voos low cost e a internet podem manter um contacto permanente com a família como se morassem numa qualquer cidade portuguesa distante.

    • Rui says:

      Se vale a pena? financeiramente sim. profissionalmente sim. nivel pessoal, vai de cada um querer emigrar.

      Custo de vida, para mim só a habitação é mais cara, mas nada como procurar as áreas onde viver e o custo das casas.

      http://www.zoopla.co.uk/

      Como emigrar? há varios sites a explicar métodos. Ex:

      http://comoemigrar.net/2013/01/guia-de-mudanca-para-londres-e-reino-unido/

    • Badjouras!! says:

      Acho que fazes bem em vir para o UK. O que te aconcelho e escolheres bem a cidade! Londres e muito nice e tal… pessoalmente prefiro cidades mais pequenas em que o ordenado apenas e mais baixo 10 ou 20% mas em contrapartida a renda fica a 1/3 do preco. Sair a noite, copos, restaurantes e td isso tambem e mais barato.. E nao tens de passar uma hora de manha e outra a tarde enfiado no metro!

  16. Joao says:

    Ricardo,
    estou em Londres há 1 ano e sem sombra de dúvida que como engenheiro tens melhor qualidade de vida.
    No meu caso estou com salário base anual 3x superior,
    formação personalizada a ti, com certificação incluída,
    no entanto pelo menos na capital vais ter um choque de preços.
    É impensável alugares um apartamento para ti (um T1 na zona 1 facilmente fica 1750£ após imposto municipal, eletricidade, água, internet), T2 2200£.
    A não ser que estejam numa relação estável, a maioria dos profissionais fazem flatshare alugando apenas um quarto (dependendo da escolha de ficar mais ou menos longe da zona central pagam menos e têm melhor qualidade de construção passando a demorar 40min a chegar ao emprego e pagando mais mensalidade de passe de metro – 190£ em vez de 120£ – podes pagar a anuidade e ficas com quase 2 meses de desconto.)
    Fora isso, com um estilo de vida desafogado, indo a bons restaurantes sem pensar no preço, ir conviver com amigos, a eventos, viagens a outros países, poupas cerca do dobro do que estando em PT, evidente/ bem mais se vieres para cá viver como a geração dos nossos pais vivia ao emigrar.
    Com mais experiência podes ainda trabalhar como freelancer e ganhar facilmente 400£/dia.
    (O que em PT fica para as empresas prestadoras de serviço, cá vai diretamente para o trabalhador, sem intermediários)

    • Mark says:

      Por isso é que defendo trabalhar fora de Londres tal como eu fiz.

      Existe bastante oferta de trabalho, tudo bem que os ordenados sao um pouco mais baixos mas compensa.

      Fora de Londres alugas na boa 1 apartamento só para ti, e muitas vezes a 5 minutos a pé do trabalho.

      Eu vim e consegui alugar 1 T2 (casa) e estou cá com a mulher e o meu puto na boa. Em Londres muito dificilmente fazia isso.

    • Isa says:

      Olá rapazes! É saudável vê-los tão empolgados a defender a classe e a engenharia informática mas fiquem sabendo que é extensivo a muitas outras áreas. Enfim, Portugal desde há 5 anos para cá que piorou e rebaixou os cursos superiores ao mais baixo nível, tanto ano a queimar pestanas, a lutar para se conseguir um trabalho com salário e condições dignas e no final das contas: emprego 0 para quem tem experiência e por motivos alheios à sua vontade a empresa onde se trabalha decide fechar portas… e porque já não se enquadra no programa estágio ou no estímulo xpto, Portugal deixa de ter lugar para estas pessoas que se vêm obrigadas a saírem do seu país. Não é justo! Enfim, hoje decidi participar neste fórum para pedir ajuda e orientação para um amigo que é designer de aplicativos móveis e webdesigner, com 3 anos de experiência de trabalho mas agora sem trabalho porque empresa fechou e já não se enquadra nos tais estagio e estímulos . Vocês como engenheiros de informática, costumam trabalhar com designers para os vossos programas informáticos, conhecem empresas que precisem? Agradeço as vossas sugestões, vossa experiência em UK, pois é para lá que meu amigo gostaria de ir. Eu também um dia fui ajudada a encontrar trabalho através de um destes fóruns e se puder ajudar ficaria muito feliz.

  17. mario says:

    E simples, saber essa treta da direito a emprego, nao saber tambem da direito a emprego. Trabalhar em portugal da direito a receber menos que a trabalhar fora, mas nao e assim tao menos, e apenas um menos que a maioria aceita, lamenta mas aceita. Para sair, e preciso saber escolher o destino de trabalho. Onde se pagam menos impostos, onde o clima e similar, a empresa onde se vai trablahar, a lingua em que se vai comunicar. Nem tudo sao rosas e apenas um salario 3x maior nao chega. E preciso pensar bem ter espirito de aventura, adaptacao. Uma renda para um estrangeiro e em media 40% mais cara que para um natural do pais. Mas… conhecem/se pessoas, ganhasse experiencia, criam/se amizades, contactos, respirasse cultura. No fim de contas ja la vao uns anos, alguns paises e umas quantas empresas, desde que sai que nunca mais olhei em que dias estamos do mes, a nao ser quando vem a conta da agua e a preguica e demasiada para evitar o corte.
    Meninos e Meninas com M grande, querem ganhar mais em Portugal, nao trabalhem, nao aceitem estagios, nao aceitem empregos a preco da chuva, facam valer os vossos direitos, nao se comportem como escravos. Vao ver que a coisa muda.
    Quanto a sair, mais uma vez, nao o facam por dinheiro, facam.no por o desejo de aventura. Apenas por dinheiro nao serao felizes nem dentro nem fora.
    E o mais importante de tudo, a comida ca fora e uma m####…

  18. Badjouras!! says:

    Boas pessoal!!! Trabalho no UK e recentemente convidaram-me para fazer parte deste grupo: https://www.facebook.com/groups/1489074104664568/. Ja vamos em 234 mas pelo que vejo este numero cresce de dia para dia. Tornem-se membros e coloquem as questoes que tiverem! So se sujeita as condicoes de trabalho precarias em IT e em portugal quem quer!

  19. Redin says:

    Para os interessados em fazer parte de uma equipa com participação na empresa, procura-se espírito empreendedor:
    -Administrador de Sistemas Sénior com muita experiência em Linux (RedHat/Debian) e em servidores de email.Conhecimento suficiente para saber escolher e decidir sobre escolhas técnicas e tecnológicas além de ter a capacidade de poder ver/antecipar potenciais problemas e desenhar e implementar arquiteturas (das competências técnicas é imprescindível um bom conhecimento de redes, protocolos e comunicação)
    – programadores C/C++ com conhecimentos de scripting e base de dados relacionais.
    – um administrador de sistemas como consultor, que saiba bastante sobre segurança, de forma a que possa aconselhar, configurar e auxiliar ao nível da infraestrutura, redes, segurança, etc.
    Para maior detalhe, por favor, contactar Startup Business Consulting – http://startupbc.pt/

  20. Ricardo says:

    Obrigado pelos comentários.

    Alguém tem exemplos de salários médios para engenheiros informáticos no estrangeiro?

    Também, como conseguiram arranjar emprego lá fora?

  21. Gerardo says:

    Holada, part-time num bar para uma miúda de 21 anos sem expeirência, 12 horas/dia, 2 dias por semana. O dono do bar disse-me que se sentia confortável a pagar 13€/hora, ou seja bem falado ainda pagava mais. Contas

    12x2x4x13€= 1248€ e ainda tem a semana toda para brincar/estudar

    Ainda bem que se pode contratar um Eng. em Portugal por 600€ e ainda gostam. Já dizia o outro, não é preciso vaselina vai mesmo assim

    Para mim, na Europa de hoje, 600€ não é um salário, são migalhas, é um insulto em forma de notas, é asqueroso e degradante.

  22. Tiago says:

    Num pais como o nosso, onde empresas vivem de estagiários, empregados explorados e mal pagos querem o que?? Ganhar tanto como em Londres é um luxo só ao alcance dos maiores cargos em Portugal dos doutores.

    Vi por aqui muitos comentários sobre o ser empregado de limpeza e à uns dias vi rapaz pouco mais velho que eu, talvez por volta da casa dos 30 no max a varrer ruas e eu embora ganhe os tais 600€, dou por mim a olhar para o tipo pouco mais velho que eu, com alguma probabilidade de ter tantos ou mais estudos que eu. Olho e penso na “sorte” de poder estar sentado num escritório enquanto aquele não tem essa “oportunidade” ainda que não se saiba o porque…

    Os 600€ são muito pouco para quem tem de usar a cabeça todos os dias e dedicou muito tempo da sua vida em busca de uma vida melhor. Concordo com muito do que se diz por aqui mas não podemos menosprezar quem faz o que faz por qualquer razão. já vi casos de gente com mestrados a lavarem escadas.. e não não era por ainda estavam a estudar, mas sim porque não havia quem os quisesse a trabalhar com eles..

    • Badjouras!! says:

      Eu tb queria ser jogador de futebol! mas kd chegou a hora de realmente escolher o que queria fazer no futuro tive de escolher o que realmente era procurado no mmercado e ai optei por informatica! Tb tnh muitos amigos e conhecidos com licenciaturas e mestrados a trabalhar em caixas de supermercados e por ai alem mas na altura da escolha optaram por cursos mais faceis sem se preocuparem depois nas saidas profissionais!! Cada um colhe os frutos das opcoes que toma em funcao das coisas a que da valor…

  23. Deus says:

    Aqui está um bom topico pplware, digam a melhor maneira de nós recem licenciados podermos encontrar trabalho lá fora 😉

  24. Zulia says:

    E triste, un país lindo,com gente profesional e inteligente tinha que ir embora a ejercer sus sabidurías em outras terras…eu ate pra conseguir trabalho nas limpezas piden muitos requisitos,em meo pais as persoas q laboral nas limpezas mas que tudo son analfabetas o que quero decer e que NAO HA EMPREGO AQUI, muito boa sorte para vc tudos por q eu ja decisti

  25. Carlos Duarte says:

    Adoro ler sempre os comentários do género “é por estas e por outras que o país não anda para a frente”, loooooool, opá, nem sei por onde começar

  26. André Laranjo says:

    Pessoal, me ajudem.
    Sou brasileiro com passaporte Português (por causa de meu avô Português legítimo).
    Sou programador/desenvolvedor .Net Sênior (a 12anos). Possuo sólida experiência com Oracle, sou Pos Graduado em Engenharia de Software, possuo certificação Microsoft em .Net 4.0 e morei em Londres por 6 meses onde estudei inglês e falo fluente.
    Em outubro de 2015 fui para a cidade do Porto e adorei (já Lisboa não gostei, questão pessoal).
    Quanto acham que eu conseguiria receber de salário na região do Porto?

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